17.01.09
Matérias na Superinteressante e na Plano B
Muitos textos meus nas últimas edições da Superinteressante.
Em dezembro, a revista publicou duas edições e contou com três matérias minhas. Na primeira do mês, a que teve uma matéria sobre a Bíblia como destaque de capa, entrei com uma página (“Um dia qualquer no inferno”) sobre livros baseados em diários de mulheres que comeram o pão que o diabo amassou na 2ª Guerra Mundial. Na segunda de dezembro, uma edição “verde” da Superinteressante, repleta de matérias sobre meio ambiente, assinei um texto de sete páginas sobre como as cidades estão se preparando para lidar com as conseqüências do aquecimento global. A matéria se chama “Arquitetura da Destruição”.
Nessa mesma edição, dividi com o editor Alexandre Versignassi a autoria de um artigo para a seção "Essencial", sobre como o acúmulo de experiência pode não valer muita coisa para o seu desempenho em alguma função.
Já na edição de janeiro da Super, que está nas bancas com uma matéria sobre Che Guevara como destaque de capa, assinei sozinho outro artigo para a seção "Essencial", sobre como o baixinho sofre discriminação, ainda que inconsciente, na hora de concorrer a um emprego.
Apesar da variedade de temas, o cinema ainda é prioridade deste escriba. A Superinteressante sempre traz alguma resenha minha sobre um lançamento do mês (as últimas foram sobre Rebobine, Por Favor, Queime Antes de Ler e O Roqueiro), e a revista Plano B deste mês publicou uma entrevista minha com o diretor de fotografia Walter Carvalho, que assumiu a direção geral de Budapeste, baseado no romance do Chico Buarque.
O Walter é um sujeito de um papo tão bacana que não vejo a hora do filme dele chegar às telas.
E vamos que vamos.
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Alexandre Carvalho dos Santos já quis ser grande: um homem da Renascença, um herói existencialista, o poeta do derradeiro poema, do poema da redenção, do gol de bicicleta, do filme que explicará tudo. Conformou-se com uma rede em Itaúnas, os desassossegos de Pessoa e uma última sessão de cinema, sempre nas primeiras fileiras. Mas escreve, porque é inevitável.