Novos Titãs #10 Tweet

Sábado chuvoso, que belo dia para ficar em casa e postar um review. :-P Novos Titãs este mês está um pouco mais fraco que o costume. Vamos ver porquê? Me acompanhem.

Teen Titans #10 (Geoff Johns & Mike McKone): os Titãs vão atrás de Ravena e se deparam com o novo (em todos os sentidos) Irmão Sangue. Novos Titãs já esteve melhor. A fase atual continua boa, porém fraca em comparação ao que era. Talvez porque esteja, atualmente, menos focalizada no lado adolescente dos heróis (o que não significa que não há tiradas engraçadas). Nota 7.

Outsiders #11 (Judd Winick & Will Conrad): esta edição de Renegados gira em torno de Arsenal, que após ter tido alta do hospital, virou um cara traumatizado, cheio de medo de armas de fogo. Muitos de vocês podem achar "Porra, o Arsenal com medo de armas de fogo? Vai à merda!", mas pessoalmente acredito que certos acontecimentos podem realmente traumatizar alguém. Na realidade, estranho seria se ele tivesse alta e já saísse encarando qualquer um com armas de fogo. Bom, a história é basicamente essa. A recuperação de Arsenal. Asa Noturna e Grace Choi fazem pequenas pontas. Fora isso, nada de relevante aconteceu. Nota 7.

Robin #125 (Bill Willingham & Francisco Rodriguez De La Fuente): o pai de Robin descobre a verdade. História tensa, com clima de último capítulo de novela das oito. Até que gostei da história. Agora, os desenhos desse Francisco Rodriguez são o horrendo horror dos horrores. Não entendo o que leva uma editora a contratar gente que desenhe assim, com tantos excelentes artistas à deriva. Aliás, já perceberam que o número de desenhistas latino-americanos nos E.U.A. aumentou consideravelmente? Porque será? Seria uma mão de obra mais barata? Hehehe. Nota 7,5.

Birds of Prey #66 (Gail Simone & Michael Golden): eu gostava de ler Aves de Rapina somente por causa dos desenhos do Ed Benes, que acho do KCT. Desta vez um artista convidado foi desenhar a história, o que já me tirou o gosto para a ler. Isso associado a um roteiro bozo, onde a Canário Negro original sai no encalço de um serial killer de loiras, não me deixa opção a não ser dar Nota 3,5.



