
Dedé se foi. Dois dias antes do Natal, amanheceu no fundo da gaiola. Acho que já estava doente quando chegou aqui, semana passada. Martim me garante que a maritaca olhou pra ele enquanto a levávamos para o veterinário. Disse a ele que Dedé estava se despedindo.
"Ela morreu, pai?", perguntou ele, com os olhinhos cheios de lágrimas e voz trêmula.
"Sim, filho, morreu…"
"Mas amanhã ela vai ficar bem, né?"
"…"
Mais uma figurinha pro álbum da experiência de Martim. E ainda faltam tantas…
Posts similares:
Uma maritaca em meu caminho
Com vocês, a princesa Sofia
Peixe-boi?
(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)
Atalho pra o formulário
Eu sei bem o que é isso… mas o Martim está certo a Dedé está bem meolhor com certeza brincando num lugar lindo e olhando para ele.
Um grande beijo Martim
Sinto pela Dedé, ela devia estar machucada.Sinto mais pelo Martin.
Devolvi Sasá, o meu sabiá, à natureza com sucesso.Ficou solto uns dias no meu pátio e saí um dia qundo voltei ele tinha se mudado para o pátio do colégio onde tem outros sabiás e árvores frondosas.Pude vê-lo ainda passeando por lá.Ficou a saudade.
Um Bom Ano para voçês.
Zê
valeu, Zê!! abração! tudo de bom procê também em 2008!!
Post anterior: Quatro ases e um coringa (II)Próximo post: Mais Sócrates, menos Friedman