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Abr 14
Mudanças na Super Jump
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Lancaster |
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Categorias: Super Jump

A revista para leitores maduros Super Jump, da Shueisha, está anunciando tanto um encerramento quanto uma estreia que envolvem autores veteranos da editora: quem se despede é Akatsuki!! Otokojuku: Seinen yo, Daishi wo Idake, continuação de um grande sucesso oitentista das páginas da revista para garotos Shonen Jump – o testosterônico Sakigake!! Otokojuku de Akira
Miyashita, que rendeu trinta e quatro volumes e acompanhava a saga de estudantes problemáticos enfiados em um colégio cuja metodologia de ensino é inspirada no velho exército imperial japonês, cuja meta é transformar jovens sem rumo em "homens machos de verdade sem frescura". É um daqueles casos onde a intenção inicial parece ter sido fazer sátira, mas a vontade dos leitores fez com que a série comprasse o próprio discurso satirizado: leia-se, em algum momento isso passou a ser levado um tanto a sério demais. A série original fez sucesso, rendeu uma versão animada e conseguiu se manter perene a ponto de render um longa com atores ano retrasado. Já a continuação, meio tardia e que traz de volta os personagens na idade adulta, até que teve uma boa carreira: fechará com vinte e cinco volumes ao todo. Quem irá estrear nova série na revista é outro veterano: Kenichi Kotani, que produziu para a própria Super Jump, por quatorze anos e trinta volumes (divididos em duas séries), o tórrido drama Desire. A nova história (ao topo) se chamará Soshite Boku ha, Kimi ni Kaeru, e que ninguém espere nada muito diferente do que ele fez por mais de uma década para a publicação: erotismo light para leitores na faixa dos vinte e tantos anos, já no mercado de trabalho.
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Comentários:
Alexandre: Eu vejo em muitos aspectos o Kinnikuman original como o paradigma de Dragon Ball Z, principalmente no sentido que era uma gag que virou série de porrada. E Kinnikuman foi muito mais brutal do que DBZ em sua versão original. Mas o que eu quis dizer foi que essa série simplesmente acabou virando o tipo de material que caçoava.
Algumas séries são realmente adultas, outras flertam com a obscuridade dos otakus.
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