CARRO DO ANO, EDIÇÃO 2010
Segunda, Nov 09, 2009
CARRO DO ANO, EDIÇÃO 2010

Os blogs da confraria do Saloma & Comparsas foram convidados para acompanharem ao vivo a eleição do carro do Ano pela Revista AutoEsporte, da Ed. Globo. Foi uma honra para nós sermos lembrados para tal evento do setor automobilístico. As categorias são: Carro do Ano, Carro Premium do Ano, Utilitário do Ano, Utilitário Premium do Ano e Picape do Ano.
Ainda dá para para enviar seu voto na escolha do voto popular, basta clicar AQUI e selecionar os seus favoritos da lista de modelos elegíveis.
No site e na edição de dezembro de 2009 da revista Autoesporte, sairá a apuração do resultado. O Carro do Ano 2010 será conhecido hoje, dia 9 de novembro, mês em que Autoesporte completa 45 anos de circulação ininterrupta.
E para muitos é considerada a bíblia do automobilísmo na terrinha.
É isso...!
Saloma
(reprodução/AutoEsporte)
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Comentários:
Antonio
E os homenageados da noite foram, João Amaral Gurgel e Carlos Chiti. O primeiro foi o fundador da Gurgel, marca 100% nacional. Falecido em janeiro ultimo, Gurgel foi representado por sua esposa, D. Carolina Barbosa do Amaral Gurgel.
E o segundo fabricou o primeiro automóvel na terrinha, o Romi Iseta...e a empreitada começou em 1955, a Iso concedeu os direitos de produção do Isetta para a empresa brasileira Máquinas Agrícolas Romi, fabricante de máquinas industriais e agrícolas fundada em 1930 por Américo Emílio Romi. Ainda em 1955, a Iso também concedia licença ao fabricante bávaro BMW para a fabricação do BMW-Isetta na Alemanha, cuja empresa adaptou um motor motociclístico de 243 cc para equipar o veículo. Versões também seriam produzidas na Espanha, França, Bélgica e Grã-Bretanha.
Impulsionada principalmente pelo sócio de Américo Romi, Carlos Chiti, a produção da Romi seria iniciada no ano seguinte. No total, entre 1956 até 1961, foram fabricadas cerca de 3 mil unidades no Brasil, das quais pouco mais de 300 ainda existem, em diferentes estados de conservação, nas mãos de colecionadores.(www.ipesi.com.br)
A Autoesporte só era boa na época do Scavone, depois virou um lixo como as outras revistas brasileiras que só publicam matérias chupadas do exterior e testes fajutos e concursos ridículos.
Como pode uma revista se intitular Autoesporte e jamais cobrir, como fazia no passado, as corridas nacionais?
O nome é Auto-Esporte, cadê o Esporte?
Vira e mexe aparecem fotos de corridas antigas, a maioria da Autoesporte. Isso era no passado.
A maioria aqui aprendeu a gostar de f1 com a Autoesporte nos idos dos anos 60. Textos de Bill Gavin, fotos de Geof Goddard, Jim Clark, Graham Hill, Surtees e por aí vai.
Todos esses caras apareceram aqui na Autoesporte. A ânsia de ir para o exterior foi despertada pela Autoesporte.
Hoje, esse lixo de revista nunca aparece em nenhuma corrida e nem publica porra nenhuma do Esporte, é uma mentira inferior em termos de informação sobre corridas a qualquer blog de internet.
Aposto que é feita por jornalistas com diploma e que nem gostam de carro.
Não compro e as que acho, jogo fora ou queimo. Só leio Motorsport, pelo menos tem coisa que preste desde 1924.
Camilo, Emerson, Pace, Bird, Luizinho, Lameirão, Rosito, Carol, Rodolfo Olival Costa e muitos outros apareciam sempre na Autoesporte e por isso se tornaram ídolos. A revista cobria tudo: Mil Milhas, 25 horas, Corridas em Petrópolis, acidente do Cacaio, nada que acontecesse no automobilismo deixava de aparecer na revista. Muito diferente de hoje em dia.
O homenageado sempre posou de paladino, mas vivia nos gabinetes do poder. Ainda bem que o governo do Ceará percebeu a tempo a enrascada e puxou o plug.
Para quem se dizia entendido em automóvel, o projeto do BR800 é um abôrto, pois é mal projetado, mal construído, defasado tecnologicamente e é ruim de andar.
O entendido só deu certo quando fazia jipinhos com mecanica VW e uns carros estranhos com mecanica de Kombi e vendia para estatais. Na hora do vamos ver só fez a cagada do BR800.
Quem deveria ser homenageado eram os credores, os crédulos acionistas, fornecedores e o BNDES, hahahahahaha
E tem gente que vive falando de se preservar a memória. Isso só vale quando a memória vale a pena. Nesse caso é melhor esquecer.
Esse prêmio de Carroça do Ano é absolutamente tão ridículo quanto a Autoesporte.
Escolher um carro que ainda nem existe nas ruas como carro do ano mostra que a escolha foi política, para dizer o mínimo. Vai se querer o que desse lixo editorial?
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