PAPOS COM SEABRA...#2
Quinta, Out 14, 2010
PAPOS COM SEABRA...#2
Agora piloto Seabra! E com méritos. Ele vai contar em pitacos a trajetória, seu primeiro dia de contatos com a pista e o segundão que se agora, pra acelerar de verdade. Vamos lá, na continuação do papo:
Enfim, fui fazer o Curso de Pilotagem, aos 56 anos!
"No box n° 9 estavam 5 Fiestas do modelo antigo (post anterior), e em frente, na pista de acesso, os 8 Palios da escola, alinhados em estilo Le Mans. As pinturas coloridas dos Pálios davam um clima de corrida de verdade. Havia cerca de 15 alunos, em estágios diferentes do curso. Quatro estavam fazendo a primeira aula, com. Os iniciantes passam por um Briefing (aula teórica), de cerca de 40 minutos, onde são apreciados todos os aspectos da pilotagem, da pista de Interlagos e dos Fiestas, carros com que iniciaríamos o curso. Depois, fomos levados todos juntos para 2 voltas de reconhecimento da pista, numa Renault Scenic.
Depois de alguns ótimos sanduíches e refrigerantes, livremente disponibilizados pela escola, era hora de conhecer o meu instrutor daquele dia, o Rena, piloto da Stock SP. Eu vesti o bonito macacão da escola e encolhendo a barriga para afivelar o cinto de 4 pontos do lado direito do Fiesta n° 18, fomos para pista com o Rena guiando. Foram 5 voltas com o giro limitado a 4000 RPM, para me ensinar o traçado ideal de Interlagos. Trocamos de lugares, e com o coração batendo um pouquinho mais forte, fui para a minha primeira volta em Interlagos. Não dá pra negar que a emoção estava me “pegando”...Estavamos ainda sem capacete, afim de que o instrutor pudesse conversar melhor com o aluno, neste primeiro contato com a pista, a velocidades mais baixas.
Apesar de estar respeitando os 4.000 RPM, errei a velocidade de aproximação da Junção, e a rodada foi inevitável. Já na freada o Rena, um cara muuuuito calmo, cantou :” vai rodar”, e não deu outra !!! Me mantive calmo na rodada, religuei o motor rapidamente e voltei pra pista. Curiosamente, a cada volta fui ficando mais relaxado. Quando paramos nos boxes, o Rena vez uma avaliação daquelas 5 voltas, deu algumas dicas e foi dispensar atenção a outro aluno sob seus cuidados.
Intervalo longo, mais sanduíches e Cocas, alguns papos com o Toninho e o Bragantini, e já era hora de voltar para pista, agora usando capacete e liberado para 5 mil giros. O Rena deu mais três voltas e parou para a “dança das cadeiras”.
Eu de novo do lado esquerdo, a adrenalina já tinha baixado, e o problema ocorrido no hotel já tinha virado uma coisa distante e esquecida ! Nas primeiras voltas o Fiestinha já parecia um velho conhecido. Eu tinha tido um carro destes por volta de 97-99, e, apesar de ser um carrinho esperto, não apreciava muito o comportamento dele o limite. Mas o Fiesta da escola, bem acertadinho, se mostrava um carro gostoso de guiar A preparação de suspensão, com cambagem negativa acentuada na frente, deixou o carrinho bem obediente, com tendência de sobreesterçante para neutra nas curvas de alta. Nas de baixa, a maioria em Interlagos, é inevitável uma leve saída de frente na entrada da curva, alternando pra uma leve saída de traseira, voltando a sair de frente depois de corrigido e apoiado, no final do contorno. O freio é bom, mas o carro é arisco nas freadas de fim de retas, tendendo a abanar a traseira e exigindo cuidado pra manter a trajetória. Falta motor, ainda mais quando limitado a 5.000 RPM, especialmente no trecho de subida após a Junção. Mas a potencia é coerente para um aluno em seus primeiros contatos com a pista.
Foram 10 voltas, e eu nem fiquei cansado. Apesar de um errinho aqui outro ali, fui melhor do que eu mesmo esperava. Tive dificuldade de acertar a velocidade de entrada do S do Senna, ponto critico do circuito para um carro com pouca potencia: ali, ou você entra devagar, ou acaba ficando sem posição pra segunda perna do S, comprometendo a velocidade de saída, que vai refletir numa menor velocidade de percurso da reta oposta. E eu entrava sempre rápido demais...por mais que o Rena me instruísse a ir mais devagar ali. O outro ponto difícil de acertar foi a velocidade de entrada do Laranjinha. No traçado atual, e em função da topografia do terreno, tornou-s uma curva “cega”, difícil de avaliar porém fácil de contornar, quando se pega o jeito. Eu vinha da Descida do Lago com o Fiesta embalando, e chegava na tomada do Laranjinha a cerca de 140km/h. Ai dava uma vontade imperativa de frear, o pé parecia ter vontade própria e acabava freando mais do que eu tinha programado. Daí, quando eu virava o volante, descobria que estava devagar e que faltava motor pra empurrar.
Tive um único susto nessa sessão, que foi na curva do Café. Curva maneira de dizer, porque é só uma reta torta. Ali, com o Fiesta subindo devagar a cerca de 135-140 km/h, ouvimos um ronco poderoso e surdo, e sentimos um forte deslocamento de ar, vindo subitamente do lado direito: era um Lamborghini Gallardo da GT3, guiado pelo Ricardo Mauricio, que me ultrapassou por fora, com cerca de 50-60 km/h a mais ! Quando dei por mim ele já ia lá adiante, desaparecendo como se tivesse sido “tragado” pela reta.
Não sei porque, mas fiquei com a sensação de que eu estava parado...
Deu tristeza na hora de voltar pros boxes, depois de 10 voltas. O Rena fez uma nova avaliação de fim de sessão. Na verdade ele é realmente um cara muito calmo, pois em nenhum momento nestas 10 voltas ele mostrou qualquer preocupação. Repetiu os comentários sobre a tomada do S do Senna, falou que nas ultimas 3 voltas eu acertara a velocidade no Laranjinha, e fez até alguns elogios (deve ser de praxe).
Fiquei ali pelos boxes, atracado com outro sanduíche, até que o Toninho recebeu as folhas de tempo vindas da cronometragem. Olhou , olhou, virou na minha direção e mandou: “ SEABRA, voce andou bem, ô meu ! Olha aqui os tempos”. Fui ver e tinha virado em 2min. 24 seg e quebrados, tempo razoável para o carro. Mas melhor que isto, os tempos das 8 voltas cronometradas, fora as voltas de entrada e saída dos boxes, tinham vindo numa descendente constante, de 2. 29 na primeira até os 2.24 e alguns décimos na ultima. Fiquei bem satisfeito com isto.
Ainda assisti o jogo do Brasil lá nos boxes, e depois fui para o aeroporto pegar o vôo de volta. Custei pra dormir aquela noite. A lembrança de cada volta, de cada curva, de cada troca de marcha ainda estavam bem vivas, como se eu estivesse dando varias voltas adicionais. E vinham misturadas com a lembrança de momentos decisivos da minha vida, que me afastaram do automobilismo de competição. Como será que teria sido se eu tivesse me dedicado as corridas, quando ainda moleque ? E já não estava nem mais me importando com os 4 mil reais em dinheiro, que me tinham sido roubados no hotel...
2° dia – Agora sem limites, e com trafego! – 15/08/2010
Cheguei em Interlagos por volta das 11 horas, dessa vez sem percalços. Encontrei logo o indefectível “Comendattore Claudio Ceregatti”, homem das folclóricas madrugadas em Interlagos, nas quais deve ter quebrado o recorde de voltas percorridas no atual traçado, um dos únicos iniciados a quem é dado o direito de conversar com as corujas que ali residem e com os espíritos dos antigos pilotos que por ali passeiam. Íamos andar apenas 2 alunos, o Luis Otavio (LO), engenheiro de uma montadora de automóveis, e eu. Com a aproximação do GP de Formula 1e a conseqüente dificuldade de datas livres para uso do autódromo, e por especial deferência do Toninho, aquela seria uma “aula” diferente: iríamos andar junto com uma prova de regularidade.

Ceregatti, LO, o simpaticíssimo e grande piloto Lian Duarte e eu. Tava frio!
Saímos em 2 Fiestas brancos, o LO ia no n° 17, com o Bragantini guiando para apresentação da pista a ele, e eu no n° 18 (o mesmo carro com que eu tinha andado no primeiro dia) tendo ao meu lado o João Ometto, que antes de abandonar por quebra tinha liderado diversas voltas da prova do Stock SP terminada minutos antes.
A ideia era de apenas ganharmos quilometragem na pista. Tinha chuviscado durante a manhã, a pista ainda estava úmida, e nos foi recomendado tomar cuidado com os participantes da prova de regularidade. Era previsto que andássemos por volta de de 2.20 a 2.30 por volta. Como mandava o bom senso, segui o Bragantini, que estava andando “de leve”, mais ou menos nesse ritmo. Com 3 voltas o Bragantini foi para os boxes, trocar de posição com o LO. Na volta seguinte o Ometto me sinalizou para entrar, fez uma breve apreciação do que ele me viu fazer e me liberou para continuar o treino. Bom, finalmente era o meu primeiro “vôo solo” no Templo ! Por alguns momentos, durante o percurso de saída dos boxes senti a insegurança de um menino de 10 anos que sai pra rua sozinho pela primeira vez...Mas foi só até encher o giro do Fiesta na reta oposta.

Seguindo o Bragantini: tudo o que o mestre mandar....
Andar embolado com os carros que disputavam a prova de regularidade foi curioso.Me aproximava deles muito rápido no miolo do circuito, onde o Fiesta tinha muito mais “chão”, mas parecia que eu engatava marcha a ré nas retas e subidas, onde eu era facilmente ultrapassado por Mustangs V8, Alfas e Audis turbo ! Na segunda volta entrei rápido demais na Curva do Lago, e a “barata” atravessou toda. Corrigi e tentei evitar a rodada, mas uma pancada na “zebra” me fez perder o volante. Quando tentei pegar de volta, ele ainda estava girando, e, claro, o meu dedo mindinho pagou o pato, tendo levado uma porrada e virado pra trás. Consegui acertar o carro e sair da curva, mas no caminho pro Laranjinha senti que o dedinho estava doendo bastante. Mas logo eu iria esquecer dele.
A necessidade de ultrapassar vários carros por volta, tomando cuidado pra não criar situações de risco, fez com que os tempos de volta oscilassem muito, mas assim mesmo, virei temos razoáveis, para o carro e para a situação. A melhor volta ficou em torno de 2.20 alto.
Final de treino com cerca de 10 voltas, hora de voltar pros boxes e trocar impressões com o pessoal. O dedinho estava inchado e doendo, mas eu não tava nem ai pra ele.
Cerca de 1hora depois, voltamos pra pista. Voltei atrás do LO, e resolvi segui-lo durante as primeiras voltas. Ele estava andando bastante bem para seu primeiro contato com a pista e fiquei ali junto com ele por 3 voltas, nas quais (verifiquei depois) estávamos virando por volta dos 2.24. Foi bem legal, mas, infelizmente, quase todas as fotos nossas que o excelente “lambe-lambe” oficial Rodrigo Ruiz fez foram neste período. Então, em quase todas as fotos o meu carro só aparece parcialmente...

Essa é uma das poucas fotos em que eu pareço sozinho. Valeu Rodrigo!
Depois de 3 voltas, ao aproximarmo-nos de um grupo de carros, eu livrei mais rápido, e sai na frente. A partir daí, sozinho, comecei a tentar virar um pouco mais rápido, o que nem sempre foi possível pela presença dos diversos carros bem mais lentos. No final do treino, verifiquei que os tempos de volta variavam muito, era uma no cravo outra na ferradura. Por outro lado, a experiência de guiar no meio do trafego foi excelente, porque me obrigou a passar em freadas, por fora, por dentro, em retas, em curvas, e ainda cuidar nos espelhos pra ver se não vinha algum foguete pra me ultrapassar nas retas...
Paramos na bandeira quadriculada da prova de regularidade, o que até deu a sensação de prova de verdade ! Na volta de retorno aos boxes eu vim bem lento, curtindo o som da descarga livre do Fiestinha, companheiro leal nesses primeiros momentos de pista.
Quando já estava sem capacete, debatendo as “experiências” com o Toninho, LO e Ceregatti, saiu um dos caras que estava no controle da prova de regularidade, perguntando quem estava no Fiesta numero 18. Timidamente eu levantei a mão, esperando alguma reclamação, mas ele respondeu: “Ai, cara, você estava andando rápido, parabéns !”. Bom, um elogiozinho nunca faz mal, Rs, Rs.
Vendo as tabuas de tempos, vi que demos 12 voltas, e que eu acabei virando 2min.19seg. 8/10 na única volta realmente livre que eu tive. O LO virou um tempo bem próximo, cerca de 0,5 segundo mais lento, o que foi muito bom, talvez até melhor do que eu, considerando que ele estava fazendo seu primeiro treino em Interlagos, e que eu já tinha um dia de treino anterior lá (15 voltas a mais)

Preparando para sair, com o Toninho observando de longe...

No final da reta, com o LO me seguindo...

Já perto do final do treino...
Em casa, pensado nos momentos de pista, deu par avaliar que ainda tinha tempo pra vir, pois eu teria de melhorar (aumentar) pelo menos a velocidade de entrada, e conseqüentemente, a velocidade de contorno do Laranjinha, e acertar ainda mais (diminuir) a velocidade de entrada do S do Senna: eu continuava exagerando na primeira perna e perdendo tempo pra equilibrar o carro pra contorno da segunda perna. No mais, como eu não sou nenhum Bird, ainda deve ter alguns décimos “espalhados” pelas outras curvas. Pensei até em perguntar quantos e em quais pras corujas do Ceregatti....
Ah, e o dedinho? Estava muito inchado e doendo pra cacete, e a radiografia feita no dia seguinte mostrou que estava quebrado em 3 lugares ! Mas já deverá estar bom no dia 15/11, quando vou fazer a minha terceira aula. Por enquanto a ansiedade é grande pra guiar os Palios da escola, mais bravos e com pneus slick.
Até lá, depois eu conto como foi".
Toni Seabra
(reprodução/arq. pessoal/Rodrigo Ruiz)
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Comentários:
E ainda bem que não havia sanduiches na 2a. aula né meu? Comendo daquele jeito não daria para entrar no carro na 3a. aula.
Tamuisperando!
Rogerio
Maravilhosa descrição das sensações que acometem qualquer um aficionado e com "talento" para entrar na pista e sentar o pau, ops, lenha, ops, acelerador... Se o Belair comentou do rolamento roncando, creia que eu estou sentindo o cheiro de gasolina e de pneus fritando...
Eu ando num äguaceiro" danado de sentar nesses Fiestinhas e depois nos Palios.
Minha vez chega.
Abrassaço Seabra.
Esse crescendo de emoção volta a volta, dia a dia não acaba nunca. E como bem diz o Mestre das Artes Artur Bragantini, a gente nunca pára de aprender. E ninguem nunca sabe tudo.
Aguardo ansioso os próximos dias 15/nov, 07 e 12/dez.
Com certeza estarei lá, acompanhando voce e os "amigos ainda virgens" Lucca Furquim e Vitão Lagrotta.
O sorriso que prega na cara da gente quando se integra nas retas e curvas do Templo pela primeira vez é impagável, é imperdível.
Como disse, lá estarei junto dos amigos, em meu tradicional ritual de encher o saquinho de todo mundo.
E como voce bem disse:
..."a quem é dado o direito de conversar com as corujas que ali residem e com os espíritos dos antigos pilotos que por ali passeiam..."
Acertou, Seabra.
Nem que eu me vá desta para a melhor antes, saiba que por lá estarei presente.
E em mui buena companhia, feliz por finalmente abraçar aqueles vultos fugidios, tingidos de azul da luz da lua.
A intenção foi essa mesma: dividir com os amigos a adrenalina que eu vivi nesses dois dias de "aula" em Interlagos. O que vai vir depois do curso, se vier, não importa. O que importa é ter ido lá ter "si divertido" !!!
Pra quem está na mesma situação que eu, de se dar um presente, e se divertir um pouco, recomendo fazer o que o Vitão e o Lucca Furquim fizeram, e eu estou fazendo: procurar o Toninho e começar já o curso. Quando muito pouco, vai matar uma vontade de muito tempo.
Regi, Belair, Conde, e outros que estiverem lendo (principalmente os que já não são mais meninos, como eu) e que não tiveram a chance de andar lá, tá na hora ! Não esperem muito tempo que a gente tá ficando velho, tem que ser agora !!!
Eu estava pra me inscrever no curso a muito tempo, e o gatilho pra mim foi o Blog Speed Day, lá em Guaporé.
Então, tenho que agradecer mais uma vez ao Trevisan, que, ao nos proporcionar aquele dia maravilhoso, me colocou de volta no trilho de fazer o curso de pilotagem. E ao Saloma, que me fez o convite para estar em Guaporé. Voces são os "responsáveis", junto com o Pedro e o Hugo, incentivadores da primeira hora.
Ceregatti, que bom que voce vai estar lá no dia 15/11 também: conversar com voce é sempre um prazer, receber o teu incentivo é muito legal, esse incentivo que voce dá a todos, sempre, indiscriminadamente, onde quer que voce esteja. Voce é o cara mais empolgado que eu já conheci !!!
Obrigado pela força, meus amigos.
Espero continuar me divertindo....enquanto der. Gasolina na veia.
Antonio
Antonio
Obrigado pela palavras e pelos augurios, mas eu não SOU O EXEMPLO, estou apenas transmitindo o exemplo que me foi dado pelo amigo Hugo (veja nos Diarios do Hugo Borghi, aqui no "boteco", sobre o curso que ele fez na mesma escola). O Hugo sim, teve coragem e foi lá primeiro, já quase esbarrando nos 60. Depois veio aqui e contou a estoria. Acabou inoculando o virus numa porrada de coroas...eu entre eles. Eu agora sou apenas um agente tranmissor do virus...
Quanto a esperar a idade e os cabelos brancos, nada melhor pra mudar esse paradigma do que se matricular na escola do Toninho !
O custo do curso acaba sendo um dinheiro muito bem gasto para pessoas que, como nós, tem a paixão mas nunca tiveram a oportunidade (ou a coragem) de exece-la. Na pior das hipoteses voce vai rejuvenescer uns 5 anos já no primeiro dia de pista !!!!
Como eu disse no texto, se no final do curso eu concluir que eu não tenho nivel suficiente nem pra participar de provas da "terceira idade", já terá valido a pena só por ter andado um bom numero de voltas no Templo com um carro de corrida. A emoção é grande e vale cada centavo empregado.
Venha logo !!!!
Antonio
Foi um domingo muito bom, em companhia de uma galera realmente incrível, naqueles congelantes 14°C com sensação de 8°C... E o Lian tomando sorvete...
Normalmente cursos de direção agregam informação e conhecimento, cabe à nós mesmos digerir e aplicar o aprendizado. O importante é estar aberto para receber informações e DIRIGIR!
Te vejo dia 7 de Dezembro!
seems you have that!
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