Categoria: Automobilismo na terra
Domingo, Abr 19, 2009
CARRETERAS AZULAM LONTRAS...
Carreteras invadem Lontras, a #9 é pilotada por Paulo Afonso Trevisan e a #4 por Roberto Pruner..
O multicampeão Catarinense de Automobilismo Roberto Pruner fala sobre o que achou da experiência de guiar uma Carretera em Lontras...
Ingo Hofmann, nosso querido fotógrafo do Catarinense de Automobilismo descendo da Carretera em Lontras após 2 voltas na pista com Paulo Afonso Trevisan...
Parabéns ao Paulo pela empreitada de levar ao público um pouco da história do automobilismo da terrinha, literalmente, da terra vermelha! Isso é muito bom, tomamos conhecimento das baratas vendo as revistas de época; depois ouvimos as histórias fantásticas dos cabras bom de braço e agora, graças ao visionário Paulo Trevisan, temos o prazer de nos deliciarmos com a histórias ao vivo... isso é muito bom!
Agora com comentários do Dr. "Poeira na Veia", Francis Henrique:
"Boa Saloma, tudo bem?
Não sei nem o que lhe escrever sobre Lontras. FANTÁSTICO, MAGNÍFICO, SUBLIME, INESQUECÍVEL e SENSACIONAL são adjetivos que se tornam pequenos perto da grandeza do evento do último final de semana.
Na sexta feira a tarde haviam sido vendidos mais de 9 mil ingressos antecipados, e ontem o público chegou perto dos 20 mil. É bem razoável, não?
Veio de gente de vários lugares da região Sul para prestigiar o evento...
Ontem, durante o intervalo para o almoço, as Carreteras fizeram a principal apresentação na pista, e o público foi a loucura com o Paulo Trevisan acelerando a 9 e o “Beto” Pruner (11 vezes campeão Catarinense da Stock) pisando fundo na 4.
Os dois deram um show a parte, e tenho certeza absoluta que o dia de ontem JAMAIS será esquecido na história do Automobilismo Catarinense.
Já recorri até ao dicionário buscando palavras que descrevam o dia de ontem e a nossa dívida de gratidão com o Trevisan, mas não encontrei nada tão grande quanto o que aconteceu neste último final de semana, então serei bem trivial em apenas dizer que foi inesquecível e agradecer do fundo do coração ao Trevisan pelo que ele nos proporcionou.
No “Poeira na Veia” já tem fotos e vídeos de ontem, e anexo lhe mando mais algumas fotos para colocar em seu blog, caso queira. Se quiser, pode também 'lincar' meu blog para que o pessoal veja os vídeos.
Um forte abraço e agora é a vez de vocês sentirem o calor da poeira e da terra!
Francis Henrique"

As Carreteras em Lontras...

George, Trevisan, Pruner e Hofmann...




Pruner e Trevisan...
(reprodução)
Saloma
Segunda, Fev 23, 2009
JOAÇABA CONSTRÓI AUTÓDROMO...
...PORQUE PRAIA É MUITO LONGE!
Por Renato Pastro
Nota do Blog: Galera, voces virão como está Joaçaba atualmente, com o espetáculo de provas que tem. Mas para isso tudo acontecer, houve um esforço, quase que supremo do povo da terrinha, a um bom tempo atrás, mais ou menos a 43 anos, para dar início ao automobilísmo na terra. Aqui vamos fazer um relato, graças ao "teimoso" Renato Pastro, nosso parceiro e colaborador, que manja como poucos de rallye e nos mostra a epopéia o que foi a inauguração e a primeira prova do AUTÓDROMO DE JOAÇABA. Esperamos que apreciem sem moderação, porque é essa a nossa proposta...é isso!

Willys Interlagos Berlineta N° 3 de Rômulo Matos enfrentando uma das lombadas do circuito.
Porque em Joaçaba, Santa Catarina, não se pode escolher muito aonde ir (só existem dois cinemas e para chegar à praia, em Camboriú, é preciso rodar quase 500 quilômetros), um punhado de entusiastas passou a se reunir e comentar que nada, melhor do que o automobilismo para quebrar a monotonia. A primeira dificuldade foi enfrentar a resistência dos próprios habitantes da cidade que acharam (e alguns continuam achando) que a corrida de automóveis é bicho de sete cabeças: “É perigoso, onde já se viu uma coisa destas?”.
Foi aos poucos que a turma toda adquiriu amor pela coisa. Para começa, fizeram uma pequena prova de um quilômetro dentro da cidade. Sucesso total!
Os bate-papos foram ficando cada vez mais animados, frisando-se a necessidade de arranjar um lugar para um “autódromo de verdade”. Ai perceberam que o terreno em torno da pista do aeroporto era ideal. Um sargento, José Luiz Lopes, que se interessou muito em levar o plano adiante, gostou da idéia, lutou para concretizá-la e virou nome do Autódromo. Este foi construído a jato: só 40 dias. Tem 3.350 metros de pista é toda de terra, quando chove não há corrida. Nasceu logo em seguida o Automóvel Clube do Estado de Santa Catarina – ACESC.
Verdade indiscutível: Autódromo, com 3.350 metros de extensão e a 6 km do centro da cidade, é o segundo do Brasil. Sua história tem muito de boa vontade e um pouquinho de heroísmo.
Primeiro obstáculo: para fazer a pista, em torno do campo de aviação, era preciso obter uma autorização do Ministério da Aeronáutica. Uma comissão foi especialmente a Porto Alegre tratar disso e acabou arranjando a licença assim precariamente. Pelas articulações feitas, deu para perceber que seria difícil “arrancar” da V Zona Aérea (hoje V Comando Aéreo Regional) uma autorização definitiva.
Agora os adeptos do automobilismo em Joaçaba, pequena cidade do interior de Santa Catarina com 6.000 habitantes, não sabem bem o que fazer: asfaltar a pista, que seria a situação ideal custa muito caro e é arriscado, porque o Ministério da Aeronáutica pode desistir repentinamente da licença. Asfaltar custaria uns 80 milhões de cruzeiros; um leito de paralelepípedos, com camada de asfalto, 150 milhões. Existe também a possibilidade de “engrenar-se” com o DNER uma “ajudazinha” quando estiver sendo asfaltada a BR 36 que atravessa o Estado.
A pista fica exatamente em torno do aeroporto da cidade, tendo de um lado uma rodovia estadual e de outro uma federal (BR 36). O traçado ainda não é definitivo e necessita de algumas alterações. Existem algumas lombadas desnecessárias e curvas ultraperigosas. Dizem que errar é humano, mas para o piloto, errar em determinados trechos deste circuito pode ser fatal.
A “Curva do Arroz” serve de exemplo: quem não é “vivo”, morre ou pelo menos sofre o risco. Após três lombadas, a curva surge, estreita. Quem não fizer tudo direitinho e der uma derrapada um pouco além do convencional sai da pista e rola por uma ribanceira. A curva é chamada assim porque ali havia uma grande plantação do cereal.
Vejam só o que aconteceu com o médico Osvaldo Lunardi, presidente do ACESC: vinha vindo “meio quente”, os pneus “guincharam” e de repente seu DKW Vemag saiu da pista, passou por cima da estrada estadual e teve a sorte, quase milagre, de nada lhe acontecer. Como o carro foi em linha reta arrancou do lugar somente uma imensa pedra que deu uma amassada no carro. Lunardi viu que ele e o carro estavam inteiros, ligou novamente o motor e saiu rodando normalmente pela estrada estadual retornando ao autódromo para maior espanto dos que tinham presenciado o vôo.O percurso tem muitas curvas difíceis que, além de perigosas, impedem que um piloto ultrapasse o outro. As larguras são variáveis e sujeitas a alterações.
Bom para deixar com força o pé no acelerador é o retão que vai dar bem em cima da “Curva do Roncador”. Ficou com esse nome porque em uma das primeiras provas o presidente do Automóvel Clube resolveu participar com uma “pick up” Ford F-100 (a caminhoneta por sinal, tinha escapamento duplo e alguns “venenos”). Na hora de embalar e mudar de marcha era um barulhão, como se fosse um ronco. Ai batizaram a curva com o nome de roncador.
Dois trechos, principalmente, necessitam de urgentes modificações:
1ª) A “Curva do Arroz” precisa ser mais suave; referindo-se a ela, a turma comenta sempre: “Não é biscoito, tié”;
2ª) O percurso que vai do Aeroporto ao hangar precisa igualmente de solução, porque se um avião pousar, enquanto se desenrola a competição, é muito arriscado atravessar a pista. Cogita-se de construir uma ponte, mas tudo ainda está na fase de cogitações.
Por enquanto São Pedro é o maior “inimigo”, porque quando chove a pista fica impraticável. Por causa disto uma corrida das boas, que estava programada para 10 de Outubro de 1965, foi literalmente por água abaixo. Até a Equipe da Simca (e presença de fábrica é coisa difícil de se ver por aquelas bandas) apareceu. Francisco Landi levou duas carreteras para serem pilotadas por Jaime Silva e Cyro Caíres. Apareceram outros “cobras” de cidades próximas: Curitiba, Londrina, Lajes, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Porto Alegre, Palmas e Concórdia.
No sábado, dia 9 de Outubro, os volantes foram treinar e Jaime Silva, fazendo sensação, sua carretera estava equipada com os pneus do Simca Abarth europeu da Equipe, deu uma volta em 1min46s (média de 113,77 Km/h) tempo que se tornou recorde não homologado.
A performance nos treinos foi tão boa que todo mundo ficou “louquinho” para ver a corrida de verdade. Quase a população inteira e mais a de Herval D’Oeste, outra pequena cidade com seis mil habitantes, separada de Joaçaba por um rio foi assistir. Na hora da largada, com mais de 30 carros na pista, coisa até então nunca vista no local, a chuva caiu e a corrida acabou. Ninguém na cidade se conformou em não poder ver os ases do volante em ação. Seria esta a primeira edição dos 200 KM DE JOAÇABA.
Transferiram a prova para o mês de Novembro de 1965. A chuva quase complicou tudo de novo; fazia sol a semana inteira e no dia em que uma corrida estava programada chovia. “O que é que está dando azar?”, indagavam entre si os dirigentes. Chegaram a cogitar de construir uma pista de madeira; outros, brincando, sugeriram cobrir todo o percurso.
Enquanto isso acontece, o Autódromo de Joaçaba, o segundo do Brasil, continua em busca da definição.
Uma coisa, pelo menos, não falta aos amantes do automobilismo em Joaçaba: boa-vontade. Para arranjar dinheiro e comprar troféus, precisam passar a “listinha” pela cidade.
Estão dispostos a pensar em asfalto, chegaram a rifar um carro, deu para faturar cinco milhões de cruzeiros, mas ainda falta muita coisa.
A prova dos 200 KM DE JOAÇABA foi remarcada para o dia 13 de Novembro de 1965. Na hora “H”, água de novo. Os dirigentes do Automóvel Clube transferiram então para o domingo à tarde dia 14. Mas acontece que o dia amanheceu bonito, até com sol, coisa rara em dia de prova e todo mundo acabou indo para a pista bem cedinho.
Quem não gostou nada deste imprevisto foi Juvino Pigato, que mora em Concórdia a 76 Km de Joaçaba. Ele voltou para casa sábado à tarde e apareceu de novo no domingo, pensando que estava adiantado, mas a corrida já havia começado. Nervoso, falou em “impetrar mandado de segurança”, mas acabou ficando mais calmo depois, embora inconformado, porque não costumava perder uma corrida sequer com seu Simca pintado com o número 22.
Quando a corrida começou às 10h30min, Rômulo Matos (Willys Interlagos Berlineta N° 3) deu a impressão de que iria vencer fácil. Só que ele sabia, melhor do que ninguém, que sua máquina iria esquentar muito, mais cedo ou mais tarde, tratando de ganhar no começo o tempo que forçosamente iria perder depois. Atrás dele, com uma distancia sempre superior a 300 metros, vinha Itacir Roveda (Renault Willys Gordini N° 2). Os dois andavam com o “pé na tábua”, como se fossem definir a corrida entre eles. De repente a Berlineta N° 3 ficou mais tranquila, porque o Gordini N° 2 precisou parar na 11ª volta, quando queimou a junta do cabeçote do motor.

Queima da junta do cabeçote afastou o Gordini N° 2 de Itacir Roveda.
A partir deste momento Osvaldo Lunardi queria forçar o ritmo (e forçava mesmo) apesar de seu mecânico fazer sinais para ele manter sempre o mesmo “train”, o piloto do DKW Vemag N° 4 ganhava tempo nos retões, mas perdia na “Curva do Arroz”, fato psicologicamente explicável, porque ele havia escapado milagrosamente de uma capotagem com o mesmo carro e no mesmo local conforme comentamos anteriormente.

O DKW N° 4 a caminho da vitória sendo observado pelo ótimo público presente.
Quem vinha em terceiro lugar era o bem preparado Volkswagen Sedan N° 66 de Chapecó pilotado por Celso Tissiani.
Iniciou-se uma boa briga pela posição entre o “besouro” e o DKW Vemag N° 65 pilotado por Sérgio Trentim que conseguiu a ultrapassagem. Na 19ª volta “pifou” o disco de embreagem do Volkswagen forçando o mesmo a abandonar a competição. Começando a se destacar estava Sérgio Trentim um moço de 19 anos de idade, motorista de praça em Chapecó, que corria sem ter medo de nada, com seu próprio táxi de N° 65, para surpresa de muitos e dele próprio. Ele tinha no seu carro de trabalho uma ligeira modificação na descarga e na distribuição. Usou e abusou de andar sobre três rodas, principalmente na “Curva do Arroz”.

O táxi de Chapecó N° 65 na tomada da “Curva do Arroz” em três rodas na tocada de Sérgio Trentim.
Quando a Berlineta N° 3 parou para “beber água” pela primeira vez, saindo muita fumaça por tudo quanto era canto, foi que Osvaldo Lunardi assumiu a liderança. Na verdade ele ganhou a corrida quando perdeu o medo da “Curva do Arroz” e passou a entrar mais “quente”, aumentando a distância na ponta.
Outro que corria bem era Olidir Pereira, veio de Palmas (é famoso por aqueles lados) só para assistir, mas acabou entrando na corrida com o seu DKW Vemag N° 8. Faltavam duas voltas para ele obter classificação quando estourou a junta do cabeçote e a mangueira do radiador. Havia desistido, quando soube que precisava de mais duas voltas. Mesmo tendo de recolocar água voltou a pista, com o público sem saber o que havia acontecido, pedindo para ele “descer a lenha”. Olidir Pereira acabou dando mais oito voltas, com pouca água e garantindo o quarto lugar.

Olidir Pereira veio para assistir e acabou correndo com o DKW N° 8.
Mesmo com poucos carros na pista, a mesma não perdeu a graça, porque embora as colocações estivessem mais ou menos definidas, da 40ª volta em diante, os pilotos, com muito espírito esportivo, procuravam fazer suas máquinas darem o máximo, sem recorrer a “fechadas” nem nada.

No retão disputa entre o DKW N° 65 de Trentim e o Interlagos N° 3 de Matos.
As 12h30min, Osvaldo Lunardi não teve maiores dificuldades em cruzar a reta de chegada em primeiro lugar. Com seu DKW Vemag N° 4 preparado com alguns “segredinhos” da fábrica completou 60 voltas em 1h59min18s mantendo a média de 101,89 Km/h. A melhor volta da prova foi do terceiro colocado a Berlineta N° 3 de Rômulo Matos com 1m51s (média de 108,64 Km/h) seguido do DKW N° 4 com 1min55s (média de 104,86 Km/h).

O vencedor dos 200 KM DE JOAÇABA, Osvaldo Lunardi
com o DKW Vemag N° 4.
Quem gosta muito de falar em “vitória moral” andou dizendo que quem venceu foi Sérgio Trentim, porque afinal de contas ele rodou de Chapecó a Joaçaba, participou pela primeira vez de uma corrida, e foi quem deu mais “show”. Entrava em todas as vezes na “Curva do Arroz” sobre três rodas e fazia as outras a palmos do barranco. Impetuoso demais tem muito que aprender, mas provou que tem futuro com o segundo lugar na prova.
O Automóvel Clube do Estado de Santa Catarina - ACESC deu meio milhão de cruzeiros (200 mil para o primeiro na Categoria e 300 mil na geral) ao vencedor dos 200 KM DE JOAÇABA, cem mil ao segundo e 50 mil ao terceiro colocado.
Havia mais 350 mil cruzeiros em prêmios, não distribuídos, porque não houve competidores com veículos acima de 1.300 cm³.
Pesquisa e Edição: Renato Pastro
(Fonte: Revista AutoEsporte N° 15, Janeiro de 1966)
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Sábado, Fev 21, 2009
POEIRA NA VEIA...E PRECISA DIZER MAIS!
O Francis Henrique Trennepohl, ou simplesmente Francis o blogueiro da poeira na veia...é um fantástico fanático pela velocidade e tem na terra batida sua paixão atual. Tem um blog recomendadíssimo em que o assunto principal é AUTOMOBILISMO NA TERRA!!! Tem resgatado as competições e passa para a galera a verdadeira emoção nas histórias e causos contados.

Paulo Trevisan e Francis, o blogueiro da poeira na terra!
E para contribuir com isso tudo, não poderia faltar o mestre Paulo Trevisan, que aproveitando a visita ao autódromo de Joaçaba, nos brindes com vídeo...
E mais esse vídeo (abaixo/ Cerega UPDATE no post) que chega da 1a.etapa na Terra em Joaçaba Autódromo Cavalo de Aço, Santa Catarina...
...e as imagens do cabra mais hiperativo que se tem notícias no meio automobilístico do sul da terrinha com uma câmara na mão.

O nome é...Ingo Hofmann!
Primeiro vamos apresentar a pista, que só de olhar já dá tesão de acelerar...hem...Cerega, Eric e cia!

Agora imagens da competição, com Gols, Omegas, Opalas e tudo no mais fino acabamento...







E quem será Ingo Hofmann, vejam no fotolog do Ingo...Barulho de Motor.
E sobre o cabra, vejam o testemunho do Paulo..."é outra figura fantástica que eu já conhecia pelas fotos há mais de 15 anos na revista paranaense Pista Livre, é o fotógrafo Ingo Hoffmann de Joinville. É inacreditável mas ele fotografa todas as corridas só por hobby e envia as fotos gratuitamente e não cobra nem o Sedex!
Ele corre pra cá e pra lá o dia todo, se posiciona em pontos na beira da pista perigosíssimos, se deita no chão, e ao final do dia está empoeirado de cima a baixo. Voces já tinham visto coisa igual?"
É importante resaltar, vamos agregando milhares de novos blogueiros vinculado ao automobilismo de terra e de asfalto; e é o maior ou pelo menos mais disputado campeonato de marcas do Brasil, onde chegam a alinhar mais de 30 Gol novos.
(reprodução/acervo pessoal Francis Henrique Trennepohl e Ingo Hofmann)
Saloma#Sahib
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