MOTOCICLETAS CLÁSSICAS...

Quarta, Dez 02, 2009



MOTOCICLETAS CLÁSSICAS...


Cássio, perseguidor implacável das raridades em duas rodas, manda uma série de fotos de preciosidades guardadas em sampa. De todas, chamou atenção essa danada, Maserati 250/T4 - Gran-Turismo Lusso...que colocamos aqui alguns dados e aguardamos complementos pelos Dr. competentes em duas rodas...
Anos de produção: 1958-1959
246.5 cc
Taxa de compressão 6.5:1
12.5 bhp à 5.350 rpm, máximo de 5900 rpm
Dell'Orto carburadores
Duplo sistema de ignição
4 velocidades
Peso: 150 kg...
LS(reprodução/Cássio)



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Comentários:


Comentário de: M

4 cilindros ? Onde ?

PermalinkPermalink 05.09.08 @ 00:48



Comentário de: Vicente Miranda

Soube por alguns motociclistas mais antigos do que eu que na reunião de motociclistas que acontecia na Praça do Lido em Copacabana nos anos 60, sempre aparecia uma Maserati 250. Recentemente uma dessas atingiu uma soma bem alta num leilão nos EUA.

PermalinkPermalink 05.09.08 @ 07:34



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Ops...troquei as bolas. Estava fazendo uma ficha técnica de uma barata e misturei tudo, mas M avisou e consertei a tempo...

PermalinkPermalink 05.09.08 @ 07:57



Comentário de: jovino · http://jovino.coelho@mme.gov.br

Esta eu não conhecia e é muito bonita, mas acredito que seja monocilíndrica.
Aqui em Brasília tem o Museu Rodas do Tempo com mais ou menos uns 200 itens, entre bicicletas desde o século passado, Romi isetas, motos clássicas das décadas de 20 até 70, inclusive, uma DKW 350, que foi a primeira moto no mundo com partida elétrica, uma Mondial de corrida de 50 cc da década de 70 e que atingia mais de 16.000 giros, segundo o dono do museu.
Jovino

PermalinkPermalink 05.09.08 @ 08:08



Comentário de: Vicente Miranda

Jovino,
Se um dia vc for a Visconde de Mauá, RJ, visite o Museu Duas Rodas, do Robson. Lá tem toda a coleção que pertenceu ao Luis Latorre, motos de corrida (TZ350 com quadro Nico Baker, Italjet 125), bicicletas, a minha primeira Triumph Bonneville 650 (1970) infelizmente sem os emblemas originais, dentre outros detalhes, uma FN 4 cilindros, etc.

PermalinkPermalink 05.09.08 @ 09:10



Comentário de: roberto zullino · http://www.f1total.com.br/faster/

Não sei se é aplicável aqui, mas possuo uma Honda CB 350, ano 1974 com 24 mil Km, manual, caixa de ferramentas, cor bordeuax ou vinho com faixas pretas. Deve ter sido das últimas, pois já tem freio a disco na frente, mas o freio é uma merda, hahahahahaha.
Está no Daniel para fazer uma revisão. Lamentavelmente, ela é muito ruim se comparada às motos modernas, balança, não freia, mas tem todas as comodidades, é macia, tem partida elétrica e funciona como um relogio. Para andar aqui na Granja Vianna é perfeita, mas em estrada nem pensar.
Se o Saloma quiser me avise que envio fotos dela.

PermalinkPermalink 05.09.08 @ 10:48



Comentário de: jovino · http://jovino.coelho@mme.gov.br

Zullino,
CB 360 conheço, confesso que CB 350, nunca vi.
Vicente,
Até uns 6 anos atrás, ia muito ao Rio, principalmente, para acompanhar o meu irmão que tem uma banda de blues e ia tocar em encontros motociclísticos pelo Brasil afora, e em Campos, eles sempre tocavam lá num megaevento na beira da praia e também em outros lugares como Cinelândia e tive a oportunidade de conhecer muitos lugares e colecionadores de motos clássicas do Rio. Talvez até tenha ído a este museu, pois rodávamos muito poraí.
Jovino

PermalinkPermalink 05.09.08 @ 11:08



Comentário de: roberto zullino · http://www.f1total.com.br/faster/

As 360 foram as sucessoras das 350, acho que tinham algumas coisas nacionais. Foi uma moto mal falada, não tinha estabilidade e freios e diziam que não andava, bobagem era uma boa moto.
Na realidade, a maioria de nós ficou atônita quando chegaram lá pelo final dos anos 60 as CBs 250 e 350, praticamente as mesmas motos e depois a CB 450 DOHC. Nunca se tinha visto isso e dava para comprar. Não há comparação entre essas primeiras Hondas e o que tínhamos anteriormente, motos inglesas e italianas fuçadas e velhas. Mesmo as BMWs ficavam para trás. Tive uma BMW especial, uma R69S, mas não era páreo, preta, feia, sem partida e o cúmulo, tinha o avanço da ignição na mão, mandei pintar de vermelho bombeiro e a veiarada das BMWs ficava indignada, mas no final acabavam me convidando e me dando gasolina de avião, eram todos ricos e de certa forma maus elementos para um moleque, acabei ficando mal acostumado. A BMWs só andava mais que as Hondas na estrada, além de ter a forquilha Earles que levantava a roda dianteira na freada e no final ficava ruim de freio.
A 360 vei em uma época em que a maioria dos motociclistas já estava mal acostumada e era mais exigente.

PermalinkPermalink 05.09.08 @ 12:34



Comentário de: Tohmé · http://minisnomundo.blogspot.com

Para quem gosta, tenho uma Ducati Áurea ano 1961 restaurada por inteiro.

Câmbio invertido, escape direto, barulho infernal.

PermalinkPermalink 05.09.08 @ 14:36



Comentário de: roberto zullino · http://www.f1total.com.br/faster/

A Maserati sempre tentou outros negócios para se manter. Um de suas linhas mais importantes era a fabricação de velas de ignição. Ainda existe para vender em feiras na Europa as Candelli Maserati. Motos foram a mesma coisa, primeiro fizeram um cincoentinha e depois maiores. Tudo na tentativa de abocanhar o mercado de depois da guerra quando a motocicleta não tinha a conotação de esporte, mas sim de trabalho. Quem não se lembra que nos anos 50 todo encanador tinha uma Jawa? Quando a moto ganhou a conotação de brinquedo de boys era necessário mais investimento em tecnologia, as japas entraram e a maioria ou saiu do mercado ou quebrou.

PermalinkPermalink 06.09.08 @ 14:06



Comentário de: Dú · http://www.windflag.com.br

Tohmé, sem judiar. Sacanagem!
Roberto, as CB 350 venderam pra caramba, nas 24 Horas iam de monte com escapes 2x1.
Me lembro do Helinho Gumerato com uma.
As 360 eram importadas tbm, mas uma nhaca, na fase de ouro das RD dançaram.
Vicente, a do quadro Nico não foi que um cara de Santos recuperou e personalizou com o 4 do Adú?

PermalinkPermalink 06.09.08 @ 17:01



Comentário de: Romeu

O grande apelo das CB 360 quando chegaram aqui era o cambio de 6 marchas.
Eram importadas, vieram muitas em 74, nas cores Verde e Azul metalicas com branco.
Substituiram as 350 a mioria delas douradas com faixas pretas.
Algumas poucas chegaram na cor vinho, como a do Zullino.

PermalinkPermalink 06.09.08 @ 22:19



Comentário de: roberto zullino · http://www.f1total.com.br/faster/

Romeu,
Nunca tinha notado, nunca vi uma CB 350 da cor da minha. A maioria também vinha com freios a tambor na frente. As com freios a disco eram raras.
Dú,
Lembro bem das 24 horas e das CBs 350, mas não sei se chegaram a ter colocações boas. Acho que como eram em grande número devem ter beliscado alguma coisa.

PermalinkPermalink 07.09.08 @ 12:46



Comentário de: Vicente Miranda

Du,
Acredito que não seja a mesma moto, afinal de contas a Nico Baker a que você se refere tinha um motor 4 cilindros 500, não? Lá no Museu Duas Rodas tem (tinha) duas TZs 350, uma com quadro Yamaha, outra com quadro Nico Baker, ambas vitoriosas nas mãos do Jorge Miranda, super campeão carioca de motociclismo. A Nico Baker foi comprada do Adu.

Zullino, Du e Jovino,
As CB350 de freio a tambor andavam razoavelmente, mas as de freio a disco tiveram o motor amansado. As 360 talvez andassem menos. Das Hondas 350, raridade seria uma CB350 Four, antecessora da CB400 Four, na verdade uma miniatura da CB500 Four.
Apesar de estar dissertando sobre motos japonesas, estas nunca foram meu forte, visto que sempre fui um "anglófilo" de carteirinha:
Triumph Bonneville 650 1970
Vincent HRD 1000 1952
Triumph Bonneville 650 1971
Norton Dominator (quadro Manx) 500 1952
BSA Thunderbolt 650 1970
etc ...

PermalinkPermalink 10.09.08 @ 14:37



Comentário de: Renan Fracaro

Olá Amigos "Fãs" das Classicas. Gostaria muito da ajuda de todos! O motivo pelo qual procuro este site é sanar algumas dúvidas e ajudar em uma decisão: Estou "apaixonado" por uma CB 360 1974. Não sei se é a melhor escolha, confesso, mas como todo o fã, fiquei cego com a beleza desta moto. Não tive a oportunidade de dirigi-la para tirar mais conclusões, então gostaria de algumas dicas, conselho, etc. Lendo o forum, vi alguns comentarios, como: não anda(quanto mais ou menos em KmH), "instavel", não serve para estrada(diz-se pelo motor(6marchas) ou pela "aerodinamica"?)... Esclareçam por favor, se possivel por e-mail renan.fracaro@unijui.edu.br ! Agradeço muito a todos. Um forte abraço.

PermalinkPermalink 02.12.09 @ 00:21



Comentário de: roberto zullino · http://www.f1total.net

Meu caro,

A 360 apenas tinha má fama porque o público já estava mal acostumado com as Hondas vindas anteriormente. Tem seis marchas e anda bem sem ser nenhum canhão. Deve dar uns 140 a 150 dependendo do estado do motor.

Evidentemente, comparando com uma moto moderna não passa de uma carroça, as motocicletas tiveram um enorme progresso depois dos anos 90 no que se refere a chassis e freios. Uma Honda 300 ou 250 moderna dá de 10 a zero em uma CB360.

Não sei de suas habilidades, mas a CB360 na estrada anda bem se o piloto não se assustar com balançadas, a suspensão é primitiva e balança, não permite curvas penduradas e freadas em cima de curva. Ela não gosta de fazer curvas, requer que o piloto tenha habilidade para mostrar quem manda.

Se não for para ficar comparando com uma moto moderna é uma excelente moto, anda bem, não quebra, é Honda, tem um razoável conforto e posição.

Não sei sobre a possibilidade de peças, encontro tudo para a minha CB350 na Old Bike Barn: http://www.oldbikebarn.com/1975-Honda-CB360-Motorcycle-Parts ou nas lojas da rua dos Gusmões na esquina do veneno em Sampa. Importar sai mais barato, mas precisa saber o que está comprando, tipo número de peça, modelo etc...

Por último, se for usá-la como meio de transporte esqueça, compre uma moto nova. Não que ela não te leve de cá para lá, mas qualquer revisão e conserto deixa a moto parada durante muito tempo por duas razões: tempo para arrumar as peças e má vontade dos mecânicos que acabam deixando de lado esse tipo de serviço que demora mais, isso quando existe mecânico que entenda da moto de maneira honesta. No final, acaba-se improvisando e destruindo a originalidade ou mesmo a mecânica. Tem certas coisas que só dono faz e manutenção dessas motos é uma delas.

Abs,

PermalinkPermalink 02.12.09 @ 11:16



Comentário de: Vicente

Prezado Renan,

Eu tenho outro ponto de vista, com todo respeito à opinião do Zullino, também motociclista da antiga, como eu.

Eu não seria a melhor pessoa para falar se você deve ou não comprar a CB360, afinal de contas sempre tive inglesas de cilindrada mais alta, tais como Triumph 650, BSA 650, etc... Estar apaixonado por uma Honda CB360 é como se envolver com amante argentina. A Honda CB360 era comentada pela mídia na época como uma moto medíocre.

Se você quer uma japonesa de época, opte por uma Honda 500 Four (ou mesmo uma 550 Four), que além de melhores têm a vantagem de você poder usar pistões e bielas das 125 nacionais. Sem falar que o desempenho é infinitamente superior, assim como a garantia para o seu investimento. Uma Honda 400 Four seria interessante porque tornou-se um ícone daquela época (anos 70) além de ter um belo design, mas é bem mais cara. Desista das Hondas 450 DOHC e 500 Twin cujas peças são de dificílima obtenção além do que são horríveis de curva.

Abraço,
V.

PermalinkPermalink 02.12.09 @ 11:27



Comentário de: roberto zullino · http://www.f1total.net

eu concordo com o Vicente, mas sou menos severo com a 360, ainda acho que ganhou má fama porque o público tinha ficado mais exigente e ela não entregou o esperado, era apenas uma CB350 de cara nova e uma marcha a mais.

A CB350 começou a chegar aqui em 1969 e fez sucesso imediato mais pela falta de comparação. a 360 não era melhor que uma moto de 1969 e quando a Yamaha lançou a primeira RD350, a 360 foi varrida do mercado. era realmente medíocre, mesmo para a época.

o pessoal comentava que ela "comia" corrente, mas nunca vi isso e nem sei porque. a reclamação maior era com a capacidade de fazer curvas e por raspar o escape ou o cavalete nas curvas. dirigi uma certa vez indo para Santos e não vi muitos problemas nela. como não subi a serra não sei se tinha motor ou não para um bom desempenho.

no mais, acho que há, como o próprio Vicente citou, motos melhores como as 500.

de novo, há que se pensar o que você quer fazer com ela, se for para colecionar e dar umas voltinhas tudo bem, se for para se transportar ou mesmo fazer viagens com amigos esqueça, só vai dar aborrecimento e decepção.

PermalinkPermalink 02.12.09 @ 11:28



Comentário de: jovino · http://hotmail

Que bom que este assunto voltou a tona.
Se eu tivesse motos novamente, com certeza, seria clássicas neste estilo.
Mas sou apaixonado pela Ducati Apollo com 4 cilindros em V em 90º de 1270 cm3, acho que ano 62 ou 64, muito bonita.
Jovino

PermalinkPermalink 02.12.09 @ 13:47



Comentário de: Dú

Que cazzo? Pensei ser o madruga. Este post é antigo, mas sempre atual.
Nessa garagem tem TZ 750, TZ 350, Honda 50 c/ mais de 1 cilindro, réplica das campeãs, e cerveja gelada...
Falando em quadro Nico Baker, no saco de maldades do FG tem uma foto da 550 que o Milton Benite na época da Fórmula G, fez para o Tucano brigar c/ as TZ. Lógico que nunca andou na frente, embora c/ quadro especial, motor de 400cc c/ kit e ai vai.
Isso em 75, por ai. O barato que essa moto, está inteirinha, amarelinha, com um cara que corre na Classic hahahaha.

PermalinkPermalink 03.12.09 @ 03:18



Comentário de: Pedro Henrique "Baleiro"

Zulino, eu tive uma 350, 1973, vinho. Adorava a máquina, minha única reclamação era que ela vibrava muito, e como eu fazia muito a viagen de Petrópolis a Cabo Frio, cerca de 200km, ficava com as pernas dormentes.
Tive também a 400 Four, grande moto, a 500 Four que eu achava um caminhão, a 750 Super Sport, uma maravilha, pra mim a melhor moto que tive, e por ultimo a 750 "Magia Negra", também gostava muito.

PermalinkPermalink 03.12.09 @ 09:14



Comentário de: Renan Fracaro

Olá Galera!
Fiquei surpreso com o interesse dos amigos em ajudar. Muito obrigado!
A principio minhas dúvidas foram todas sanadas e minhas conclusões tiradas. Acredito relamente que a CB 360 não será o melhor negócio. Vou aguardar e ver se surge alguma outra oportunidade de adquirir minha clássica. Acontece que sou do Rio Grande do Sul, e as que temos por aqui ja estão bem restauradas, logo seu custo sobe muito. Tenho a impressão de que em SP as oportunidades de negócios são infinitamente maiores..
Gostei de uma observação de um amigo: "é como se envolver com amante argentina". rs, muito bom.
Bem gente, foi um prazer "conhece-los"! Um abraço a todos..

PermalinkPermalink 03.12.09 @ 12:19



Comentário de: Vicente

Renan,

Eu gosto de motos inglesas, sou suspeito para falar. As inglesas não são temperamentais como as amantes argentinas (não sei nada sobre mulheres argentinas, apenas ouvi falar ...). A paixão por elas vale à pena ser vivida com intensidade, opinião minha, certamente não compartilhada pelos fãs das motos japonesas.
Se você quiser MESMO uma clássica, procure em POA um Sr. chamado Pedro, já bem idoso, que foi mecânico do Norman Casari, e durante muitos anos foi Gerente da COTA (revenda autorizada VW que fora de propriedade do Casari) no bairro de Botafogo, aqui no Rio de Janeiro. A COTA foi comprada pela Abolição Veículos, também revenda VW.
Quando o Pedro acompanhou o Norman na sua temporada de Formula Ford na Inglaterra, trouxe de lá uma Norton Atlas 750. Para quem não conhece, a Norton Atlas tem o quadro (Featherbed) muito parecido com o da famosa "racer" Norton Manx e um motor 750 mais manso que o da Commando.
Pedro foi morar no Sul quando se aposentou e, se não me engano, seu irmão tinha uma Vincent-HRD 1000.
O problema é que essas motos subiram muito de preço, o que é justificável. Se você achar a Norton do Pedro, se ele quiser vender e você não se interessar, pode me informar (você tem meu e-mail). Quanto à Vincent-HRD 1000, eu já tive uma e não quero ter novamente, porque a restauração custa mais que manter um filho estudando em Harvard ou mesmo manter amante argentina!
Sinta-se à vontade de me contatar aqui no blog ou por e-mail.

Um abraço,
Vicente

PS: Vincent-HRD (inicias de Howard Raymond Davies) era uma moto que causava polêmica; seus detratores diziam que a sigla HRD significava "agarre e dê".

PermalinkPermalink 03.12.09 @ 17:09




eu vendo uma suzuki gt 380 ano 73 cor azul otimo estado telefone para contato 011 87289726 preço 6.000

PermalinkPermalink 24.12.09 @ 00:57



Comentário de: Simon Soffiatti · http://www.yahoo.com.br

Olá pessoal, independente das belas opiniões, cada moto é uma moto para quem quer, seja para movimentar ou deixar de exposição.
Gostaria de aproveitar a oportunidade de oferecer uma CB 350 - 74 com tudo original, pintura, banco, pneus e parafusos, etc., que meu avo tem guardada desde 80, só funciona o motor uma vez no ano.
Sou de Limeira, interior de São Paulo, fone 91268242.
Valeu galera.

PermalinkPermalink 29.08.10 @ 17:47



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Jornalísticamente teclando...Designer e arteiro multimídia por opção. Na estrada desde 1982.

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