
Se eu ainda tinha alguma dúvida sobre o sistema operacional do meu futuro laptop, ela se foi quando eu li o seguinte: o sistema Linux, além de ser mais barato e seguro que os proprietários da Apple e Microsoft, é também mais ecológico!
A ZDNet australiana listou 10 pontos em que o Linux vence seus rivais em termos ambientais. Como o fato, por exemplo, de ser mais leve e por isso não exigir um computador tão potente para funcionar a contento, usando assim menos energia.
Sei que muita gente resiste em usar computadores com Linux afirmando que é complicado demais e que já está acostumado com o Ruindows da M$. O primeiro argumento já foi verdade um dia, não é mais. Saca o Ubuntu e depois me diz. Quando trabalhei na prefeitura de São Paulo durante a implantação do projeto de inclusão digital na capital, vi gente da periferia usando Linux na boa. Perguntei a alguns se sentiam muita diferença e a resposta era meio óbvia: claro que não, afinal era a primeira vez que estavam usando um computador.
Isso nos remete à segunda questão, do costume de usar este ou aquele programa. Ora, você pode estar acostumado a andar de carro e começar a andar de ônibus por questões financeiras e/ou de conscientização. Não tem o costume de dar caronas e fazer isso com mais frequências. Ter o costume de escovar os dentes de torneira aberta e ter que se acostumar a não mais fazer isso. E por aí vai.
Mudanças de hábitos (principalmente os maus) são fundamentais para atingirmos novos patamares civilizatórios, que respeitem o meio ambiente, as pessoas e as regras de boa convivência, inclusive no grande mercado capitalista. Compartilhar, tolerar, reusar, reciclar. Tudo na vida é uma questão de escolha. E por meio delas, definimos nosso futuro.
Posts similares:
Por que o Linux não deslancha
Suas majestades Linux e Queen
Windows Vista Aero x Linux Ubuntu Beryl
(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)
Atalho pra o formulário
Post anterior: A canção de uma nova geração?Próximo post: Vem aí mais uma paulada de Michael Moore