KART IN RIO...1975
Sábado, Mai 02, 2009
KART IN RIO...1975
Memórias do Vicente...
"O ano é 1975, o circuito era o maravilhoso Maqui-Mundi, na Barra. Eu apareço com meu habitual macacão branco com faixas vermelhas e uma amarela ao centro, de capacete AGV aberto, "old style" com bolha, no meu Cox-Komet (numeral 39 que não aparece na foto) amarelo por dentro da curva.

Vicente de macacão de listras vermelhas e Roberto de macacão cinza e capacete verde...

Roberto fazendo pegar seu kart e voltando a prova...
Roberto (Cox-Parilla numeral 47) estava por fora e levou a pior. Um observador mais detalhista há de perceber que meu kart estava escapando de frente (sobesterçante) e, por causa disso e no afã de uma largada de kart, onde o "couro come", dei um tótó no meu amigo Roberto Aranha.... Não foi proposital, mas causei a saída da pista do meu amigo."
Um abraço,
Vicente Miranda (reprodução arquivo pessoal)
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Ou será que eu sonhei?
Agora, reparem que eles não tinham carenagem e a perna do piloto ficava exposta. Até no kartismo de antigamente os pilotos tinham que serem mais machos para pilotar e corriam mais riscos, como nas corridas de carros em circuitos de rua.
Jovino
Maqui Mundi era a pista do Luis Cláudio Mattos, um dos precursores do kartismo no RJ, ali na Barra, não era?
Vi um Brasileiro de kart no Maqui Mundi, não me recordo se em 75 ou 76, na categoria 2a. 100 cc venceu o carioca Luis Eduardo Lassance em cima de ninguém nada mais do que AYRTON SENNA! Na principal, 100 CC FIA deu o Waltinho Travaglini de Cox-Parilla, salvo engano.
Esses chassis Cox foram lançados aqui no Brasil pela Azeva (firma dos irmãos Afonso e Zeca Giaffone e do Waltinho Travaglini), na realidade uma cópia do chassi Taiffun alemão. Mas creio que em 75 a fábrica Cox já era dos irmãos Ciro e Caetano Aliperti, não estou bem certo.
Vicente, então você disputou roda-a-roda com Armando Balbi, Jaiminho Figueiredo, Jorginho Freitas et caterva, uma das melhores safras do automobilismo carioca?
PÔ, não é pra qualquer um....
Abs.
Continuando, a pista substituiu o já desgastado circuito do Novo Rio Country Club, também na Barra. A cada etapa do Campeonato Carioca a organização optava por uma opção nova. Imagine como isso fazia os custos subirem à estratosfera porque era tudo novo, calibragem de pneus, bitolas, geometria dianteira, distribuição de peso (posição de banco), relação de coroia e pinhão, etc...
O Luis Eduardo (Dudu) Lassance, andava de Cox, assim como seu irmão mais velho Luis Fernando (Nando) Lassance. Nando sempre dava preferência a correr com os temperamentais, porém rapidíssimos, motores Komet, porém seus melhores resultados vieram com Parilla. Dudu seguiu os passos do Nando, mas ficou mais para os Parilla do que para os Komet. Infelizmente Dudu e Nando faleceram prematuramente, Dudu de asa-delta e Nando de morte natural. Tenho uma foto de uma largada em que eu estou na fernte do Dudu. Vou procurar...
Quanto ao Waltinho, desde 19774 corria com chassis cópia do inglês Zip, após ter encerrado as atividades da Azeva, como eu já disse aqui num post sobre FBM. Lembrto-me de Waltinho ter estreado o Zip (inglês) com motor Parilla numa prova de 100 Milhas de Kart em Interlagos, se não me engano no final de 1973. O kart tinha uma enorme pinça de freio de Formula 3, e o Waltinho dava um show andando de lado no final da reta dos boxes. Dava show, mas a pilotagem limpa do Carol Figueiredo dava um resultado muito melhor no cronômetro. E tem gente que acha que andar de lado ganha tempo ...
A fabricaçção dos Cox pelos irmãos Aliperti, começou maravilhosamente bem, os chassis foram um pouco modernizados em relação ao Taffun original. Basicamente as laterais do chassis agora eram levemente em ângulo, e não mais paralelas, e assim o chassis foi denominado Cox-T, e o nome-fantasia da empresa era Cox-Noal (NO de Nogueira e AL de Aliperti) e ficava na Rua (ou Av.) Americo Brasiliense, ali perto da estátua do Borba Gato, no ..... Brooklin (?). Ciro e Alexandre, assim como o Engenheiro Riccieri Squassoni eram gente finíssima. Uma vez usinaram um cubo de roda para mim "overnight" para eu poder correr no dia seguinte.
Depois eu (e todo mundo) me rendi ao melhor rendimento dos chassis Mini SS, cópia dos Birel italianos (parachoque traseiro em forma de triângulo), chassis que fizeram muito sucesso nas mãos de Ricardo Patrese, Eddie Cheever, etc ...
Quanto aos nomes ilustres que você citou, digo que andamos na mesma época. Lembre-se também os nomes de Cesar Faria (campeão brasileiro nos anos 60), Newton Alves, Andreas Mattheis, Waltinho M. Salles, Roberto Aranha, Paulo Judice, John O´
onnel, Dudu e Nando Lassance, etc ...Encerrei minhas atividades no kart por questões de ordem estritamente financeira e passei a viver a vida em duas rodas ..... Cheguei a aventar a hipótese de comprar um VW Divisão 3 em São Paulo mas não teria dinheiro para manter o carro na pista.
Por onde você não andou nestes bons e velhos tempos?
Jovino
Eu tinha mais que um macacão. Treinava e tomava tempo com um já surrado. Pouco antes da largada trocava de macacão. Simples, não?
E mais, em dia de corrida, estando tudo funcionando bem, só se pegava em chave de vela, calibrador e no spray (Rocol) para lubrificar a corrente, ou, em tempos idos, pincel e graxa, sendo que se pega no pincel pelo cabo. Sem falar no "auxílio luxuoso" de um pano embebido em combustível para limpar as mãos.
Sempre tínhamos ajudantes, na maioria das vezes amigos a quem carinhosamente chamávamos de "camelos", que empurravam os karts para sair dos boxes e na largada, que davam uma mão em qualquer mecânica que se fizesse necessária.
Nesta época, 1975, morava em Belém do Pará mas os negócios de minha familia (exportação de mogno) me levavam de um lado para outro.Neste caso do Rio de Janeiro foi pura sorte. Neste ano me preparava pra entrar na faculdade de administração, mas dava também minhas voltinhas de kart em provas locais. na época usava um Mini SS e participei de algumas poucas provas numa categoria por nós chamada de 125 STD, completamente standard como o nome diz. Uma das coisas que me orgulho é que fui um dos fundadores e o primeiro presidente do Kart Clube de Belém. Se existe automobilismo no Pará, fui um dos incentivadores. Fiz um pouco de Km de Arrancada com um Opala SS4 e rali de regularidade também (Opala,Fusca,Brasilia e Passat TS, três provas de Div-1 na Classe B, mas minha maior participação foi como "cartola" dos clubes de kart e rali, ajudando também a fundar a federação de automobilismo local.De 93 a 96 fui comissário desportivo da FIA; aí abandonei tudo isto e fui cuidar da vida. Só retornei a frequentar autódromos três anos atrás, acompanhando a SuperClassic. O resto você sabe...
Grande abraço e desculpe me adiantar no "currículo"
Era uma equipe que não tinha limite para gastos da qual este que escreve sabe como era já que na ocasião eu fui o mecânico que deu inicio a tudo aquilo e culminou com nossa participação no Campeonato Mundial de Kart de 1974 em Portugal(Estoril)com os pilotos acima descritos.
Na próxima ocasião eu conto mais a respeito.
abs
LS
Na primeira prova que aqui foi usado, creio que nas 100 Milhas de BH, livrou logo 20 VOLTAS em cima do segundo colocado. Em condições normais, era de dois a três segundos mais rápido que os chassi nacionais. Nacionalizado, virou o Cox, fabricado pela Azeva.O sucesso do Cox forçou a Mini a copiar o Birel italiano, vindo daí o primeiro chassi SS, aquele que se pilotava sentado, ainda com as rodas estreitas.
Já o Sulam - conforme adiantou o Vicente Miranda - foi copiado do Zip inglês, em 74 pelo Waltinho Travaglini. Cheguei a andar num. Era um kart jeitoso de se pilotar mas ruim de acerto, respondia mal às regulagens. Um caso curioso: foi no Brasileiro de Kart de 76 (acho eu), disputado em Brasilia, no kartódromo do Guará. Tentávamos classificar um Sulam comprado de última hora, sem sucesso. O desespero nos levou - um amigo e eu - a bater na porta do vizinho de box, nada mais que a super-estrela do kart Ayrton Senna, que corria com o mesmo equipamento. Sisudo, ouviu calado nossas lamentações e pediu um pedaço de papel. A única coisa que tínhamos na ocasião era uma carteira vazia de cigarros Hollywood. E foi ali no verso da carteira de cigarros que, com sua famosa canhotinha, ele escreveu as tão desejadas regulagens de camber, caster, etc. Corremos a fazer as modificações e o kart mudou milagrosamente de figura. Conseguimos largar em 16o. lugar, uma boa colocação considerando o motorzinho disponível. Até hoje meu amigo guarda com muito carinho as garatujas no papel de cigarro.
Coisas de corrida...
Pedro para os amigos!... Amigo de décadas, desde os tempos de autorama nos anos 60, passando pelo kart, quando por um curto espaço de tempo tive a honra de ser auxiliado no box pelo amigo que agora passa a frequentar o boteco. Agradeço até hoje aquele pistão 0.10 de Komet, conseguido lá pelas bandas de Interlagos, lembra-se?
Pedro hoje reside em Lorena, SP, longe das matas tijucanas que o viram apertar os primeiros parafusos, ver os rachas no Alto da Boa Vista, ser cúmplice das meXânicas na casa do Beto Miranda (o que disputou um campeonato carioca com o J.R.Marinho), etc... Fez box para Newton Alves, tanto no kartismo como no automobilismo.
Tempo passou e ele foi chamado para ser o mecânico-chefe da Equipe de Kart do Supermercado Merci, dando suporte a Toninho da Matta e Jorge Freitas, os quais acomnpanhou no Mundial de Kart no Estoril (Portugal), enfrentando gente como Patrese, Cheever e outro ...
Continuando as apresentações, Pedro participa de uma equipe off-road em SP, como cúmplice na preparação de um Jeep e, para os desavisados, participa da construção de um avião "home-built" com motor Corvair.
Se hoje ele não mais está nas matas tijucanas, sem os kibes do Sheik que tanto comemos depois das corridas de kart, ou das caipirinhas do Sokana, levantemos um brinde virtual ao mais novo frequentador do boteco..
Um abraço de boas vindas,
Vicente
PS: imperdoável você não ter aparecido em Lindóia, onde poderíamos nos rever, você conheceria o alto clero do blog (Saloma, Joaquim, Romeu e este que vos escreve).
Tão logo a Azeva lançou o Cox, a Mini (Mecânica RioMar) lançou o Maxi-Mini, o primeiro chassis ao estilo FIA (pilotagem sentada) da Mecânica RioMar. Era um chassis de poucos recursos de regulagem mas não fazia feio, tanto que foi adotado pela Equipe Hollywood, dando inúmeras vitórias a Carol Figueiredo em São Paulo e, aqui no Rio, Jaiminho Figueiredo, Jorge Freitas, dentre outros, onde a pista que dispúnhamos (Novo Rio Country Club) era tão ruim que até prejudicava o Cox por sua maior sensibilidade ao piso. Eu obtive meus melhores resultados no kart com Maxi-Mini, antes de mudar para o Cox, quando construíram o kartódromo Maqui-Mundi. Geralmente em pistas travadas o Maxi-Mini ía muito bem, talvez devido a ter 103 cm de entre-eixos, enquanto o Cox tinha 105 cm. Curiosamente tinha o pedal de acelerador impresso com "MAXI" e o pedal de freio com "MINI" foi desenhado aqui mesmo na "terra-brasilis" e dispunha de um exótico sistema de direção copiado do Robardie. Naquela época os primeiros Cox ainda utilizavam o sistema de 2 colunas de direção em ângulo com um bracinho provido de unibol nas pontas.
Aqui no Rio, o saudoso Nando Lassance, fã inveterado de Cox, dispunha de vários chassis, com diversos entre-eixos (101, 103, 105 e até 107 cm) feitos especialmente para ele pela Azeva.
É incrível, mas já nos esbarramos várias vezes aqui em Brasília, mas não nos conhecíamos, pois nesta prova lá no kartódromo do Guará em que o ilustre desconhecido Airton Senna esteve presente, também estava lá assistindo a corrida e acho que o campeão, se não me engano, foi o Travaglini.
Anos depois, comprei um box lá e o tenho até hoje, apesar de estar fechado a mais de 6 anos.
Jovino
Bons tempos.....
boteco com um textinho retratando as passagens da
época que publicamos...época boa dos Passats D1, Equipe Refricentro, com os irmãos DelaRoque, Fernando e Pedro...
email: lcdsalomao@gmail.com
abs
LS
Sou apenas de 87, e nem era nascido quando vocês corriam de kart. Estou com o meu camarada Roberto Cantarino, que corre comigo hoje e tenta me passar o que ele sabe. Ele correu nessa época e me fala muito da corrida que o Eduardo Lassance ganhou na chuva no nosso ídolo Ayrton Senna, no Maqui Mundi.
Gostaria de ver as fotos que você falou que tem do Lassance.
Abraços.
Abs.
Abs.
Parabéns a todos.
Vicente Miranda: mais um "escrevinhador" de primeiríssima atuando por aqui. Parabéns.
Como você disse dá pra ver que seu Kart estava saindo de frente mesmo.
Fui muito no Novo Rio Country Club, infelizmente no Maqui-Mundi fui poucas vezes, devido aquele problema que você sabe.
No Novo Rio adorava ver os pegas do J.R.Marinho e do Chico Inglês de Mini, normalmente eles duelavam roda a roda de lado. Adorava ver os Minis atravessando nas curvas pareciam Berlinetas.
Você sabe por onde anda o Renha? Ele ia muito lá em casa, mas perdi o contato com ele. Me esqueci de seu primeiro nome, era um que só andava de preto e de botas.
Do Maqui-Mundi, possuo umas fotos que fiz de uma vez que fui lá com um grande amigo que, tenho certeza, todos aqui conheceram, mas essas já estavam em meu plano de prestar uma justa homenagem a ele aqui no Saloma, enviando a foto onde ele aparece e falar um pouco dele no dia de seu aniversário.
Lembro-me bem dele e de seu Puma, não sabia que ele participava de pegas na serra.
Olha, essa de colocar corridas de Kart no boteco foi uma boa.
Vamos por partes.
J.R.M. - encontro-o uma vez ou outra, a última vez foi no São Conrado Fashion Mall há uns 2 anos. Cumprimentamo-nos de longe.
Chico Inglês - éramos vizinhos na Praia do Flamengo. Nõ tenho contato com ele há anos, apenas com seu irmão, Luis Carlos, de quem minha mãe comprou uma vaga de garagem no prédio.
Renha - suponho você estar se referindo ao João Pedro Renha, que corria pela equipe Mini-Rio com os Minis deitados (Língua-de-Vaca e Calunga) que andavam mais de lado do que para frente. Esses karts foram aposentados com o advento dos chassis tipo FIA (após 1971), utilizados para a categoria FIA 100 e também para a 125. Não convivi com o João Pedro nos kartodromos cariocas (Novo Rio e Maqui-Mundi), afinal comecei em 1973, época em que ele já havia parado de correr de kart, os Minis deitados já estavam fora dos novos regulamentos e foram substituídos pelos Maxi-Mini. Na minha época de kart correu o Paulo Renha, que também correu de automóvel e lancha, sendo hoje proprietário da Real Boats, e recordista da travessia Santos-Rio com uma lancha de sua fabricação.
Legal! Muito obrigado pelas informações.
Agora que você falou me lembrei, o nome dele era esse mesmo João Pedro Renha, que, como você disse, corria pela equipe Mini-Rio com os Minis deitados e de lado, que andavam mais de lado do que para frente
E obrigado pela aula.
Abraços.
Venho por meio deste, IMPLORAR informações de quem realmente conhece, pois estou precisando seriamente de ajuda para os seguintes quesitos:
Tenho atualmente 9 karts de época, sendo eles os seguintes;
2 Maxi-Mini 1971?
2 Mini SS 1976?
1 Rois Kart 1963?
2 Banheiras Língua de vaca 1968-69
1 Jolly kart 1970?
1 RS americano 1960/62
Preciso de informações, fotos e ajuda para que consiga restaurar todos eles... Tenho as mecânicas originais dos Mini SS (V12) e do Maxi-Mini (V12 Marmitão), bem como do kart americano (Pasco 175cc)...
Preciso de informação, fotos, tudo é bem vindo...
Estou montando uma página voltada ao Kart Antigo, como disse, todas as informações são bem vindas...
Por favor, me ajudem, sozinho não conseguirei...
Grato...
Marcelo afornali - afornali@bicicletasantigas.com.br - 41-3319-8703 - Curitiba
Voce por acaso tem uma casa em Angra,mais para dentro um pouco da Ponta da Cruz?
Matei boas saudades lendo os posts acima pois presenciei a lenha em que Dudu Lassance ganhou do Ayrton no MakiMundi no molhado, creio que em 74. Ir ao MakiMundi depois da praia era um belo programa. Nas arquibancadas, toda a boa mafia do automobilismo carioca... Na pista muita gente boa, dentre eles o Roberto Aranha, hoje grande amigo, com quem so fui fazer umas lenhas de kart ja nos anos 90.... Nesta epoca (74) eu corria de D1 em Interlagos, que pena que nao podia tambem andar de Kart.
O Paulo Renha desde aquela epoca e tambem um grande amigo, ate hoje. E outros, muitos outros. Pena que em termos de fotos nao tenho quase nada, que frustracao. Abracos,
Bob Cox
Seu nome não me é estranho ... Roberto Cox. Eu gostaria de ter feito algo mais em automobilismo mas o dinheiro encurtou naquela época e fiquei pelo kart.
Adoraria ter uma casa em Angra mas .... infelizmente não tenho.
Na época do kart eu não usava meu sobrenome Miranda, e sim Auler, de minha mãe, por ser mais sonoro.
Se você não sabe, eu e Roberto Aranha somos amigos há 50 anos, já que fomos colegas de jardim de infância em 1958, depois nos reencontramos no kart e hoje curtimos carros clássicos. E um dos meus carros antigos, um Porsche 914 2 litros 1974, pertenceu ao Kid (soibrinho do Roberto), depois ao Eduardo (irmão do Roberto).
Vicente (Auler)
Obrigado por resgatar velhas lembraças,
Marcelo
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