Já viram o gibi da Batmulésbica? Tweet

[Mode Silvio Santos On] Ainda não vi, mas minha filha número 3 viu e disse que é muito bom! MUITO BOM! [Mode Silvio Santos Off]
Caso você tenha morado em outro planeta no último ano, tem SPOILER!
Pra quem não sabe, desde a "morte" do Batman (no arco R.I.P. ou em Crise Final, você escolhe) a revista Detective Comics tem uma nova protagonista, a Batwoman.
Na época em que foi anunciada, essa substituição rendeu muito falatório, não apenas por ser a primeira vez em várias décadas que o Bátima deixaria de ser o protagonista da revista que dá nome à editora, mas porque a nova dona do gibi é claramente homossexual.
O gibi finalmente saiu e o papo mudou completamente. Os comentários deixaram de abordar a sexualidade da Batmulé e passaram a se concentrar no conteúdo (ainda bem!). Mais especificamente, na arte de J. H. Williams III e sua mistura de técnicas inédita numa HQ de linha. Vejam um exemplo na prévia divulgada pelo blog da DC de Detective Comics #857, que sai lá fora hoje:

O roteirista do gibi, Greg Rucka, é reconhecido por saber escrever personagens urbanos num universo de super-heróis (Gotham City Contra o Crime é prova disso) e vem recebendo elogios pela série. Mas é a arte de Williams que vem deixando incontáveis críticos e leitores de queixo caído (e podem colocar mais um nessa conta).
A arte do cara já era foda em Promethea, mas essa era mesmo uma série experimental. Agora, ter a moral pra ousar assim em uma série do mainstream é para poucos na atualidade. Pra mim o cara já conquistou uma vaga ao lado de Frank Quitely e John Cassaday como um dos fodões que consegue transformar a arte de um gibi mensal comum em algo realmente inovador.
Alô, Panini! Vai preparando o encadernado que vou me preparando pra facada!



