PAPOS DE BOX - BRASILÍA #71
Sábado, Ago 08, 2009
PAPOS DE BOX - BRASILÍA #71
11ª. Corrida – Interlagos 02-08-2009
Preliminar da 500 Quilômetros de São Paulo(extra-campeonato)
Meu Deus que saudades!
Por motivos de trabalho não pude participar das tres últimas etapas do nosso campeonato. Uma vez que não o estava mais disputando, preferi correr essa preliminar dos 500 km pela bela festa que sempre costuma ser.
O Nenê havia levado o carro para a pista com antecedencia para poder testar tudo direitinho, e evitar que eu perdesse mais uma viagem para São Paulo sem poder terminar uma prova por algum problema mecânico. Infelizmente a semana foi toda de chuva e o carro ficou alí paradinho no box. Foi porém ajustado e revisado com todo o carinho. O motor fora remontado pelo Fábio, e de pistôes e bielas novas, aguardava por sua estréia. Quem iria estrear também seria a tal barra estabilizadora dianteira sugerida pelo Bob Sharp e que fora finalmente produzida e instalada pelo Jorge.
Chovia em Sampa e no Rio. Na sexta de manhã ás 6:00 hs. ligo para o Nenê. Ele me avisa que a chuva está forte e que não há sinais de melhora. Combinamos matar o treino de sexta a tarde, e fazer só o de sábado pela manhã. Volto para a cama, mas cadê sono! Me visto e parto pela via Dutra debaixo d’água. Depois da neblina da Serra das Araras a coisa melhora um pouquinho. Chego em São Paulo e vou direto para a pista. A chuva havia parado mas só uma meia dúzia treinou. Todo mundo com tempo alto. Não perdi grande coisa. A LF estava presente “au grand complet”, com todos os seus carros no box # 20. Aproveitei meu tempo para visitar os bólidos que iriam correr os 500 km. O amigo Roberto Aranha, team manager do Ford GT número 12, gentilmemnte me levou para conhecer o carro. Que espetáculo! 580 cv que, segundo ele, gastam menos combustível do que os Porsche. O consumo é monitorado diretamente nos bicos de injeção individualmente. Este é o chassis # 2 da Matech, fabricante suiça do carro. Quando perguntei se o carro era mais traseiro ou mais dianteiro, ele me respondeu: “ Como você quiser que fique. Tem regulagem para tudo”. Infelizmente se retiraram da prova na 46ª. volta por problemas mecânicos.

Fui para o hotel, jantei e me meti na cama feliz da vida de estar novamente em Interlagos às vesperas de mais uma prova.
Sábado, quando toca o despertador às 6:30, pulo da cama e vou até a janela para checar o tempo. Ôba, sêco!
Chegando na pista, a melhor parte! Ir reencontrando e abraçando os amigos e colegas que vão chegando.
Quero ser um dos primeiros a ir para a pista assim que esta for liberada. Afinal, tenho muito o que fazer. Aprender como o carro está de chão com a nova barra, o novo câmbio, e o novo motor!
Regulamos o “shift light” para só 5.800 RPM e lá vou eu. Primeira volta lenta e a segunda um pouquinho mais rápida. Dá para sentir que de chão o bichinho está uma delícia! Completamente neutro, é só apontar na curva e dar gás que ele obedece docilmente. Perfeito!

Na quarta volta, logo na saída da Curva do Sol, a pleno motor, a cabine se enche de fumaça! Não enxergo mais nada, parece que tá pegando fogo! Olho pelo espelho mas não há chama alguma. Devagarzinho sigo reto na descida do lago, encosto na cabine do bandeirinha lá longe, e desligo o motor. A fumaça se dissipa e peço que o bandeirinha dê uma olhada na traseira do carro. Ele volta e diz que está tudo sêco, sem vazamentos e tudo aparentemente normal. Dou a partida e um barulhinho de latinha moendo se faz presente. Vou bem devagarzinho até o box e paro. Parece ser a bomba de óleo, e é mesmo. Pronto! Mais uma vez sem motor...
Mais desanimado do que eu ficou o Nenê. Mas só por uns instantes. Com a garra de sempre dos mecas, e a providencial gentileza, também de sempre, do Rogério Tranjam, ia ter motor para correr no domingo. Ficaria porém de fora do treino classificatório de sábado á tarde, e por isso, largaria em último. Ora, só largar já ia ser uma vitória! Nenê com seu Corcel II fez a pole virando em 2:01.709. Em oitavo um lindo e surpreendente Fusca laranja 1.4 a ar com 2:07.125. Bem, não tão surpreendente assim se levarmos em conta que o carro foi preparado pelo Della Barba, e pilotado pelo José Augusto, 7 vezes campeão da Speed...

Logo após o treino de classificação, como de hábito, vamos para o briefing. Foi uma farra. Estavam todos de bom humor e foi muito divertido. Alguém propôs que houvesse a entrada do safety car na sexta volta, como se fazia antes de 2008. Como era uma prova extra-campeonato todos concordaram. Inclusive eu, que nunca havia tido essa experiência e queria experimentar. O Ernesto, nosso diretor de prova, foi enfático em explicar que na re-largada, depois da saída do safety car, e mesmo após a luz verde acesa, os carros deveriam manter suas posições até cruzarem a faixa branca logo depois da cronometragem, caso contrário, seriam sumáriamente desclassificados.
Às 4 hs. da tarde o motor “novo” já está instalado. Obrigado ao Magrão, Marconi, Rafa, Fábio, Nenê, e a todos os demais que meteram a mão na graxa para aprontar tudo a tempo. Agora é só esperar, ansiosamente, pela prova de amanhã. Bons papos com os colegas, e com Mestre Jóca e Saloma. Onde anda o Ceregatti? Tempo sêco mas céu pesado.
Domingo amanhece bom. Pinta até um solzinho. Muita movimentação na chegada ao autódromo, que está todo embandeirado e enfeitado. Bastante gente indo de lá pra cá no pit lane. As arquibancadas, infelizmente, vazias...
Chega o Rodrigo da Motorez Velozes, e instala a camera on board. Largando em último deve dar para filmar umas ultrapassagens. Surpresa! Não sou mais o último.
Aparecem para correr o caro amigo Marcelo Chamma do rapidíssimo Puma número 3 também da LF, e um tal de Harmel com um Passat laranjão cor de fogo, com o número 30, de outra equipe. Explico para o Marcelo que haverá safety car, e transmito as recomendações do diretor da prova quanto á re-largada.

O Fábio zelosamente me recomenda sériamente: “Vai de olho na pressão do óleo. Se baixar de 2 kg. encosta e para imediatamente.” OK. Ainda mais que o motor é emprestado.
Todos prontos, formamos aquela fila meio desorganizada no pit lane com todos os carros saindo dos boxes ao mesmo tempo enquanto a pista ainda não foi liberada.

Mãos amigas vem desejar boa sorte enquanto aguardamos a bandeira verde. Checam as luzes de freio e um fiscal abre a porta do passageiro e retira o pino trava do extintor. Boa medida. De repente a fila anda. Saio para a pista e dou uma nova passada pelos boxes antes de alinhar avisando com o polegar para cima aos mecânicos que tudo está funcionando direitinho.
Na hora de alinhar o Marcelo Chamma pára o seu carro na minha posição, junto ao muro dos boxes. O fiscal empurra seu carro para uma posição atrás, na linha de fora, junto às arquibancadas. Atrás de mim agora, se posiciona o Passat vermelhão número 30. Antes tivesse ficado como estava. O meca Milton vem me fazer companhia no grid. Placas de cinco e de tres minutos. Os motores voltam a roncar. O safety car finalmente se movimenta e nós o seguimos. Lá pelo mergulho vamos nos ajeitando para a largada lançada. Subimos o Café já todos juntinhos, e vou dozando com o pedal da direita, com a segunda marcha enchendo aos poucos, aguardando o melhor momento de acelerar fundo. No hotel, na véspera, traçara minha “estratégia” de largada: Acelerar fundo e ultrapassar o Lada do Flávio que estava posicionado á minha frente, e mais uns dois ou tres pelo menos. As outras “vítimas” seriam o Jr. no Puma branco, o primo no Fiat 147, e quem sabe, o Rogério no Passat Trovão azul 44. Na pratica, deu tudo errado! No momento em que pensei em pisar fundo para colar no Lada e, instantes antes da bandeirada, um vulto vermelhão me passa pela esquerda rente ao muro, queimando escandalosamente a largada, e se colocando bem na minha frente, “empurrando” o Flávio que havia feito uma partida espetacular.

Com isso o Flávio se foi, assim como quase todas as outras “vítimas” programadas. Deixo para trás um Fusca de número 177 e o Puma do Jr, e descemos o S do Senna emboladíssimos. Com toda a sua experiencia de heptacampeão, o José Augusto fica calmamente para trás esperando a coisa clarear. O Marcelo Chamma já me ultrapassara, e seguia como um raio. Fiquei preso atrás do Passat do 147 do primo e assim descemos a Reta Oposta. Na freada do Lago passei pelo primo. O José Augusto nos levou a todos com seu Fusca antes do Laranjinha! Fui chegando no Trovão Azul, mas cadê espaço? Na saída do S do miolo e do Bico de Pato o motor rateava e perdia força para logo em seguida embalar de novo. Mesmo assim consegui me livrar do Trovão, e fui para cima do Flávio. Fizemos a Junção colados e daí os cavalinhos a mais da Brasa deixaram o Lada para trás na subida do Café. Largara em 14º., e fechei a primeira volta em 11º. Em algum lugar o Marcelo Chamma rodou, pois de repente estava grudado na minha cola novamente! Fecho a porta daqui, alargo dalí, mas nada feito. Na freada da Junção ele vem por dentro travando tudo, no meio da maior fumaceira, e bota por dentro. Derrapa, alarga a trajetória, quase que vai pro espaço, mas ainda assim sobe a ladeira na minha frente. Não me recordo em que ponto da pista foi, mas também passei o Passat vermelhão.

Vou á caça do Magnussen no Puma número 99 preto. Pouco a pouco vou chegando nele, e na sexta volta quando saio para a direita para ultrapassá-lo na altura da entrada dos boxes.... bandeira amarela! Hora do safety car. Tenho que frear forte para não passar por ele, e formamos uma fila indiana. O vermelhão novamente atrás de mim, hmmm... A turma vai se juntando, e já vamos subindo o Café para a re-largada. Se a primeira queima de largada do Passat vermelhão número 30 do Harmel foi escandalosa, desta vez, foi indecente! Ainda nem bem haviamos entrado na reta e ele já passava todo mundo desembestado.
Agora eu me pergunto: Porque será que o Ernesto que havia sido tão enfático no briefing quanto às punições para uma eventual queimada, nada fez? Seria por que era uma prova “festa”? Ah, sim! O Harmel não participou do briefing, portanto pode-se imaginar que não fez por mal. Ué? E pode correr sem ter feito o briefing? Não sei. Mas foi uma bela zona de fiscalização, isso sim. Botei o braço para fora e gesticulei frenéticamente bem em frente da cronometragem. Fiquei tão desconcertado com isso que cheguei a errar o engate da 2ª. marcha na redução para o S do Senna. O Puma preto abriu e o vermelhão se foi... Teria sido melhor para mim que não tivesse havido safety car nenhum. Num certo momento o Marcelo Chamma me ultrapassa novamente! Deve ter rodado. Daí para a frente a pressão do óleo começou a cair e comecei a meneirar de olho no relojinho. De 4 kg. Foi para três, de três para dois e meio, e continuava a baixar lentamente, volta após volta. Na penúltima, lá pelo miolo, encostou nos 2 Kg. e tirei o pé de vez. O Marcelo Chamma “pião laranja” me passa pela terceira vez! Entrei na Curva da Junção pensando em ir para o box. Nem foi preciso. O motor apagou e só deu para sair para a graminha pelo lado de fora mesmo, num ponto super perigoso. Veio logo um Jeep do resgate e me rebocou para o lado oposto, em segurança. Nem desenganchou, pois foi só esperar mais uma volta, e a brincadeira acabou. Cheguei rebocado e com a correia solta.
Mais uma, ou seria menos uma...?
Apesar da frustração, teve pódio, troféu, e aquela coisa gasosa engarrafada para todos da Divisão 3.
Recebi minha taça das mão do Chiquinho Lameirão, uma honra!

Apesar de tudo, me diverti e valeu a pena. Afinal, foram 3 etapas sem competir. Por falar nisso, que falta que faz treinar e estar afiado. Estava pelo menos uns 2 segundos mais lento que meus tempos “normais”, apesar do carro estar formidável em matéria de estabilidade. Com o “chão” definitivamente resolvido, agora só falta mesmo consertar o motor e “afinar” o braço!
Hugo Borghi
Brasília#71
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Não compareci, ocupado que estava em lamber feridas recentes.
Quanto ao Fusca laranja e o Zé Augusto:
O fusca é um primor, obra do mestre Edmar Della Barba, naquele padrão inigualável de capricho e competencia.
Mas o Zé Augusto... Uma indecencia o que pilota, o que extrai de seu carro. Sou seu fã desde que o vi contornando o S a primeira vez, todo torto atacando as zebras com a displicencia do competentes e se apoiando na porta pra contornar...
Não sei se dou risada ou choro ao lembrar da minha "tocada".
Voce acertou na mosca no "pião laranja"!
Acho que rodei tres vezes, passei do ponto, levei puxão de orelha de todo mundo, até do grande mestre Luis Finotti.
De bom, a experiencia nas brigas limpas com voce e o Ricardo M.,(cadê o Bianco?)e o podium com todos.
Tivemos colegas que queimaram as largadas, vi tudo porque nas duas eu estava em ULTIMO-um deles (muito gentil) até me deu a oportunidade de fazer o sol de pé embaixo pela grama externa (muito muito agradavel!!!!!).
abraços
Continue assim, mandando vê...
abs
Esse negócio de largada lançada nunca vai dar certo. A largada sempre acaba começando na Junção, se não começar antes.
Falei diversas vezes com o Ernesto, mas nunca tive sucesso e passei a largar da Junção também, cansei de ser trouxa e não me venham com essa bobagem de gentlemen drivers que isso nçao existe. O que existe é quem tem mais ou menos adrenalina.
O Diretor de Prova não tem como ver isso em Interlagos. Largada lançada é um macaquismo americano, mas lá as pistas são os ovais sem graça, fica fácil ver quem não se comporta. Interlagos com seus morros fica impossível se aplicar isso.
Não concordo que seja mais segura, pois não é, já vi acidentes pavorosos nas largadas lançadas.
Os que defendem a largada lançada é porque tem câmbio com a primeira longa ou embreagem de vidro.
Caríssimo Don Ceregatti,
Espero que as feridas sarem logo, e que vc. re-apareça com a contagiante alegria de sempre para nos incentivar.
Vc. faz falta.
Realmente o José Augusto desce o S do Senna exatamente como vc. descreveu.
Fiquei um bom tempo alí tentando aprender alguma coisa.
Forte abraço,
Hugo
Obrigado amigo.
Precisampos nos encontrar com mais calma e papear um pouco.
Abração,
Hugo
O prazer da conversa é recíproco. Vc. não tem idéia do que aprendo ouvindo suas estórias! Sua memória para eventos e datas é prodigiosa. Alí no café, com o Chiquinho Lameirão, não entendí nada do que vcs. falavam de um momento meio obscuro da equipe Hollywood... Qq. hora dessas vc. me explica.
Espero que continue sempre a "bater ponto" junto a nós.
Abração,
Hugo
Caro amigo,
Acho que vc. deve dar risada.
Afinal, que foi divertido foi! Vc. e o teu Puma laranja são muito rápidos!
Sempre foram. Na primeira saída tua para a pista, no teu primeiro treino "ever", me lembro que vc. virou um "temporal"! Impressionou a nós todos, inclusive aos Finotti.
No pódio vc. falou tudo: "Que falta que faz treinar"!
Daí, naquele dia, vc. estar um pouquinho mais rápido do que o carro.
Entendí teu recado. Tb. ví você "aparando" grama na saída do Sol...
Vamos marcar outro encontro no pódio? Espero que as nossas quebras tenham terminado!
Grande abraço,
Hugo
Obrigado! Sim, acho que a barra pode ser instalada tb. no teu carro sem problemas. Quando ao Fusca laranja foguete, pelo o que ouví, o motor é um 1.300 trabalhado. Agora, o que tem dentro, deve ser um baita segredo do mestre Edmar...
Abraço,
Hugo
Esse negócio de largada lançada é uma zona. Posso dizer que NUNCA participei de uma largada lançada sem que tenha sido ultrapassado por algum infrator. Para quem está entre os 6 primeiros, até parece que a coisa é organizada. Agora dalí para trás é salve-se quem puder.
Duas medidas urgentes para abrilhantar a categoria: Largada parada e a volta do safety car na metade da prova.
Obrigado Roberto.
A não ser por uma bateria em Londrina, nunca larguei parado. Lá correu tudo bem, e tb. não ví nenhum perigo maior.
Bem que poderiamos experimentar novamente algumas em Interlagos como era feito antes...
Porque será que os diretores de prova são tão reticentes quanto a isso?
Abraço,
Hugo
Cada um tem seu jeito de pilotar e o meu me alegrou no S do Senna e me derrubou no Lago.Estou começando e acima de tudo feliz por realizar um sonho que espero , dure muito.
Fiquei muito feliz quando voce veio me desejar sorte na largada.Me senti integrado ao grupo dos que vieram para fazer da Classic um momento de prazer e respeito, mesmo disputando roda a roda
Vou continuar a "mandar vê" , mas lembrando da dor na orelha que o Finottão me deixou!
abraços
Marcelo
Concordo com sua visão sobre a largada lançada, é muito perigosa com o grid cheio.
Os AP qdo largam atrás, chegam na linha de largada já engantando a 4ªmarcha, cortando todo mundo e na freiada, é CRUZCREDO!
Acho que deveriamos experimentar uma largada parada.
Por outro lado, parece muito coerente termos o carro madrinha no meio da prova.
Não devemos esquecer a importancia dde facilitar as disputas, trazendo o prazer de pilotar e o espetáculo, essenciais para manter "praticantes" motivados
abraços
As corridas para nos amadores tem por finalidade a diversao,que deve começar já no momento em que se arruma a mala e principalmente qdo se abre mão do stress e do trabalho. senti no seu relato q vc é desses q tiram proveito até de uma quebra,PARABÉNS!!
À respeito dos comentarios seus e do Ceregatti,só tenho a dizer q esse reconhecimento e elogios por parte de outros pilotos é q me motiva cada vez mais,além de me fortalecer! Muito obrigado,por mim e pelo Barba.
Grande Fernando,
Pois é...Infelizmente temos nos desencontrado.
Vamos ver se consigo participar das 2 últimas do campeonato.
Na última que fizemos juntos, o "The Shark" estava andando muito!
Bem que poderiamos fazer um grupo para pedir que a largada fosse novamente parada. O que será que a turma mais experiente da "velha guarda" da categoria acha?
Aliás, porque mudou para lançada? Alguém sabe? E quem seriam os eventuias prejudicados caso a coisa pudesse ser revertida?
Abração,
Hugo
Obrigado pelas gentís palavras.
É isso mesmo, temos que tentar tirar algo de positivo até dos reveses...
Quanto à dupla Edmar/Zé Augusto, foi show!
Grande abraço,
Hugo
a largada mudou pois o Malanga, o Gulla e outros tem câmbios longos que chegam a 120 por hora em primeira marcha fizeram pressão. Já fiz umas 15 largadas paradas e é, com certeza, muito melhor. As infrações são punidas e exige técnica.
Esse papo de segurança é a maior balela que existe. Os caras querem tudo para eles. Isso também serve para o safety.
O caso do safety também é obra deles. Os caras não aguentam tomar pau do Nenê e dizem que ele fica cozinhando o galo na primeira parte da corrida para arrepiar na parte final. Me desculpem mas o Nenê, o Zé Augusto, o Stanley ganham de todos os outros com o pé nas costas. São pilotos de verdade.
Acho que para ser bacana o safety, deveriam criar uma pontuação intermediária, para dar mais importância a parte inicial da corrida.
O Zé Augusto falou no briefing que tem visto as nossas corridas e elas tem sido muito chatas para quem assiste. É a mais absoluta verdade. Às vezes tem sido muito chatas para quem está lá dentro ...... correndo sozinho.
Acho que deveríamos tentar mudar, melhorar para 2010. Talvez fazendo um abaixo-assinado, sei lá.
Abraços,
Rogério Tranjan
Passat #44, o Trovão Azul
PS. Parabéns Hugo por mais esse texto brilhante. Tenha certeza que as coisas vão melhorar.
Existem varias maneiras de se adequar o motor 1.3 a este nosso regulamento 1.4.
No meu caso optei pela troca dos pistões, mais pela facilidade da preparação e da manutenção, do que por algum outro fator técnico.
Acredito que se alguém for por outro caminho, por exemplo (alterar somente curso) também conseguira um ótimo acerto.
Grande Abraço,
Della Barba
Sou suspeito para falar mas seu carro é lindo
Como disse o Rogerio Trovão, que rodas!!!!
voce me deve um café, pelos direitos autorais
abraços
Marcelo
Marcelo
sabe que a Glasurit fez esta tinta em cima da McLaren M20, da CanAm?.Pesquisamos pra caramba até achar o tom.
Que bom encontrar vc. por aqui!
Grande abraço,
Hugo
Obrigado Trovão!
Eu topo! Abaixo assinado, votar, qq. coisa...
Nem que seja para experimentar por um tempo para ver o que acontece.
Afinal os carros estão bastante diferentes agora, com quase todos montando câmbios escalonados. Quando mudaram para lançada, poucos os utilizavam.
As queimadas estão ficando cada vez mais frequentes, e com essa impunidade reinante, a tendência é que cresçam. Daí, vai ter gente acelerando mesmo lá na Junção, como bem diz o Zullino.
Apesar do safety car ter sido prejudicial no meu caso, na última, tb. voto pela sua volta em prol do espetáculo.
Abração,
Hugo
Obrigado! Ouví um papo, no outro dia, de se colocar mais um banco em alguns carros para levarmos convidados para uma voltinha rápida...
O pessoal da FASP topa. Já perguntei.
Vamos ver quem se habilita...
Grande abraço,
Hugo
Não costumo criticar a Fasp pela organização das corridas, acho que tudo funciona muito bem. No entanto, físicamente é impossível para o Diretor saber o que acontece, simplesmente nem há tempo para anular, vem todo mundo a milhão e anular é arriscado. O Diretor escolhe deixar para lá se a coisa não for muito flagrante.
O Ernesto é na minha opinião um dos melhores, se não o melhor diretor de prova. Ele deve saber que não pode ser muito severo e deve deixar a coisa correr, notadamente em uma categoria de "gentlemen" drivers.
O pior acidente que vi foi na Força Livre e o diretor era o Magrão que fez valer sua autoridade e anulou a largada, corretamente por sinal. Foi um strike e tanto. Um Opala de um principiante vinha lá de trás a toda e na hora que viu o Ometto e o Coruja diminuindo não deu para fazer mais nada, mandou o Coruja para o muro e o destruiu o carro do Ometto. Dois Omegas e um Opala no lixo, por pouco não houve ferimentos mais sérios.
A posição contra a largada lançada não é por gostar disso ou daquilo, mas sim porque a pista é inadequada para a adoção do procedimento.
Eu também sou a favor da largada parada e pelo que andei conversando nas ultimas corrida com outros pilotos acho que 90% dos pilotos são a favoraveis a largada parada, é um ponto que podemos rever no regulamento para 2010.
Um abraço e até a próxima.
Obrigado grande André!
Sentí falta das nossas disputas acirradíssimas!
Se a grande maioria for a favor, não vejo problema em convencer o Ernesto. Ainda mais que ele está nos devendo uma fiscalização bem mais caprichada.
Fala, fala, e fala em segurança e punições, mas na hora H nada acontece...
Não vou estar no próximo briefing mas podem levar meu recado para ele. Podem dizer com todas as letras que o Hugo da Brasília # 71 ficou profundamente decepcionado com a impunidade às queimadas na última prova, e que é impossível ninguém da cronometragem não ter visto meus acenos com o braço totalmemnte esticado, bem em frente a ela !!! Aliás, te peço o favor, se vc. não se incomodar, de ser meu porta voz e dizer isso em meu nome para ele que foi tão enfático no briefing, principalmente, quanto a re-largada. Na primeira opotunidade vou reclamar pessoalmente. E não foi só o Passat vermelhão que queimou não...
Grande abraço,
Hugo
Pode deixar que vou transmitir o seu recado ao Ernesto.
Um abraço!
Obrigado André. Outra coisa que vc. (já que vais estar "com a mão na massa"!)pode cobrar dele (já o fiz, ele ficou de comentar no briefing, mas esqueceu...), é o seguinte:
Carro madrinha sai para volta de apresentação. Os carros se movimentam. Daí, vc. que está, digamos, em 9o. lugar no grid, tem um problema qq., e o teu carro não se move. Antes do último do grid te passar, o teu carro pega e anda. Pergunta: Vc. pode reassumir o teu lugar, tem que ficar onde está, ou larga em último?
Já presenciei o Malanga ser empurrado para o carro pegar, sair lá atrás, desembestar costurando todo mundo na volta de apresentação, e reassumir a POLE! Um perigo danado.
Acho que o Ernesto vai ter muito que explicar! Rsrsrsrs...
Pretendo visitar vcs. na prova de sábado, e desejar boa sorte pessoalmente.
Abração,
Hugo
Vamos tentar começar a fazer um barulho já nesse próximo briefing.
Um abraço a todos.
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