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Leituras nº001 – 23/07/2010: Sankarea e Good Ending

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Lancaster | PERMALINK | 6

Categorias: Artigos e Reviews

Sankarea, Good Ending, Shonen Magazine

Uma vontade já antiga minha guardada já há bastante tempo para esse blog é a de retornar a fazer artigos mais breves. Quem acompanhava meu trabalho na revista Neo Tokyo ainda se lembra: para cada artigo longo que eu produzia, eu mandava dois ou três reviews menores. E olhando bem, o formato review é bem conveniente para eu falar daquilo que eu leio ou assisto no momento, que sejam preferencialmente atuais – ou ao menos não sejam exatamente clássicos – e que não chegam a merecer um artigo gigante e ultra-pesquisado só porque eu gostei ou desgostei do material (ou para retornar a séries da qual já escrevi antes, mas sobre o qual não há muito o que falar mais, mas tenho vontade de comentar assim mesmo). Embora esses artigos não tenham frequência fixa, acho que ela deve aparecer mais vezes do que o usual, porque podem nascer de inspiração imediata. Também não esperem disso uma análise muito profunda: é só uma opinião sobre materiais que estou lendo no momento, afinal de contas. E para estrear essa seção, vamos a dois títulos relacionados à griffe Shonen Magazine da Kodansha: o romance enrolão Good Ending, publicado na Magazine Semanal, e – iniciando as atividades – a história de zumbis Sankarea.

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Sankarea, de Mitsuru Hattori

Shonen MagazineSankarea, que sai na revista Bessatsu Shonen Magazine, é sem dúvida um material com o seu pé no terreno hormonal, mas seu roteiro não é mera desculpa para mulheres com pouca roupa. Essencialmente ele é uma espécie de herdeiro conceitual do velho filme "A Maldição de Samantha". No caso, um garoto aficionado por filmes de zumbi (e que nem percebe sua simpática – e muito bem dotada – prima), se apaixona por uma linda filhinha de papai. Só que a coitada na verdade leva uma existência miserável, cerceada por um pai cheio de obsessões incestuosas voyeurísticas, sob a conivência de uma mãe canalha, meramente focada nos negócios da família, claramente casada por dinheiro e que praticamente deixa claro que vê utilidade na psicose sexual do marido pela rebenta (na verdade, é difícil saber qual dos dois é pior). E nossa mocinha de boa família tem como maior desejo… morrer. Ela então encontra nosso protagonista, nota sua existência, os dois se aproximam – e esse parece ser algum caminho de salvação para ela. Mas como desgraça pouca é bobagem, quando o pai da moça descobre, ele decide mandar seus jagunços para castrá-lo – levando-a a tentar avisar o rapaz antes que o pior aconteça. E temos um filicídio acidental. Como o assunto aqui são mortos-vivos, não é difícil imaginar o que acontece: ela é ressucitada através de uma antiga poção que o protagonista, na sua obsessão, acabou descobrindo. Em suma, ela se tornou um zumbi.
SankareaHá problemas, claro. O corpo da moça precisa de manutenção, exigindo presença constante de ar refrigerado (para que ela não apodreça) e o consumo regular de folhas de Hydrangea – a base da poção. Com isso, ela pode fazer aquilo que jamais pôde experimentar: a vida de uma menina normal. O problema é que ela só parece uma menina normal, e rapidamente alguém vai notar que zumbi dentro de casa é bicho perigoso, mesmo que ela se comporte na presença do macho alfa… bem, por quanto tempo a alimentação que a mantém sob controle vai funcionar, e será que o resto das pessoas que lhe são próximas – e aqui incluímos sua prima – já não está em risco?
Ao ler uma sinopse como essa, eu me lembro que existiu uma revista nos anos setenta chamada Shonen Magazine, disposta a propostas mais arriscadas – e que se tornou a maior revista japonesa de quadrinhos até 1975, quando seu trono foi tomado pela concorrente Shonen Jump. A Bessatsu é uma espécie de Shonen Magazine da terceira divisão, mas com títulos como este, Joshiraku (de Koji Kumeta, o mesmo criador de Sayonara Zetsubou Sensei), e mesmo um material voltado ao lobby do fofinho como Animal Crossing Country (de SankareaMakoto Raiku), algo me diz que a verdadeira intenção da editora com essa revista é ter um celeiro de inovação – algo que a Magazine semanal foi por mais de uma década, entre a segunda metade dos anos sessenta e a primeira parte dos anos setenta – e que hoje não chega a ser mais, lamento dizer. E algum esforço de inovação, ou ao menos de diferencial, é algo absolutamente necessário. Especialmente olhando a obra pregressa de Hatori: ele veio de quadrinhos harém como Kenko Zenrankei Suieibu Umisho, nas páginas da própria Shonen Magazine – e também foi o criador de Inu Neko Jump na revista seinen Young Magazine Uppers!, que na verdade é uma revista-despositório de erocom (ou seja, pornochanchadas em quadrinhos) e materiais mais casca-grossa da editora (é o lar de G-Taste e Garouden), um tanto como a Young Champion da Akita Shoten. Leia-se, ele fazia mais do mesmo; com mais ou menos pimenta, mas o mesmo. Será que os quadrinhos para garotos já não estão tão aprisionados em fórmulas que a fuga dos clichês mais óbvios tenha se tornado mal-vista dentro deles – e tenha se tornado necessário criar uma caixinha de areia para se verificar a viabilidade de conceitos diferentes? Porque aqui, o autor pisa num terreno bem diferente, embora ofereça um pouco de carne (e ossos) para os seus velhos fãs se prestarem a dar uma olhada naquilo que definitivamente já não é a sua história de sujeito deslocado cercado por várias mulheres.
SankareaEm todo caso Hattori evoluiu como desenhista em relação a Umisho, e conta uma história instigante – que tem tudo o que marca uma boa história de zumbi, mesmo em uma escala bem menor do que as histórias de infestação: Crítica social, humor negro (pode não parecer, mas a sua herança de quadrinhos harém deixa marcas e, bem usadas, parecem só tornar o que vem por aí mais cruel) e um crescente senso de desalento que nem parece tão óbvio, mas acreditem, está presente nas entrelinhas. Essa escala menor acaba fazendo a diferença e oferecendo um novo ângulo: por ser voltada a indivíduos, ela se torna mais objetiva e bem mais dura do que poderia parecer. E por mais que queiramos ver aonde tudo leva, a tragédia já está anunciada: acham que a mocinha (que é o sonho de muito moezeiro por aí), por mais que tente aproveitar o que parece ser uma segunda chance na vida para ter uma vida normal, vai conseguir escapar de seu destino – e não vai levar mais gente com ela no processo? Não vejo como isso possa ter um final feliz – e se pensarmos bem, foi por conta disso que a Shonen Magazine original nos anos setenta produziu alguma das maiores obras em quadrinhos da história dos mangás (Devilman e Ashita no Joe, alguém?). Não vejo Sankarea dentro desse gabarito, nem de longe, temos que ser realistas. Mas ela, a sua própria forma e dentro dos ditames de hoje, consegue de algum modo honrar uma tremenda tradição aqui.

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Good Ending

Good Ending, de Kei Sasuga

Sim, eu sabia que ao ver a imagem acima, vocês prestariam atenção.
Agora sigam os pontos: 1) garota A com feridas emocionais encontra garoto romântico que gosta de garota B. 2) garoto romântico quase pega garota B de quem gosta, mas ela prefere o sujeito que estava a fim antes, e garoto romântico é rejeitado. 3) com isso a garota A meio que se desvencilha de algumas feridas (mas não todas) e o rapaz ganha as suas; isso fortalece os laços entre os dois. 4) eles se apaixonam mas tem alguma barreira que eles tem que se livrar para a coisa acontecer. 5) se livram e pronto: acabei de esquematizar uma série que não acabou, tendo uma expectativa clara para seu final, e sabendo que todos os seus leitores não apenas esperam isso como continuarão lendo para ver esses pontos se desenvolverem na prática.
O poder do folhetim é esse mesmo.
GE, Good EndingCheguei a Good Ending graças a polêmica que surgiu em seu nome. O que aconteceu foi uma reação similar da ala mais hardcore da força quando uma das personagens, Shou Iketani (a lourinha que funciona como a Garota B desse esquema), simplesmente preferiu se dirigir a sua antiga paixão quando ele se mostrou disponível – e, de acordo com os indícios, foi para a cama com ele. Foi um evento similar ao que aconteceu com a série Kannagi (aonde a protagonista passou a ser rejeitada em massa por seu público leitor ao revelar ter um ex-namorado, porque eles não queriam "fantasiar com uma heroína de segunda mão") – mas com uma diferença concreta: a Shonen Magazine NÃO é uma revista otaku. É revista de massa. Os mais afoitos que talvez esperassem um harém da história acabaram quebrando a cara, e provavelmente o fato de Shou já ter alguma rodagem vai afundar suas chances de virar bonequinho de pvc na coleção de algumas criaturas no Japão. Mas a série, apesar de ser realmente produto para inflamar um pouco as veias de adolescentes curiosos, tem outra proposta e ganha pontos por isso.
O que não faz dela uma maravilha. Esse material é algo que leio na inércia, de forma instintiva e sem empolgação. Mas ao topar com o capítulo da vez, acabo GE, Good Endingfatalmente lendo, mesmo sem interesse verdadeiro ou mesmo grande empatia com os personagens. Folhetim é isso, como qualquer ser humano que continua a assistir qualquer novela ruim da Globo (mesmo sabendo que ela não tem mais nada a oferecer, e dizendo isso aos quatro ventos) pode confirmar.
Isso acontece porque os folhetins eficientes não te pegam, necessariamente, por conta da qualidade de sua história (quantas telenovelas ruins, mesmo sob pedradas gerais, não acabaram atingindo grandes pontos de audiência?); eles na verdade se ancoram na sua capacidade de se incorporar aos hábitos cotidianos de um espectador. Não que não hajam folhetins de qualidade. Ashita no Joe era um novelão. Até hoje é lembrado. O mesmo podemos dizer do legendário Irmãos Coragem de Janete Clair. Mas a qualidade de um folhetim se percebe após a sua conclusão, na sua capacidade de permanecer no imaginário. E sua função não é essa.
A função do folhetim é o agora, é o mata-tempo – e acho que é por aí que podemos definir Good Ending (e boa parte da grade da maior parte dos almanaques de mangá, por assim dizer). É fácil de ser esquecido. Seus personagens não são especiais. A arte de Kei Sasuga é elegante e bonita, e cria personagens femininas mais do que feitas sob medida para o imaginário masculino: posso dizer que Yuki Kurokawa, a verdadeira mocinha de Good Ending, talvez tenha o design feminino mais bonito que vejo nos mangás em GE, Good Endinganos, sem exagero, mas o único character design marcante – aquela personagem que batemos o olho e dizemos "é esse" – é justamente o dela. O resto tende a ser esquecível mesmo quando desenhado de forma mortiferamente sexy. A palavra de ordem é eficiência, não brilho. E com uma perna mais forte sustentando a mesa: a qualidade técnica da arte (em si), altíssima.
Mas de resto o que temos é uma estrutura eficiente mantendo o interesse até um ponto em que nossas ligações com o andamento geral passa a ser tênue, mas não tanto a ponto de largarmos tudo de vez. Good Ending só está seguindo a cartilha da telenovela – estacionando no item 4 e entra em um loop contínuo, repetindo-se e repetindo-se até que o interesse do leitor se perca e o autor leve o material ao quinto e último estágio. Não chega a ser um problema e, na verdade, joga dentro das regras: apenas atira na história um incidente atrás do outro, o que nesse caso específico poderia – e pode ainda – criar uma perspectiva perigosa. A trama corre o risco de se aproximar da mecânica do harém, versão dramática, agora que já ocorreu a volta de uma personagem exilada.
Novela é obra aberta feita por incidentes. Isso tudo apenas comprova a situação. O roteiro traz a garota antiga, a mocinha oficial começa a sair da reta GE, Good Endingpara abrir caminho, uma vez que esta julga que aquela na verdade ainda é a verdadeira paixão do cara, ele insiste, reforça um pouco os laços, entra uma terceira na jogada… Claro que isso não vai durar. Além do mais esse retorno não incomoda dentro da perspectiva estrutural do formato. Isso faz parte, agir de acordo com a reação do público. Me incomodaria mais se dissessem, por exemplo, que Shou (que chutou o protagonista Utsuki e se deu conta que pisou na bola) ainda é virgem, e que o que aconteceu não era nada do que estava se pensando. Aí sim, seria backlash. Mas não – rumos impopulares de roteiros são levados em conta, mas deixados em um canto para não causarem mais problemas.
Não que seja uma grande novela. Eu acho Good Ending meio "e daí?". Leio praticamente por osmose, mas até agora a série tem sido conduzida de forma coerente. Tudo é incidente: o plot de Risa Oonuma, a ex-gordinha da lanchonete que virou uma deusa da fertilidade e que transforma o triângulo amoroso em quadrado, não faria diferença nenhuma para a trama BÁSICA se não acontecesse – ela foi criada e reservada para o caso da história precisar de um incidente que a esticasse, e foi isso o que aconteceu porque esse esticamento também é parte do folhetim: o papel dos personagens aumenta de acordo com a necessidade de se manter a bola rolando em campo antes do apito final. A volta de Shou na verdade é outra dessas barreiras estruturais: a garota que ele estava a fim antes, desperta insegurança da mocinha, etc.

Good Ending

Como eu disse, vejo Good Ending como uma história de estrutura tão simples que precisa de incidentes pra poder ser esticada, e todo incidente de folhetim tem uma curva de sustentação: Em uma trama composta de pontos fixos, que sabemos que irão acontecer, eles existem apenas pra manter o interesse enquanto a história de verdade não acontece.
Foi mais ou menos por isso que, só para dar um exemplo mais popular (e mais fácil de entender), a personagem Mutsumi praticamente virou papel de parede no Love Hina de Ken Akamatsu. Sua trama, que dentro da ordem geral das coisas, também era incidental, tinha uma curva de sustentação que não teria como ser aguentada pelo leitor por muito tempo. Por isso foi resolvida. Mas a GE, Good Endinghistória precisava continuar. Podem reparar: Outra personagem, Motoko ascendeu em LH justamente enquanto Mutsumi se tornava figurante, e a necessidade de se manter tudo em andamento – mais o crescimento de sua popularidade – fez com que o autor chegasse a utilizar duas vezes uma mesma trama com a personagem.
Enfim, falar de Love Hina aqui foi um desvio de rota, mas que serve para mostrar com mais clareza aquele que talvez seja o verdadeiro grande atrativo de Good Ending, ao menos para mim – ou, definindo melhor, o material que me faz instintivamente ler uma história que não me desperta realmente ânimo ao ler. Kei Sasuga é altamente competente, mas domina tanto a técnica que ao não oferecer algo mais em sua receitinha de bolo, mostra todas as engrenagens que movem sua história. E perceber essas estruturas gritando para o leitor é mais divertido do que a série em si, pelo menos para mim. Funciona para quem se interessa pela parte estrutural de uma história, como um esqueletinho exposto em diorama. Para os seres humanos normais, acredito que ele acabe pecando por não oferecer justamente o extra que poderia fazer diferença – e por isso mesmo, Good Ending terá um destino parecido com o de muitas novelas de televisão: Tempos Modernos acabou outro dia, mas alguém se lembrava dela antes mesmo de acabar?
Em todo caso sempre haverá um motivo extra para manter alguém interessado. E sim, vocês sabem qual é – eu já conheço vocês muito bem.

Good Ending

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Comentários:

Nome: Clô 24/07/10 09:05
Na verdade o que fez os fãs se revoltarem com a autora de GE foi a Shou ter aparecido com uma marca de chupão no pescoço, não o simples fato de ela ter um namorado. O que torna mais difícil a autora vir dizendo que ela ainda é virgem depois.
Aliás, ainda acho que o Utsumi vai ficar com a Shou no final. Não é minha personagem preferida das 3, mas nada me tira da cabeça que ela é a preferida dos fãs japoneses.
O motivo? Bem, quando ela deu indícios de ter feito sexo com o namorado (veja bem, o NAMORADO, alguém que ela gostava), os fãs fizeram a autora fechar o blog de tanto que reclamaram. Já a Yuki dá dicas de não só ter tido um ex-namorado como ter sido *estuprada* por ele (ou ao menos exposta de maneira constrangedora; olhem o final do capítulo 11) e ninguém nem ligou pra isso! Pra mim isso denota mais popularidade da Shou, e se Ichigo 100% servir de exemplo, a loirinha popular pode prevalecer sobre a morena que é apresentada como "par certo" do protagonista...

Alexandre: Bom, realmente eu não redigi de forma clara mesmo. Mas foi o que você falou – aproveitei a deixa pra mexer no texto. Obrigado.

Que Shou fosse a mais popular não tenho dúvidas: ela é aquele tipo de personagem que cai nas graças de segmentos mais hardcore. Mas o ponto é esse, a revista não é dirigida a eles. Já essa nebulosidade quanto a Yuki, para mim é o que garante a personagem em frente a seus leitores (e faz mais sentido a exposição do que um eventual estupro nesse contexto). Ela é vítima, o que é diferente de tomar decisões erradas. Na verdade talvez fosse até melhor Shou ter sumido da história, mas como eu disse, novela precisa de personagens a postos para gerar incidentes. E Good Ending, se olharmos bem, tem um elenco muito pequeno, precisa de todos os que puderem ser usados.
Nome: Warty 24/07/10 10:19
Interessante os comentários sobre as séries. E esse Sankarea é total A maldição de Samantha XDD

E poxa, japoneses me assustam. Rejeitar personagem porque não é mais virgem? Pelo amor! Em que século esse pessoal vive?

Alexandre: Acho que o caso de Kannagi foi ainda pior, talvez porque Kannagi é coisa pra otakuzão mesmo, mas na prática é a mesma reação. Por outro lado, o personagem age até de forma exemplar nessa situação: ele acabou ajudando Shou quando ela precisava, mas não tem o menor interesse em retornar. Ele parece saber o que quer, apenas tem falta de confiança e inexperiência extremas.

E só mais uma coisa: parricídio é o ato de matar o(s) genitor(es). Se tiver um termo pro oposto, eu não conheço.

Alexandre: Furo meu, e dos grossos. Mas eu acabo de corrigir: é Filicídio.
Nome: Kaesar 24/07/10 11:22
Mas Lancaster, o protagonista masculino honra as suas calças ou ele faz parte do secto Keitaro e Youta(VG-Ai)?

Alexandre: Pior que ele honra e não honra. Ele não é exatamente um bundão: é um analfabeto emocional, o que é diferente – apenas não sabe o que fazer porque não tem referência nenhuma no que o cerca. A Yuki funciona como uma instrutora pelo qual ele acaba se apaixonando – o que acaba mudando tudo, porque ela não vai dar a ele o caminho para as pedras nesse caso.
Nome: A.D. Marius 24/07/10 02:27
Alguém reparou que cada uma usa um sutiã de numero diferente? Ou sou só eu?

Alexandre: O que significa que a desenhista faz o dever de casa. Mulheres são diferentes na vida real. :)
Nome: Sérgio B S Leite 28/07/10 12:01
Gostei dos pequenos Reviews, acho até que ficaram grandinhos pra "pequenos" Reviews, mas eu gosto de conteúdo, gostei mesmo.

Posso fazer uma pergunda indiscreta?
Tu acompanhas esses materiais pela internet ou em versões importadas?

se for pela internet, pode indicar onde? :D

se não, tudo bem ^^

abraços
Nome: R. Moss 26/10/10 02:52
Relendo essa sua matéria após ler os capítulos disponíveis de Sankarea, acho que o final não será do modo como disse.

Com a (futura) revelação do avô do menino, creio que um dia irão descobrir uma forma de tornar a Rea humana novamente.

Antes disso eu pensava que ela ia morrer de forma poética enquanto o Furuya ia deixar essa bobagem de zumbis de lado.

Olhando agora, achei sua opinião sobre os rumos da série muito radical, hehe.

Alexandre: Olha, eu me baseei no primeiro volume e estava gostando até o momento em que o pai "aceita" o rapaz. Pô, o cara é um doente com tesão pela própria filha! A atitude dele é praticamente descaracterizatória.

Na verdade se a série virar "zumbi moe", vai estragar todo esse começo promissor.
:(

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