Demolidor #25 Tweet

Simplesmente a melhor revista nas bancas. Vamos ao review!

Demolidor
Bendis e Maleev
Não há nada atualmente nas bancas em relação à comics que seja melhor que o Demolidor do Bendis. Nada, eu digo! E é por isso que ele e o Geoff Jonhs são fodões: escrevem zilhões de histórias ao mesmo tempo, estão presentes em várias mega-sagas das respectivas editoras e, mesmo assim, a qualidade do trabalho não decai em momento algum. Principalmente nas revistas mensais.
Finalmente o véio Alexander Bont conseguiu pegar o Demolidor. Bendis ainda não nos diz como, mas o senil mafioso contou com a ajuda do Gladiador (um antigo adversário do demônio)! Pam pam paaaaaam!
As excelentes cenas de flashback continuam sensacionais: páginas amareladas, coloração com desvio de retícula, quadrinhos em preto e branco. Alex Maleev melhora a cada edição. Ele não precisa mais das infinitas cenas repetidas em pelo menos 4 quadrinhos. O cara está demais.
Nota 10 fácil!

Demolidor Versus Justiceiro
David Lapham
Cara... essa série está me agradando muito! Se lembram de quando vocês ainda eram um pequenino nerd gordinho, espinhudo, com óculos fundo de garrafa e que fugia das aulas de educação física? Se lembram quando vocês iam todos pimpões para a banca de jornal, com o dinheiro da merenda guardado, para comprar seu empolgante gibi de Superaventuras Marvel? Pois é, David Lapham (Balas Perdidas) recria muito bem o climão urbano das aventuras da época.
Nesta edição conhecemos um pouco mais dos planos do Cabeça de Martelo, que hoje se firma, ao lado do Chacal, como um dos maiores mafiosos de Nova Iorque. Enquanto isso, um novo confronto entre o Demolidor e Justiceiro começa a ser traçado, com a participação de um velho conhecido beeem porreta!
Nota 9

Justiceiro
Garth Ennis Leandro Fernandez
Rááá! Demorou, mas foi. O longo arco do Justiceiro contra os irlandeses foi até um pouco arrastado, com um roteiro alternando entre altos e baixos, mas até que terminou de forma muito bacana. O clima policial que Ennis criou em torno da história é interessante, e finalmente descobrimos com quem ficará a fortuna do véio féladaputa do Nesbitt.
Poucas bizarrices e muito mais matança: é o que resume esta edição. O final, se você parar pra pensar bem, estava até um pouco previsível... mas, mesmo assim, não deixa de ser bem divertido.
Só espero que Garth Ennis invista em arcos menores. Este demorou muito pra acabar.
Nota 8,5



