Post do Leitor #14: As cores da nostalgia de Jeph Loeb e Tim Sale

O post do leitor de hoje é do Corto Maltese, que já mandou tantos textos que praticamente já é da casa! Desta vez, o Corto analisa as obras das cores, do polêmico Jeph Loeb.
Os melhores (e pra muita gente únicos) grandes trabalhos do Jeph Loeb são minis e maxi-séries em companhia do artista Tim Sale.
Primeiro, eles fizeram foi Os Desafiadores do Desconhecido para a DC Comics. Inclusive um dos maiores micos que os dois pagaram na vida foi no começo da carreira, quando estavam numa convenção de HQs na época em que estavam fazendo a revista e Sale disse a Loeb que Jack Kirby estava lá. Foram os dois jovens aspiras mostrar seu trabalho ao "The King", que, muito gentilmente após olhar o material, disse que sempre soube, quando criou os Desafiadores do Desconhecido, que outros autores futuramente viriam e criariam novas histórias com eles, dando novos rumos aos personagens, e que eles estavam de parabéns.
O que Jack Kirby não sabia é que Jeph Loeb e Tim Sale NÃO TINHAM A MENOR IDÉIA DE QUE ELE HAVIA CRIADO OS DESAFIADORES DO DESCONHECIDO... E JAMAIS TERIAM CORAGEM DE FALAR COM O CARA PRA MOSTRAR AS MODIFICAÇÕES QUE FIZERAM NOS PERSONAGENS DELE SE SOUBESSEM DISSO!
Provavelmente eram marvetes... viram só como isto pode ser prejudicial crianças? Sorte deles que o Jack era um cara muito legal. Se fosse o Liefield...
BWAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!
Bom, tempos depois Sale convidou Loeb pra roteirizar três especiais de Dia das Bruxas do Batman em edições one-shot, que ele iria desenhar. Loeb, que estava em Hollywood roteirizando sequências de filmes cujos originais ele sequer tinha visto, aceitou de pronto. Tais especiais fizeram sucesso e serviram de aquecimento para o grande projeto que viria.

Unidos, fizeram então a maxi-série O LONGO DIA DAS BRUXAS, que procura dar continuidade aos personagens e eventos de Batman ANO UM do Miller, mostrando o passado do Morcego, mas não costuma ser reconhecido na cronologia... e muito menos se preocupa em seguir a cronologia vigente. Aliás, na DC dzem que existe duas cronologias: a normal e da do Jeph Loeb (que por eliminação seria a anormal! hehe)
A história, que ganhou vários prêmios, é considerada a obra-prima de Loeb e também de Sale e uma das melhores do Batman de todos os tempos. A trama e os personagens, como o próprio Bruce Wayne, são elaboradíssimos e foi onde o autor lançou todas as suas melhores idéias, como a mesclagem de personagens e eventos de diferentes histórias conceituais, como os loucos do Asilo Arkhan e as famílias mafiosas, interligados, como numa novela, com os crimes de um personagem misterioso, que sempre os comete em dias de feriado.
Ao contrário de seu parceiro Tim Sale, Loeb praticamente nunca mais conseguiu sair da sombra dessa série, repetindo à exaustão vários conceitos dela, especialmente com o Batman.
O clímax da trama é a luta pelo controle do submundo de Gothan e a criação do Duas-Caras, além da descoberta da identidade do assassino Feriado. Mas até essa revelação tem um nível de elaboração e surpresa que Loeb nunca mais alcançou, até porque o assassino no fim pode ser dividido em três personagens diferentes, e pelo menos um deles tem dupla personalidade!!
O máximo que eles conseguiram foi uma continuação, a maxi-série Batman - VITÓRIA SOMBRIA, que também é bastante elaborada e também fez sucesso de público e crítica justamente porque ele repetiu o mesmo estilo e conceito da série anterior nessa sequência do passado do Morcego. Ou seja, como é uma continuação, é mais do que natural que se repitam conceitos e repetir idéias é algo que Loeb provou com o tempo fazer muito bem.

Aqui os momentos decisivos de dão com a criação de Robin (inclusive é mostrado que o asssassino dos pais de Dick Grayson, Zucco, fazia aprte da mesma família mafiosa de Falcone e Maroni através de uma árvore genealógica muito interessante desenhada por Sale na revista) e um confronto definitivo entre os loucos e o crime organizado, mais uma vez com tudo permeado pelos crimes de um criminoso misterioso, o assassino da Forca, que parece ter sido inspirado numa história do Batman da década de 70, envolvendo o mesmo tipo de crime e o Jogo da Forca.
Loeb também aproveita essa extensão da saga pra tentar aprofundar o relacionamento entre Selina Kyle e Bruce Wayne, outro tema recorrente de suas passagens pelo Batman.
Ambas as sagas serviram de inspiração pra muitos dos conceitos dos filmes de Batman de Christopher Nolan, como o próprio diretor sempre lembra, especialmente a idéia do antagonismo entre as duas facções criminosas que antes apareciam mais separadas nas histórias do Batman: os mafiosos e gânsters com os vilões freak.
Uni-los, ou melhor, colidi-los resultou numa mistura explosiva dentro do universo do Cavaleiro das Trevas e talvez tenha sido a grande contribuição de Jeph Loeb para a Nona Arte.
Sale, em grande forma, desenhou algumas das melhores sequências das HQs, como a luta de Batman e Coringa no avião no Ano-Novo e os assassinatos do Feriado e do Assassino da Forca.
Pessoalmente achei mais comoventes os capítulos de dia das mães e dia dos pais. O primeiro, então, é ótimo pra quem costuma sentir a mãe do Batman recebendo um tratamento meio frio. Bruce, sob efeito tardio do gás do Espantalho, é perseguido pela polícia por suspeita de ser o verdadeiro Feriado, e foge como um louco, pensando, delirante, que estava levando a mãe pra longe do bandido armado que a matara, enquanto Gordon tenta impedir seus homens de atirar. A sequência culmina num desfecho emocionante no túmulo dos pais dele, mostrando porque muitos dizem que Batman é o mais humano dos heróis, mesclando momentos de violência e crueldade com uma fragilidade íntima desconcertante.
Recentemente foi lançado uma mini-série spin-off das duas sagas anteriores, Mulher-Gato - CIDADE ETERNA, que é uma boa história de aventura, mas totalmente longe das grandes pretensões dos seus antecessores.
Nela, a Mulher-Gato vai à Roma, tentar descobrir se era a filha de Carmine Falcone, o ex-poderoso chefão de Gothan, resolvendo assim uma ponta solta de O LONGO DIA DAS BRUXAS.
Hilária a cena em que o Charada tira uma casquinha da Mulher-Gato e ela joga ele no mar. hehe

Loeb e Sale fizeram então a mini-série Super-Homem - AS QUATRO ESTAÇÕES, outro grande sucesso de público e crítica e ganhador de prêmios, mostrando de maneira bucólica o passado do Super no Kansas, quando ele era só um garoto sonhador e tímido chamado Clark Kent, e que a princípio foi a inspiração pro seriado Smallville, mas este (do qual Loeb foi produtor) seguiu por um caminho completamente diferente.
O legal de AS QUATRO ESTAÇÕES é ser tão conceitualmente próximo do trabalho de Jerry Siegel e Joe Shuster, onde o lado HOMEM era tão importante quanto o lado SUPER.
Quem leu Superman - CRÔNICAS sabe do que eu tô falando. Hoje parece inimaginável criar uma história interessante envolvendo o personagem com um assunto banal do dia-a-dia, pois ele teve que se adaptar aos novos tempos, pois no início só o Super-Homem era tão poderoso nas HQs e então por si só já era o elemento fantástico da narrativa.
Com o surgimento de outros personagens com poderes incríveis, as histórias foram ficando mais mirabolantes e até criaram uma das mais ricas mitologias dos quadrinhos.
Infelizmente, nesse processo o herói perdeu muito da sua humanidade, literalmente até, a ponto de vários criadores da atualidade o considerarem um Deus pós-moderno.
Assim muitos dos fãs que se identificavam com a sina do pobre Clark Kent, de nunca poder ser reconhecido pelo seu real valor, e sonhavam voar escondido quando ninguém estivesse olhando, assim como ele fazia, hoje migraram pra outros personagens de identificação mais imediata, como o Homem-Aranha.
Ou seja, se antes os moleques pirados pulavam da janela imitando o Super-Homem, agora podem colocar a culpa no Homem-Aranha... tirando um cantor famoso que quebrou o braço imitando o AQUAMAN! Aliás tem, inclusive, uma história do Aranha feita pelo Paul Jenkins que narra exatamente esse fato, sobre um guri que morre tentando imitá-lo.
AS QUATRO ESTAÇÕES trouxe de volta o clima daquela época inicial da Era de Ouro do Super-Homem e foi um sucesso merecido, chegando a ser comparado, não sem um certo exagero claro, ao clima e temática de um filme de John Ford.
Então a Marvel decidiu chamar a dupla pra série das cores, contando da mesma forma que com Batman e Superman o passado dos heróis da editora. Tais trabalhos se tornaram uma grife de sucesso e garantia de qualidade com certa dose de (claro! ) nostalgia.
Aqui muita gente pode chiar e dizer que a série das cores é coisa de emo, mas eu digo que qualquer coisa bem escrita, mesmo a tristeza, vale à pena de se conhecer. E muita gente que gosta de diminuir esse tipo de história em prol da ação mais alucinante, no fundo é porque aguenta umas tripinhas de fora gratuitamente, mas não tem estômago pra abordagem de uma obra psicológica densa, tanto que já vi gente com medo de ler certas coisas por causa disso.

Demolidor - AMARELO, primeira trabalho da dupla Loeb/Sale pra Marvel, reconta a origem do Demolidor (também contada na espetacular mini-série Demolidor - HOMEM SEM MEDO de Frank Miller e John Romitha Jr.) e salta a seguir para o início da carreira de Matt Murdock (exatamente onde a série de Miller e Romitha tinha terminado), quando ele usava parte do uniforme amarelo, recontando então os primeiros números da revista do personagem escritas por Stan Lee.
Tudo é contado por ele no tempo atual em uma carta para sua ex-namorada Karen Page, que tinha acabado de morrer (na história DIABO DA GUARDA do Kevin Smith) e portanto nunca poderia lê-la. Pessoalmente a parte que eu mais gostei é a cena da morte do pai dele, que é profundamente comovente, até mais que a versão do Miller, muito graças a um enquadramento cinematográfico pra lá de foda do Tim Sale pra cena.
O curioso é que, como o Demolidor não tem lá uma grande galeria de vilões, numa das edições ele enfrenta Elektro, vilão do Homem-Aranha.
Depois veio Homem-Aranha AZUL em que Peter Parker, no dia dos namorados atual, relembra como se apaixonou por Gwen Stacy.
Loeb e Sale rearranjaram vários eventos das histórias da fase mais prolífica de Stan Lee e John Romitha Pai a frente do personagem, recriando do jeito deles o romance entre Peter e Gwen, fazendo uma trama praticamente nova, mas com a desculpa de que tudo na verdade é o jeito como o Peter se lembra do que houve, pois assim como na série anterior, o protagonista lembra de sua amada morta dirigindo a ela uma mensagem que nunca chegaria. A única diferença é que Peter usa um gravador.
Falando francamente agora: É uma desculpa esfarrapada e as histórias originais são bem melhores. Mas o que tinha tudo pra dar errado, acabou dando super-certo.
O mais agradável da mini é ver Peter confrontando eventos do passado com situações do presente. Loeb toca em pontos delicados que outros autores não tiveram coragem, talvez com medo de embolar ainda mais a já confusa cronologia do herói. Um desses momentos é quando Peter praticamente se desculpa com Gwen pelo excesso de zelo que tinha com a Tia May:
"Eu nunca, jamais, imaginei que enterraria você antes dela."

Sim, são frases duras em contraste absoluto com o clima de nostalgia quase inocente da revista. Mas é inevitável essas comparações e pensamentos dos mais implacáveis, motivados por um trauma implacável. E dificilmente em outra história que não em Homem-Aranha Azul você encontrará Peter falando com tanta sinceridade:
"A princípio, pensei que ele (Norman Osborn) estivesse morto. Tenho até vergonha de dizer, Gwen, mas naquele momento senti alívio. Minhas preocupações... todas elas, podiam ter terminado ali. O futuro ia ser bem diferente, e talvez você ainda estivesse...
"Perder você foi piorar além da conta, foi a coisa mais terrível que já aconteceu comigo... até o meu Tio Ben entenderia porque eu estou dizendo isso."
"Duvido que a Mary Jane pudesse ter algum relacionamento sério comigo até perceber o quanto todos nós perdemos quando você foi embora."
"Poxa, Gwen... desculpa, mas eu adormeci com o gravador ligado e... hã... tive um sonho com você. A gente estava dirigindo um carro. Não sei de quem. Eu tava no volante.
Era um conversível. Talvez como o que o Harry tinha, sei lá. O vento batia nos seus cabelos e... você estava viva Gwen. Pareceu tão real. Eu podia te tocar, ouvir sua risada...
E a parte mais estranha... a parte mais difícil... era que tava contecendo hoje, não no passado. Você ainda estava viva... HOJE!"
Homem-Aranha AZUL é a única série de Loeb e Sale cujo título a princípio não tem relação direta com nada da história.
Só no finzinho Peter explica que a tristeza incomensurável que sente todo dia dos namorados lembra músicas como o jazz ou o blues (blue é azul em inglês) ou a própria cor azul, já que nos Estados Unidos é comum associá-la à tristeza como alguns associam o verde à esperança e o amarelo ao medo.
Todas as impressões de Peter na época sobre sua tia, Flash Tompson, Mary Jane Watson, Harry Osborn, Dr. Curt "Lagarto" Connors, J. J. Jameson e Norman "Duende Verde" Osborn, entre outros, são reavaliadas, vistas com a distância do tempo.
A única excessão é justamente Gwen Stacy, por razões óbvias.
Pra se ter uma idéia, a perda da loirinha foi tão forte que também foi recontada no clímax da histórica maxi-série MARVELS, também recomendadíssima, onde Kurt Busiek e Alex Ross mostravam o ponto de vista "real" da Era Clássica da editora em quatro capítulos.
O primeiro volume era sobre o surgimento dos super-heróis e a Segunda Guerra Mundial.
O segundo volume era sobre o florescer dos novos super-heróis criados por Stan Lee e a "ameaça" mutante.
O terceiro volume sobre as grandes sagas cósmicas com a vinda de Galactus à Terra.

E o quarto era simplesmente sobre Gwen Stacy.
Assim como fizeram com Batman, Loeb e Sale não recontam os primórdios do Homem-Aranha como fizeram com todos os demais, e sim algum ponto do passado onde parecia que o fardo se ser herói era mais leve, e onde o destino parecia reservar uma vida melhor num horizonte jamais alcançado.
Loeb explorou de forma muito humana o mais profundo do psicológico do Aranha, através do "diálogo" de anos de defasagem entre Peter e Gwen, tornando-o possível de identificação com qualquer um que porventura tenha perdido um grande amor. Tanto que em alguns momentos ele parece mais um testamento do próprio Peter pra ser ouvido após a sua morte, onde ele deixa seu legado, narrando uma história relativa a algo, ou alguém, muito importante em sua vida.
Se no começo ele diz, confiante:
"Quando você perde alguém que ama todo mundo diz,:
'A vida não pára. Tem que tocar a bola pra frente. Não se prenda ao passado. Não é isso que ela ia querer. '
Isso me faz rir. Como se eu pudesse, algum dia, esquecer você."...
...Mais pra frente o próprio Peter vai aos poucos revelando um desespero interior e expõe essa fragilidade ao dizer:
"Bom... Eu não sei quem vai ouvir esta fita, mas a história que estou contando... a nossa história... é uma coisa pra ser lembrada.
Por isso, aqui estou eu, com um gravador caindo aos pedaços, que deve ter sido do meu Tio Ben... falando com uma garota que... que... exatamente como o fio da meada que eu perdi... não dá mais pra recuperar.
As pessoas ficam com a gente pelo tempo que são lembradas.
Eu não quero te esquecer, Gwen. Fica comigo..."

Depois foi a vez do Hulk relembrar um grande amor perdido na mini-série Hulk CINZA. Desta vez, porém, Bruce Banner conta ao Dr. Samson em seu consultório (bem mais original dessa vez) sobre a primeira vez que se transformou em Hulk (também tirada das primeiras edições da revista feitas por Lee junto com Jack Kirby), quando sua pele ficava cinza em vez de verde e ele sequestrou Betty Ross, que depois seria sua esposa e muito mais tarde no tempo morreria assassinada pelo Abominável.
A história ainda conta com a participação especial do Homem de Ferro com sua armadura original, que era (adivinhem?) cinza. Apesar de alguns típicos exageros do escritor (como Betty tomar um safanão do Hulk, bater de cabeça numa pedra e parecer bem no número seguinte), essa pode ser a melhor de todas as histórias da série das cores.
Loeb ousou como nunca no final, quando Banner faz uma revelação chocante sobre Betty que ele teria tentado esconder de si mesmo durante muitos anos. O exame feito pelos autores na alma de Bruce Banner mostra que esse trauma pode ter sido mais devastador do que se ele tivesse levado um "Hulk Esmaga" do próprio Gigante Verde.
Apesar de ser o ponto de vista dele, é impossível a quem conhece o personagem e suas histórias ficar impassível no fim e não se remoer pensando se aquilo que foi revelado não foi realmente sempre assim e apenas não tinha sido notado... e ainda nos deixa pensando se até o verdadeiro amor a "maldição" do Hulk custou ao pobre Dr. Bruce Banner...
Uma frase praticamente define tudo o que Jeph Loeb e Tim Sale tentaram passar na série das cores:
"Houve muitas outras histórias depois dessa. Mas o colorido delas se acinzentou... pela percepção que eu tive... de que ela me amou... pelos motivos errados."
Existem ainda alguns trabalhos menos conhecidos da dupla de criadores, como a mini-série Wolverine e Gambit - VÍTIMAS e uma história curta do FLASH (Barry Allen) já publicada no Brasil pela Wizard.

Atualmente, devido ao fuzuê causado pela Morte do Capitão América, Jeph Loeb e Tim Sale decidiram que ele seria o próximo homenageado com Capitão América BRANCO, recontando o passado do Capitão na Segunda Guerra Mundial ao lado de seu parceiro-mirim Bucky, que hoje é o Soldado Invernal.
Vamos aguardar.
Às vezes, só às vezes, vale a pena esperar pelo futuro para poder relembrar o passado.
Por: Corto Maltese.
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Comentários, Trackbacks:
Os títulos dos capítulos como "Vamos Nos Apaixonar", "Outono em Nova York" e "De Corpo e Alma" também são nomes de músicas de Jazz.
é nítido que não tem dedo do loeb nisso aí ...
MDMs, contratem-no já!!!
Abraços.
Só antecipo que foram as únicas revista que o merdão do Loeb já escreveu bem.
P.S: Concordo com o colega abaixo, MDMs, "contratem o Corto".
CAra qual era o segredo da Betty?"
SPOILER-SPOILER-SPOILER-SPOILER
Banner conclui no final que ela amava o Hulk e não ele, Banner.
Mas a razão dele chegar nessa conclusão é o mais foda da edição.
Parabéns, meu chapa!
Loeb/Sale, e que nos intiga à correr atrás dessas edições. Li ''Homem-Aranha - Blue'', e acho que a dupla conseguiu algo que Strazwinsky, por mais que tente, não consegue: mostrar por que o Aranha é o mais humano dos heróis.
Esse tá grande bagarai, vou ter que imprimir pra ler com calma depois, huahah
Só acho que o Nerd Reverso podia ter dado uma revisadinha, pq tem um ou outro erro de digitação.
Mas parabéns!!!
PS: MDM's, qnd vcs vão publicar meu desenho? Vai fazer um mês que mandei... E pessoalmente acho que ficou melhor que os 2 anteriores meus que vcs publicaram.
Cara, eu sempre acho que sou capaz de escrever bons textos, que tenho criatividade ec e tal, mas aí vem vc com um texto magnifico como esse e vejo que sou um grande bosta, que tenho que melhorar e muito meus textos.
vc está de parabéns
obs.: desculpe pelo fdp, era brincadeira
"HULK: CINZA", teria sido *perfeito* se tivessem feito o último filme do Hulk baseado nessa hq e com a participação do Homem de Ferro ainda. ''
Também pensei nisso quando li a história. Seria até uma razão para o Bruce querer se separar da Betty no filme o que ele descobre no final sobre ela.
Lendo essa história e a sutileeza da revelação fiquei com mais raiva ainda de Pecados Pretéritos.
parabéns Corto!
fodão o texto!
e só pra confirmar, o arco do Kevin Smith é onde a menina virgem engravida?"
Kra, eu não me lembro desse lance duma virgem ser mãe daquele bebê, mas no fim - SPOILER - era tudo armação do Mysterio mesmo.
O assassino da Wanda e que arrumou toda confusão no Ultimates 3 é o... ULTRON!!!
A Wanda tinha um caso com ele...
http://i151.photobucket.com/albums/s158/fabiocatena2112/Ultimates-009.jpg?t=1222389739
Mais previsível impossível, senhor Loeb...
E que Millar volte rápido!!!!!!
E obrigado ao Change por ter publicado.
Também vou procurar algumas histórias da duplad e dois pra ler...
É A DANÇA DO F5!
o moleque no meu orkut viu essa parte no meu profile, gostou e perguntou onde eu vi, falei que vi uns bocó escrevendo isso no brógui...omitindo é claro a minha contribuição!
é a dança do F5!
* todos numa só voz!
Valeu Corto, só tava meio Lungo
... tá ligado?? Curto, Longo,...
hehehehe... piadista
huiahauiahiuahaiuhauaaiuhaiuahiauhai
tá...foi muito sem graça.
Bem, de qualquer forma você está de parabéns Corto Maltese!!!
=)
caraca....que raiva dakela velha filha da puta......
o porra do peter encheu o saco...dexa essa ameixa seca morrer...que vá pro diabo....PQP......
agora tô vendo profile de gostosas no orkut!
\o/
Achei que o texto ficou um tantinho mais confuso do que o seu costume, mas ainda assim muito bom.
Da dupla Loeb/Sale eu só os escritos na Marvel, por mais estranho que isso pareça para um DCnauta.
Vou procurar os trabalhos deles na editora de verdade. Se texto instigou a leitura e a re-leitura...
Eu estava começando a comprar quadrinhos periodicamente (antes eu só comprava em sebos, de colecionadores ou ganhava "doações" de alguem que tinha alguns quadrinhos e iria jogar fora.
Qdo chegou o dia de comprar a nº6 (correspondente ao final dessa saga) as edições tinham acabado.
Quase matei o jornaleiro.
depois qdo fui pra comprar o nº 7 em outra banca encontrei a seis e finalmente consegui terminar de ler.
PQP
Parabéns Corto...fodão o texto heinn.....
Palmas para você...CLAP,CLAP,CLAP...
E Sunshine, kirido....tá puto ainda?
ahuauhhauhuahua XD
usaram bem o Mistério!
Parabéns Corto!
tai
vou procurar pra baix... digo comprar a serie cores.
em que "loja" eu encontro essas series?
alguem sabe?
Nessa época eu gostava das coisas que o safado do quesada fazia(ele ilustra o arco)
fodão o texto!
e só pra confirmar, o arco do Kevin Smith é onde a menina virgem engravida?
Mas vai voltar pra ler quando as coisas estiverem acalmado um pouco.
l
é...parece que mais um dia sem trabalho aqui na corretora...enfim!
vamos lá!


