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Jan 12
A Volta de Battle Royale
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Lancaster |
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8
Categorias: Young Champion

Não há muito o que dizer da franquia Battle Royale. Por mais que haja um subtom de crítica social claro nesse material, a graça é ver adolescentes se explodindo uns aos outros. Confesse: você lê essa série com o mesmo espírito sádico de quem assiste um (cusp) Big Brother Brasil, de ver quem vai chegar na frente e acompanhando a novelinha enquanto alguém não é posto no paredã… digo, enquanto alguém não tem seus miolos estourados. E se chegamos ao (cusp) BBB 11, porque Battle Royale não chegaria a uma nova temporada se a própria premissa dá margem a isso? No caso específico dos mangás (a franquia nasceu com o romance de Koushun Takami), já tivemos duas séries – a primeira, escrita pelo próprio Takami e desenhada por Masayuki Taguchi, publicada na antologia adulta Young Champion da Akita Shoten (e no Brasil, de forma incompleta, pela Editora Conrad); a segunda, na mesma revista, com arte do mesmo Hitoshi Tomizawa de Milk Closet, mas não tão inspirada quanto suas obras de autor. Agora a Young Champion traz uma nova série da griffe: Battle Royale: Tenshitachi no Kokkyou, com arte de Mioko Oonishi, com a diferença que o time escolhido foi pinçado em um colégio para meninas (lembrem-se: qualquer colégio do Japão está sujeito a entrar no programa). Ou seja: dessa vez teremos meninas de saias curtas se estourando umas às outras. E como conhecemos bem o atual público japonês, algo me diz que, comercialmente, isso deve emplacar...
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Comentários:
O que é uma pena, pois o subtom de crítica social que Battle Royale tem poderia ser muito mais forte e ocupar o mote principal da franquia.
Mas aí acho bastante que nem seria uma franquia e nem teria tanta projeção, óbvia e convenientemente.
Alexandre: não sei. A nova série está começando. Apesar de saber que muita gente vai querer ler só pelo fato de ter meninas na jogada, é meio injusto tecer conclusões ainda. Vou esperar para ver.
Se é pra ler algo, que esse algo me acrescente algo...
...e eu prefiro Walking dead.
Alexandre: os zumbis? Param todos na globo na hora do BBB. XD
Colégio de meninas, é?! Fan service = sucesso =/
Alexandre: como eu disse pro fábio, vamos ver no que vai dar...
Essas onomatopéias de cuspe me fizeram lembrar da trilogia de Artur do Bernard Cornwell , onde os personagens tinham o hábito de cuspir para espantar o mal . . .
Como gosto do universo de Battle Royale, vou ficar de olho e me informar sobre essa série. Tenho fé que façam um trabalho tão bom quanto a da primeira série que é a minha predileta.
Alexandre: uma ideia sádica me passou pela mente ao ler isso: "Battle Royale – Maria-sama ga Miteru", onde aquelas meninas todas se matam umas as outras. Mas deixa pra lá...
(side-note: no fim, a série de 2007 da WSJ a aparecer no J-Comi foi Belmond Le Visiteur, um fracasso. Mas eu não ligaria se visse certas séries canceladas prematuramente por lá...)
Alexandre: seria mais interessante se fossem séries como Akaboshi, repletas de potencial e que afundaram prematuramente. Mas eu entendo a escolha: Belmond é esquisito para os padrões da Jump, e pode ter afundado simplesmente por estar no lugar errado. Mas sinceramente não sinto saudades de Belmond...
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