PAPOS COM SEABRA

Domingo, Set 27, 2009



PAPOS COM SEABRA


O ano devia ser 1970, e o som que se ouvia a bordo dos carros dos jovens vinha de um gravador (isto mesmo, gravador) Phillips Mini-Cassete, estreante das fitas deste tipo, instalado numa enorme bandeja em baixo do painel. Radio FM nem pensar, ainda não existia, então, quando as fitas enchiam o saco, a Said para quem morava no Rio de Janeiro era colocar na Radio Mundial. Essa era a radio quente do momento, e os DJS da época eram o então aclamado Big Boy, e o outro um pouco menos votado, mas não menos famoso, conhecido como Monsieur Limá.
Aquela sexta feira a noite era véspera de corrida e o carro de um amigo, Toninho Moutinho, estava inscrito na prova de Estreantes e Novatos, que seria realizada no antigo traçado do Autódromo do Rio (antes de virar autódromo Internacional, com o traçado que foi recentemente deturpado pelos “geniais” políticos e dirigentes do esporte no Brasil e no Rio).
O carro era um fusquinha 1300, cujo motor tinha sido feito pelo Wilson Masid, dono da oficina Ben Volks, que ficava no alto da Marques de São Vicente, na Gávea, com os custos bancados pelo irmão mais velho do Toninho, o Wagner.
Na época, os carros participantes da provas tinham de ser ORIGINAL, logo, o motor podia ser trabalhado, mas não modificado. Entretanto, todos os fuscas 1300de fato eram... 1600cc ! Havia certa “conivência” por parte da Federação, que fazia vista grossa, e um acordo de cavalheiros entre os participantes, de modo que ninguém protestava ninguém. Afinal, andar de 1300 na pista era pior do que passear de carroça na Avenida Atlântica. Então, a coisa ficava assim: eixo cortado e balanceado, volante aliviado, bielas e pistões com pesos equilibrados, cabeçote trabalhado, um pouco mais de taxa de compressão, volante motor aliviado e um kit 1600 importado. O tempero final era uma bobina azul da Bosch, um distribuidor de avanço centrifuga de Kombi, e um trabalhinho no carburador original, pra aliviar a fome de um motor que pedia muito mais “comida”. O comando era o Puma P2, que, na falta de alimentação condizente, obrigava a marcha lenta a ficar em torno de uns 1200 RPM, e assim mesmo, “embrulhando” que era uma beleza. Mesmo mal alimentados, estes motores deviam andar pela casa dos 65 HP. Faltou dizer que o copinho do pescador da bomba de óleo era aumentado, para evitar-se que nas curvas longas, como a ferradura e a entrada do miolo, faltasse lubrificação
Usavam-se amortecedores de Kombi, mais duros, na traseira, alterando o ângulo do facão para obter-se uma cambagem bem negativa, e o conseqüente rebaixamento da mesma. A lembrar que os fuscas desta época ainda usavam os cubos de cinco furos, o que implicava que a suspensão fosse aquela de bitola traseira bem estreita.
Os melhores carros tinham a suspensão dianteira também rebaixada, e alguns já conseguiam trazer amortecedores importados, de melhor funcionamento. As rodas eram as originais do fusca, com pneus radiais Pirelli Cinturatto 155 x15.
Alguns pilotos mais ousados abusavam da premissa já aceita de burlar o regulamento: colocavam comando P3, usava espaçador de bitola traseira de uma polegada, escondido por trás de um tipo de calotinha bicuda, montada entre o aro de roda e o cubo, e tinha até um cara de Niterói que usava uma tala mais larga na traseira com pneu 165 x 15, só que descentrada pra dentro, de modo a não ser notada visualmente! Com o uso do espaçador, o pneu não roçava em nada. Houve uma ocasião em que este cara treinou com dupla carburação (e capô trancado!), espaçador e tala, e virou em 01h55min. 7, quando os melhores tempos dos melhores carros VW estavam na faixa de 1:59 e alto a 2 minutos.e uns trocadinhos.
Bom, o carro do Toninho estava novinho, e era o carro de uso diário dele. A suspensão dianteira era standard, e não tinha nenhum alivio de peso nas forrações. Tinha até rádio e antena!
Naquela sexta feira passamos o dia cortando e preparando os números em plástico tipo “contact”, e a noite, só depois que os pais deles fossem dormir, desceríamos pra garagem pra tirar os pára-choques, e colocar os números, etc. Éramos seis pessoas que iriam trabalhar, ajeitando o carro para o treino de sábado: Toninho tinha então 19 anos, Claudinho 17 e eu 16.
Os outros eram o Wagner, irmão mais velho dele, o Rosauro e outro amigo, todos já bem mais velhos. Dividimos as tarefas e começamos a faina, o mais silenciosamente possível. Tirar as calotas, tirar o espaçador traseiro que era usado na rua, remover os pára-choques, remover os fios dos faróis de milha, colocar os discos de fundo branco de depois os números pretos sobre eles, o trabalho andava bem. Ah, tínhamos de montar também o fantástico Santo Antonio feito de tubo de PVC! Mas na hora de retirar a “tromba” da descarga Kadron, para montar a saída direta central, a coisa complicou um pouco. Tivemos de trocar os prisioneiros, estava tudo engripado, foi uma novela Só terminamos a operação de guerra lá pelas 2 horas da manhã!
Agora tínhamos de tirar o carro dali e levar para outra garagem, de onde sairíamos às 6 horas da manhã para o autódromo. E era preciso testar se estava tudo funcionando. Além disso, todo mundo estava cansado e morto de fome!
Nós morávamos na Rua Sá Ferreira, no posto seis, em Copacabana, e a opção para comer alguma coisa legal, naquela hora, era o Gordon, uma lanchonete da moda, cujo símbolo era um Canguru. Um enorme boneco de um Canguru com cara de sacana ficava na entrada da lanchonete, chamando muito a atenção dos passantes. Tinha os melhores sanduíches da época e ficavam abertas 24 horas. Decidimos ir até o Gordon da Avenida Copacabana, que ficava uns 10 quarteirões mais pra baixo, em direção ao Leme, bem em frente a uma grande Galeria, famosa na época e existente até hoje, chamada Galeria Menescal (foto abaixo).

O arquiteto Renato Menescal, 65 anos, sobrinho do idealizador do projeto, Humberto Menescal, vê com bons olhos a possibilidade do tombamento da galeria – construída durante a Segunda Guerra Mundial e que, na inauguração, tinha garagem para funcionar como abrigo anti-aéreo.

Empurramos o carro pra fora da garagem, porque ligar o motor ali faria um esporro inaceitável dentro do prédio. Ai decidimos que continuaríamos empurrando até a esquina da Av. Copacabana, a uma quadra de distancia, para não correr o risco de acordar ninguém que pudesse vir a contar aos pais dele. E decidimos também ir em três carros, porque alguns outros amigos tinham aparecido durante a madrugada, e iriam junto lanchar. O Wagner tinha um fusca 1800cc feito pelo Goetz, que para andar na rua era um verdadeiro foguete para a época, e o Rosauro estava com o VW “Zé do Caixão” dele, novinho. Quando o Toninho, já na Av. Copacabana, ligou o carro numerado, foi aquela trovoada! Eu e o Claudinho pulamos dentro e ele já saiu “esticando” as marchas pelo meio do silencio da noite, deixando pra trás um eco que nos seguiu pelo meio do corredor de prédios da avenida deserta. Paramos na porta da Galeria Menescal, enquanto os outros conseguiram estacionar na fila dupla, em frente ao Gordon.
Saciada a fome de todos, depois que o Wagner patrocinou o lanche da madrugada, na porta da galeria alguém lançou o mote: “Quem chegar por ultimo de volta na garagem vai pagar o jantar de amanhã”.
Porra, o fusca “de corrida” era o carro que estava mais longe, e quando o Toninho conseguiu ligar o motor os outros dois já iam mais meio quarteirão à frente virando na rua seguinte, no maior embalo. Não sei qual de nos três teve a “brilhante” idéia, que ele não hesitou muito em executar: subiu na calçada e entrou pela galeria!
A Galeria Menescal cruzava direto da Avenida Copacabana para a Rua Barata Ribeiro, que era o nosso caminho de volta. È uma galeria larga e alta, e deve ter cerca de 120 a 150 metros de extensão, com as portarias dos vários blocos de apartamentos saindo para o interior dela. Na ânsia de chegar do outro lado na frente dos outros, o maluco do Toninho esticou a primeira “no giro” e manteve a segunda semi-esgoelada, por volta dos 50-60 km/h, com a descarga central berrando alto dentro da galeria, como se fosse um Trombeteiro do Apocalipse anunciando o Final dos Tempos. Nisso sai de dentro de uma das portarias um cara com jeito de bêbado, e... quase que a gente “levantou” ele !!! Faltaram alguns milímetros para o atropelamento, mas nada que tivesse feito a gente parar de rir. A sensação que nós tínhamos era como se um caça a jato estivesse passando por baixo de todas as pontes do Tiete, estávamos fazendo algo inusitado e incrivelmente louco!
Claro que saímos do outro lado na frente dos nossos “competidores”, o que, naquele momento, foi mais extasiante do que seria a hipótese remota de vencer a corrida de domingo. E a cara de espanto deles foi algo impagável.
Quando chegamos de volta ao local onde o carro pernoitaria, não conseguíamos mais parar de rir e de curtir: parecia que tava todo mundo drogado, embora fossemos os caras mais caretas do planeta.
No dia seguinte, na volta do treino, satisfeitos de o Toninho ter classificado aquele carro não muito competitivo numa posição honrosa, e orgulhosos dele ter dado uma bela exibição de toda a sua incrível habilidade natural (isto é papo pra outra conversa...), voltávamos devagarzinho com o fusca, pra não chamar muito a atenção (como se fosse possível, como o carro numerado, etc.,) e não acabar sendo presos, e vínhamos tentando ouvir a Radio Mundial. Estava na hora da parada musical de sábado, apresentada por um daqueles famosos DJ. Foi aqui que nós ouvimos mais ou menos o seguinte, no inicio do programa:

“Crazy people, ontem a noite playboys enlouquecidos e irresponsáveis atravessaram por dentro da Galeria Menescal com um carro de descarga livre, a 120 km/h (!) e por muito pouco não atropelaram o Monsieur Limá!”
Depois disto, ainda atravessamos a Menescal outras três vezes (sem descarga livre). Mas a propaganda na radio mundial foi tão eficiente, que vários outros “playboys enlouquecidos” fizeram o mesmo. Virou moda sair do Gordon e cruzar a galeria de carro.
Menos de dois meses depois colocaram alguns blocos de concreto nas entradas da Galeria, para impedir definitivamente a passagem de carros por dentro dela.

E QUEM FOI O DJ BIG BOY DA ANTIGA MUNDIAL 860
Newton Alvarenga Duarte foi o mais importante locutor de sua época, imitado, copiado, ídolo, foi responsável por uma verdadeira revolução no rádio brasileiro. Mas o Brasil apenas o conhecia como Big Boy. Como locutor, introduziu uma linguagem jovem, mais próxima do público que o ouvia. Seu "hello crazy people!", a maneira irreverente como saudava os ouvintes, tornou-se marca registrada de um estilo próprio, descontraído (foto)...

...diferente da voz empostada dos locutores de então. Como programador, demonstrou extrema sensibilidade ao captar o gosto do público, observando as tendências musicais ao redor do mundo e inovando a partir de idéias que modificariam todo um sistema de programação estabelecido. Apaixonado por música desde a infância, iniciou uma coleção que chegou a 20 mil discos ainda adolescente, manifestando preferência pelo rock, o então novo ritmo americano que conquistou os jovens no mundo todo. Também costumava "peregrinar" na rádio Tamoio do Rio de Janeiro, a rádio que apresentava a programação mais atualizada na época. Sempre procurou manter contato com os programadores e outros aficionados por rock em busca de informações e de uma oportunidade profissional. Seu sonho desde então que procurou alcançar com obstinação. A oportunidade finalmente surgiu quando foi convidado para substituir um programador que entrara em férias. Assim, não hesitou em interromper a carreira de professor de geografia para tornar-se radialista.
A carreira - Mais tarde foi convidado para participar de uma bem-sucedida tentativa de reformulação da rádio Mundial AM, que se tornaria a rádio de maior audiência entre o público jovem do Rio de Janeiro. Foi ali que iniciou sua atuação como DJ, ganhou o apelido de Big Boy e criou o estilo inconfundível que continua até hoje influenciando locutores e inclusive das modernas FMs, cujas programações muitas vezes ainda seguem os moldes de seus programas. Com sua voz alegre e postura informal, complementava as músicas que tocava com informações "quentes" sobre o mundo do disco, impondo uma dinâmica irresistível ao programa; tudo isso sem perder o jeito de fã dos artistas, o que o aproximava ainda mais dos ouvintes.
Profissional Multimídia - Big Boy também pode ser considerado o primeiro "profissional multimídia do show business brasileiro. Programador e radialista eclético, diversificava sua atuação mantendo como elo de ligação a paixão pela música contemporanea nos seus diversos segmentos e movimentos. Manteve dois programas diários na Mundial AM, Big Boy Show e Ritmos de Boite, um na rádio Excelsior de São Paulo e um semanal especializado nos Beatles, o Cavern Club, também na Mundial.
Atuava como programador, colunista em diversos jornais e revistas, produtor de discos e DJ dos Bailes da Pesada, onde mantinha um contato direto com o público que gostava especialmente de soul e black music, principalmente na Zona Norte do Rio. Na televisão, inovou ao apresentar em sua participação diária no Jornal Hoje da TV Globo, que pela primeira vez apresentava clips com músicas de sucesso do momento. Em seu programa Papo Pop, na TV Record de SP, lançou grupos brasileiros de vanguarda. Foi também o responsável pela implantação do projeto Eldo Pop(Atual 98FM do RJ), no início das transmissões em FM no Brasil.
A antiga Eldorado FM, era especializada em música progressiva, visava contemplar um público restrito mas altamente especializado em seu gosto musical e que encontrava ali um veículo de expressão da autêntica música de vanguarda. Ao longo de toda sua vida profissional, Big Boy continuou ampliando sua coleção. Em diversas viagens a outros países apurou seu acervo, buscando raridades como "discos piratas" de tiragens limitadíssimas.
Ao morrer havia juntado cerca de 20 mil títulos, entre LPs e compactos, na maioria importados, que abrangem diversos gêneros musicais como rock, jazz, soul music, rock progressivo, música francesa , trilhas sonoras, etc. Como um todo, a discoteca Big Boy constitui-se num acervo cultural importantíssimo, pois retrata vários períodos do cenário discográfico mundial e, mais do que uma coleção, trata-se da síntese do trabalho de um profissional que ousou inovar.
Big Boy, (1/Junho/1943- 7/ março/1977), morreu sufocado por um ataque de asma, num quarto de hotel em SãoPaulo.
(Fonte: http://www.brasilradionews.com.br/)
Toni Seabra/Saloma


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Cesar Costa · http://www.fotolog.com/berlineta

Caraio! Hora da saudade...
Faltou lembrar que o carro chefe do Gordon era um cachorro-quente de 30 cm (êpa!). Se tivésse menos disso o cliente ganhava outro. Quanto ao Big Boy e o Limá, havia uma disputa entre os dois: o Big Boy usava muito inglês (que ele falava bem) e o Limá o francês (que não falava patavina). Houve uma época em que o Big Boy decorou uma Simca Chambord como aquele Rolls Royce do John Lennon. O Limá pra não ficar atrás, arranjou um Galaxie bordô (o carro mais caro na época), com umas faixas amarelas e gosto pra lá de duvidoso. Na mesma época e na mesma Copacabana, os irmãos Mutantes, Arnaldo & Sergio moravam lá no alto da rua Santa Clara e tinham um Lorena, pintado de azul metálico, com degradé para amarelo, e um Plymouth (acho que 64/65), duas portas verde, com enormes talas traseiras abóboras, também em degradé. Enquanto isso a Rita Lee tinha um Jeep 52 verde e morava na rua Miguel Lemos, também em Copacabana. E na porta do Colégio Mallet Soares na rua Xavier da Silveira, onde eu estudava a atração era o pai da Olinda, uma colega de sala, que tinha um GT 4R dourado, com enormes talas traseiras e pneus importados e um Opala Envemo quatro portas (ainda não havia Opala duas portas), azul metálico.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 10:38



Comentário de: lucio

Belissíma lembrança. Big Boy e Radio Mundial foram ícones da época. Viajando, namorando, nas "corridas de submarino" ou nos "pegas", os rádio estavam sempre sintonizados no incrível Big Boy e seus inesquecíveis programas. Bons tempos. Viajei muito lendo esse texto sobre Big Boy. Parabéns pela lembrança.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 10:47



Comentário de: Vicente

Good times....
Tempos em que havia uma certa rivalidade entre as tribos que preparavam seus fuscas com Goetz Leider e Rainer Reuther, ambos preparadores de VW no bairro de Botafogo. Goetz depois passou a mexer com Pumas e carros de fibra, mudou-se para um galpão em São Cristóvão, abandonando a preparação de motores, mas Rainer continua na sua minúscula oficina na Rua Fernandes Guimarães, que ostenta um painel com fotos de alguns carros de corrida por ele preparados, como os do Mauricio Chulam. para quem fez os motores dos Heve com os quais foi Campeão Brasileiro na Divisão 4.
Maravilha os sanduíches do Gordon (Diabólico, Angélico, etc) e Big Boy nos ritmos de boate na Mundial, sempre com aquela vinheta "MUUUUNDIAL" no meio da música para impedir que gravássemos nos nossos Mini K7.
A última vez que vi Monsieur Limá, ele estava saindo do último túnel que dá acesso à Barra, lá em meados dos anos 70, com aquela cabeleira que parecia um "cotonete de orelhão", num espalhafatoso Dodge Dart SE verde "cheguei".
Nessa época os grandes DJs (na época falava-se discotecário) do Rio eram Big Boy, Monsieur Limá, Ademir (tocava no Le Bateau), Amandio (ainda ativo trabalhando na night e às tardes na Modern Sound) e o maior de todos, Ricardo Lamounier, que arrasava na New York City Discotheque, ali na Rua Gomes Carneiro, pertinho do Gordon da Praça General Osório, em Ipanema.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 11:07



Comentário de: Regi Nat Rock

Esse Seabra é uma figura.
Eu morei na Sá Ferreira em 73/74, ( no prédio do tenente Bandeira) e ouvi cada história da rapaziada do Rio, realmente de arrepiar.
Como trabalhava pra dedéu e a 1ª cara (muuuuito cara) metade estava grávida do segundo, não sobrava tempo nem pra ir até o autódromo para me enturmar com o povo e, em sintese, passei dois anos a seco de automobilismo, em pleno Rio de Janeiro.
Vale a máxima da época. Os paulistas trabalhavam, os cariocas de divertiam e os gaúchos mandavam.
Boas lembranças.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 11:56



Comentário de: Pedro Henrique "Baleiro"

"Varandão da Saudade". Muito bom, faz a jente reviver aqueles tempos, embora aquí na serra ouvíamos o "Big Boy", no Tony's, Fukas, Casa do Alemão ou Pavelka, saboreando ótimos sanduiches e doces fantásticos, né Saloma?.
Conheci o "Big Boy" na Praia das Conchas em Cabo Frio, apresentado pelo Paulo Giovani, da globo, que era daqui de Petróplolis. O tal de "Big Boy" era um tremendo gozador, além de grande DJ era um sarro. Rimos muito com ele.
Parabéns pelo relato.
Um abração.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 12:52



Comentário de: jovino · http://hotmail

Caramba Seabra! Da onde você conseguiu guardar tudo isto e descrever com tanta maestria!
O Big Boy foi um ícone daquela época e conhecia muito da cultura musical, principalmente o rock and roll. Tinha uma locução que diferenciava do padrão normal de todos, pois sua narrativa era bem acelerada.
Na época, existiam dois programas de rádios que eu gostava, o dele, muito bem descrito por você e o da Ananda Applel nas tardes de sábado ou domingo, mas que era sobre os Beatles e eu não perdia nunca os dois.
Para mim um dos maiores radialistas da história, se não for o maior.
Jovino

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 13:43



Comentário de: jose carlos

na realidade o simca branco com desenhos psicobelicos e uma caixa lanterna que ao pisar no freio lia se LIMA era do monsieur
e o do big era um americano que nao lembro a marca
monsieur morava no mesmo predio que eu morava na copa 750,fui criado no quarteirao do gordons e grande parte da panca que carrego veio dos hot dogs
eu morava sobre o rei da voz que era o maximo em eletrodomesticos da epoca
eu lembro desta epoca dos fucas na menescal porque certa feita fui comprar frios e vi colocando as floreiras impedindo a passagem doas autos
nobre tony,vc lembra de um cara chamado pingo e que tinha gordini de corrida e morava na domingos enter santa e dias da rocha
este cara foi quem me levou pela primeira vez ao antigo caledonia
SALOMA,TERAPIA SEM ASSINAR CHEQUE
valeu
jc sete lagoas

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 14:05



Comentário de: Helio Mendonça

Eta papo bom ..

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 15:06



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

"...o copinho do pescador da bomba de óleo era aumentado, para evitar-se que nas curvas longas, como a ferradura e a entrada do miolo, faltasse lubrificação ..." - E numa subida de montanha, esse aumento do copinho tb ajudaria? Qual é o procedimento para fazer essa modificação ????

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 15:20



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Como entrei nessa com o Seabra, tipo SS...he...he...vou dar os pitacos tb...Cesar, posso estar enganado, mas esse GT 4R dourado está em sampa; Lucio o dial do rádio grudou na Mundial, era um TKR; Vicente, Ricardo Lamounier na New York City Discotheque, vc arrazou agora. Que lembranças!; Pedro, o "Fuka's" que pertenceu a meu primo, o Fuka que corria de DKW e ficou um tempo com o Malzoni do Giovani, pai do Dado, que estudava comigo no Wernwck; Zé Carlos - Terapia Pura, e da boa!; João Cesar, não era na bomba de óleo. Era no cárter, alongo o depósito e um pescador, como vc mesmo disse, para não faltar o óleo nas curvas. Tenho esse prolongador de carter, o famoso copinho, no meu Okrasinha.
abs a todos

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 16:32



Comentário de: Vicente

Não podemos esquecer do Baalbeck, o árabe da Galeria Menescal, com suas esfihas, kibes, etc, que está firme lá até hoje, das lojas de discos Bilboard e Modern Sound na Rua Barata Ribeiro (a Modern Sound depois incorporou a Billboard), a Hobby Center na galeria do cinema Bruni-Copacabana (ao lado da Modern Sound) com sua pista de autorama no subsolo.
Daqui a pouco alguém vai ter que escrever sobre os pegas da Curva do Calombo, na orla da Lagoa Rodrigo de Freitas.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 17:00



Comentário de: Vicente

Saloma,
A onda era ter o TKR cara preta.
E copinho no cárter, é uma "faca de dois legumes". Corre-se o risco de dar uma panca num quebra-molas, racha o copinho, o óleo vai embora e adeus motor. Ainda bem que o motor Tipo 4 do 914 tem defletores no cárter e, quando preciso (provas de regularidade no autódromo em que o óleo corre todo para a direita na Curva Sul e outras do Miolo Sul), ponho um pouco mais de óleo no cárter.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 17:18



Comentário de: Edmundo Gonzaga

Em 1968, quando meu pai se mudou para Brasília, íamos para a entrada da quadra 114 sul, às 18:00 horas ouvir o programa do Big Boy, na Radio Mundial AM 860kz, que só pegava em Brasília (e mal) naquele horário. Mas, a gente ficava lá tentando ouvir alguma coisa. Bons tempos.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 17:42



Comentário de: jose carlos

calombo ,certa feita 1975 ,18 anos gordini 1968,modelo de luxo era o segundo dono pois pertencia ao maitre do hotel excelsior que era meu vizinho la na pavuna.estudava no ibeu copa ao lado da galeria menescale ao voltar a noite a roda do gordini quebrou a manga de eixo e blau
consegui segurar pois estava lento e com chuva
botei no guincho do automovel club com minha mae ao lado e fui pra botafogo na garage da mucisa onde meu pai tinha apoio no taxi dele e ao fundo tinha um gordini desmanchando,saquei a manga de eixo e coloquei no lugar e as 11 da noite estava em casa na pavuna
jc sete lagoas

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 18:04



Comentário de: Vicente

....... e na esquina de Figueiredo Magalhães com Barata Ribeiro tinha uma agência do Banco do Brasil (hoje tem uma loja BlockBuster) onde sempre parava uma Matchless 500.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 18:09



Comentário de: Antonio

He, he, o Big boy deu mais Ibope que a travesia da Menescal e o Monsiuer Limá quase atropelado....o cara era demais mesmo.
Gente, só pra explicar, a sacada de lembrar do Big Boy, e de juntar a ficha dele aqui, foi do Saloma !!! Muito legal a ideia.

Foi um tempo muito legal de se viver no Rio !

Mas TKR cara preta veio bem depois hein... Na epoca o Mini Cassete tinha recem substituido aqueles enormes toca fita do tipo "cartucho" de um rolo só, de funcionamento continuo. Aquilo vivia a "mastigando" a fita, era uma encrenca !!!

Quanto ao "copinho", na epoca era a unica saida, mesmo com o risco de bater no chão e...vazar. Ou pior, rachar o bloco, se a porrada fosse pra valer.
Mas sem copinho mais longo, não dava. O Toninho mesmo, treinando no autodromo com uma Puma 1969, motor standard, "bateu motor" por falta de lubrificação por longos periodos, devido ao carro inclinado por periodo longo, na entrada do miolo e na Ferradura do antigo traçado, que eram curvas bem longas, e praticamente seguidas. Depois de umas s 10 voltas seguidas, fundiu...

Copnheci um cara chamado Pingo, que tinha um Gordini e depois uma Simca Emisul Preta, rebaixada e de rodas mais largas e cromadas, linda, com descarga só com abafadores, e que tinha o som de V8 mais slindo da epoca. Ele só arrancava , esticva segunda na Atlantica, e depois desacelerava, pra fazer aquele som "rasgado", sensacional. Mas ele morava na Atlantica, ali pelo 2560.

Tinha outro Simca conhecido, um Tufão café com leite, cujo dono (Carlos Antonio, que foi sócio da Motorfix e depois da Caer (Ford)) que não acelerava muito, mas tinha o carro muito bem cuidado. Era conhecido por "Ceguinho" (ele não sabia do apelido, eu acho) porque o carro dele tinha 4 pares de farois de milha, alem ds originais normais e de neblina !!! Era cada Figura.

Modern Sound, bilboard e Hobby Center, sensacional lembrança, Vicente. Demais. Quantos aos pegas do Calombo e do Alto da Boa Vista, eu deixo pra proxima...Tenho uma estoria snsacional do Calombo: filamgem da cena da abertura da novela Assim na Terra como no Ceu !!! Outra hora, se o Saloma deixar, eu conto, he, he.

Regi, voce morou ali ??? em que numero ???

Pessoal, obriagod pelos comentários legais, valeu.

Antonio






PermalinkPermalink 21.09.09 @ 18:38



Comentário de: Pedro Henrique "Baleiro"

KKKKKKK. O varandão "tá danado de bão". Matchless 500 e os cambau, daqui a pouco pinta uma Norton Manks, uma Trunph e uma Monark Java.
Saloma o Fuka, seu primo, Fuad Abi Daud, era muito meu amigo, inclusive contribuia com uma propagando do Fuka's pra gasolina do Fusca #52.
"MUUUNNNDIIAALL, 860 TONELADAS DE SOM!!! kkkkkk"

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 19:30



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

Saloma, tira uma foto e manda para o meu e-mail? Por falar em e-mail, recebeu as fotos do "chinelo" do 72-2000 kit puma?

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 19:46



Comentário de: Vicente

Jose Carlos,
Você falou de MUCISA Vamos decifrar isso para os não cariocas.
Para quem não é do Rio (e com mais de meio século de idade) não sabe do que se trata. A MUCISA era uma cooperativa de motoristas de taxi que tinha garagem, reboque, borracheiro, abastecimento (gasolina), troca de óleo, oficina mecânica e as vagas extras da garagem eram alugadas para terceiros. Tinha uma garagem da MUCISA na Rua Silveira Martins, no Catete, onde o tio da mulher de um amigo meu guardava um Triumph Roadster 1800 cc 1948 e um Dodge Charger LS praticamente sem uso.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 22:09



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Essa materia está judiando da galera, vixieeee..........
Toni a lembrança do "genio" Big Boy veio a tona e deu no que deu! E Toni, isso me lembra o Puma 69 do Renha e vermelho do Paulista...
Pedro, muito legal que vc conhec eu o Fuka. Praticamente foi ele que me jogou nesse vício danado de bom. Gasosa na véia é o há. E para de entregar a manha da subida...he...he...

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 23:14



Comentário de: Vicente

Pedro,
E por falar em motos eu tive: Triumph Bonneville 650 cc 1970, Vincent-HRD 1000 1952, Triumph Tiger 650 cc 1971 (transformada em Bonneville), Norton Dominator 88 (500 cc com quadro Manx) 1952 e BSA Thunderbolt 650 cc 1971. Frequentei muito o Postinho e o Arpoador, e acelerei muito na Vieira Souto, Aterro, Alto da Boa Vista e Elevado do Joá.

PermalinkPermalink 21.09.09 @ 23:47



Comentário de: Regi Nat Rock

Seabra.
Não lembro direito do numero, saia do tunel a direita, acho que 180/188 por aí, uns 30 metros antes de virar a esquerda pra ir pra Ipanema. Se fosse em frente subia o escadão da favela. Pela posição hoje seria alvo de tiro direto...
Era um predião grandão. A renata fronzi morava no 4º andar e a minha vizinha de andar era Consulesa da frança, grécia, sei lá. (8º andar) Nesse prédio morou o tenente Bandeira do atentado na Toneleiros.
Cacete, faz tempo pacas, meu filho nasceu ali.
Voces se divertindo trocando figurinhas, contando proezas e eu dando um duro lascado. Tá tudo errado... Não posso dizer que meus quase 2 anos por lá foram divertidos, porque NÃO foram. ahahahah

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 01:09



Comentário de: Antonio Seabra

Falando em motos, que não é muito a minha praia, e do postinho, me lembro de uma: OHouve uma feira da Industira Italiana, em SP, e tinha 2 MV Augusta apresentadas, uma 350 e uma 500, que no final seriam leiloadas.
O Biju arrematou a 350 com um lance altissimo, só pra garantir. Era linda, maquinão. Levou para o postinho e foi um sucesso.
Daí organizaram uma arrancada entre ela e uma Kawa 350 Avenger, só pra ter uma ideia do que a MV andava. Ia ser uma surra na Kawasaki. Mas na hora agá, a 350 Avenger sumiu na frente...
CLaro, o 3 cilindros dois tempos era um foguete, e a MV era "longa" demais pra arrancada, mas o povão nem tomou conhecimento: a MV ficu com fama de "paralitica".

Antonio

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 02:48



Comentário de: Antonio Seabra

Saloma, o Puma do Renha inicialmente era branco, mas depois ele pintou de preto. O do Tony da Rocha era cinza escuro metalico, eos dooi scarrro sitnahm preparaçaõ identica, pelo menos no inicio. A entrada de ar da tampa traseira era muito bem feita e muito bonita. Tinha um terceiro Puma, com prepapração identica mas feita em outra oficina, o do Pimpão, que também era branco e tinha a mesma tampa traseira. Depois o Pimpão pintou ele de vinho, e ficou lindo ! Os 3 eram 1600 com 2 Soloz 40mm de Opala. Nesta epoca tinha um outro Puma similar, do Risadinha (só lembro do apelido), mas que tinha 2 solex 40 de duplo corpo. Mas em desempenho não chegava a fazer diferença: vi os 3 carros testando final na atual Av. da Americas, no trecho plano, onde hoje tem o viaduto e está o Carrefour e eles andaram rigorosamente igual. Mas foi impressionante: "breu" absoluto, silencio total, um porrada de gente e de carros parados nos acostamentos dos dois lados da pista e os 3 vindo de longe, só se via os clarão dos faróis e o ronco dos VW brabos. Quando passaram onde estavamos, o Risadinha vinha na frente por meio carro, o Tony do lado e o Renha quase colado atras, por volta de uns 175-180 km/h reais estimados, e a multidão quase "fechando" a pista, em cma dos carros, para ver melhor !!!!
Logo depois o Tony arrancou com um Mustang 67 conversivel branco, V8, e levou o cara de arrancada e andou junto de final, pra deleite de todos. Era muito legal !!!
Ali havia um Km medido com trena e marcado com placas, para medição de final. Cheguei a cronometrar um Puma 72 - 2000cc, de rua a 191 km/h, com 189 km/h no outro sentido, com a 4° de giro cheio, a uns 6100 RPM (fora da escala) naquele conta-giros ladrão dos Puma. O velocimetro, mais ladrão ainda, estava a 220km/h...Bom, nunca fiz a conta da relação de cambio x diametro de giro da roda-pneu, pra ver se a conta fechava.
Hoje qualquer carro melhorzinho passa disto, no meio do transito (Astra, Focus, etc). MPorém, hoje seira impensa´vel fazer o que faziamos naquela epoca: era deserto, não tinha carros, não tinha policia, não tinha predios, nada.
Antonio Seabra

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 03:27



Comentário de: Antonio Seabra

Outra coisa interessante que o pessoal do postinho do Flamengo (Perto da Rodasa - iamos lá de vez em quando) fazia, para "equalizar" o nivel de preparação dos carros, era subir até o Belvedere, e descer dali todo mundo de motor desligado. Assim, quem freasse menos chegava primeiro.
Dava frio na barriga fazer aquelas curvas de alta da descida sem tração...Tinha fusquinha 1500 de roda fina que chegava lá em baixo na frente de carro brabo !!!!

Antonio Seabra

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 03:32



Comentário de: alberto

grande viagem no tempo.
abç
Alberto Medros

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 08:39



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Seabra, numa dessas descidas, vc se lembra de uma fuca 1500, azul marinho com canelas finas, mas pneus radiais de época, 1972...

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 08:41



Comentário de: Antonio Seabra

Regi,

Em 73/74 eu já morava em Niteroi, fazia engenharia na Fluminense, estava casado e trabalhava. Mas sempre arrumava um tempinho pra voltar lá na rua. Na verdade ates eu morava na Almte. Gonçalves, 1 quarteirão adiante, mas todos os meus amigos eram da Sá Ferreira. Talvez por já estar em Niteroi eu não tenha te conhecido ali, da praia, ou da rua. Naquela epoca todo mundo se conhecia, era menos gente...

Valeu, Alberto, fomos colegas de turma no São Bento. É tudo sim uma grande viagem no tempo.

Abraços

Antonio

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 08:55



Comentário de: Vicente

Antonio,
Que eu saiba a MV Agusta do Biju era 750. Havia outra MV 750 aqui no Rio, de um tal de Luis "Cigarrinho" que comprou de um cara de Santos, SP. Imagino a cara do Biju tendo levado pau da Kawa 350 2t, que por sinal arrancava muito, como você disse. E sobre Kawas 2T, tinha uma 750 de um cara que estudava na PUC. Essa andava mais que notícia ruim. Mas minhas preferidas sempre foram as motos inglesas.
Quanto ao Posto Texaco no Flamengo, ficava em frente à Curva da Amendoeira, onde terminava a Av. Rui Barbosa e começava a Av. Oswaldo Cruz, "triangulando" com o fim da Praia ndo Flamengo, ao lado da revenda Comercial & Marítima (Chrysler), que por sua vez ficava ao lado da Rodasa (VW). Acompanhei um raríssimo MG TC se acabar no tempo ali, debaixo das árvores.

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 10:50



Comentário de: Pedro Henrique "Baleiro"

Antonio, conta giros "brabo" esse do puma. kkkkkk
Se não me engano o FUSCA "apitava" a 4500 RPM. Um abração.
Faça contato.

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 13:43



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Pedrão, vc vai queimar a língua. O Okrasinha vai a 5.500/6.000 rpm...

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 15:24



Comentário de: Vicente Miranda

Saloma,
Fica acelerando o Okrasa, fica ..... Vai acabar moendo o eixo Tornado e daí vai ter que voltar ao eixinho original e a cilindrada volta aos 1200cc.

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 16:28



Comentário de: Pedro Henrique "Baleiro"

Luiz, será que a esclerose me fez esquecer os giros do meu FUSCA? Bem provável. rs. Agora fiquei cheio de dúvidas. É acho que era 5.500.
Mas de qualquer modo 6.000 é muito bom.
Me lembro que uma vez colocamos um Compressor Judson num 1.200 e ele arrancava na frente do KG 1500 do Renatinho Monteiro, o "Crika", lembra.

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 18:11



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Pedro...e tb cabia no KG o motor do Covair como uma luva...e vc me lenbrou bem. Vou fazer uma materia com a colocação dos Corvair nos KGs...

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 18:21



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

E tem um cabra em sampa com um compressor desse, guardado e não abre mão, para eu comprar! Aí eu montaria outro mas com configuração diferente...

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 18:23



Comentário de: Antonio

Vicente, posso ter me engando sim, acho que a arrancada não foi com a Kawa 350, qcho que estava misturando com um racha que eu vi lá, entre uma RD 350 e e Kawa 350, onde a kawasaki andava mais e, mas o cara da RD acelerava muito, e nas curvas sumia na frente. Pode ter sido como voce falou (moto nunca foi mesmo a minha praia, rs, rs,rs), eram motos da mesma cilindrada, mas todo mundo esperava que a MV andasse na frente, o que não aconteceu, por uma boa diferença.

Pedro e Saloma: podemos estar falando de coisas diferentes. Para um fusca 1600cc, mesmo "brabinho" mas com 1 só carburador, caixa e diferencial std, na velocidade final com cerca de 4600 tá de bom tamanho. Nas trocas de marchas, devia girar uns 5500, sim, por ai. Acho que o Saloma falou do giro do Okrasa nas trocas de marcha e não na final, pois, se eu nao estiver errado, o 1200 original tem um diferencial e uma 4° marcha muito longas. Com o motor original, a final no plano vinha de 3° e não de 4° marcha. Com o kit Okrasa, a situação se invertia (mais potenica), mas não deveria girar muito mais do que 4.000 rpm (chute !!!) na velocidade maxima, no plano.
No caso do Puma, um motor 1.9 / 2.0 l, superquadrado (diametro maior do que o curso), bem trabalhado, comando 1010 e Weber 40 duplos, escape dimensionado, e caixa e diferencial std. é licito esperar-se uma RPM de troca de marchas em torno dos 6000. Como o contagiros e o velocimtro originais dos Pumas nao eram muito confiáveis...trocava-se de marcha já fora da escala do instrumento. Também é licito esperar-se que um carro destes, mais leve e aerodinamico, tenha de final mais uns 35-40 km/h que um fusca como o 1600 do Pedro (com um carburador só;), o que devia dar também uns 1000 RPM mais, supondo que tinham a mesma relação final de 4° e de diferencial (também é chute...dá pra fazer as contas mas não to com saco de sair procurando dados de relação de caixa e diferencial, raio estatico de pneus, etc). Então, acho que estaria razoavel pensar em 5600-5700 RPM reais de final. Some-se o "veneno" do contagioros....chegaria nos 6100 que a minha memoria acusa. Mas posso estar errado, com 55 anos aquele "alemão" inconveninte (Alzhaimer...) começa a se fazer presente, rs, rs, rs

Abraços

Antonio Seabra



Antonio

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 20:36



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Toni...ele começa flutuar válvula aos 5500 rpm...

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 20:39



Comentário de: Pedro Henrique "Baleiro"

Antonio, meu FUSCA tinha a quarta mais curta, não lembro a relação caixa/diferencial, comando 10 10 A Skenderian, carburador 32 (porfora, rs), cbeçote trabalhado, válvulas maiores com as molas calçadas, pra Subida de Montanha foram colocados cabeçotes de dupla entrada e carburadores Weber 40 e matida a quarta curta, que na serra era foda.
Luiz vc quiz dizer flutuar valvula. KKKKKKKK
O alemão ta pegando ele também Antonio. KKKKKKKKK

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 21:18



Comentário de: Pedro Henrique "Baleiro"

Luiz, com a colocação do motor Corvair, tinham que inverter o diferencial, se não o KG ficava com 4 marchas pra traz r uma pra frente, rs. Lembra?

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 21:33



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

valeu Pedro, nem notei, mesmo porque estava com uma colega no trabalho, tentando explicar a importãncia da troca da velas no período certo, para não perder o desempenho do conjunto...

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 22:34



Comentário de: jose carlos

um colega meu veio do uruguai e falou num motor de corvair disponivel num play ground daqueles
o caliente e um boxeur 2.7 6 bocas do subaru que compra baratim na bolivia,mas tem que trazer a central de injeccao ,tenho um saab 93 1955 que to pensando neste boxeur 2.7 mas acho que vou enfeiticar um bexiszinho e colocar no esprtano pra fazer gracinha
jc sete lagoas

PermalinkPermalink 22.09.09 @ 23:12



Comentário de: Antonio Seabra

Pedro, nessa configuração da subida de montranha, com uma quarta provavelmente 0,94, ele devia girar alto na final. Fiz umas continhas com a relação do Puma, e, embora eu não tenha o raio exato do conjunto pneu + roda (estimei o do aro 14 - Italmagnesio Bolo de Noiva - com pneu 185 serie 80, da epoca), daria uns 5800 RPM a 185/190 km/h reais, supondo a quarta 0,89 e o diferencial original, que "eu acho" que era um 8:33.
Quando ele andou em Interlagos, além da descida do retão antigo, estava com rodas Aro 13 e com outros pneus, talvz de perfil 70 (pra epoca era o máximo !!), o que deve ter "encurtando" um pouco o carro, tudo ajudando a girar um pouco mais.

He, he, Este topico rendeu um bocado de conversa ...Me fez até lembrar que eu sou (era ???) engenheiro mecanico...já tinha esquecido disso !!!!
Legal.

Antonio

Antnio

PermalinkPermalink 23.09.09 @ 00:19



Comentário de: Pedro Henrique "Baleiro"

Antonio, como vc pode ver no resultado da Subida de Montanha, meu tempo foi:2.42".4, num trecho de 4.600m, por tanto, acho que era uma boa média, não acha?
Um abraço.

PermalinkPermalink 23.09.09 @ 03:13



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Pedro e Toni, Em Sampa tem uma competição de subida de montanha, no Pico do Jaraguá, na primeira semana de junho. Participei de 1989 par 2002 de todas. Perseguir um tempo que volta e meia, me colocavam em categorias mais fortes, mas isso não me intimidava. Sempre com canelas finas e um carro muito bem acertado de chão e dando um tampa no avanço e no carbura. Isso tudo original do mileduque. Tem que buscar os tempos antigos, mas nas minhas duas últimas subidas e de saco cheio de ser colocado em categorias que não correspondia a cilindrada do meu carro, resolvi ir para o tudo ou nada. Alinhei com o setup de chão, que a barata está no momento. É grudado, os caras que mexem no chão, da Suspentécnica, o chamam de "chiquetinho" e fui com a certeza de fazer um temporão.
Os carros largam e ficam estacionados num largo ao final da subida, aguardando o final para todos descerem e haver a confraternização. Em 2001, na categoria de 1800cc, e fiz um tempo de 3m23seg. Voltei em 2002, novamente na 1800cc, e confirmei o tempo, 3m24seg. E essa foi a despedida da subida.
Até 2009, era a fuca mais rápida que tinha participado. Passei o bastão para o "primo" do Kid Aranha, que veio com um canhão de 2300cc e outras coisinhas mais. Sobrou potência, para quem viu subir, a barata e poderia abaixar mais o tempo, que foi de 2m58seg. O link do post com fotos está aqui...

http://www.interney.net/blogs/saloma/?s=pico+jaragua+2009&sentence=AND&submit=Busca

É uma subida muito travada, e já primeira curva a direita, têm uma umidade que complica a tangência, fora outras mais para cima...
abs

PermalinkPermalink 23.09.09 @ 09:28



Comentário de: Antonio

Pedro,

O teu tempo foi excelente, se comparado com o das 2 Pumas (tempos iguais), mesmo considerando que o teu carro tinha um pouco mais de motor e estava mais ajustado de "chão". Mas era um carro mais pesado e com entre eixos maior, que nun trecho como aquele (subida/curvas apertadas) é um handicap negativo.

Velocidades Médias (considerando a medida de 4.600 m): Pata Choca 2min38.1 ~104,7 km/h (~ = a do Gago com o "VW Enrabativo"). Pedro 2min. 42.7 (aprox. = a do Tony e do P. Renha com os Pumas) ~101,9 km/h. Tonimho(8°;) ~97,4 km/h. Otavio Sereno (Esplanada Std. 20° lugar)- 3 min.09.(?)~87,6 km/h.

Todas são velocidades medias excelente para o trecho, guardadasa as limitações de cada carro.

Antonio

PermalinkPermalink 23.09.09 @ 15:35



Comentário de: Vicente

Antonio,

Lendo com calma seu comentário:

"Outra coisa interessante que o pessoal do postinho do Flamengo (Perto da Rodasa ........................................Tinha fusquinha 1500 de roda fina que chegava lá em baixo na frente de carro brabo !!!!

Até 1972 eu morei na Av. Rui Barbosa 560 e no meu prédio morava um cara que tinha um VW 1500 azul marinho rebaixado, que até chegou a ir a SP numa caravana do postinho do Flamengo para particpar de uma prova de estreantes e novatos em SP e, se a memória não me falha, chegou bem colocado. Não me lembro o nome dele, mas me lembro que ele era um cara alto, magro e namorava uma vizinha, a Beth. E o pai dele, "Seu" Madeira, tinha um Impala impecável. Seria esse o cara que descia a serra na frente de todos?

PermalinkPermalink 23.09.09 @ 22:34



Comentário de: Antonio Seabra

Vicente, já não me lembro direito dos carros, eram tantos. Sei que tinha um ns 2 fuscs azul amrinho, mas umd eles não era 1500 e e o cara era até gordo, acho que o nome dele era Gustavo. Andava bem, tinha tido um acidente de kart e ficou com a perna engesssada muuuuito tempo. Tinha 2 1500 azul claros, 1 d e um cara de Sante Teresa qeu andava muito, e outro de um amigo meu, que desciam bastante bem, ligados ou desligados...

Mas ali tinha alguns caras que andavam bem, o Julio, o Serginho, que tinham fuscas 1600, Ricardo, que tinha um KG 1600 1970/71 branco, dos mais bonitos do Rio. O Paulo Renha costumava ir lá também, com o Puma. O Ricardo, mais tarde chegou a correr e andar bastante bem. Outro que andava bem era o Kleber Mansur, que tambem correu, mais tarde. Na minha opinião, o Julio estava entre os melhores dali.

De vez em quando quem aparecia lá era o Fernando Calmon, que tinha um KG azul pavão, bonito, exceto pela cor. Outro habitueé era o Lito Cavalcanti.
Tinha um povo que, como muitos, gostava de carros e de corridas, mas não acelerava: Pimpão (Puma 1600 bravo), Otavinho Gouvea de Bulhões (o filho), que tinha um Puma 2.200 brabissimo, chegou a participar de uma prova de estreantes em SP, mas sem andar mutio forte. Tinha um cara que tinha um Puma verde, gente muito fina, sempre estava com um pastor alemão preto. Esse cara eu soube que morreu num acidente na saida do Rebouças, de carona no carro de outro cara de lá. Era muita gente, não dá pra lembrar de todos.

Eu não ia lá sempre, só as verzes. Ficavamos mais era na Sá Ferreira, em Copa, e na oficina da Gavea. Lá na Ben Volkseu conheci o Waltinho Salles, que na epoca, ainda menor de idade (acho que com 15 ou 16 anos), tinha ganho do pai uma BMW 2002 Tii, laranja, maravilhosa de babar. Ele só podia usar de vez em quando, nos fins de semana !!!

Abraços

Antonio


PermalinkPermalink 24.09.09 @ 00:43



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

Já que falaram em Puma 1900/2000... aviso que o Fusca 72-2000 Kit Puma, matador de Okrasa 1200 (aguenta essa Saloma ... hahahaah) tá bem adiantado....

PermalinkPermalink 24.09.09 @ 19:18



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Agora vai ter briga...vou ter que chamar para acelerar!!!!

PermalinkPermalink 24.09.09 @ 20:16



Comentário de: Vicente

Brimo,
Lembre-se do velho "deitado": "there is no substitute for cubic inches".


PermalinkPermalink 25.09.09 @ 11:55



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

E daí..........

PermalinkPermalink 25.09.09 @ 13:18



Comentário de: Vicente

Hummm quanta valentia!
Peitar um 1600 standard até que o 1200 (com eixo Tornado passa para 1400) fuçado poderia, mas um 2000 ....

PermalinkPermalink 25.09.09 @ 14:03



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

O Romeu ficou de conseguir o patrocinio para correr em SP ... mas tá dificil ... hahahhahaaha

PermalinkPermalink 25.09.09 @ 14:33



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

... to tentando fechar patrocinio com a ING e Mutua Madrileña ... a cota é a metade do valor que investiam na Renault.... (hahahahahahaahah)

PermalinkPermalink 25.09.09 @ 14:35



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Para facilitar a vida do Golias "2000", podemos travar umas preliminares em Londrina...descendo o bacião e o grampo, sei não. É bom ter conjunto harmonioso...

PermalinkPermalink 25.09.09 @ 16:33



Comentário de: Vicente

Tá pintando um clima de desafio .....
O cenário proposto pelo dono do boteco favorece o Okrasa. Vamos então para um campo neutro. Que tal a Via Dutra (Rio-SP), subida da Serra das Araras, partindo logo após o "pardal" e chegada uma curva antes do Posto da Polícia Rodoviária.

PermalinkPermalink 25.09.09 @ 17:50



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

Conjunto harmonioso? Não recebeu as fotos do chassi com suspensão de catraca, amortecedor de chevette, disco original de fusca, pinça de santana, cilindro mestre de galaxie/f100/kadett/monza, freios traseiros da Brasilia, cambio com coxins de poliureta e cintas de reforço??? Só falta vc pedir a regulagem/geometria da suspensão huhuhuh Londrina 2010, porque não ?

PermalinkPermalink 25.09.09 @ 20:32



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Brincou...vc quer uma ou duas curvas de vantagem. Pode passar lançado pela reta, que saio parado dos boxes...

PermalinkPermalink 25.09.09 @ 22:29



Comentário de: Vicente

Gentlemen, start your engines .....

PermalinkPermalink 26.09.09 @ 11:19



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

Se o mille duke okrasa anda bem e tem todo esse 'chão', porque não corre na classic em vez de provinha de regularidade com média de velocidade estabelecida pelo piloto em 40 km/h ? (hahahahahahahaha) É capaz de tomar bucha até do Lada do gomes.... hahahahah .... Brincadeira... não esquenta Saloma... To montando o carro, ainda tenho um longo caminho para acertar a suspensão, motor e freio... Mas como é carro para rua, nem to me estressando muito, quero é montar e colocar para rodar o resto a gente vai acertando...

PermalinkPermalink 26.09.09 @ 21:32



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Se o mileduke não corre na Classic...é simples! Eu participava, bem lá atrás das provas da Classic, então com duas categorias distintas, até 1600 e 2000cc. Competia contra carros mais bem preparados e ia para o autódromo rodando e só fazia um trabalho de tirar os parachoques, quando precisava e outras não. Tenho ótimos tempos com ele, mas depois de dois anos competindo e me divertindo, resolveram puxar o tapete da categoria até 1600 e só restou a cilindrada limite de 2000cc. Virava em 2m34s, isso comprovado em planilha de prova pela FASP e pódios de segundos, porque em primeiro sempre chegava a carretera Topolino do Finotti, na época amarela e com motor 1500cc a ar. Depois de torcer chassis e sacrificar a barata, com as mudanças, parei das pista, retornei o setup de rua e me divirto fazendo rallys de regularidade e a uso para dar umas bandas nos finais de semana...e depois conto mais!

PermalinkPermalink 26.09.09 @ 22:37



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

Pois é, colocar na pista sacrifica demais a estrutura do carro... por isso o meu 2000 é para uso de rua, viagens para encontro de antigos, no maximo umas puxadas na arrancada de fuscas que tem em alguns encontros de fuscas aqui no RS... Saloma, só lembrando, as minhas 'provocações' é tudo brincadeira, tenho o maior respeito por vc e pelo 1200 okrasa. E certamente vc vai me ajudar no acerto do setup do meu besouro...abraço...

PermalinkPermalink 27.09.09 @ 14:17



Comentário de: Antonio Seabra

Po Vicente,

Subida das Araras, motor 2000 contra o "mil e duca" Okrasa (1400cc), é covardia...ainda que o Okrasinha tivesse mais chão.Rs, rs, rs

Antonio

PermalinkPermalink 27.09.09 @ 17:45



Comentário de: Vicente

Antonio,
O Saloma queria puxar a brasa para a sardinha dele.

PermalinkPermalink 28.09.09 @ 13:39



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

E tem!!!!!!!!

PermalinkPermalink 28.09.09 @ 13:47



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

Uma disputa desses dois fuscas seria muito interessante.... O Saloma chegaria com tudo na parte de baixa velocidade e eu passaria por ele igual a um raio nas retas... Eu teria que melhorar o chão do meu fusca, mas como é para uso de rua vou deixar com aquela configuração que postei anteriormente...

PermalinkPermalink 28.09.09 @ 15:43



Comentário de: Vicente

Daqui a pouco o "brimo" vai querer desafiar aquele VW 2300 que barbarizou na subida do Jaraguá. Ele não põe na cabeça que "there is no substitute for cubic inches". Acostumou-se a andar na frente de DKWs e Gordinis, dá nisso ...

PermalinkPermalink 29.09.09 @ 11:01



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Com o setup de rua vouuuuuuuuu..........e Vicente não põe idéias na cabeça!

PermalinkPermalink 29.09.09 @ 13:07



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

Qual é o segredo para o okrasa ter tanto chão? Pois se a suspensão é original 1200, aquele sistema de buchas e bitola traseira pequena, não ajuda em nada...

PermalinkPermalink 29.09.09 @ 15:46



Comentário de: Vicente

Joao Cesar,
O segredo ..... o brimo" modestamente vai dizer que além do auxílio luxuoso de uma empresa de Sampa especializada em alinhamento e acerto de suspensões, tem um acessório entre o banco e o volante que faz a maior difereça.
Não tema o 1200 (se é que não é 1400 cm3 com eixo Tornado). Um amigo meu, preparador de motores bissexto, residente no bairro do Leme, diz que andar de 1200 é o maior barato. Você pode brincar de dar a maior lenha na maior segurança, à estonteante velocidade de 40 a 60 km/h, e curte como se estivesse num rally de velocidade ou batendo o recorde de Nurburgring. Sem falar que pode encarar as curvas em quarta de pé no fundo, sem o menor problema.

Saloma,
Acerte-se com o Joao Cesar para por tirar essas coisas a limpo. Você escolhe o circuito, o Joao Cesar tira um dos cabos de vela como handicap. O que você acha?

PermalinkPermalink 29.09.09 @ 16:58



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

O que acho...hummmmmmmm...montanha abaixo, saiam da frente!!!

PermalinkPermalink 29.09.09 @ 17:58



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

huhuhuh... o Vicente tá colocando gasolina aditivada na fogueira... hahahahah ...

PermalinkPermalink 29.09.09 @ 22:05



Comentário de: Vicente

Saloma vive falando que o Okrasinha é 1200 ... Não sei não ... Para ele tirar essa onda toda, deve ter eixo Tornado (1400 cm3) ou então o miolo do motor pode ser de Porsche 356 (1600 cm3), como a Dacon fazia com os KG de chapa.

PermalinkPermalink 30.09.09 @ 09:37



Comentário de: Antonio

Saloma,

Afinal, o que é que tem debaixo do capô ??? è Porsche mesmo o é 1400 cc ??

Antonio

PermalinkPermalink 30.09.09 @ 14:10



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

Opa... porsche 356? Só alinho se abriem o motor do Saloma.... hahahahah

PermalinkPermalink 30.09.09 @ 16:10



Comentário de: Luiz "Okrasa" Salomão Email

Hummmmmmmmmm.........nãnãninanão!!!!!!!!!!!!!!

PermalinkPermalink 30.09.09 @ 17:15



Comentário de: Vicente

Taí, Saloma enruste a franga. Diz que o "Okrasinha" é 1200, pura cascata. Aqui no Rio, em meados dos anos 60, o Luis Felipe da Gama Cruz andava na frente de DKWs e Gordinis com seu VW-Okrasa com eixo Tornado (1400 cm3). Com o advento dos motores 1600, apareceram diversas carreterinhas VW (Protótipos Experimantais CBA) e aí o Felipe aposentou o equipamento Okrasa. E agora o "brimo" vem com essa valentia toda, desafiando o VW 2000 cm3 do João Cesar, dizendo que é 1200? Nem com compressor Judson.

PermalinkPermalink 30.09.09 @ 18:37



Comentário de: João Cesar · http://www.fnva.com.br

To vendo que vou ter que aumentar esse motor, usar pistões de 94 mm e vira de 84 mm ... Brincadeira.... quem sabe num futuro upgrade, por enquanto quero fechar esse 2000 (90,5 x 78,4 = 2007 cm3) e ver no que vai dar ... Saloma, olho grande, fui na garagem agora a noite e tinha uma poça de oleo de cambio, furou a coifa do eixo (choro) ... abraço

PermalinkPermalink 30.09.09 @ 22:02



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