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Mai 04
Fate/Zero Ganha Anime
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Clara Coelho |
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Categorias: Fate/stay night

Fate/Stay Night foi um daqueles animes que causaram um furor considerável e depois sumiram do mapa. Alguém menos informado pode nem mesmo saber que o mangá correspondente continua sendo publicado. E agora ele volta, com a adaptação para anime de Fate/Zero, história que antecede os eventos de Fate/Stay Night.
Vamos observar então um pouco mais da cronologia da franquia. Tudo começou com a visual novel de Fate/Stay Night; que logo foi adaptada para um mangá shounen (ou seja, voltado para homens jovens) que vem sendo publicado desde 2005 na revista Shonen Ace, da editora Kadokawa Shoten. A adaptação para anime veio em 2006, contando com 24 episódios.
Fate/Zero, por sua vez, foi inicialmente publicado no formato de light novel, entre 2006 e 2007, por um grande time que reunia os grupos Type-Moon e Nitro+, bem como Takeuchi Takashi e Gen Urobuchi. Este ano, a história passou a ser serializado como mangá seinen (ou seja, voltado para homens adultos) na revista Young Ace, também da editora Kadokawa Shoten, com roteiro de Gen Urobuchi e desenhos de Shinjirou. O anime foi confirmado para outubro deste ano. Yuki Kajiura, que está encarregada da música, divulgou esta informação em seu twitter.
Vale mencionar que, ao longo dos anos, a franquia Fate também já contou com o lançamento de uma série de outros games, bem como de um filme animado, um OVA, dois one-shot e dois mangás spin-off - nenhum dos quais recebeu muita atenção. Realmente, o nome da franquia foi feito (brevemente, é verdade) em cima de Fate/Stay Night.
Como eu disse, Fate/Zero se concentra em eventos anteriores à história de Fate/Stay Night. Esse movimento, de publicar o prelúdio posteriormente, é bastante comum; e estes prelúdios vêm com a função principal de esclarecer e justificar pontos ambíguos da história original. E, no caso da franquia Fate, adapta-lo para o formato de anime provavelmente é um meio de evitar que acabe caindo no anonimato, como aconteceu com as demais versões em mangá - afinal, não tem havido muito furor em torno dele. E vamos admitir que nem haveria motivo para ser diferente.
Eu considero a franquia Fate como sendo, em termos gerais, uma história de fantasia pseudo-sexuada com tom forçosamente gótico e coberta com um verniz de falsa intelectualidade, criado por um punhado de referências culturais que não batem com a história. E quando se trata de uma obra assim, só mesmo um anime muito bem executado para salvar do limbo. E mesmo assim, a julgar pelo que vimos em Fate/Stay Night, apenas temporariamente.
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Comentários:
Festejando muito aqui. =D
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