Hoje, além de Dia do Zelador, de Nossa Senhora de Lurdes, da Juventude no Camarões e da Pátria no Irã, é o Dia Mundial da Desilusão Amorosa. A escolha de 11 de fevereiro para o honroso título foi determinada graças à uma paixão platônica passada há séculos. Então, senta que lá vem história.
Em 1553 a França era reinada por Henri de Navarre, o primeiro da família dos Bourbons. Henri era casado com Margarida de Valois, jovem saudável que quase – eu disse quase – juntou os trapinhos com o príncipe português João. Esse, por sinal, a vítima.
João de Portugal e família haviam dado como certo seu casamento com Margot. As negociações conduzidas pelo diplomata Jean Nicot estavam muito bem sucedidas, recebendo, inclusive, o aval de ambos os paises. O jovem luso via-se todo serelepe, apaixonado, nas nuvens, quando, sem mais nem menos, a francesa anunciou o casamento com Henri.
"Ela preferiu um rei", diziam na época. Era público que, com maior instabilidade estabilidade financeira e renome no meio monárquico, Henri era a bola da vez entre as princesas. Quando soube do interesse, sem o mínimo de consideração pelos sentimentos de João, Margot trocou a punheta de bacalhau pelo croissant. E feriu.
O nobre português, atônito, deixou o Velho Mundo. Veio para o Brasil, onde conheceu a caipirinha. Embebedou-se impiedosamente. Registros afirmam que João passou 3 meses na sarjeta, onde repetia, entre gole e outro, um único nome: Margot.
Ele morreu no dia 11 de fevereiro do ano seguinte. Assim, tal como uma singela homenagem ao patrício, a presente data é lembrada todos os anos como Dia Mundial da Desilusão Amorosa.

Bom, na verdade essa história nunca existiu e eu não faço a menor ideia de porque hoje é o Dia Mundial da Desilusão Amorosa. Agora, experimente contar essa história acima numa mesa de bar. Aposto que todo mundo vai acreditar e, pra piorar, surgirá um malandrão comentando: "É verdade, eu já ouvi isso…"
Para você que já teve ou vive uma desilusão amorosa, parabéns. Se você ainda não teve esse prazer, relaxe. Seu dia chegará. E eu aposto que será inesquecível.
Pra fechar: se algum dia fizerem a filmografia do Al Green e não convidarem o Denzel Washington eu peço as contas.
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Fred Fagundes
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Comentários:
É verdade, ou vc tá externando SUA desilusão amorosa? Beijos!
HAHAHAHAHA
Adorei a historinha… e geralmente eu estaria dizendo…realmente é dia mesmo! Mas hoje não ![]()
porra, eu tava acreditando na história… ahuahauhauhauhauhauhau
Manuuuuu!
Muito massa a história!
Sobre a imagem, podemos até mntar um festival de legendas sobre hein?
See ya!
Poisé, já tinha ouvido essa história, dizem que existem uns becos no Rio de Janeiro, onde até hoje se escuta o gritos: "Margoooot!" ![]()
Ótimo post para variar.
já que ele era tão "instável" financeiramente, pq ele era "a bola da vez"?
"Pra fechar: se algum dia fizerem a filmografia do Al Green e não convidarem o Denzel Washington eu peço as contas."
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, ri demais disso!!!
já que ele era tão "instável" financeiramente, pq ele era "a bola da vez"?
porque ele era bonitão e era conhecido como "linguinha furacão" nos bastidores das cortes européias. sem contar os 22cm… de mão.
Safadinha, essa Margot, né, não?
yes, agora já tenho um dia específico pra partir meu coração (como se eu precisasse). Dizinfiliz dessa Margot, tadiiiiiinho do João… E vc é mau, pobre português-de-faz-de-conta! Nem nas historinhas eles (nossos parentes lusitanos) se dão bem!
putz, e eu ainda pensei 'existia caipirinha naquela época?'
auahuauhauahuaahuauhuahuhauhua
Eu ia acreditar se nao fosse ler tudo!


