Melhores do Mundo

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Jan 23

LJA # 49

A melhor revista da DC Comics deu uma sensível diminuída, desde meu último review.

[Mais:]

Réquiem para uma Liga
Por Bob Harras e Tom Derenick

O que vai ficar da Liga depois que se descobrem todas as mentiras?

Harras não é Johns e isso fica claro desde o primeiro quadro. Porém, é tarefa ingrata substituir um dos maiores escritores da atualidade e, inegavelmente, ele cumpre bem seu papel. A história traça a tensão entre os personagens após os últimos acontecimentos e nenhum deles é usado de forma gratuita. Destaque para o contraponto entre Arqueiro Verde e Batman.

Quanto a Derenick, seus traços ainda são meio duros demais, mas nada que comprometa a história. Só dá saudade dos últimos artistas que passaram pelo grupo.

Nota: 6

Achados e perdidos
Keith Champagne & Don Kramer

Enquanto a Sociedade precisa salvar o Senhor Destino vai descobrir que muita coisa mudou em um de seus membros. E Mordru ensina a Shazam com quantos raios se faz uma tempestade.

Sociedade da Justiça sempre foi o ponto alto da revista. O que aconteceu? A história de Champagne é entediante e ainda apela para o “continua na próxima edição”. Por si só a história pouco diz.

E ainda temos o mediano artista Kramer. Para quem já teve o Neal Adams colaborando...

Nota: 4

Fome frenética
Geoff Johns e Ethan Van Sciver

Estrelando o clássico Mão Negra. Vilão que passou por maus bocados na época da Liga da Justiça Cômica (e como vai se levar a sério um vilão que usa ditados enquanto enfrenta os heróis?) e promete voltar bem mais...Negro (sorry, sombrio).

Van Sciver talvez não seja o cara certo para desenhar um personagem clássico como Hal Jordan. Inegavelmente seu traço chama a atenção e tem algumas peculiaridades. Eu não curti e senti falta de um estilo mais classudo. E vocês?

Sobre Johns: sempre o mesmo estilo competente. A gente só lamenta que ele não esteja nos arcos acima comentados, faz falta.

Nota: 7

Os últimos dias
Joey Cavalieri e Val Semeiks

Com dois filhos para criar, Wally West começa a ouvir de seus sogros a necessidade de “ver a luz” e vai conhecer um grupo religioso. Lembro-me de um arco que começava assim nos anos 90, mas esse é um pouco diferente.

Semeiks é um daqueles desenhistas que você conhece, pelo menos, uns cinco melhores. Daí a gente pode imaginar se ele tem um padrinho forte ou simplesmente é bom de cama. O problema é que o cara não mandava tão mal no seu tempo de Wolverine e Conan. Vai entender...

Cavalieri até que cria um roteiro interessante e explica bem a motivação do personagem. Por incrível que pareça, você nem percebe que não é Johns quem escreve.

Nota: 7

Bugman compra menos revistas


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