Segunda, Nov 09, 2009
CARRO DO ANO, EDIÇÃO 2010

Os blogs da confraria do Saloma & Comparsas foram convidados para acompanharem ao vivo a eleição do carro do Ano pela Revista AutoEsporte, da Ed. Globo. Foi uma honra para nós sermos lembrados para tal evento do setor automobilístico. As categorias são: Carro do Ano, Carro Premium do Ano, Utilitário do Ano, Utilitário Premium do Ano e Picape do Ano.
Ainda dá para para enviar seu voto na escolha do voto popular, basta clicar AQUI e selecionar os seus favoritos da lista de modelos elegíveis.
No site e na edição de dezembro de 2009 da revista Autoesporte, sairá a apuração do resultado. O Carro do Ano 2010 será conhecido hoje, dia 9 de novembro, mês em que Autoesporte completa 45 anos de circulação ininterrupta.
E para muitos é considerada a bíblia do automobilísmo na terrinha.
É isso...!
Saloma
(reprodução/AutoEsporte)
AUTODROMO DO RIO – O SONHO QUE DUROU POUCO

Papo com Pedro “Baleiro”
"Eu era feliz e sabia. Quantas vezes descemos a Serra de Petrópolis para participar de uma prova, ou mesmo para assistir.
A pista era precária, as arquibancadas improvisadas, não existia área de escape, o público assistia praticamente na beira da pista.
E daí?
Era maravilhoso ver o público vibrando pertinho dos seus ídolos.
Esses, uns abnegados sonhadores, que tinham certeza que aquele Autódromo ainda seria grande.
Não se sonhava com fórmula 1.
Os sonhos eram bem menores, mas de muita importância.
Aqui podíamos ver os cobras do automobilismo brasileiro, não convém citar nomes, pois eram todos amantes das corridas de automóveis, e em maior ou menor escala, pioneiros, que juntamente com São Paulo, abririam caminho para outros tantos Templos de raça, habilidade e coragem.
O sonho se realizou, e foi além das expectativas, o Autódromo cresceu, em tamanho, em importância e em arquitetura.

Depois virou Autódromo Internacional do Rio, foi batizado com o nome de um carioca que chegou ao topo do automobilismo mundial: Autódromo Nelson Piquet.
Agora já temos provas do mundial de Formula 1, Mundial de Moto Velocidade, Formula Indy e as nossa competições domésticas.

A realidade superou os sonhos mais otimistas.
Estávamos nas nuvens, daí pra frente era só acertar uns probleminhas e teríamos um automobilismo à altura de São Paulo e do Brasil.
Lêdo engano. Primeiro perdemos a Formula 1 para São Paulo, quando deveríamos ter um revezamento, ou até mais de uma prova no Brasil. Depois, numa crise de "inexplicável aversão” ($$$$???) por esse esporte que promoveu o Brasil no mundo todo, um prefeitinho de merda resolve iniciar a destruição deste patrimônio, fazendo obras do PAN ($$$), ignorando áreas maiores e disponíveis, porém ambicionadas pela especulação imobiliária.
Agora teremos os Jogos Olímpicos, e a patota dos coveiros do automobilismo vai se deliciar em acabar com o atual arremedo de Autódromo, como urubus devorando os despojos do nosso sonho.
"Adeus Autódromo".
Eles serão substituídos na administração, e talvez, quem sabe, possamos voltar a sonhar.
Pedro “Baleiro”
(reprodução)
Categorias: Esportes, Automobilísmo histórico, Pedro Baleiro
Domingo, Nov 08, 2009
UM FUSCA NA QUEDA DO MURO
Galera, esse post não tem pretensões automobilísticas, mas históricas. Dica do comparsa João Cesar Santos, reproduzo aqui fato interessante ligado a queda do muro, que segunda faz 20 anos...

"Se este fusca falasse, contaria uma história que mudou o mundo. No dia 9 de novembro de 1989, ele foi o primeiro a atravessar uma fronteira até então indevassável. A queda do Muro de Berlim completa 20 anos na segunda-feira. É o aniversário de uma geração que viu a esperança renascer das pedras. O carro hoje descansa em um jardim da cidade de Fuldatal, no centro da Alemanha. Duas décadas depois, a Europa dá sinais de que nem todas as lições foram aprendidas. Enquanto o tempo cobre o velho fusca com folhas secas e com ferrugem, a xenofobia e o racismo descobrem novos caminhos pelas ruas do velho continente."
(reprodução/http://zerohora.clicrbs.com.br)
Sábado, Nov 07, 2009
24 HORAS DE LE MANS, 1961
Para o final de semana, que não passe sem a veia automobilística, vai um vídeo muito bacana das 24 Hs de Le Mans, de 1961. Ricardo e Pedro Rodriguez lutam pela liderança em uma Ferrari NART com preparação da casa italiana. Ricardo ainda faz a volta mais rápida, mas infelizmente os irmãos Rodriguez tiveram o motor quebrado apenas algumas horas do fim...this is it!
(reprodução)
Categorias: Carros, Esportes, Vídeos automobilísticos, Saloma

Papeando com o mestre Nelson Cintra, veio a vaga lembrança de ele ter visto um vídeo, nas suas aventuras pela web, de um primo distante do 914 do Malanga nas terras germânicas, que tambem foi feito fora dos padrões normais. Pelo que entendemos na fala do cabra, os dois são em plataforma do VW-Porsche 914, de 1972, especificações dos veículos: 2,7 l 6-cilindros, 210 hp, aproximadamente 220 km/h...Como a incorporação foi desativada mediante solicitação, fica o link e a imagem do vídeo para conderir! this is it!
Aqui galera: http://www.youtube.com/watch?v=ukWB0HGmHF8
(reprodução)
Quarta, Nov 04, 2009
#MOMENTO BRIEFING...



#MomentoBriefing... "bastidores" tiradas pela Sílvia Linhares durante o briefing dos pilotos. Hugo Borghi e Prof. Ruben Carpinelli presidente da FASP e Hugo e Saloma...e a turma porreta da Super Classic!
(reprodução)
Saloma
NA DÚVIDA, ACELERE...

Convite a todos os frequentadores do espaço. Mostra a evolução da danada de duas rodas. E quem não teve ou já sentou a bunda em cima de uma moto. mas o interessante e a narrativa do fausto, que vem a ser uma das melhores...
Um pouco do autor: Fausto D’Azevedo Macieira é carioca da gema e está no motociclismo desde que se entende por gente. Campeão carioca de motocross e um dos dez melhores pilotos do Brasil nos anos 1980, começou a escrever sobre motociclismo na década de 1970, no extinto jornal Última Hora, então um dos maiores veículos de comunicação da cidade do Rio de Janeiro. Depois de passagens pelas revistas Manchete Esportiva, Máchina, Speed Magic e Dirt Action, atualmente assina colunas e reportagens na revista Duas Rodas Motociclismo, a mais tradicional do segmento. Entre os jornais, suas matérias são publicadas no Jornal Lama, O Globo e Extra. Desde 1998, é motojornalista registrado na Federação Internacional de Motociclismo (FIM), com credenciais para todas as modalidades de motociclismo esportivo. Na televisão, começou no programa Bike Show, da Rede CNT, e desde 1996 está no SporTV, canal a cabo da Rede Globo de Televisão, da qual é funcionário desde 2003. Com a reportagem “História da motocicleta”, Fausto conquistou o Prêmio Abraciclo 30 Anos, em 2006. Em 2008, recebeu o Troféu Destaque Abraciclo, com a reportagem “No reino dos capacetes”. Motociclista em tempo integral, Fausto Macieira prima pelo entusiasmo, precisão e bom humor. Atuando como cronista, repórter, apresentador e comentarista, utiliza seu talento em benefício do motociclismo, e não o contrário. Neste primeiro trabalho literário, de notável densidade, fica evidenciada a aventura que é o progresso da motocicleta e do motociclismo ao longo dos tempos, trajetória que, de forma organizada ou não, avança a cada dia.
É como diz o ditado: na dúvida, acelere!
(reprodução)
Terça, Nov 03, 2009
PAPOS DE BOX - Brasília 71...
12ª. Corrida.
9ª. etapa Classic Cup
Interlagos – 31 de outubro de 2009
A primeira prova da Super Classic após o GP Brasil de F1, com a reabertura da pista de Interlagos para nós, costuma sempre apresentar bons grids. A turma toda está doida para andar novamente. Não foi diferente desta vez. 34 carros treinaram, e 32 alinharam para a largada. Um ótimo grid. Ainda assim, que me lembre, faltaram o Natali e seu Passat, dois Chevetteiros do Brandini, e o Abrami.
Cheguei em São Paulo na quarta á noite. Pretendia treinar calmamente na quinta para tentar ganhar um pouco de braço, e me readaptar ao carro que estava com motor novo e com o câmbio escalonado devidamente acertado. Infelizmente a garôa não nos deixou em paz, e a pista ficou quase o dia todo entre o molhado e o muito úmido. No terceiro e último treino livre de quinta havia secado, mas achei que pagar R$ 350,00 para dar só umas voltinhas não valia a pena. O Nenê, como chefe de equipe, deu umas 3 voltas com a Brasa, e achou o carrinho bom. Para mim, seu veredito estava de bom tamanho.
Na parte da tarde chegaram meus caros amigos do Rio. O Antonio Seabra e o Pedro “Baleiro”, ambos tarados por corridas, e que não vinham a Interlagos desde que este possuia ainda o traçado antigo. Apesar de lamentarem a mutilação da pista, ficaram maravilhados com o que viram, e principalmente, pela recepção calorosa dos blogueiros aqui do pedaço.

Concurso de barriga. Pedro “Baleiro”, Luizinho Pereira Bueno, e eu
Na sexta, fui um dos primeiros a ir para a pista. O câmbio estava macio e parecia definitivamente acertado. O motor roncava redondo, mas me pareceu um tanto mais fraquinho que o original, o primeiro que haviamos usado até a primeira quebra. De pneus novos lixados e com o chão certinho, nada a reclamar quanto à estabilidade que estava um dôce.
Mas por mais que me esforçasse, não baixava de 2:11. Tanto pela manhã quanto a tarde, eram 2:11 por volta, uma em cima da outra. Quatro segundos acima do melhor tempo que já havia feito me parecia demasiado, mesmo estando um tanto enferrujado.

O Nenê havia levado o carro para o dinamômetro, e pela primeira vez tinhamos as curvas de torque e de potência reais, as quais estávamos agora obedecendo. 170 cv. @ 6.000 rpm. Nas primeiras oito ou nove corridas com o motor original, havia por total ignorância, esticado sempre até 7.200 rpm! O tempo vinha, e não quebrou. Conseguiamos fazer a volta em 2:7 com o câmbio original, e o chão ainda não totalmente acertado. Vai entender...
No treino classificatório de sábado, após sete voltas, ao reduzir na freiada do Lago, fiquei sem marcha alguma. Barulhos estranhíssimos e não engatava nada. Será possivel que lá se foi o câmbio novamente? Caramba! Fui prá grama por dentro da reta que leva ao Laranjinha, e encostei aguardando o término do treino para ser rebocado de volta aos boxes.
Tiraram o motor e, graças a Deus, constataram que eram somente os parafusos do volante do motor que haviam se quebrado, e em 30 minutos estava tudo montado novamente. Melhor tempo conseguido nas sete voltas? 2:11! Largaria na 22ª. posição, bem no final do “pelotão da merda”, onde tudo pode acontecer. Paciência.

Tempo sêco, sol bonito e lá vamos nós para o alhinhamento. Dei duas passadas por dentro dos boxes e fui procurar minha posição.
Estava ao lado do simpático João Peixoto e seu Puma amarelo # 66. À minha frente, a posição estava vaga. Algum dos dois que treinaram mas não largariam. Fiquei cá pensando que isso poderia ser uma vantagem na hora da largada, se bem aproveitado.
Todos alinhados subindo o Café, acelero para ocupar a vaga vazia, e... largada abortada! Dou um freiadão esfumacento para não passar por cima do Fusca que ia à minha frente. Parece que o Furrier do Puma # 10 foi-se embora calmamente reta abaixo antes da bandeirada. Acontece. Demos mais uma volta, e agora sim! Partimos! Me joguei pela direita, rente ao muro, dei sorte de encontrar uma avenida limpa, e ultrapassei 4 carros antes da primeira curva. Aquela embolação de sempre no S do Senna, e na saída do Sol passei por mais um. Estava atrás do Tranjan e de um outro Passat vermelhão.

Alguém estourou o motor, e deixou uma trilha de óleo, desde o Laranjinha, até a Junção. Por conta disso tomei um baita susto quando o carro atravessou no Mergulho, mas deu prá trazer de volta todo esterçado para o lado contrário, “a la Bird”! Fechei a primeira volta em 16º. Sem poder chegar nos ponteiros o negócio foi ficar por alí mesmo, e ver no que ia dar com as possíveis e inevitáveis quebras lá na frente. Dois Fuscas encapetados estavam me atazanando desde a largada.
Bons de chão prá chú-chú eram um terror no miolo. Nas retas como tinha um pouquinho mais de motor, conseguia abrir, mas não muito. Foi uma disputa divertidíssima. Um passa e repassa danado. O tempo todo a centímetros uns dos outros.

Num certo momento, me passaram entre o Bico de Pato e a Junção. Consegui fazer esta última direitinho, e partí reta/curva acima atrás deles. No final da Reta dos Boxes um estava ao lado do outro mas havia um espacinho entre eles. Atrasei ao máximo freiada e botei pelo meio. Dei sorte e, consegui fazer o S do Senna na frente deles.



Fomos Reta Oposta abaixo engatados, e assim fizemos o miolo.
Tudo muito limpo e civilizado. Quando estava contornando o Bico de Pato porém, levei um toque do # 41, imagino que involuntário, que acertou minha lateral direita traseira, e amassou a roda daquele lado. Pronto! Rodei 360º pela grama, mas voltei logo. Lá iam eles já pela Junção afora. Uma certa vibração, e barulhinhos esquisitos, se apresentaram. Parei no box para ver se tinha furado o pneu.
O Fusca # 41 também parou na minha frente. Acho que abandonou, não sei.

Os mecas deram uma olhada rápida no carro, e me mandaram de volta para a pista. Mas só para terminar a prova, pois faltavam só umas 5 voltas e não dava para fazer mais nada de útil.
Finalmente recebo uma bandeirada depois de tanto tempo! Aceno para os bandeirinhas em agradecimento, e me recolho ao parque fechado.
Posição? 22º, a mesma da largada. De qualquer maneira, me diverti à beça e participai do maior pega até então! Com a desclassificação dos 5 ponteiros por falta de alternador (!?) devo ter subido oficialmente para 17º., o que na realidade, não muda nada...
Como terminei desta vez sem quebrar nada na corrida, e para não perder o hábito, o motor do meu carro de rua bateu comando na volta para o Rio, e lá ficou paradinho no posto Arco-Íris de Roseira.
Com um mecânico local imediatamente nomeado gerente de operações, uma plataforma contratada para resgatar o carro na terça após o feriado, e uma retífica engatilhada em Guará, segui viagem de carona com o Antonio e o Pedro, que felizmente, vinham me comboiando. Um final de semana bem emocionante!
Abs a todos...
Hugo Borghi Filho

PORSCHE 914, This is it...
A pedidos do Ricardo Malanga, a tempos atrás, enviei para o cabra, material dos alfarrabos na preparação dos 914 na pátria germânica e da terra do Tio Sam. Como já se passaram algum tempinho, até tinha esquecido o fato, mas chegando no Auto Elétrico do Ricardo Japa, para pegá-lo para trocar uma "peçinha" no Okrazinha, para minha surpresa vejo uma plataforma parada no farol com um 914 preto nas costas. Feita as manobras para descarregar o carro, o tico e teco começaram a trabalhar, e foi aonde que cheguei na pergunta ..."Esse 914 é do Malanga?"...
Aí vi que o cabra é competente em preparação e nos mínimos cuidados. E a barata virá para ser usada em rua. Mas duvido que isso só passará de ilusão. Já ela estará esquentando o asfalto do Templo. Vamos aos vídeos e reparem alguns caprichos.
This is it...
Saloma
Segunda, Nov 02, 2009
DA TURMA...

Regi e Pedro...
Fala Seabra...(Como sempre, Seabra escreve e Saloma dá o "molho"...rssss)
Foi uma grande satisfação encontrar voces ai em Interlagos. Dificil descrever a sensação de voltar a pisar no solo sagrado, tanto tempo depois, e encontrar tantas pessoas em comunhão de credos e com tão boa vontade para com "velhos-neofitos"...
Saloma fala: Verdadeiras lendas em histórias automobilísticas da terrinha...
Legal viver o ambiente de camaradagem e de desprendimento que voces nos ofereceram.
Curioso pensar que a Internet, de uma forma ou de outra aproximou tantas pessoas que, não fosse pelo meio eletronico, estariam vivendo o resto da vida sem se conhecer !!! Obrigado pela companhia super agradável, pelo telofonema e pela preocupação demonstrada hoje.
Tenha certeza que eu e o Pedro voltamos pelo menos 10 anos no passado nesses dias, graças a camaradagem que encontramos em voces, e, especialmente, no amigo Regi.
Saloma fala: Esse cabra é tudo de bom. Sujeito ímpar de um carinho para com os outros impresionante...
Tenho certeza ainda de que o Hugo, apesar do convivio anterior com voces, também se divertiu muito nesses dias. Os dois ( e eu idem!) estavam alegres que nem pinto no lixo.
Nem sempre é legal citar nomes, mas eu as vezes gosto de correr riscos: saloma, Joca, Ceregatti, Zullino e Regi foram especiais. Mas estou seguro que outros, com quem tivemos menos oportunidade de estar juntos, também são gente muito legal, como Jonny, Romeu, Eric, Della Barba, Flavinho, Nene, e mais alguns que eu sequer saberia declinar os nomes....
A oportunidade de conversar, ainda que rapidamene com Luisinho, Chiquinho, Bragantini, Peru, foi coisa impagavel, e devemos ao Regi por isso.
Estou seguro que breve estaremos por ai de novo.
Grande Abraço a todos os malucos por velocidade e estamos longe, mas com certeza manteremos contato, no espaço que o Saloma e Joca nos proporcionam.
Voltaremos com certeza...Até 3/12, se Deus quiser !!!!
Antonio Seabra
BRIDGESTONE ATÉ 2010, E DEPOIS...

Final de temporada, títulos conseguidos, as mudanças nas equipes e por aí vai...Enfim foi um grande ano para a conturbada F1. Mas, o cenário das próximas semanas vão ser de decisões estratégicas que irão resultar em perdas de emprego e as alterações estrutirais que estamos acostumados a ver na F1. As crises mundiais nos setores econômicos, tiveram efeito e algumas organizações têm esperado até o final do ano para fazer seus anúncios.
A primeira decisão, veio como um prego no sapato de alguns, a Bridgestone, que anunciou que está deixando de F1 no final do próximo ano, quando termina seu contrato, que foi assinado para dar suporte de 2008 a 2010.
A decisão tomada pelo Conselho de Administração da Bridgestone vem após avaliações e com base na necessidade da empresa para redirecionar seus recursos para o desenvolvimento intensivo de tecnologias inovadoras e produtos estratégicos, senão ela se apega a um desenvolvimento e esquece o grande comercial mundial de que faz parte. A Bridgestone mantém um relacionamento com a F1 que se estende além de ser um fornecedor de pneus. A F 1 foi de importância estratégica para a Bridgestone no desenvolvimento de suas tecnologias, conscientização de marca da empresa e fornecer as suas unidades estratégicas de negócios ao redor do globo com ferramentas de promoção e marketing que estão intrinsecamente ligados aos produtos da empresa.
Em comunicado oficial, ela estende... "o agradecimento também ao Bernie Ecclestone e a F1 como um todo, isto é, as equipes com quem foi uma honra ter trabalhado ao lado, e os muitos fãs da F1 que acompanharam as atividades ao longo dos últimos 13 anos. Agradecem também ao pessoal da equipe da Bridgestone Motorsport pelo profissionalismo, dedicação e trabalho duro, e por sua paixão pela excelência"...
Agora, será que Bernie terá problemas para encontrar um novo fornecedor? Goodyear não é susceptível de retorno; Michelin acho que não retorna, devido a episódios passados na F1 de alguns anos atrás. Veremos uma organização menor, Kumnho talvez, assumir o negócio ...
O anúncio da Bridgestone foi um choque. Não era esperado. Outras decisões são esperados e eu tenho uma suspeita desagradável que nos próximos dias a F1 vai levar um golpe como outras organizações que anunciam seus planos futuros. A situação económica tem sido ruim, mas por causa de contratos na F1 tem sido um tanto amortecidos os efeitos da recessão.
É como dissemos anteriormente, "vamos ter saudades de 2009"...
This is it...
Saloma
Domingo, Nov 01, 2009
GP DOS EUA - Indianapolis, 2004
Ferrari lidera a prova. Michael Schumacher em primeiro e Barrichello em segundo lugar e Takuma Sato foi para o seu primeiro pódio de sua carreira com a terceira colocação. Mas a coisa mais interessante sobre a corrida é que vimos o primeiro ponto marcado por um piloto húngaro na F1, Zsolt Baumgartner em oitavo, e não havia ninguém trás dele. E os comentaristas húngaros ficaram muito felizes e agradecidos a Fisichella...
Classificação geral...
1 Michael Schumacher Ferrari 01h40m29s914
2 Rubens Barrichello Ferrari + 00m02s950
3 Takuma Sato BAR + 00m22s036
4 Jarno Trulli Renault + 00m34s544
5 Olivier Panis Toyota + 00m37s534
6 Kimi Raikkonen McLaren + 1 Volta
7 David Coulthard McLaren + 1 Volta
8 Zsolt Baumgartner Minardi + 3 Voltas
9 Giancarlo Fisichella Sauber + 8 Voltas
10 Mark Webber Jaguar + 13 Voltas
11 Juan Pablo Montoya Williams + 16 Voltas
12 Nick Heidfeld Jordan + 30 Voltas
13 Jenson Button BAR + 47 Voltas
14 Cristiano Da Matta Toyota + 56 Voltas
15 Ralf Schumacher Williams + 64 Voltas
16 Fernando Alonso Renault + 65 Voltas
17 Christian Klien Jaguar + 73 Voltas
18 Felipe Massa Sauber + 73 Voltas
19 Giorgio Pantano Jordan + 73 Voltas
20 Gianmaria Bruni Minardi + 73 Voltas
CAFÉ GP - ABU DAHBI
Encerramnos os nossos encontros de domingão na F1 como começamos, muita rizada e diversão dos malucos por velô. Manhã de muito sol e calor, e muito papo, montes de histórias, pitacos e fofocas. Bem, a corridinha foi mixuruca, tipo trenzinho, mas o que vale é a festa e a companhia dos amigos. Novidade da vez, a presença do Luiz Evandro Águia, garantindo mais histórias boas das corridas de "tomóvinho" que adoramos...

É...tava tudo reservado!!

E começa a bagaça...!!!

Uma relaxada...

E cadê o Barrica...fodeu, foi tudo pro vinagre!!!

Mas o que importa é a confraria dos comparsas. Diversão e alegria não tem hora!!

Tchau gente. Ano que vem tem mais!!! Valeu a todos que se empenharam na organização da bagaça e a todos que apareceram de cá e de lá.
E news de última hora, os comparsas Eric 911 e Rogerio cardinalle, terminaram o Campeonato de Regularidade em Interlagos, da Interlagos Eventos, levando pra nossa turma os dois vice lugares nos Clássicos e Modernos. Miltão subiu ao pódio tambem e Felipão Gabriel teve a sua primeira experiencia no Templo e gostou. Aguardamos aqui os comentários dos cabras e as imagens que chegarem passamos pra galera.
That is it...
Saloma
Sábado, Out 31, 2009
PAPO COM FONTENELLE
Por que já estou com saudades de 2009
Por André Fontenelle
Tenho saudades da Fórmula 1 de sobrenomes, do tempo em que a Ferrari era a equipe de Enzo Ferrari, a Williams era a equipe de Frank Williams, a Tyrrell era a equipe de Ken Tyrrell, a Ligier, de Guy Ligier etc. Mesmo equipes que não tinham o mesmo nome de seus donos, seja porque eles os venderam - McLaren, Brabham - ou porque foram fundadas assim - Lotus -, tinham uma pessoa física inevitavelmente ligada a elas.

Hoje o que resta são vestígios desse tempo - a Ferrari pertence a uma grande montadora; McLaren e Williams precisam de associações a gigantes do setor automobilístico; Sauber, um dos últimos sobrenomes à moda antiga a entrar na Fórmula 1, sobrevive como nome secundário de uma equipe.
Por isso a vitória da Brawn nos mundiais de pilotos e construtores teve um sabor tão nostálgico. Antes mesmo da última prova, já sinto saudades de 2009. Provavelmente esta será lembrada como uma temporada clássica, não só pela imprevisibilidade - comparável à do início dos anos 80, quando era possível um piloto ser campeão com apenas uma vitória, caso de Keke Rosberg em 1982 -, mas pela presença dessa equipe com o nome de seu chefe, e não o de uma empresa que usa a Fórmula 1 para vender mais carros nas ruas. Tente encontrar uma concessionária Brawn por aí. Tudo bem, a conquista do time de Ross não teria sido possível sem a infraestrutura que a Honda deixou ao sair. Mas que a equipe Brawn tenha sobrevivido à saída da montadora japonesa, e que tenha posto na pista o melhor carro do ano, são feitos raros sob qualquer ponto de vista.

É pouco provável que a Brawn repita em 2010 a supremacia deste ano. Já não tem o melhor carro e o domínio das primeiras corridas deveu-se em grande parte à interpretação astuta que fez do regulamento, na controvérsia do difusor finalmente autorizado pelos dirigentes. Ferrari, McLaren e as outras equipes de grande orçamento dificilmente repetirão esse erro e já estão trabalhando há muito tempo em seus modelos para o ano que vem. Essa é mais uma razão para que 2009 se torne uma temporada singular na história da Fórmula 1. Aos poucos as coisas reentrarão nos eixos, e, a menos que Brawn saque alguma nova malandragem da cartola, as equipes mais ricas farão valer seus milhões.
No fim das contas, talvez fosse melhor Ross Brawn anunciar no próximo domingo o fechamento de sua equipe. Afinal, o que resta a realizar para uma escuderia que em seu primeiro ano de vida ganhou tudo? Assim o ano da Brawn se tornaria ainda mais raro e mais belo.
Por André Fontenelle
Sexta, Out 30, 2009
SAI DA FRENTE...
A pedidos do compadre Alfredo Gehre, aqui vai uma "largadinha" para emplogar os cabras de final de semana em Interlagos...cadê os "buracos" entre as marchas!!! Cadê!!!
(reprodução)


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