Só 39% das organizações usam IA no RH, contra 62% que já usam IA em alguma área do negócio, segundo a SHRM. Enquanto isso, o recrutador tria currículos num chat, o gestor recebe feedback rascunhado pela máquina e o departamento pessoal responde a mesma dúvida pela décima vez. Função por função: o que a IA já faz no RH, os três níveis de autonomia, por que a triagem em volume pede outra ferramenta e o que a LGPD exige quando ela decide sobre alguém.
Métricas de sucesso de IA: o que definir antes do piloto começar
Imagine seis meses de piloto, 40 usuários ativos e 1.200 conversas com a IA, e ninguém na reunião de decisão consegue dizer se o trabalho ficou mais rápido ou mais barato. O que precisa estar escrito antes de ligar a ferramenta: a métrica do projeto com linha de base, o tempo de revisão dentro da conta e o critério de pronto de cada pedido. E o risco que aparece quando quem revisa passa a confiar na conferência da IA.
Inteligência artificial na indústria farmacêutica: onde ela já entra no trabalho e como usar com segurança
Imagine receber um relatório de estudo clínico extenso para revisar até sexta, sabendo que a Merck já usa IA generativa para fazer o primeiro rascunho desse tipo de documento. Onde a IA ajuda e o que conferir antes de usar? Você sai com o que já se usa na pesquisa, na redação regulatória, na qualidade e na farmacovigilância, o limite que a minuta europeia propõe para a fábrica e um prompt para avaliar um fornecedor.
