Johns fala (mais) de Blackest Night Tweet

O roteirista falou ao IGN um pouco mais sobre a mini-série dos heróis zumbis da DC Comics. Confiram aí.
Oboviamente tem SPOILER!
Antes de mais nada, confiram aí a prévia da primeira edição que não mostramos até agora:

Geoff Johns disse que, mais do que aproveitar qualquer modismo de zumbis nos quadrinhos, o seu interesse é falar sobre o conceito de morte nos quadrinhos de super-heróis:
A morte nos quadrinhos de super-heróis é cíclica por natureza, e isso ocorre por vários motivos, seja por causa das histórias, dos direitos autorais ou dos fãs. Mas a morte não existe do mesmo jeito que existe em nosso mundo, e graças a deus por isso. Gostaria muito que a morte em nosso mundo fosse como nos gibis. Conversei longamente com Grant [Morrison] sobre isso. A morte tem um significado diferente nos quadrinhos de super-heróis, e tem um poder diferente. Isso é parte do que eu quis explorar – por que a morte é desse jeito no DCverso. Ou por que foi desse jeito até agora.
A declaração de Johns indica que pode haver mudanças nessa putaria de morte e ressureição na DC. E quando perguntado o motivo do interesse especial do Mão Negra em personagens que já driblaram a morte, Johns respondeu que "a morte foi enganada muitas vezes no DCverso no passado, mas não será enganada desta vez".
Isso vai ao encontro do que o Dan DiDio falou há alguns meses, quando afirmou que a morte como truque narrativo deixaria de ser usada durante algum tempo na DC Comics.
Johns também falou da importância da amizade entre Hal Jordan e Barry Allen para a trama de Blackest Night:
Tanto Hal quanto Barry tiveram a experiência de lidar com a morte e a ressurreição, mas por ângulos muito diferentes. Acho que Blackest Night #0 resumiu bem quando é dito que Barry morreu como santo e Hal morreu como pecador. Esses dois personagens são muito diferentes e adoro a interação deles em Blackest Night #1 quando o Hal mostra pro Barry todas as pessoas conhecidas que morreram. A interação deles ao longo de Blackest Night é antes de tudo muito divertida de escrever, mas ela também mostra como eles representam opostos. Hal é extrovertido, Barry é introvertido, eles levam vidas muito diferentes e fazem escolhas muito diferentes. Eles também ancoram o DCverso de formas que Batman, Superman e Mulher-Maravilha não poderiam. As experiências dos dois fazem deles figuras centrais nessa história.
Por fim, ao ser perguntado se poderia adiantar algo da segunda edição, Johns mostrou logo a capa de Blackest Night #2, vejam aí:

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