O cantor inglês Ozzy Osbourne iniciou sua turnê no Brasil com um show no ginásio do Gigantinho, que pertence ao Internacional, em Porto Alegre, ganhou uma camisa do clube, mas em cima do palco o “Príncipe das Trevas” acabou agradando aos torcedores do maior rival do clube colorado ao receber uma bandeira do Grêmio e cantar vestido como se fosse uma capa, o que certamente deve ter causado irritação nos torcedores do Inter.
Nota do blogueiro: antes de acabar o show, um integrante da produção de Ozzy colocou uma bandeira do Inter ao lado da bandeira do Grêmio próximo ao baterista. Todos felizes.

Músico, ator, chefe de estado. Não importa.
Sempre vai rolar.
Os times vão fazer camisetas com o nome do cara. Bandeiras serão jogadas ao palco. E até mesmo no show de uma das maiores bandas de todos os tempos, onde seu pensamento deve estar somente naquelas duas horas de música de alta qualidade, você vai se preocupar com a exposição maior do seu time.
É assim que funciona no extremo sul do Brasil. Grenal é Grenal até no futsal da firma. Não trata-se de ganhar. Mas sim, de não perder.
Deus me livre o Ozzy aparecer só com a bandeira de um time. Terminou empatado? Ótimo, bom para os dois.
Muda alguma coisa? Claro que não. Possivelmente o artista que passa por isso nem tenha ideia do que se trata essa rivalidade. Mas nós, bom, nós sabemos a importância disso tudo. E não me venha dizer que é tudo uma bobagem de gremistas e colorados.
Ok, talvez até seja uma bobagem. Mas uma bobagem poeticamente autorizada.
Pois nada é pior que perder Grenal. Nada.

Nada.

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RIP
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koasokaskopkopaskoas
grenal é a maior rivalidade do Mundo


