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Sério, vocês ainda tavam esperando uma resenha disso? Nós já falamos meia hora sobre essa revista no sexto podcast! O quê? Ainda não ouviu o podcast #6? Tá esperando o quê, CLIQUE AQUI e confira o que os MdMs acharam da revista.
O post acabou, não precisa clicar aí embaixo. Pode voltar ao trabalho. Só teremos outro post daqui a umas duas horas.
Ainda por aí? Então, só pra não deixar vocês a ver navios, seguem os 3 principais pontos positivos e negativos da revista. É jogo rápido, mas tem SPOILER.
Aspectos positivamente positivos
Os diálogos entre o Questão e a Renee Montoya: Esses dois mereciam uma HQ só deles. E se Montoya é o que Gotham City Contra o Crime tem mais próximo de uma protagonista, 52 pode ser vista como uma continuação das aventuras da Renee.
Clark Kent dando uma de Lois Lane: Do esporro que o repórter leva do editor Perry White até o salvamento pelas mãos do Supernova, essa é uma das melhores cenas com o Kent dos últimos anos. Foi um pequeno momento "Grandes Astros" dentro da cronologia normal do DCverso.
Shazam doidão: Estamos acostumados a ver o Adão Negro como o cara nervosinho e o Capitão Marvel como o heróis sensato. Por isso mesmo é engraçado ver o Adão segurando a onda perto de um Billy Batson altamente perturbado pelo poder e responsabilidade adquiridos ao tomar o lugar do mago Shazam. E ainda serviu pra quebrar um pouco o clima de comédia romântica chatinha, com o Adão e a Ísis como o típico casal que se detesta e depois se apaixona.
Aspectos negativamente negativos (ou algo assim)
A escolha da capa: Novamente, a capa da edição é a menos interessante das quatro capas semanais originais. Particularmente, acho que a capa do Adão Negro é disparada a mais bonita, mas qualquer uma das três seria melhor que a do dublê de Galactus segurando uma pá gigante.
O sumiço do Gladiador Dourado: Ele começou como protagonista da revista, mas agora foi jogado pra escanteio. Tudo bem que a proposta da série é revezar os protagonistas, mas isso não justifica mostrarem apenas uma página com o Gladiador em 4 semanas.
A morte que já passou e ninguém viu: Pois é, o detetive Crispus Allen foi assassinado, isso é dito na história com todas as letras. Também vemos um anúncio da revista que mostra o que acontece com o policial após a sua morte. Mas a história que mostra o que aconteceu com o detetive só vai sair depois, já que Gotham City Contra o Crime é uma série menor, não é de super-herói, ninguém lê mesmo, não ganhou o Emmy, aposto que o Tarantino nem conhece. Em suma, falta de planejamento editorial da Panini.
Nota: 7.
(52 #9-12)
Formato americano, 100 páginas, Papel Pisa Brite, capa couché, R$ 6,90, distribuição nacional.



