MOTOCICLETAS CLÁSSICAS...
Quinta, Set 04, 2008
MOTOCICLETAS CLÁSSICAS...
Cássio, perseguidor implacável das raridades em duas rodas, manda uma série de fotos de preciosidades guardadas em sampa. De todas, chamou atenção essa danada, Maserati 250/T4 - Gran-Turismo Lusso...que colocamos aqui alguns dados e aguardamos complementos pelos Dr. competentes em duas rodas...
Anos de produção: 1958-1959
246.5 cc
Taxa de compressão 6.5:1
12.5 bhp à 5.350 rpm, máximo de 5900 rpm
Dell'Orto carburadores
Duplo sistema de ignição
4 velocidades
Peso: 150 kg...
LS(reprodução/Cássio)
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Comentários, Trackbacks:
Aqui em Brasília tem o Museu Rodas do Tempo com mais ou menos uns 200 itens, entre bicicletas desde o século passado, Romi isetas, motos clássicas das décadas de 20 até 70, inclusive, uma DKW 350, que foi a primeira moto no mundo com partida elétrica, uma Mondial de corrida de 50 cc da década de 70 e que atingia mais de 16.000 giros, segundo o dono do museu.
Jovino
Se um dia vc for a Visconde de Mauá, RJ, visite o Museu Duas Rodas, do Robson. Lá tem toda a coleção que pertenceu ao Luis Latorre, motos de corrida (TZ350 com quadro Nico Baker, Italjet 125), bicicletas, a minha primeira Triumph Bonneville 650 (1970) infelizmente sem os emblemas originais, dentre outros detalhes, uma FN 4 cilindros, etc.
Está no Daniel para fazer uma revisão. Lamentavelmente, ela é muito ruim se comparada às motos modernas, balança, não freia, mas tem todas as comodidades, é macia, tem partida elétrica e funciona como um relogio. Para andar aqui na Granja Vianna é perfeita, mas em estrada nem pensar.
Se o Saloma quiser me avise que envio fotos dela.
CB 360 conheço, confesso que CB 350, nunca vi.
Vicente,
Até uns 6 anos atrás, ia muito ao Rio, principalmente, para acompanhar o meu irmão que tem uma banda de blues e ia tocar em encontros motociclísticos pelo Brasil afora, e em Campos, eles sempre tocavam lá num megaevento na beira da praia e também em outros lugares como Cinelândia e tive a oportunidade de conhecer muitos lugares e colecionadores de motos clássicas do Rio. Talvez até tenha ído a este museu, pois rodávamos muito poraí.
Jovino
Na realidade, a maioria de nós ficou atônita quando chegaram lá pelo final dos anos 60 as CBs 250 e 350, praticamente as mesmas motos e depois a CB 450 DOHC. Nunca se tinha visto isso e dava para comprar. Não há comparação entre essas primeiras Hondas e o que tínhamos anteriormente, motos inglesas e italianas fuçadas e velhas. Mesmo as BMWs ficavam para trás. Tive uma BMW especial, uma R69S, mas não era páreo, preta, feia, sem partida e o cúmulo, tinha o avanço da ignição na mão, mandei pintar de vermelho bombeiro e a veiarada das BMWs ficava indignada, mas no final acabavam me convidando e me dando gasolina de avião, eram todos ricos e de certa forma maus elementos para um moleque, acabei ficando mal acostumado. A BMWs só andava mais que as Hondas na estrada, além de ter a forquilha Earles que levantava a roda dianteira na freada e no final ficava ruim de freio.
A 360 vei em uma época em que a maioria dos motociclistas já estava mal acostumada e era mais exigente.
Câmbio invertido, escape direto, barulho infernal.
Roberto, as CB 350 venderam pra caramba, nas 24 Horas iam de monte com escapes 2x1.
Me lembro do Helinho Gumerato com uma.
As 360 eram importadas tbm, mas uma nhaca, na fase de ouro das RD dançaram.
Vicente, a do quadro Nico não foi que um cara de Santos recuperou e personalizou com o 4 do Adú?
Eram importadas, vieram muitas em 74, nas cores Verde e Azul metalicas com branco.
Substituiram as 350 a mioria delas douradas com faixas pretas.
Algumas poucas chegaram na cor vinho, como a do Zullino.
Nunca tinha notado, nunca vi uma CB 350 da cor da minha. A maioria também vinha com freios a tambor na frente. As com freios a disco eram raras.
Dú,
Lembro bem das 24 horas e das CBs 350, mas não sei se chegaram a ter colocações boas. Acho que como eram em grande número devem ter beliscado alguma coisa.
Acredito que não seja a mesma moto, afinal de contas a Nico Baker a que você se refere tinha um motor 4 cilindros 500, não? Lá no Museu Duas Rodas tem (tinha) duas TZs 350, uma com quadro Yamaha, outra com quadro Nico Baker, ambas vitoriosas nas mãos do Jorge Miranda, super campeão carioca de motociclismo. A Nico Baker foi comprada do Adu.
Zullino, Du e Jovino,
As CB350 de freio a tambor andavam razoavelmente, mas as de freio a disco tiveram o motor amansado. As 360 talvez andassem menos. Das Hondas 350, raridade seria uma CB350 Four, antecessora da CB400 Four, na verdade uma miniatura da CB500 Four.
Apesar de estar dissertando sobre motos japonesas, estas nunca foram meu forte, visto que sempre fui um "anglófilo" de carteirinha:
Triumph Bonneville 650 1970
Vincent HRD 1000 1952
Triumph Bonneville 650 1971
Norton Dominator (quadro Manx) 500 1952
BSA Thunderbolt 650 1970
etc ...
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