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Jul 11
E Assim Caminha a Shonen Jump II, a Missão
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Lancaster |
PERMALINK |
4
Categorias: Shonen Jump

A mais recente edição da revista semanal para garotos Shonen Jump, da Shueisha, traz uma estreia esperada pelos fãs de MX0 (série de vida relativamente curta publicada na revista, que deixou um contingente razoável de fãs fora do Japão): a nova obra de seu autor Yasuhiro Kano, a voyeurística série Kagami no Kuni no Harisugawa, que ocupa o espaço de comédias hormonais que já pertenceu a séries como To Love Ru e outras do mesmo naipe. O primeiro capítulo já diz ao que veio ao contar a história de um rapaz que fica aprisionado em um pequeno espelho, e só pode contar com sua eterna namoradinha (SPOILER: no final do primeiro capítulo, os dois descobrem que podem trocar de posição – assim um fica aprisionado no espelho
enquanto o outro está livre para agir). No fim das contas o papel de protagonista é bem dividido, e a premissa é clara: o espelho pode circular, e assim ele pode olhar tudo que é menina da série em cenas de banho. Sinceramente, eu sou mais simpático à essa hormonalidade naturalmente adolescente (convenhamos, aos quatorze anos você pensa é nisso mesmo, e essa é a idade para o qual a Jump é dirigida) do que à coisa exagerada que encontramos em material voltado a um segmento mais hardcore de fãs. Querer olhar as colegas de classe no banho é algo todo adolescente sonhou um dia. Mas minha impressão pessoal é que a premissa pode agradar a princípio mas tem limitações, e se ela não se reinventar em determinado ponto, esse material não vai ter uma vida muito longa – queimando de vez as chances de Kano na revista.
Ao mesmo tempo que estreia uma nova série, outra sai do mapa: Sengoku Armors, de Shouta Sasaki. A série – que não era ruim – era um samurai pop, com direito a tudo que o gênero pede. Infelizmente, não é ainda um bom momento para séries de luta novas na atual grade da Shonen Jump – o topo ainda está monopolizado pelos grandes medalhões da revista. Porém, como Bleach está caindo e caindo e caindo de um lado, e de outro Naruto se encaminha para um eventual fim (convenhamos, há pouco a amarrar para o final da história), não é difícil imaginar essas vagas voltem a abrir aos olhos dos leitores da revista. Vamos ver para onde tudo leva.
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Comentários:
Mas mudando bruscamente de assunto: Estás curtindo Blood-Cute? Hahahahahahahahaha...
Alexandre: não assisti ainda por pura falta de tempo, mas por pior que seja, tento manter a esperança de que eles não podem descer mais baixo do que Blood+.
Mesmo que eu saiba que sim, podem.
Alexandre: acho que ele pode reutilizar a vontade, já que pouca gente se lembra de Mx0 hoje em dia por lá...
2) Lancaster, você acha mesmo que Bleach pode cair? Digo, não sou defensor de Bleach e não daria a mínima se a série caísse, mas acho que as vendas dos volumes compensam qualquer coisa, mesmo a perda de popularidade no arco mais recente da série.
Alexandre: é isso que o segura. Mas com essa popularidade, as vendas da série não vão durar tanto assim. E quando isso acontecer... bom, ferrou.
Alexandre: por isso mesmo é que ela deve ser sustentada por um tempinho e vai depender mais das vendagens em volumes compilados.
Alexandre: Sim, mas eu diria que esse lugar no pódio está vago – e com competidores se degladiando para ocupá-lo.
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