O parceiro que substituiu o mentor!

Nos comentários do post sobre o novo Lanterna Verde, chegamos a discutir: o que faz um personagem substituir outro mais tradicional? O nome de Wally West sempre me parece o melhor exemplo!
Quais os motivos para o sobrinho de Íris substituir tão bem o tradicional Barry Allen? Vamos lá:
- Wally não é uma versão teen ou com outra cor de pele. Ele é um personagem bem diferente de Barry.
- A juventude e espontaneidade do personagem combinam mais com o título O Homem Mais Rápido do Mundo do que o seu tio sisudo.
- Os personagens usam o mesmo uniforme o que deve ter feito muita gente nem perceber que houve uma mudança. É meio embaraçoso, mas faz sentido, não?
O que podemos tirar disso tudo? Para substituir um personagem clássico é indispensável buscar as diferenças - traindo a sua tradição - mas entender o que o herói representa para que seu substituto ocupe esses espaços. Vejo isso em Wally West, mas não vi isso em Kyle Rayner (um Peter Parker com anel) ou John Stewart (uma versão "afro Hal Jordan", nos quadrinhos).
Bugman é o Lanterna Verde
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Qual é o Lanterna ideal?
Ele vai voltar!!!
Lanterna Verde nos cinemas?
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Apesar da Saga do Clone ter sido incrivelmente mal-executada não podemos ignorar o óbvio!
Ela é muito diferente dos outros casos porque na história o Ben Reilly não se tornava o "novo" Homem-Aranha. Ele era, ou deveria ser, o "velho" Homem-Aranha.
Ben Reilly não era só o verdadeiro Aranha, ele era O VERDADEIRO PETER PARKER!
É um argumento COMPLETAMENTE diferente, que foi trabalhado de forma totalmente equivocada, mas que nem por isso pode ser a comparado com Wally ou Kyle dessa forma porque na história ELE É QUEM FOI SUBSTITUÍ
O!Ao menos até desmentirem tudo no final da Saga...
alguem sabe me dizer?????
E outros personagens tem sua faceta heróica mais forte de forma até mesmo sobrepujar a identidade secreta, permitindo uma transição mais fácil para uma próxima geração, como no caso do Flash ou Capitão América, quando bem feita, claro.
Acho q nunca conseguiram efetuar a transição do Lanterna Verde, cuja a mitologia de vários integrantes de uma tropa permite isso com certa facilidade, é a forma como ela foi executada em suas várias tentativas, o anel praticamente caiu no colo do Kyle e ele decidiu - por uma lógica impecável que devia ser um super herói. E de tanto ficarem comparando o Kyle com o Hal, dizendo como Hal Jordan era o melhor dos Lanternas, dificultava esquecerem do mesmo q se solidificou como a grande presença e referência para os Lanternas.
Comentário de: EJT
Em outras palavras?
alguem sabe me dizer??
A saga que o Asa substituiu o morcego depois do Azrael foi logo depois do arco A Queda do Morcego mesmo. O Bruce foi treinar para readquirir sua forma física naquele arco em que Lady Shiva o ajudou.
Se não me engano, a primeira vez que o Dick substituiu o Bruce foi logo depois da saga Zero Hora, não? Bem, não sei direito....
Que eu me lembre, o treinamento com a Lady Shiva foi enquanto Bruce se recuperava para retomar o manto do morcego. Depois que ele recuperou, derrotando Azrael, não me lembro do nome de Shiva ter sido mencionado. O Bruce desapareceu deixando o posto com o Dick.
E sim, isso aconteceu depois de Zero Hora.
Talvez por Kyle Rayner ser um tipo de "Peter parker com anél" é que eu gostava muito do personagem. Ele mudou o conceito de Lanterna Verde, mas jamais saiu da sombra de Hal Jordan que sempre foi o melhor Lanterna de todos. Não gosto de John Stewart e não acho q ele seja um Hal Jordan afro. Kyle mostrou merecer muito mais o posto de um possível substituto de Jordan do que John ou Guy Gardner.
Wally é o Flash mais conhecido agora, e Barry não deveria mais voltar pelo simples fato de que já há um homem mais rápido do mundo. O carisma de Wally supera qualquer coisa que Barry tenha feito antes.
Bucky estava no mesmo caminho com o Capitão América, mas já com Dick substituindo o Batman não acho que funcione. Nunca gostei de um Batman "alegrinho". Dick funciona muito melhor apenas como Asa Noturna, embora que na falta de um substituto melhor ele é o cara para assumir o manto enquanto o chefe não volta!
Comentário de: snoopy
gostei do post...
mas tenho uma dúvida: por que o povo faz comentários enormes?
masturbação mental.
abcs
O lance é que quando td mundo tá cagando para um personagem q tem um conceito bacana fica mais fácil um outro assumir o manto e dar certo, seja o ex-sidekick ou não, desde que escrito por um bom roterista que queria fazer o trabalho direito. Como aconteceu no caso do Barry Allen para o Wally West.
Tb foi assim no caso da mudança dos vovos Jay Garrick/Alan Scott para Barry Allen/Hal Jordan. Ninguém mais se importava com aqueles dois da Era de Ouro, mas o conceito era mt bom. Assim foi fácil criar novos personagens baseados neles.
E o Aranha Escarlate não deu certo (e não tinha como dar) pelo mesmo motivo. Até hj os leitores curtem o Peter Parker. Há uma associação bem mais forte entre herói e identidade secreta para o público, diferente dos outros casos.
Comentário de: EJT · http://www.ejotate.blogspot.net/
Ai... Cuidado! isso foi UMA VOID BEAM NIVEL 12
Ejt voce tem de considerar a curvatura da terra e a gravidade quando dispara algo assim apocalipise só em 2012, nada de adintar as coisas.
Assim mesmo, a constante divulgação das informações representa uma abertura para a melhoria das novas proposições. A prática cotidiana prova que o acompanhamento das preferências de consumo maximiza as possibilidades por conta do processo de comunicação como um todo. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o fenômeno da Internet agrega valor ao estabelecimento das condições financeiras e administrativas exigidas.
No mundo atual, a consolidação das estruturas exige a precisão e a definição do impacto na agilidade decisória. Pensando mais a longo prazo, a execução dos pontos do programa possibilita uma melhor visão global dos índices pretendidos. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a contínua expansão de nossa atividade auxilia a preparação e a composição do sistema de participação geral. Gostaria de enfatizar que o desafiador cenário globalizado estimula a padronização dos paradigmas corporativos.
Por outro lado, a expansão dos mercados mundiais acarreta um processo de reformulação e modernização de alternativas às soluções ortodoxas. Evidentemente, o novo modelo estrutural aqui preconizado ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança dos níveis de motivação departamental. As experiências acumuladas demonstram que a adoção de políticas descentralizadoras nos obriga à análise dos procedimentos normalmente adotados. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a mobilidade dos capitais internacionais talvez venha a ressaltar a relatividade do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades.
Todavia, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos facilita a criação das condições inegavelmente apropriadas. A nível organizacional, a crescente influência da mídia obstaculiza a apreciação da importância de todos os recursos funcionais envolvidos. É importante questionar o quanto a necessidade de renovação processual aponta para a melhoria das diversas correntes de pensamento. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o consenso sobre a necessidade de qualificação é uma das consequências da gestão inovadora da qual fazemos parte.
Caros amigos, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação estende o alcance e a importância do remanejamento dos quadros funcionais. Neste sentido, a revolução dos costumes não pode mais se dissociar dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Não obstante, o surgimento do comércio virtual assume importantes posições no estabelecimento do fluxo de informações. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o comprometimento entre as equipes prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do levantamento das variáveis envolvidas.
O cuidado em identificar pontos críticos na valorização de fatores subjetivos afeta positivamente a correta previsão dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. O empenho em analisar a competitividade nas transações comerciais faz parte de um processo de gerenciamento das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Percebemos, cada vez mais, que a consulta aos diversos militantes causa impacto indireto na reavaliação das regras de conduta normativas.
Por conseguinte, a complexidade dos estudos efetuados apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção do orçamento setorial. Desta maneira, o entendimento das metas propostas pode nos levar a considerar a reestruturação do investimento em reciclagem técnica. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o início da atividade geral de formação de atitudes cumpre um papel essencial na formulação do retorno esperado a longo prazo. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a hegemonia do ambiente político promove a alavancagem das formas de ação.
É claro que a execução dos pontos do programa possibilita uma melhor visão global das direções preferenciais no sentido do progresso. O empenho em analisar a valorização de fatores subjetivos deve passar por modificações independentemente do fluxo de informações. Do mesmo modo, o julgamento imparcial das eventualidades desafia a capacidade de equalização das diversas correntes de pensamento. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a contínua expansão de nossa atividade agrega valor ao estabelecimento das formas de ação.
Assim mesmo, a constante divulgação das informações auxilia a preparação e a composição das novas proposições. A prática cotidiana prova que o acompanhamento das preferências de consumo maximiza as possibilidades por conta das condições inegavelmente apropriadas. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o fenômeno da Internet ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança de todos os recursos funcionais envolvidos.
A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação exige a precisão e a definição do processo de comunicação como um todo. As experiências acumuladas demonstram que o comprometimento entre as equipes cumpre um papel essencial na formulação do investimento em reciclagem técnica. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a mobilidade dos capitais internacionais promove a alavancagem de alternativas às soluções ortodoxas.
O que temos que ter sempre em mente é que a adoção de políticas descentralizadoras obstaculiza a apreciação da importância dos paradigmas corporativos. Por outro lado, a consulta aos diversos militantes prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do impacto na agilidade decisória. É importante questionar o quanto a competitividade nas transações comerciais oferece uma interessante oportunidade para verificação do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades.
Evidentemente, o desafiador cenário globalizado nos obriga à análise dos procedimentos normalmente adotados. A nível organizacional, o novo modelo estrutural aqui preconizado aponta para a melhoria dos modos de operação convencionais. No mundo atual, a necessidade de renovação processual talvez venha a ressaltar a relatividade do sistema de participação geral. Gostaria de enfatizar que a crescente influência da mídia afeta positivamente a correta previsão dos relacionamentos verticais entre as hierarquias.
Pensando mais a longo prazo, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos facilita a criação dos índices pretendidos. Todavia, o consenso sobre a necessidade de qualificação é uma das consequências das condições financeiras e administrativas exigidas. Caros amigos, o surgimento do comércio virtual estende o alcance e a importância do remanejamento dos quadros funcionais. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a revolução dos costumes não pode mais se dissociar dos níveis de motivação departamental.
No entanto, não podemos esquecer que a hegemonia do ambiente político assume importantes posições no estabelecimento dos métodos utilizados na avaliação de resultados. Não obstante, a percepção das dificuldades representa uma abertura para a melhoria do levantamento das variáveis envolvidas. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a determinação clara de objetivos estimula a padronização dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Desta maneira, a estrutura atual da organização garante a contribuição de um grupo importante na determinação das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Percebemos, cada vez mais, que a consolidação das estruturas causa impacto indireto na reavaliação das regras de conduta normativas.
Por conseguinte, a complexidade dos estudos efetuados apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção da gestão inovadora da qual fazemos parte. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o entendimento das metas propostas pode nos levar a considerar a reestruturação das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. O cuidado em identificar pontos críticos no início da atividade geral de formação de atitudes faz parte de um processo de gerenciamento do retorno esperado a longo prazo. Neste sentido, a expansão dos mercados mundiais acarreta um processo de reformulação e modernização do orçamento setorial.
Evidentemente, a crescente influência da mídia possibilita uma melhor visão global das diversas correntes de pensamento. O empenho em analisar o surgimento do comércio virtual deve passar por modificações independentemente do fluxo de informações. A nível organizacional, o julgamento imparcial das eventualidades desafia a capacidade de equalização dos índices pretendidos. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a necessidade de renovação processual ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança das formas de ação. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a adoção de políticas descentralizadoras auxilia a preparação e a composição dos métodos utilizados na avaliação de resultados.
A prática cotidiana prova que a constante divulgação das informações exige a precisão e a definição das condições inegavelmente apropriadas. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a valorização de fatores subjetivos aponta para a melhoria dos paradigmas corporativos. Por outro lado, a competitividade nas transações comerciais maximiza as possibilidades por conta dos modos de operação convencionais. É claro que o desafiador cenário globalizado estimula a padronização do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades.
Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a mobilidade dos capitais internacionais agrega valor ao estabelecimento das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. O que temos que ter sempre em mente é que a consulta aos diversos militantes é uma das consequências das regras de conduta normativas. Todavia, a contínua expansão de nossa atividade prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes dos procedimentos normalmente adotados.
Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a hegemonia do ambiente político representa uma abertura para a melhoria do impacto na agilidade decisória. Caros amigos, o início da atividade geral de formação de atitudes não pode mais se dissociar do investimento em reciclagem técnica. Do mesmo modo, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação oferece uma interessante oportunidade para verificação de todos os recursos funcionais envolvidos. Não obstante, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos talvez venha a ressaltar a relatividade do retorno esperado a longo prazo.
Neste sentido, o novo modelo estrutural aqui preconizado cumpre um papel essencial na formulação do remanejamento dos quadros funcionais. O cuidado em identificar pontos críticos no comprometimento entre as equipes facilita a criação dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Desta maneira, o entendimento das metas propostas causa impacto indireto na reavaliação dos relacionamentos verticais entre as hierarquias.
As experiências acumuladas demonstram que o fenômeno da Internet faz parte de um processo de gerenciamento das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a revolução dos costumes nos obriga à análise dos níveis de motivação departamental. No entanto, não podemos esquecer que a execução dos pontos do programa obstaculiza a apreciação da importância das novas proposições. No mundo atual, a percepção das dificuldades estende o alcance e a importância do levantamento das variáveis envolvidas.
Assim mesmo, a determinação clara de objetivos assume importantes posições no estabelecimento do sistema de participação geral. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a estrutura atual da organização garante a contribuição de um grupo importante na determinação de alternativas às soluções ortodoxas. Percebemos, cada vez mais, que a consolidação das estruturas acarreta um processo de reformulação e modernização das direções preferenciais no sentido do progresso.
Por conseguinte, o consenso sobre a necessidade de qualificação apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção da gestão inovadora da qual fazemos parte. É importante questionar o quanto o acompanhamento das preferências de consumo pode nos levar a considerar a reestruturação das condições financeiras e administrativas exigidas. Gostaria de enfatizar que a complexidade dos estudos efetuados promove a alavancagem do processo de comunicação como um todo.
Pensando mais a longo prazo, a expansão dos mercados mundiais afeta positivamente a correta previsão do orçamento setorial. No mundo atual, a crescente influência da mídia auxilia a preparação e a composição das diversas correntes de pensamento. A prática cotidiana prova que a estrutura atual da organização deve passar por modificações independentemente do sistema de participação geral.
É claro que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos faz parte de um processo de gerenciamento dos paradigmas corporativos. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a adoção de políticas descentralizadoras ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança do remanejamento dos quadros funcionais. O empenho em analisar a valorização de fatores subjetivos talvez venha a ressaltar a relatividade das novas proposições.
A nível organizacional, o acompanhamento das preferências de consumo exige a precisão e a definição do impacto na agilidade decisória. No entanto, não podemos esquecer que o desafiador cenário globalizado aponta para a melhoria do levantamento das variáveis envolvidas. Todavia, a competitividade nas transações comerciais oferece uma interessante oportunidade para verificação dos modos de operação convencionais. Pensando mais a longo prazo, a determinação clara de objetivos não pode mais se dissociar dos índices pretendidos. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a consolidação das estruturas prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições.
Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a expansão dos mercados mundiais apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção das condições financeiras e administrativas exigidas. Por conseguinte, a contínua expansão de nossa atividade desafia a capacidade de equalização do orçamento setorial. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a hegemonia do ambiente político representa uma abertura para a melhoria das condições inegavelmente apropriadas. Percebemos, cada vez mais, que o início da atividade geral de formação de atitudes facilita a criação do fluxo de informações.
Evidentemente, a percepção das dificuldades estimula a padronização das regras de conduta normativas. Não obstante, o fenômeno da Internet maximiza as possibilidades por conta do retorno esperado a longo prazo. Neste sentido, o consenso sobre a necessidade de qualificação cumpre um papel essencial na formulação das formas de ação. Caros amigos, o comprometimento entre as equipes promove a alavancagem de alternativas às soluções ortodoxas.
Desta maneira, o entendimento das metas propostas agrega valor ao estabelecimento dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. O que temos que ter sempre em mente é que o novo modelo estrutural aqui preconizado é uma das consequências das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. As experiências acumuladas demonstram que a revolução dos costumes nos obriga à análise dos níveis de motivação departamental. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a execução dos pontos do programa obstaculiza a apreciação da importância dos métodos utilizados na avaliação de resultados.
Por outro lado, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação possibilita uma melhor visão global do processo de comunicação como um todo. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a constante divulgação das informações assume importantes posições no estabelecimento do investimento em reciclagem técnica. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a complexidade dos estudos efetuados garante a contribuição de um grupo importante na determinação dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. O cuidado em identificar pontos críticos na mobilidade dos capitais internacionais acarreta um processo de reformulação e modernização das direções preferenciais no sentido do progresso. Do mesmo modo, o julgamento imparcial das eventualidades causa impacto indireto na reavaliação do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades.
É importante questionar o quanto a necessidade de renovação processual pode nos levar a considerar a reestruturação da gestão inovadora da qual fazemos parte. Gostaria de enfatizar que a consulta aos diversos militantes estende o alcance e a importância de todos os recursos funcionais envolvidos. Assim mesmo, o surgimento do comércio virtual afeta positivamente a correta previsão dos procedimentos normalmente adotados.
Por conseguinte, a hegemonia do ambiente político ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança das diversas correntes de pensamento. Pensando mais a longo prazo, a consulta aos diversos militantes exige a precisão e a definição do remanejamento dos quadros funcionais. As experiências acumuladas demonstram que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos maximiza as possibilidades por conta da gestão inovadora da qual fazemos parte. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o julgamento imparcial das eventualidades faz parte de um processo de gerenciamento dos métodos utilizados na avaliação de resultados.
O empenho em analisar o acompanhamento das preferências de consumo aponta para a melhoria das regras de conduta normativas. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a contínua expansão de nossa atividade apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção do sistema de participação geral. A nível organizacional, o surgimento do comércio virtual talvez venha a ressaltar a relatividade das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Todavia, a expansão dos mercados mundiais nos obriga à análise de todos os recursos funcionais envolvidos. A prática cotidiana prova que o desafiador cenário globalizado não pode mais se dissociar de alternativas às soluções ortodoxas.
Desta maneira, o novo modelo estrutural aqui preconizado prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do retorno esperado a longo prazo. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a adoção de políticas descentralizadoras facilita a criação das condições financeiras e administrativas exigidas. Assim mesmo, a competitividade nas transações comerciais causa impacto indireto na reavaliação do orçamento setorial.
É importante questionar o quanto a crescente influência da mídia estende o alcance e a importância das condições inegavelmente apropriadas. Percebemos, cada vez mais, que o início da atividade geral de formação de atitudes possibilita uma melhor visão global dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Evidentemente, o comprometimento entre as equipes agrega valor ao estabelecimento do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Gostaria de enfatizar que o fenômeno da Internet auxilia a preparação e a composição dos modos de operação convencionais. Neste sentido, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação cumpre um papel essencial na formulação do processo de comunicação como um todo.
Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a consolidação das estruturas deve passar por modificações independentemente dos procedimentos normalmente adotados. Por outro lado, a mobilidade dos capitais internacionais acarreta um processo de reformulação e modernização dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. O que temos que ter sempre em mente é que a percepção das dificuldades desafia a capacidade de equalização do levantamento das variáveis envolvidas. É claro que a revolução dos costumes oferece uma interessante oportunidade para verificação dos níveis de motivação departamental.
Caros amigos, a valorização de fatores subjetivos obstaculiza a apreciação da importância das novas proposições. Não obstante, a determinação clara de objetivos representa uma abertura para a melhoria das formas de ação. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a constante divulgação das informações promove a alavancagem do investimento em reciclagem técnica.
No mundo atual, a complexidade dos estudos efetuados estimula a padronização do fluxo de informações. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o entendimento das metas propostas garante a contribuição de um grupo importante na determinação das direções preferenciais no sentido do progresso. Do mesmo modo, o consenso sobre a necessidade de qualificação é uma das consequências dos índices pretendidos.
No entanto, não podemos esquecer que a estrutura atual da organização pode nos levar a considerar a reestruturação dos paradigmas corporativos. O cuidado em identificar pontos críticos na necessidade de renovação processual assume importantes posições no estabelecimento das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a execução dos pontos do programa afeta positivamente a correta previsão do impacto na agilidade decisória. Assim mesmo, o fenômeno da Internet acarreta um processo de reformulação e modernização das diversas correntes de pensamento.
Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a execução dos pontos do programa estimula a padronização dos paradigmas corporativos. As experiências acumuladas demonstram que a necessidade de renovação processual não pode mais se dissociar dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. O empenho em analisar a constante divulgação das informações apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção dos métodos utilizados na avaliação de resultados. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o acompanhamento das preferências de consumo representa uma abertura para a melhoria das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Todavia, a determinação clara de objetivos estende o alcance e a importância do sistema de participação geral.
Neste sentido, a complexidade dos estudos efetuados talvez venha a ressaltar a relatividade do remanejamento dos quadros funcionais. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a expansão dos mercados mundiais assume importantes posições no estabelecimento dos modos de operação convencionais. A prática cotidiana prova que a consolidação das estruturas cumpre um papel essencial na formulação de alternativas às soluções ortodoxas. No entanto, não podemos esquecer que o consenso sobre a necessidade de qualificação obstaculiza a apreciação da importância do retorno esperado a longo prazo.
Gostaria de enfatizar que o julgamento imparcial das eventualidades facilita a criação das novas proposições. O cuidado em identificar pontos críticos na consulta aos diversos militantes causa impacto indireto na reavaliação de todos os recursos funcionais envolvidos. Percebemos, cada vez mais, que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes da gestão inovadora da qual fazemos parte. Pensando mais a longo prazo, o início da atividade geral de formação de atitudes desafia a capacidade de equalização das direções preferenciais no sentido do progresso.
Caros amigos, a crescente influência da mídia faz parte de um processo de gerenciamento das regras de conduta normativas. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o novo modelo estrutural aqui preconizado auxilia a preparação e a composição do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. O que temos que ter sempre em mente é que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação possibilita uma melhor visão global do processo de comunicação como um todo. Desta maneira, a competitividade nas transações comerciais deve passar por modificações independentemente dos procedimentos normalmente adotados. A nível organizacional, a revolução dos costumes ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança do fluxo de informações.
Não obstante, a percepção das dificuldades garante a contribuição de um grupo importante na determinação do levantamento das variáveis envolvidas. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a mobilidade dos capitais internacionais oferece uma interessante oportunidade para verificação das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Por outro lado, a valorização de fatores subjetivos é uma das consequências das formas de ação. Evidentemente, o desafiador cenário globalizado afeta positivamente a correta previsão das condições financeiras e administrativas exigidas.
O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o comprometimento entre as equipes promove a alavancagem das condições inegavelmente apropriadas. No mundo atual, o surgimento do comércio virtual exige a precisão e a definição do orçamento setorial. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a contínua expansão de nossa atividade nos obriga à análise dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Do mesmo modo, a hegemonia do ambiente político agrega valor ao estabelecimento dos índices pretendidos.
É claro que a estrutura atual da organização pode nos levar a considerar a reestruturação do impacto na agilidade decisória. Por conseguinte, a adoção de políticas descentralizadoras maximiza as possibilidades por conta do investimento em reciclagem técnica. É importante questionar o quanto o entendimento das metas propostas aponta para a melhoria dos níveis de motivação departamental.
O que temos que ter sempre em mente é que o fenômeno da Internet desafia a capacidade de equalização do processo de comunicação como um todo. O empenho em analisar o surgimento do comércio virtual estimula a padronização dos métodos utilizados na avaliação de resultados. É claro que a necessidade de renovação processual afeta positivamente a correta previsão dos modos de operação convencionais.
É importante questionar o quanto a contínua expansão de nossa atividade apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção de todos os recursos funcionais envolvidos. A prática cotidiana prova que a constante divulgação das informações representa uma abertura para a melhoria do investimento em reciclagem técnica. Todavia, o desafiador cenário globalizado aponta para a melhoria das formas de ação. Neste sentido, a consulta aos diversos militantes garante a contribuição de um grupo importante na determinação da gestão inovadora da qual fazemos parte.
No entanto, não podemos esquecer que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação auxilia a preparação e a composição das direções preferenciais no sentido do progresso. A nível organizacional, a valorização de fatores subjetivos prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes dos procedimentos normalmente adotados. Percebemos, cada vez mais, que a expansão dos mercados mundiais maximiza as possibilidades por conta do remanejamento dos quadros funcionais. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o julgamento imparcial das eventualidades facilita a criação das novas proposições. O cuidado em identificar pontos críticos no consenso sobre a necessidade de qualificação oferece uma interessante oportunidade para verificação do impacto na agilidade decisória.
Não obstante, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos cumpre um papel essencial na formulação do levantamento das variáveis envolvidas. Pensando mais a longo prazo, a estrutura atual da organização acarreta um processo de reformulação e modernização dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. No mundo atual, o início da atividade geral de formação de atitudes faz parte de um processo de gerenciamento das regras de conduta normativas. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o novo modelo estrutural aqui preconizado é uma das consequências dos níveis de motivação departamental. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a complexidade dos estudos efetuados causa impacto indireto na reavaliação das diversas correntes de pensamento.
Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o entendimento das metas propostas obstaculiza a apreciação da importância de alternativas às soluções ortodoxas. Caros amigos, a revolução dos costumes ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança do fluxo de informações. Gostaria de enfatizar que a percepção das dificuldades assume importantes posições no estabelecimento do retorno esperado a longo prazo.
Comentário de: snoopy
mas tenho uma dúvida: por que o povo faz comentários enormes?
acham mermo que alguem vai ler um texto gigante desse??
>: (
PermalinkPermalink 06.08.09 @ 10:11
Pelo menos é o que se espera de quem é alfabetizado, ou no minimo os poucos que leêm isso com a intenção de trocar ideias sobre os assuntos nas suas areas de interesse.
Apesar de que isso foi apenas para efeito de retórica.
...
Eu tinha duvida se eram Yahoo-posts acabei de ver que não é!!
mas tenho uma dúvida: por que o povo faz comentários enormes?
acham mermo que alguem vai ler um texto gigante desse??
odeio comentários maiores que os tópicos
>: (
é o o personagem que porsonifica o herói com determinação e coragem.
Kyle e bem melhor, acho que a maioria dos roteristas e desenhistas de hq se indentificavam com ele, por isso suas historias eram mais divertidas.
Eu gosto do Kyle. Pra mim o que falta no personagem são boas histórias. E daí que a personalidade dele é a mesma que a do aranha?
Mas também gosto muito do Jordan. O que me incomodou foi inventarem que o Parallax é um ser e não o jordan que ficou puto pela destruição de coast city e endoideceu. Só por que o cara é um super heroi, ele nao pode fazer merda na vida. Mas... culpa dos the producers....
Desculpe pelos erros de pontuação do texto, mas dá pra ler
Tá Barry também foi meio vilão no final, mas se redime em Crise e de qualquer forma sua vilanice é muito menor (ele mata um cara que de um jeito ou de outro merecia mesmo morrer e ainda assim porque achava que Íris estava morta)
Agora Hal foi um puta dum escroto, beleza Coast City foi pro saco e por que raios ele não foi atrás dos responsáveis? Mongul e Superciborgue? Eu não me lembro dele ter ido atrás deles. Foi atrás da tropa porque estava puto com os guardiões e no caminho passa por cima de todos os seus amigos e mata até o Killowog? E por que faz isso se no fim ele queria consertar as coisas? Não faz sentido, tanto não faz que Johns inventou aquela história de possessão para justificar a inconsistência das ações do Hal.
O Kyle era um banana, mas com certeza despertava mais a ira dos fãs por parecer um convidado de última hora e pelos fãs da tropa não aceitarem toda aquela merda.
Não sou fã do Hal, mas entendo porque muitos não engoliram seu fim, se fosse um Batman, um Superman, um Homem-Aranha passando pelo mesmo ou até por menos, os fãs ficariam putos.
Você lê Super a vida inteira, para um belo dia um chifrudo destruir metropolis e o Azulão sair por aí matando todo mundo. Que bacana!
A cagada de uma substituição é não tomar cuidado com um detalhe importante: antigos fãs que na maioria das vezes ficarão na eterna viuvice, choramingando, fazendo mimimi. É necessário aplacar a ira desses caras, fazer de um jeito que a maioria deles aceite a mudança.
Foi o que fizeram com Wally e deu certo, pelo menos o número de víuvas reclamonas é bem menor, já no caso do Hal, tiveram que fazer aquela saga noite final e depois torná-lo o novo Espectro, mas não teve jeito.
Pena que o Johns que a víuva mor da era de prata tinha que trazer o Barry de volta.
Pra mim, o que faz um personagem ser substiuído e ser bem recebido é justamente o fato de muita gente nem se dar conta disso.
Numa visão geral (de todas as pessoas, não só quem realmente lê hq), todo mundo sabe que o Batman É Bruce Wayne, mas pergunte pra alguém que não é muito fã de HQ se ela sabe o nome verdadeiro do Robin... veja o espanto dela ao dizer que houveram no mínimo 3 meninos prodígio...
O mesmo acontece com o Lanterna e o Flash, só quem realmente lê HQs sabe o nome real dos personagens, e sabe que eles mudaram de "dono". No caso do lanterna a mudança é perceptível, pois os uniformes e características físicas são diferentes, mas no caso do Flash, ninguém viu diferença (visual).
Pra mim a aceitação da troca de personagens para um mesmo "Herói" se deve a fama que ele tem, quanto maior muito mais difícil.
Batman sempre vai ser o Bruce Wayne, os demais são só pessoas fantasiadas de Batman.
Kyle é um bom personagem, mas não teve tempo de se consolidar e sofre da sina de outros personagens dos anos 90 que por terem surgido num período tão triste dos quadrinhos são naturalmente odiados.
A verdade é que uma série de fatores influi nessas substituições. A do Flash deu certo por causa de tudo que foi apontado anteriormente, mas como era de se esperar nem a do Cap, nem a do Batman durarão.
Estamos num momento de golpes publicitários, "surpresas" e polêmicas. Faz tempo que a morte virou uma besterinha nos quadrinhos, não tem mais impacto e o leitor compra o gibi do substituto já pensando quando que lerá o retorno.
Depois da volta do Barry tenho certeza que a mesmice continuará nos quadrinhos.
Não conhecia o Barry, nunca me interessei por ler o Flash, e tds as minhas referências do personagem são das revistas da Liga, e gosto dele como retratado na mesma. Comecei a ler a DC a pouco tempo, e não tive saco p/ ler sagas antigas - tentei ler Crise nas Infinitas Terras, mas parei logo no inicio, a saga ñ me agradou nem um pouco - assim como pouco sei do Kyle. Por isso acho que prefiro o Hal e o Wally, mais por conhece-los que outra coisa.
Sempre achei o John um personagem fraco, e Guy um pseudo-Wolverine com ares de escape-cômico que nunca me agradou.
Mas, como disseram, a grande coisa das substtuições, é quando apesar de o novo querer manter certa "tradição", queira fazer as coisas de sua forma, se consagrar como ele mesmo e não apenas um "substituto" ou sombra do antecessor. Por isso boto muita fé em Buck e Dick, e digo que p/ mim, as historias deles podem render muito mais que as antigas de Stev e Bruce.
Buck principalmente, por ser tratar de um personagem realmente novo, onde os roteiristas tem mais liberdade de molda-lo como cap, sem se preocupar muito com "575" edições anteriores de mitografia.
Tds as historias do Buck, desde a morte de Steve são melhores que as de Steve pelas mão de Brubaker, ou seja, as historias recentes de Capitão América como Buck são melhores que quase qualquer historia de Steve.
Acho que foi isso que pesou muito no sucesso do Wally, e que quiseram fazer mais drasticamente com o Kyle (acabando com td os Lanternas) mas não conseguiram.
Não é apenas mudar td, mas mudar, tendo respeito pelo mitografia, é repaginar a tradição p/ futuro.
Abçs!
Hal começou substituindo Alan Scott e Barry começou substituindo Jay Garrick.
Os dois mudaram completamente o conceito de Lanterna Verde e Flash, que já eram sucesso, e se tornaram únicos e bem mais unânimes que qualquer um que veio depois.
Isaso não faz muito sentido pra mim.E repito que Wally sempre viveu na sombra do Barry. No primeiro arco da Liga do Morrison, no meio da batalha, com todo mundo num pega pra capar, tá lá o Wally pensando:
"Ah, se eu fosse como o Barry."
Apesar disso não desgosto do Wally, pela mesma razão pela qual não desgosto do Kyle.
E pra mim os 2 personagens crescem em interesse quando aparecem juntos como em Crise de Identidade e várias outras histórias da Liga.
Era o Barry mesmo,troquei os nomes :s
Acho q se juntarmos o post do Bugman e o comentário do Algures e de outros temos uma visão mais completa do sucesso do Wally e o fracasso de tds os outros substitutos dos últimos 20 anos!!!
Pelo que eu lembro, dos gibis e ter lido sobre a trajetória dos corredores escarlates, a situação foi a seguinte:
O Barry Allen/Flash no início da década de 80 não tava com nada, ele vivia no futuro tendo aventuras bem escrotas. Cancelaram a revista. Veio a Crise. Mataram o sujeito. Fim.
Dois, três anos depois da Crise, quando a poeira baixou, lançaram o gibi mensal do Flash/Wally West. Os fanboys devem ter pensado assim: "Legal. O chato do Barry Allen morreu. O sidekick dele, depois de décadas, assumiu. Vamos acompanhar a bagaça, pq pior do que estava não pode ficar. E o poder do The Flash é maneiro."
Depois de anos com histórias bem simples, com a DC enrolando a fanboyzada e o Marv Wolfman dizendo toda hora "Eu matei o Barry, mas tem um jeito de fazê-lo voltar. Enquanto isso aturem o Wally", aparece o Mark Waid e cria o Flash/Wally West como o conhecemos hj!!!
Desde o primeiro arco, Born to Run, dava para ver que algo excelente estava acontecendo. Lembro de uma entrevista do Waid que perguntaram como ele fez o personagem ficar tão bom. Ele respondeu: "Apenas escrevo como se eu fosse o Wally". A partir dai que o personagem se consolidou de verdade. O Barry passou a ser apenas o Flash anterior que inspirou o Flash atual a ser o herói que ele é.
Ai sim que podemos falar tudo aquilo que o Bugman comentou. Só depois do Waid. Tb não podendo esquecer do que o Geoff Johns fez.
Enfim, o Wally West conseguiu ser um ex-sidekick que deu certo como herói pela junção desse dois fatores: Herói interessante conceitualmente, mas que não agradava mais o público, bateu as botas e o parceiro-mirim, sucesor natural, assumiu a identidade + um escritor bom de verdade assumiu o título e levou o trabalho a sério.
Acho o Kyle Rayner um puta personagem bacana.Eu sinto que alguns leitores tem uma certa hostilidade com ele,pelo fato de ser um personagem criado nos 90.
Aposto que se tivessem dado continuidade as suas histórias,ele poderia ter tido o mesmo êxito do Wally West.
mas nao ligue pra mim, sao tao revoltado com o fato do Hal Jordan ser o favoritinho quando o John eh um personagem mais complexo... mal posso esperar para ver como a historia dele se resolvera em blackest night
Pena que o Mimimi dos fãs fez com que tentassem "consertar" as coisas, cometendo a saga mais grotesca da história do aranha, e mataram o Reilly usando DOIS quadrinhos: Um para ele ser atingido por algo se não me engano, e no outro pro aranha falar "Oh meu deus ele morreu!". Pelo menos mais para a frente alguns roteiristas fizeram o aranha mais "sensível" e triste com a morte do reilly por mais de um quadro.
E que venha o Mimimi!
Resposta do Bug: Queimem o herege!
Resposta do Bug: Bem observado o lance da diferença, Tiorobin. E no arco depois de A Queda do Morcego, o Asa agia como o Batman anterior.
Tenho dúvidas bem sinceras se não funcionaria um Batman mais jovial. Acho que simplesmente não estamos acostumados. Várias versões em desenhos são assim.
O nome da história era O Raio Humano e conava vários momentos da vida do Barry desde que o raio o atingiu até a Crise.
Eu gostava do personagem na série de tv e nos Superamigos, mas ao ler esse gibi virei fã de verdade.
"Meu nome é Barry Allen e eu queria ser o homem mais rápido do mundo... mas sempre chegava atrasado."
Tem tb uma história memorável no Superalmanaque DC Origens Secretas em que Wally vai ao psiquiatra e é diagnosticado com a Síndrome do Impostor.
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Eu tenho essa revista!Tem uma historia da origem do Charada escrita pelo Neil Gaiman que é du caralho!Essa do Charada era tipo uma mini-serie encabeçada pelo Gaiman,mas tinha outros escritores,sobre reporteres que mostravam a origem de 3 vilões(Charada,Pinguim e Duas Caras),e no final o Coringa matava o reporter principal.Tinah uma oputra historia do Flash alem dessa que msotrava a origem do Wally West,que mostra que o raio que ele atingiu era ele mesmo voltando no tempo em forma de energia logo após morrer na 1° Crise.
po, sem nexo pq sei la.... nada contra um tópico que não tenha noticias, mas tipo, ele tem poucas linhas, e ao meu ver, se resumiu numa vontade de xingar o kyle e o john. pode não ser isso que vc quis dizer, mas por ter colocado tipo 5 linhas falando "olha que flash bacana" e depois "não ficou essas merda de lanternas, foi o que me pareceu. hehehehe
agora tipo, ai é mesmo questão de gosto. eu acho que o kyle substituiu muito mais a altura. tanto que nem precisou manter a mesma "cara" (muita gente realmente nem tinha noção de que barry/wally são personagens diferentes), e mesmo assim tem uma legião de fãs. além de ter histórias melhores e ter um histórico de feitos melhores.
e agora, sobre alguem ai que perguntou se o bats ja tinha sido substituido, ja devem ter respondido, mas tipo, depois do azrael, teve uma época ainda no formatinho que o dick assumiu o manto da morcega também. só não lembro a saga.
Resposta do Bug: Entendi, Lander. Eu podia ter aprofundado um pouco mais o texto mesmo.
A saga que o Asa substituiu o morcego depois do Azrael foi logo depois do arco A Queda do Morcego mesmo. O Bruce foi treinar para readquirir sua forma física naquele arco em que Lady Shiva o ajudou.
Além disso, no Pré-Crise existia uma Terra Paralela (que eu não sei se voltou nas novas Crises) onde o tempo passou, Dick virou Batman e o filho de Bruce virou Robin.
Grant Morrison se inspirou exatamente nisso pra contar sua saga.
Na Terra paralela "oficial", (em que a sociedade da Justiça existia, a Terra 2), o Batman morreu e ninguém o substituiu, ficando Dick Grayson sendo Robin também na idade adulta e a filha do Batman, Helena Wayne sendo a Caçadora...
Comentário de: magus · http://magusrj.mybrute.com
Comentário de: Picciani · http://picciani.com.br
Não teve uma época em que o Dick Grayson substituiu o Batman? Que série foi essa? Li recentemente, mas, cronologicamente, não sei. Foi antes do Asa Noturna?
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Tve um cara chamado Azrael que substituiu o Batman quando ficou paralisado...
Quanto ao Dick só agora vestiu o manto do morcego e ainda ta usando...
Permalink 05.08.09 @ 18:22
O Dick já substituiu o Bruce antes, logo depois que ele recuperou o manto do morcego do Azrael. Na época, o Batman queria tirar "umas férias espirituais" e sumiu de Gotham, passando o manto pro Dick. Logo se percebeu que ele ainda era meio imaturo pro papel, apesar de já ter liderado os Titãs (na época o grupo estava desativado).
Isso aconteceu no Brasil nos formatinhos da Abril finalzinho da década de 90. "
Além disso, no Pré-Crise existia uma Terra Paralela (que eu não sei se voltou nas novas Crises) onde o tempo passou, Dick virou Batman e o filho de Bruce virou Robin.
Grant Morrison se inspirou exatamente nisso pra contar sua saga.
=]
Mas eu fico com Barry...
Tanto nas histórias do Kyle ou do John, ou ainda do Guy, substituindo o Hal, o Hal é citado, mas nunca tão citado quanto em praticamente toda história do Wally como Flash.
Aliás, eu vou mais longe até. O Wally só virou e continuou sendo Flash pra manter a memória do Barry.
Vemos essa atitude a partir do momento em que Jay dá o uniforme pra ele no fim de Crise nas Infinitas Terras até histórias recentes.
Ou quando ele afirma que a Liga da Justiça é um trabalho e os Titãs são sua família.
Ele até revelou a identidade secreta porque não queria que as pessoas confundissem ele com o Barry, mas quando o Hal era Espectro teve que restituí-la pra preservar a mulher e os filhos do Wally.
Tem tb uma história memorável no Superalmanaque DC Origens Secretas em que Wally vai ao psiquiatra e é diagnosticado com a Síndrome do Impostor.
Conclusão: Pro Wally ser Flash é uma obrigação, não uma vocação e talvez a maior razão de todas pro Wally ter dado certo como Flash é JUSTAMENTE ele manteve o Barry vivo em sua memória e assim também tornou-o PRESENTE em suas histórias.
Wallace (Rudolph) West, ou Wally West, ou W.W.
Como é em Peter Parker, Reed Richard, Bruce Banner, Susan Storm, Scott Summers, etc.
eu gostava do kyle rayner. sempre achei o hal jordan um saco, ele só foi começar a ter um lado humano na época que se juntou com o arqueiro verde. tanto que na volta do hal colocaram coisas que se desenvolvem em uma década de cronologia em apenas 6 meses! (irmãos personalidades, cidade bem trabalhada) foi meio forçar a barra IMHO.
e sobre o asa noturna(me referindo ao comentário do cardoso) não acho que ele seja uma cópia do bruce wayne. a influência do dick foi bruce, era sua única figura paterna. o cara criou ele o tornou seu parceiro mirim. isso influencia a cabeça do garoto. bruce wayne é o pai de dick grayson e isso deixa as marcas eternas na personalidade dele
Se era boa série ou não, não sei, mas era legal.
Wally West pra mim é só o piadista do cartoon da LIGA DA JUSTIÇA.
1º - Se levarmos em conta a época, Barry foi, junto com a Supergirl, o único érsonagem importante que a DC matara "de verdade". Naquela época, a idéia de que a morte no universo dos quadrinhos era permanete ainda era "real", e as pessoas meio que se conformaram com a idéia.
2º Barry já não dava mais lucro para a DC fazia um bom tempo, não vendia e há um bom tempo já não era mais tão popular entre os leitores, e por esse motivo mataram ele. A substituição não foi tão traumática assim devido à esse motivo também.
3º Além disso, pouca gente comenta porque isso foi ignorado na Crise Nas infinitas Terras, mas Barry não morreu um santo, pois no último arco desua revista mensal ele MATOU o Professor Zoom original (por achar que ele tinha matado a Íris), e inclusive foi julgado por isso.
4º Wally nunca quis subsituir Barry, e o personagem até hoje teve smepre o mesmo conflito (mesmo com a troca de roteiristas): Queria levar adiante o Legado do Barry, mas ao mesmo tempo não queria que as pessoas se esquecessem do tio; por essa razão, sua identidade era pública (até pourco tempo atrás), e ele só usava a máscara em honra ao Barry.
5º Barry sempre foi uma presença constante nas histórias do Flash, mesmo morto, seja nas referências às histórias, nos vilões antigos e no próprio Barry, que aparecia em suas versões de antes de morrer (pois Barry passou os últimos dias de sua vida no futuro).
Em suma, não dá pra comparar o sucesso do wally como flash com outros sideckicks/substitutos, porque a situação era diferente, princpalmente se ocmpararmos com hoje em dia...
Comentário de: lander · http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo/2009/08/05/p36339#c439149
cara, que tópico sem nexo.
e olha que gosto dos tópicos do buguiman.
de qualquer jeito, kyle é O lanterna verde. uma pena o bosta do hal ter voltado a ser o centro das atenções, pq kyle é mto melhor personagem em todos os sentidos.
Resposta do Bugman: Ué, sem nexo? Pq? Só porque não é uma notícia? Mas somos um blog opinativo
O Bugman agora responde aos posts editando-os? Sinixxxtro O_o'
Comentário de: magus · http://magusrj.mybrute.com
Comentário de: Picciani · http://picciani.com.br
Não teve uma época em que o Dick Grayson substituiu o Batman? Que série foi essa? Li recentemente, mas, cronologicamente, não sei. Foi antes do Asa Noturna?
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Tve um cara chamado Azrael que substituiu o Batman quando ficou paralisado...
Quanto ao Dick só agora vestiu o manto do morcego e ainda ta usando...
Permalink 05.08.09 @ 18:22
O Dick já substituiu o Bruce antes, logo depois que ele recuperou o manto do morcego do Azrael. Na época, o Batman queria tirar "umas férias espirituais" e sumiu de Gotham, passando o manto pro Dick. Logo se percebeu que ele ainda era meio imaturo pro papel, apesar de já ter liderado os Titãs (na época o grupo estava desativado).
Isso aconteceu no Brasil nos formatinhos da Abril finalzinho da década de 90.
Resposta do Bug: Opa, tá devidamente linkado no texto
Mas senti falta de falarem de outros substitutos menos relevantes, mas que não tiveram grande chance, como Connor Hawke e Roy Harper (ok, muda a cor só, mas no fundo não deixa de ser o Arqueiro). Ambos também tem personalidade muito diferente do Oliver, e o Roy já tem até uma looonga história (drogas, etc e tal).
ara substituir um personagem clássico é indispensável buscar as diferenças - traindo a sua tradição - mas entender o que o herói representa para que seu substituto ocupe esses espaços.
Isso explicaria porque o Capitão América Bucky e o Batman Dick Grayson estão sendo tão bem recebidos pelo público...
abcs
No meu entendimento a substituição do Capitão e do Flash foram corretas porque:
1. Não mataram a tradição por completo.
2. Eram substitutos naturais
3. Foram planejadas e desenvolvidas com antecedência
4. Mantiveram a essência dos personagens
Mas isso não vai adiantar nada, já que a DC trouxe o Barry de volta e a Marvel fez o mesmo.
Ora se formos pensar bem, já houveram várias "traições" do passado nos quadrinhos, até mesmo a mudança de Hal para Kyle se encaixa nesse conceito. Kyle é completamente diferente de Hal Jordan, seu universo no início tinha pouco a ver com o de seu antecessor (basta lembrar que a tropa havia sido aniquilada)
O Batman Azrael também foi uma espécie de traição (não completa, já que houve mudança total do herói, mas não em seus vilões e universo), assim como as várias Supermoças, batmoças, o Thor Masterson etc.
Não basta mudar, "trair o passado", é preciso no caso dos quadrinhos que essa mudança seja gradual, necessária, lógica, inevitável e profunda, entretanto a tradição não pode simplesmente morrer por completo, deve-se manter alguns aspectos essenciais que sirvam como manutenção do legado do antecessor, que lembrem de alguma forma o velho herói, enfim a mudança não pode ser brusca ou traumática.
No caso do Flash nós temos os seguintes fatores que contribuíram: 1. o personagem era herói e morreu como HERÓI. 2. Wally West já era conhecido, aceito e visto como substituto natural do tio, não caiu de páraquedas. 3. Boas histórias foram feitas com o personagem, ele cresceu, deixou de ser sombra e tal (embora tenha demorado um pouco para conseguirem acertar a mão com Wally) 4. Wally West é uma pessoa diferente de Barry Allen. 5. O legado não morreu, foi devidamente transmitido, lendo Wally vc sente que está lendo o Flash.
Já com Hal, apesar de Kyle ser diferente houve os seguintes problemas: 1. Hal morreu como VILÃO e nenhum fã que leu durante anos as histórias de seu personagem favorito, ficaria feliz com algo do tipo (não é muito diferente de saber que leu as aventuras de um CLONE por anos) 2. A tradição foi praticamente exterminada, sobrou a porra do anel, mas a mitologia dos Lanterna foi praticamente jogada no lixo. 3. Escreveram histórias de merda para o coitado do Kyle. 4. Kyle surgiu do nada e foi para lugar nenhum, de repente um zé mané surge e se torna o último lanterna. Que merda. 5. Os lanternas são heróis corajosos, determinados, como é que eles me colocam um sujeito com um traço de personalidade que não tem sentido algum para um portador do anel?
Resposta do Bugman: Cthulhu, não concordo com alguns argumentos seus. Vamos lá:
1- O Azrael não foi uma traição de fato. Ele foi feito pra falhar e prepararem o retorno do bom e velho Batman. Eu, pelo menos, nunca me enganei quanto a isso.
2- Eu falo de "traição" pro substituto. A traição do Hal Jordan funcionou pra mudar o personagem e ele foi esquecido por um bom tempo. O que não foi uma traição nesse sentido foi a criação do Kyle Rayner, que não acrescentava muita coisa em relação ao Hal.
No mais concordo com vc!
Não teve uma época em que o Dick Grayson substituiu o Batman? Que série foi essa? Li recentemente, mas, cronologicamente, não sei. Foi antes do Asa Noturna?
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Tve um cara chamado Azrael que substituiu o Batman quando ficou paralisado...
Quanto ao Dick só agora vestiu o manto do morcego e ainda ta usando...
Mas vamos esperar!!
e olha que gosto dos tópicos do buguiman.
de qualquer jeito, kyle é O lanterna verde. uma pena o bosta do hal ter voltado a ser o centro das atenções, pq kyle é mto melhor personagem em todos os sentidos.
Resposta do Bugman: Ué, sem nexo? Pq? Só porque não é uma notícia? Mas somos um blog opinativo
[ ]s
Resposta do Bugman: Lembre-se que eu estou falando do John Stewart dos quadrinhos, quando ele surgiu originalmente. O personagem deu dois grandes saltos nos anos 90 e na animação da Liga.


