
Sem marra e com muito suíngueCroco Press
Vi sábado na MTV o acústico do Marcelo D2. Tenho que dar o braço a torcer: o cara tá mandando muito bem! Nunca fui fã dele ou do Planet Hemp, mas agora fiquei afim até de comprar esse acústico, que faz uma pra lá de interessante fusão do hip-hop com samba, do scratch com batuque, do rap com a canção. Maneiríssimo…
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A campanha eleitoral tá acirrada, Marta e Serra pau a pau. A mídia paulistana já se decidiu pelo ´vampirão´, principalmente os grupos Folha e Estado, que metem pau sem dó nem piedade na prefeitura. Não interessa ao projeto político dessas empresas a reeleição da Marta e o fortalecimento do PT. Tanto é assim que o Alckmin é praticamente ignorado. Aliás, o ombudsman da Folha, Marcelo Beraba, acertou na veia hoje em sua coluna semanal no jornal, pegando justamente esse foco (eu daria o link aqui, mas a política do grupo Folha, como de vários outros, é de fechar conteúdo, um tiro e tanto no pé…) E quando tem coisa boa pra falar da prefeitura de SP - ou da Marta, oudo PT -, escondem a matéria, colocando na capa uma manchete sobre furacão no Caribe, atentado no Cazaquistão, matança no Congo, aumento do preço da cebola no Togo…vale tudo! Por essas e outras que eu acho que jornalista tem que deixar claro seu voto, sua posição política. Os jornais de São Paulo não estão fazendo jornalismo, estão fazendo campanha…
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Beraba fala também da falta de boas histórias nos jornais, que os deixam todos muito parecidos, emburrecidos, chatos enfim… Digo isso há tempos… Talvez essa seja a razão pela qual as vendas dos jornais estejam caindo tanto, porque por mais pobre e iletrado que seja o Brasil, há uma elite e tanto que consome vorazmente muitas revistas, jornais e afins. Mas como tá tudo muito chato, esse pessoal está comprando revistas e jornais estrangeiros. Tenho um amigo publicitário que chega a gastar R$ 500 (!!) por mês em revistas americanas, inglesas, italianas. E sem leitor/consumidor, não tem anunciante, etc etc…
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Estava hoje à tarde na Livraria da Vila comprando uns livros quando, já na fila pra pagar, dei de cara com o livro "As Famílias do Petróleo - As relações secretas entre os clãs Bush e Saud", de Craig Unger, da editora Record. Foi lançado este ano. É claro que vai na aba do sucesso do 9/11 do Michael Moore, e que bom que assim seja! Afinal, o documentário jogou luz num assunto nebuloso e vai estimular outros a filmarem, escreverem, questionarem… já que a imprensa não faz isso, que seja um cineasta!
Por falar nisso, recebi uma animação interessante, feita em Flash, que lança dúvidas sobre o que realmente ocorreu com o prédio do Pentágono no 11 de setembro de 2001. A versão oficial diz que foi um boeing 757 que se espatifou no prédio, mas convenhamos, a carcaça nunca apareceu e o local não parece ter sido atingido por um avião do tamanho de um Boeing. Há quem diga que foi um caminhão, um míssel ou um avião menor, um jatinho. Essa última parece ser a versão sustentada pelo pessoal que fez a animação - muito boa por sinal.
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Meu filho e a Ana acabaram de chegar do Guarujá. E a coluna fica por aqui. Até domingo que vem! (Não esqueci da crítica do novo disco do Arnaldo Baptista não, vou fazer logo mais à noite. Agora tenho que ir para uma festa de aniversário de um amiguinho do Martim, de 4 anos. Inté!)
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Música da semana: To Burn or Not To Burn (Arnaldo Baptista)
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