Mega post de paper toy art

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Toy art é algo cool que paulatinamente vem se tornando mainstream. Mas eu não preciso explicar, porque você já deve ter visto no Jornal Hoje ou sua vizinha lhe contou.

Vamos ao que interessa. Eu catei a nata da nata da Paper Toy Art. Paper toy art é um ramo que usa papel e cola para dar forma as idéias absurdinhas dos designers. A vantagem: é barato, é downloadable e ainda assim completamente supimpa. Nessa seleção só tem trabalho de designer. Não tem papercraft, nem modelo de avião, nem escultura de papel dinâmica.

Então mouse à obra e vamos lá.

100%loading é um site caótico made in Taiwan. Tem alguns modelos em flash, mas sem lugar para clicar. Mas se você clicar no site PRepublic e em downloads, acessará a 4 modelos, sendo um em branco. Ao escolher deles, aparece um popup bilíngue onde você preenche uns dados e... acho que se mandar um email, eles te mandam o toy.

3EyedBear é obra do designer dinamarquês Marteen Janssens. São vários modelos bacanas, fáceis de baixar e montar.

Antlor é um dos meus preferidos. O trabalho de Ken Munk combina duas tendências bacanas: antlers (galhadas) e toys. São chifres de animais imaginários para você montar e pendurar na parede. As peças são limitadas e vendidas, mas você pode fazer download e montar uma versão treino.

BrickBoy é um projeto de Sjors Trimbach, um artista holandês muito fera, manô!

Cardboy mistura vinil e papel em suas peças mais arrasadoras e mega hip, mas é generoso o suficiente para nos agraciar com suas versões DYI. No site do criador, Mark James, o calendário de 2008, de graça.

Carlo Giovanni é a prata da casa. É um ilustrador brasileiro fodão, com um monte de trabalhos mega bacanas. Sua série de paper toys é novidade e está a venda na Banca de Camisetas. Não é de graça, mas é quase.

Jon Greenwell, do blog chiba, é prolífico e talentoso. E como a galera do post, super desapegado.

Matt Hawkins, do Custom Paper Toys, não atualiza o blog faz meses, mas eu o entendo. =) Peças bacanas e 0800 galore.

CUTNEJO é um projeto de Angel de Franganillo. Tudo que ele pede é que você baixe e monte o cunejito, o fotografe e mande para seu grupo no Flickr.

O sul-africano Gloo Man traz dois modelos que você customiza e baixa na hora.

Loulou Illustrations é mais um site-portfolio holandês com alguns toys bem bacanas de graça em sua loja online.

Nicebunny é puro fofo gore. E toda semana um modelo novo duca. Um dos meus favs.

As séries do Readymech são simples e fun. Em 15 minutos você tem na mão seu toy novinho em folha. Um site bom para inciantes.

Se eu tivesse que escolher um toy artist, seria Shin Tanaka. Esse japa consegue capturar em design simples toda a coolness urbana da toy art. Eu fiquei hora clicando em seus downloads randômicos até conseguir todos os modelos.

Speakerdog vem um monte de formas e em papel também. A criatura do britânico Ben O'Brien já está em sua 4ª série e foi customizada por dezenas de designers.

BigChief é um italiano bigodudo criado pelo escritório milanês do mesmo nome.

Toypaper é um site britânico com vááááááários toys customizados por váááááários designers para você baixar, cortar, dobrar, colar e colecionar.

Bem, Natal sem brinquedo não é Natal! Espero que tenham curtido. Esse é meu presente. Merry Xmas, macacada!

Capricho caprichou

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Capricho, a revista mais amada pelas teens brasileiras de ambos os sexos estreou hoje seu novo visual novo. Tá tudo bem bonito e bem bacana. E contando com uma mãozinha nas ilustrações deste que voz fala.

Cassette Tape Mania

Permalink Posted by Fábio Rex Email Category: Design, Artes, Street Art, Tecnologia, Moda, Tendência, Música, Ilustração, Crianças

Eu não sou fã de capinha para iPod. Normalmente as acho tão bagaceiras quanto capinhas para celular. Mas... toda regra tem suas exceções.


Digital meets Analogic
é um site exibindo 45 cases para o player da Apple, reciclando vinis e fitas cassettes. A edição é limitada e cada case custa 45 dólares.

Mas tudo isso é desculpa para eu falar de uma das tendências bacanas de 2007: a mania por fitas-cassetes. Elas estão presentes em vários lugares em seu estado bruto (como colecionáveis), recicladas ou reinterpretadas.


Tapedeck.org
é um site que se propõe a colecionar e celebrar o design simples da fita, que foi introduzida pela Philips em 1963. Uma coleção com 100 peças pode custar apenas 10 reais no Mercado Livre, ou seja, o apelo é mais afetivo do que financeiro.

Um passo além são essas fitas japonesas versão Transformer. Nada mais justo para o ano em que Optimus e sua turma de veículos-transformistas voltaram à cena.

As fitas estão literalmente na moda.

Na forma de bolsas superestilosas.

Fivelas.

Estampas, como essa da Threadless.

Ou esta da sua congênere brazuca, a Camiseteria.

E carteiras. E esse site ensina a você fazer uma com suas próprias mãos, usando aquelas fitas do Ronnie Von que sua avó tem no sótão.

E completamente restransformada nesse vestido que é 50% fita e 50% algodão, da designer americana Alyce Santoro.

E não é só na moda que bomba o amor à velha fita. O bambambam da street art paulistana, Anderson Augusto, aka São, do Projeto 6emeia a homenageia em mais uma de suas obras características.

E por último, a fita faz uma verdadeira volta às origens, cumprindo suas funções de registrar e reproduzir música.

Como um drive USB customizável, o Mixa, da makeamixa.com.

E um simpático e nostálgico MP3 player.

Pára tudo: iPod literalmente no palito

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Tá. Eu nem dei bola para a notícia quando eu li na folha ou boiando pela blogosfera, twittosfera, my ass. Era algo como iPod no palito da Kibon. Bem, a Kibon vem premiando palitos desde que seu logo era um simpático K e não estava abrigada sob os tentáulos da Unilever. Eis que a vejo no Gizmodo.
Como bom colonizado que sou, resolvi ler o post.

OS CARAS ESTÃO PONDO SHUFFLES EM PICOLÉS FALSOS!

É isso aí. Eles criaram uma embalagem em forma de picolé imitando perfeitamente o picolé e dentro dela um iPod Shuffle cheio de amor para dar ao felizardo ganhador. Tudo isso, com o aval da Apple, sempre consciosa (Essa palavra existe? Bem, agora sim.) Que palitinho premiado o caralho. A onipresente Unilever com ajuda da agência ubercool Bullet (aquela da água Neutra, que não pode ser chamada de água).

Achei supimpa, negos.

Agora mais supimpas são alguns comentários em reação ao lançamento, no Gizmodo:

BY KAISER-MACHEAD AT 12/12/07 03:23 PM
Shit. All I found in my ice cream bar was a razor blade.

BY POPE JOHN PEEPS II AT 12/12/07 03:38 PM
@Kaiser-Machead: Well, an industrial Brazilian would have used that razor blade to mug someone, thus getting an iPod anyways.
You American kids and your lack of ambition.

BY SKEPTICAL_GEEZER AT 12/12/07 03:32 PM
In the U.S., this would cause a class-action suit on behalf of the 10,000 people that did not get the frozen treat they had paid for.

BY FORMICAE AT 12/12/07 03:38 PM
1 in 1,000,000 gets an iPod, the rest just get hepatitis.

E muito mais.

Agora me dá licença que eu tenho que ir espremer uns Fruttares. O método de detecção de metal parece que não funciona com alumínio.

Mastigue bem seus alimentos

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(Anúncio da francesa Callegari Berville Grey para um antiácido. Mas que ficou com uma cara PETA-vegan, ficou.)

Mais Maeda

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Vamos ao que interessa. Lembra do John Maeda? O cara de três posts abaixo... Bem, fuçando no vasto deserto intelectual que a Internet vêm se tornando, eu achei cursos gratuitos do MIT, o MITOpenCourseware. São aulas do próprio MIT distribuidas gratuitamente pelo próprio MIT. Quanta propriedade! Entre elas, há uma aula de Tipografia Digital ministrada pelo mestre John. O curso original é de 1997, mas eu vou te contar: a tipografia é algo estável e não mudou muito em 10 anos. A Garamond, por exemplo, já vem bombando desde 1540.

Então se você curte fontes e tipos, clica aqui. E se você gosta de qualquer outra coisa clica aqui também. O que não falta é cursos, cursos e mais cursos. De graça, na faixa, 0800 manô!

Voltei!

Permalink Posted by Fábio Rex Email Category: Design

Não, não tô bronzeado. O sol não ajudou. Quando ele tava de boa vontade, o vento da praia garantia peeling gratuito ou o mar tava tão gelado que garantia hipotermia só de olhar. Essas são as delícias do litoral gaúcho. Mas o legal que foram 30 dia de dolce far niente, sem culpa nenhuma.

Mas chega de papo e vamos pôr a mão na massa. Urru!