Melhores do Mundo

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Jan 23

Universo Marvel #18

Com conexão com a saga Dinastia M, a revista confirma a grande e sensacional fase da editora Marvel.

[Mais:]

Terra Ignota (Parte 3 e 4)
Peter David e Jorge Lucas

Após sair de seu exílio com os aborígenes, Bruce Banner precisa enfrentar as dificuldades de ser um regente e carregar uma fera ensandecida em seu corpo.

Lucas não chega a ser um desenhista horrível, mas definitivamente não está preparado para desenhar um personagem como o Hulk. Seus personagens tem uma noção de movimento duvidosa e péssimo detalhamento.

O ponto alto na história – óbvio – é Peter David. Definitivamente, o melhor escritor que o Hulk já teve (sim, eu estou incluindo a fase do mestre John Byrne, fundamental para o personagem). David já criou tantas reviravoltas para o personagem que é maravilhoso ver como ele ainda tem muitas idéias novas para ele.

Nota: 8

Novos thunderbolts
Por Fabian Nicieza e Cliff Richards

Ao contrário do meu amigo imaginário Hell, eu não acho que os Thunderbolts tenham sido uma cópia do Esquadrão Suicida. Enquanto o grupo da DC Comics era composto por vilões que tinham que se aturar para terem sua liberdade, o grupo da Marvel era de vilões que descobriam que se tornar heróis poderia ser algo bom. O primeiro era verossímil, o segundo forçou uma barra, mas convenceu.

Nessa história, o grupo já mudou de nomes e ganhou novos aliados como Nevasca (aquele bucha que o Homem de Ferro sempre sentia pena), Corisco, Fóton, Joystick (quem?) e o Homem-Radioativo, que é o protagonista dessa história. Insatisfeito com o que os atlantes fizeram com seu povo, ele encontra uma forma de se vingar de todos eles, envenenando-os.

Cliff Richards mantém um ótimo nível aqui (o que não é fácil se considerarmos que a indústria tem muitos artistas horríveis em títulos mais importantes) e Nicieza cria um bom roteiro, embora o excesso de reviravoltas e “emoices” canse um pouco.

Nota: 7

Música distante
Por J. Michael Strac(procura no google) e Mike McKone

O Quarteto Fantástico vive um raro momento de calmaria enquanto o Coisa tem uma descoberta muito interessante (e eu não estou falando da utilidade que ele dá para a Xerox). O que vai mudar tudo é uma proposta que Reed Richards recebe e que pode fazer as pazes entre o governo e o quarteto.

McKone faz um ótimo trabalho, assim como Straczinski. Após conviver com o sucesso do Quarteto Ultimate, parece que o Quarteto Fantástico volta a se achar.

Nota: 7,5

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