Para mim, domingo combina com liberdade, ou melhor, Liberdade: o bairro de São Paulo com todos os seus japas, quitutes, eletrônicos e afins.

Na volta da viagem ao Sul, São Paulo era parada certa, o que causou (e ainda causa) certo estranhamento e olhares de reprovação quando falamos sobre o nosso roteiro. ”Cinco dias em São Paulo?”, costumam indagar. Só tenho uma coisa a declarar: foi pouco, tá?
Desses cinco dias, um domingo era todinho para a Liberdade. E se você é um dos que torceriam o nariz também, provavelmente está se perguntando “o que é que eu vou fazer com essa tal liberdade”.
Respondo simples assim ó: comer. Na feirinha e num restaurante a quilo, o Nandemoya (o nome é genial, não?).
Em meio a uma multidão na feira, Marcelo provou o dorayaki, uma massa de panqueca recheada com doce de feijão ou creme de baunilha. Não preciso nem dizer que ele escolheu o de creme, né?

Tudo feito na hora. E, se o cliente quiser, pode levar pra casa uma bandejinha de doces japoneses.


Provamos também o tempurá de legumes e camarão.

Todo domingo a feira fica lotada e as barraquinhas de comida são um sucesso.
Depois ou antes da feirinha (a ordem dos fatores não altera em nada o pecado da gula) ainda rolaram esses super pratos no Nandemoya.


Nesse dia teve até cantoria! E o japa arriscou um Bob Dylan. Acreditem.
Categorias: Turismo, Petiscos, , Lanche, , Restaurantes, , São Paulo, , Culinária, , A quilo 5 comentários
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