Inteligência artificial na indústria farmacêutica: o painel indica aprovação e a conferência humana ainda está por fazer

Inteligência artificial na indústria farmacêutica: onde ela já entra no trabalho e como usar com segurança

Imagine receber um relatório de estudo clínico extenso para revisar até sexta, sabendo que a Merck já usa IA generativa para fazer o primeiro rascunho desse tipo de documento. Onde a IA ajuda e o que conferir antes de usar? Você sai com o que já se usa na pesquisa, na redação regulatória, na qualidade e na farmacovigilância, o limite que a minuta europeia propõe para a fábrica e um prompt para avaliar um fornecedor.

Tubo de aço rompido derrama fragmentos de dados antes de um painel verde de decisão, metáfora de qualidade de dados

Qualidade de dados: o que quebra a decisão antes de a IA chegar

Imagine aprovar o contrato de IA depois de seis semanas de piloto e descobrir, no terceiro mês, que a previsão de demanda só acerta quando alguém corrige o cadastro à mão: o mesmo parafuso aparece com quatro códigos. Trocar de modelo não resolveria, porque o próximo partiria do mesmo cadastro. Seis perguntas medem a sua base antes da assinatura, um teste de uma semana mostra onde ela falha, e o contrato precisa dizer quem pode treinar com o seu dado.

Inteligência artificial no setor de telecomunicações: torre de sinal ao lado de uma régua de medição sem marcações

Inteligência artificial no setor de telecomunicações: as operadoras adotam rápido e medem pouco

Nove em cada dez respondentes de uma pesquisa da NVIDIA com o setor dizem que a IA aumenta a receita e reduz o custo das operadoras. Em outra pesquisa de 2026, de 25% a 30% não sabem dizer qual é o impacto da IA no custo. O orçamento sobe mesmo assim. Vivo, TIM, Claro e Algar já contaram em público o que fazem com IA, e parte disso ainda é meta. A Anatel, enquanto isso, já cobra regras de quem atende cliente com IA.