É engraçado ver como algumas coisas simples da vida podem mudar, inclusive, o conceito de seus argumentos. Eu, já há alguns anos, digo que com argumentos qualquer merda é aceita. Mudo de opinião. Mudo na mesma velocidade como mudo de desejo, paixão ou medo de errar. Um argumento só é forte quando ele gerado para rir o riso ao seu contentamento. Ou seja, quando é visando o bem para ambos.
John Nash, que introduziu o conceito de equilíbrio na teoria dos jogos, foi brilhante. Disse ele que o grupo só sai vitorioso se o individuo agir visando o melhor para ele e para o grupo. Na vida, por mais que necessitamos de momentos de egoísmo, o grupo deve estar sempre em primeiro plano.
Alguns dizem: “não me arrependo do que fiz. Só me arrependo do que não fiz”. Bobagem. Esse é o cumulo do orgulho. Eu me arrependo de muitos erros. De todos os erros, inclusive. Mas o mais questionável, o que mais me enchem o saco, é o fato de pensar no outro antes de pensar em si.
Hoje, sóbrio de orgulho e de alma, vejo que sempre pensei no macro. Dane-se eu. Quero ver os que estão ao meu redor bem. E isso, automaticamente, me faz bem. Inocente como um poema de quinta serie. Mas deprimente como uma bossa-nova.
Sendo assim, nada paga a reciprocidade da valorização.
Ninguém disse que a vida há de ser fácil. Muito menos que, mesmo difícil, ela seja ruim. O amor só é bom se doer.
Hoje eu sorri.
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Comentários:
Adorei o post ;*
Adorei o post ;*
Hoje eu me senti emocionada lendo um blog.
Fiquei feliz que sorriu! sorri tbm e por vc!
bj
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