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Mar 25
Ranking do Oricon (JP) – 21/03/2010
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Categorias: rankings

Novo ranking dos mais vendidos, com invasão em peso dos títulos da Shonen Magazine, da Kodansha (com Fairy Tail no topo), e em bem menor grau, da Shonen Sunday da Shogakukan. Como acontece nesses casos, os títulos adultos acabam ficando meio para escanteio. Mas isso também mostra um aspecto curioso da equação: a Magazine pode vender mais como revista, mas seus sucessos comerciais não chegam a bater alguns poucos títulos da Sunday que não estão na lista – como Detetive Conan, que se despediu da lista na semana retrasada – e com números respeitabilíssimos. Lembrem que sucessos como os da Jump, de One Piece e Naruto, não correspondem à realidade média dos títulos de sucesso: são números gigantescos para o mercado, ainda mais em tempos de encolhimento. Katekyo Hitman Reborn (que já alcançou 462.989 exemplares vendidos), já é um título de grande monta em termos financeiros. Fairy Tail também é – mas não se compara aos números monstro da santíssima trindade jumpiana de One Piece, Naruto e Bleach. Por isso mesmo eu pergunto: porque o encolhimento das vendagens da Shonen Sunday quando aparentemente ela deveria estar em vantagem sobre a Magazine?

A pergunta não é gratuita: a Sunday vende menos, mas tem uma cota de hits mais fortes do que a Magazine – e esta não tem nenhum do peso comercial de um Detetive Conan (cujo último volume abriu já na faixa dos 300.000 exemplares vendidos e se despediu já na faixa do meio milhão com um mês de carreira no Top 30 de vendagens brutas – e o que ele não rende em quadrinhos, rende em licenciamentos). No entanto, eles não invadem a lista dos mais vendidos como os materiais da Magazine: muitos dos títulos da principal publicação da Kodansha não tem vendas muito expressivas (como God Hand Teru), mas eles estão lá em maior incidência do que similares da Sunday como Saijou no Meii. E a decadência da Sunday é preocupante por refletir o estado de um mercado com problemas. Porque ela declina, enquanto a Magazine vende mais – mesmo que seus títulos não tenham esse desempenho explosivo?
(Lembrando sempre: o primeiro número corresponde às vendagens da semana, o segundo às vendagens acumuladas desde que foi lançado, e o último representa a sua posição na lista geral)
Shonen/Para garotos
01. Fairy Tail 20 (Kodansha) – 263.106 / 263.106 [1]
02. Ace of Diamond 20 (Kodansha) – 152.197 / 152.197 [2]
03. Hajime no Ippo 91 (Kodansha) – 142.210 / 142.210 [3]
04. GTO: Shonan 14 Days 3 (Kodansha) – 118.472 / 118.472 [4]
05. Major 75 (Shogakukan) – 114.425 / 114.425 [5]
06. One Piece 57 (Shueisha) – 89.114 / 2.093.907 [6]
07. Kaiouki 43 (Kodansha) – 82.367 / 82.367 [7]
08. Naruto 50 (Shueisha) – 61.955 / 986.014 [9]
09. Kyokai no Rinne 3 (Shogakukan) – 57.580 / 57.580 [11]
10. Yankee-Kun to Megane-Chan 16 (Kodansha) – 43.914 / 43.914 [13]
11. Katekyo Hitman Reborn 28 (Shueisha) – 42.291 / 462.989 [15]
12. Godhand Teru 51 (Kodansha) – 41.386 / 41.386 [17]
13. Saijou no Meii 9 (Shogakukan) – 35.983 / 35.983 [20]
14. Saikyou! Toritsu Aoizaka Koukou Yakyuubu 24 (Shogakukan) – 30.304 / 30.304 [24]
15. Bakuman 7 (Shueisha) – 28.843 / 325.009 [25]
16. Arata Kangatari 6 (Shogakukan) – 28.761 / 28.761 [26]
17. Smash! 17 (Kodansha) – 27.987 / 27.987 [27]
Seinen/Para Jovens Adultos
01. Thermae Romae 1 (Kadokawa / Enterbrain) – 42.367 / 143.599 [14]
02. Angel Heart 32 (Shinchosha) – 41.984 / 164.408 [16]
03. Usogui 16 (Shueisha) – 38.451 / 38.451 [19]
04. Kingdom 17 (Shueisha) – 34,399 / 34,399 [22]
05. Shigurui 14 (Akita Shoten) – 27.195 / 27.195 [29]
06. Kinnikuman Nisei Kyuukyoku no Choujin Tag Arc 21 (Shueisha) – 27.094 / 27.094 [30]
Para que ninguém pense que é um exagero, Negima, da Shonen Magazine, tem uma imensa lucratividade em termos de itens de licenciamento, mas seu volume 29 entrou na lista do dia 21 de fevereiro com pouco menos de 150.000 exemplares vendidos e se despediu já na semana seguinte, com 200.000 exemplares; boa parte do caixa monstruoso do autor na primeira semana foi por conta da edição de colecionador do material, que vendeu pouquinho mais de 40.000 exemplares, mas que com o dvd animado foi vendido por um preço bem mais alto, enchendo os cofres de seu autor Ken Akamatsu. Ganhou por lucratividade, não vendagem.
Minha teoria mais simples para isso é que a Shonen Sunday abre demais o seu próprio leque de público e não concentra, hoje em dia, nenhuma das várias faixas de público ao qual se dirige – enquanto a Jump e a Magazine miram bem em seu público e acabam atraindo blocos etários inteiros. Em fevereiro do ano passado, postei um pequeno estudo sobre a faixa etária dos leitores das três grandes revistas para garotos japonesas – ele pode ser lido AQUI – e se olharmos bem, mesmo que esses dados provavelmente estejam desatualizados, é de se duvidar que tudo mude radicalmente em pouco mais de um ano. Vamos fazer uma extrapolação meio forçada: aplicar cada percentual nas atuais tiragens. Ou seja, por esse raciocínio, a Jump (já com três milhões de tiragem após o salto de fevereiro) teria potenciais 1.203.000 leitores dos 12 aos 14 anos e 705.000 leitores na faixa dos 15 aos 17, com desempenhos bem menores em outras faixas. A Magazine se concentra em um crescente que preenche em bloco a faixa
que os publicitários definem como "jovem", tendo aproximadamente 641.003 leitores potenciais na faixa entre 14 e 25 anos – sem grande perda em faixas etárias posteriores (leia-se, leitores mais velhos tendem a não largá-la tão facilmente quanto largam a Jump). Já a Sunday é extremamente equilibrada em diferentes faixas etárias. Isso sinaliza que de sua assustadora tiragem atual de 745.770 unidades, temos aproximadamente potenciais 165.561 leitores de 13 a 15 anos, 213.290 leitores de 16 a 18 anos, 130.510 leitores de 19 a 22 anos, restando por tabela uns 236.409 em outras faixas etárias. Há revistas que sobrevivem com menos do que cada um desses números. Mas nenhuma delas é a Sunday, uma das duas primeiras antologias semanais para garotos do mercado (tanto ela quanto a Magazine tiveram suas primeiras edições lançadas no mesmo dia). Tradição é bom para mostrar estampa, mas não paga as contas. O que acredito é que ao se dirigir a faixas etárias bem específicas, um bloco maior de leitores é atraído para a Jump e para a Magazine, dando a elas uma identidade mais atraente para cada uma de suas faixas etárias. Tanto que a Jump e a Magazine não competem diretamente. A Jump se tornou uma viga-mestra no mercado Japonês e a própria Kodansha parece entender isso, ao dirigir seus esforços para captar leitores que estão largando a concorrente.
Esse cenário se desenhou nos anos setenta, quando a Magazine se tornou, na primeira metade da década, a maior antologia japonesa, atraindo leitores mais
velhos e desinfantilizando-se, graças a títulos como Ashita no Joe – e a Jump tomou seu bastão de número 1 no biênio 1974/1975, justamente ao se dirigir ao público que a Magazine acabou negligenciando. Nos anos oitenta, essa acomodação de mercado tomou forma e cada uma ficava em seu quadrado. E a Sunday fez o que sempre fez: correu atrás da Magazine, mas se beneficiou, na verdade (mais do que de um posicionamento mercadológico ou de um planejamento editorial bem cuidado), da soma dos talentos extraordinários que a revista dispunha à mão. Uma olhadinha na edição especial Shonen Sunday 1983 mostra que na época, a revista disputava terreno contra a Shonen Magazine e uma entrevista com pessoal da concorrente, presente na edição, revela que os editores da Magazine tinham que trabalhar duro para lidar com a Sunday em seus calcanhares. E pensando bem, até hoje muitos materiais que a Sunday publicava na época estão firmes e fortes no imaginário popular, como Urusei Yatsura, Ranma 1/2 e Touch.
Então comparem com os resultados de hoje em dia, quando uma autora como Rumiko Takahashi, que é (ou já foi, não sei) uma das criadoras mais ricas do Japão, abre uma semana de lançamento com menos de 60.000 exemplares vendidos, com uma obra absurdamente morna como Kyokai no Rinne – ou Rin-Ne, para quem acompanha sua versão americana. O melhor resultado da Sunday nesta leva foi o do quadrinho de beisebol (segmento popular com que a Sunday ainda é pesadamente associada) Major, que em seu volume 75, abre com 114.425 exemplares no caixa. Bons números em qualquer cenário, verdade. Mas ele apanha de Fairy Tail, Ace of Diamond, Hajime no Ippo e a mais recente série da franquia GTO, todos da Magazine. A coisa piora quando o segundo lugar da lista (Ace of Diamond) também é um quadrinho de beisebol (assim como o pouco votado Saikyou! Toritsu Aoizaka Koukou Yakyuubu, que aparece perto da rabeira na lista geral e vende na melancólica faixa dos 30.000 exemplares) – o que significa que este e Major competem no mesmo segmento de público, dando quase quarenta mil exemplares de dianteira para o concorrente. E isso não é algo bom para a Sunday, que já perdeu sua medalha de bronze na indústria de quadrinhos juvenis para outro título da linha Shonen Magazine – a Shonen Magazine Mensal (de onde veio o título Kaiouki, um shonen de época bem velha guarda, que poderia fazer parte da Magazine durante os anos 70 e
ninguém perceberia a diferença. E funciona, acreditem). Ou seja, derrubada duas vezes pelo seu velho rival tradicional. Só permanece a terceira quando falamos de antologias semanais para garotos, porque a bem da verdade, só existem quatro delas hoje em dia: a Jump, a Magazine, a própria Sunday e a Champion – que é a eterna quarta do mercado, mas é estável há anos, talvez a publicação mais estável fora do eixo dos grandes títulos, eternamente nos seus 500.000 exemplares de tiragem – nem mais, nem menos.
O dia em que a grande rival da Shonen Sunday for a Shonen Champion, teremos editores se jogando do alto do prédio da Shogakukan.
Para que não falemos apenas disso, vamos falar um pouco da lista adulta, cujo destaque é justamente a ascensão meteórica de Thermae Romanae, um título que já havia sido lançado há quatro semanas e que nem chegou a entrar no top 30 em semanas anteriores, vindo da editora Enterbrain – mais uma das mini-editoras nanicas que formam o grupo editorial Kadokawa. Só que o anúncio de que esse material autoral e obscuro, comparando a cultura dos banhos públicos japoneses a cultura dos banhos romanos (curiosamente, Ian Fleming fez a mesma comparação em "Só se vive duas vezes", quando James Bond viveu sua aventura nipônica), foi o ganhador do Prêmio Taisho de Mangá, impulsionou as vendagens do material e o fez decolar para a posição 14 da lista geral – sendo assim o mangá adulto mais vendido da semana. Que ninguém negligencie o poder que uma premiação de prestígio pode ter sobre as vendas de um mangá.
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Comentários:
Alexandre: Sinceramente, com essas vendagens, será que o anime vai sair? O anime com o fecho de Inu-Yasha tem sido um desastre de audiência.
Shigurui decepcionou, mas está no nível de tiragem que ele merece, dado os últimos capítulos. Uma enrolação! Quando vai acontecer de uma vez a luta final dos protagonistas? Bloooood and Goooooore!
Alexandre: Olha, a quantidade de séries que está à espera da luta final não está no mapa... XD
Ippo é uma droga, mas como é um mangá onde os japas só vencem e vencem (na marmelada completa, na maioria das vezes) então serve para levantar o moral nacionalista dos leitores.
Alexandre: Ei, Ippo é bacana! Aquilo é viciante e sinceramente estou devendo uma matéria sobre essa série...
E Bakuman é um milagre que ainda esteja na lista, pois é outro mangá que anda me decepcionando bastante. Seus dois prmeiros volumes foram PERFEITOS! Capengou um pouquinho a partir do terceiro, mas ainda era uma obra excelente. Porém tomou "O" tropeção depois da saga infeliz do hospital e nunca mais voltou a se recuperar, apresentando apenas um ou outro capítulo "interessante".
Imagino que o autor esteja apenas tentando ser fiel à imbecilidade da vida reclusa da maioria dos mangakás, porém anda fazendo dos seus personagens figuras quase insuportáveis nos últimos tempos! No começo a teimosia e o romance inocente eram engraçadinhos, mas à medida que os personagens foram crescendo (em idade), a raiva sobre eles foi crescendo... (alias, pelo que vi no capítulo 78, os recém-casados entrarem e SAIRAM virgens da Lua-de-mel...)
Alexandre: Isso não ficou bem claro... mas sinceramente, a Jump é uma revista para garotos mais infantil do que, digamos, a Magazine. Acha que eles iriam realmente mostrar o que rola?
Fora que a série, até agora no seu quase oitavo volume, ainda não teve nenhum momento "Carpen Dien". Os personagens estão desde o começo numa tensão louca por causa do mangá, e mesmo nos momentos de relax AINDA se discute mangá (até na lua-de-mel, porra?!?)
Alexandre: Acho que depois da "saga do romance" (que definitivamente foi o ponto baixo da série – a minha impressão foi que todo mundo está, em termos emocionais, estacionado na quinta série do primário), os leitores estão secos para ler sobre mangá, e não estão muito a fim de ver mais assuntos sentimentais, por assim dizer...
Para ser sincera continuo lendo esta série mais por osmose e porque o assunto, bem ou mal, mexe muito comigo... Mas eu espero que ela melhore. E que não termine com o final clichezão para o qual está caminhando lentamente...
Alexandre: Eu ainda gosto muito dela. Mas é porque como você diz – o assunto toca em cordas que mexem com a gente. Não dá pra evitar e todos nós acompanharemos tudo isso até o final.
Alexandre: Não dá para fugir ao poder comercial de um anime. E não decolou, mas vem crescendo aos poucos – e no final isso tem ajudado positivamente a série, que é o que importa.
O anúncio da série não refletiu muito em Yankee-kun to Megane-chan, esperava vendas na casa de 55 mil, mas não teve o impacto esperado. Resta saber como o título reagirá quando a série for ao ar.
Alexandre: Eu acredito que deva dar certo, embora eu preferisse que fizessem um anime. Estou achando que a preferência por séries com atores anda prejudicando o mercado de animação a longo prazo.
E Smash! conseguiu, hehe, com isso minhas séries favoritas garantiram um lugar no Top. Apesar de números baixos, para a série ter chegado tão longe, imagino que a longo prazo seus volumes passem da barreira de 70 mil cópias.
Dona Rumiko passando vergonha. =/
Alexandre: Bom, sejamos francos: acha que Rin-Ne merecia vender mais do que isso?
Acho que não dá mais. Para a Sunday voltar a crescer, só mesmo uma mudança radical na linha editorial, obviamente mantendo alguns medalhões... Se a Sunday continuar nessa maré, em 3 anos é capaz de ela estar pau a pau com a Champion Red.
Alexandre: Olha, já tentaram mexer na linha editorial e só pioraram a situação. Basta lembrar de gente como Koji Kumeta, que pulou fora e foi para a Magazine fazer Sayonara Zetsubou Sensei. Precisam mexer, mas agora a situação está ficando periclitante.
E já que citaram Bakuman, ela ainda é uma série gostosa de se ler, mas no último capítulo deu pra perceber que é algo totalmente fantasioso. Uma pena, eu achava que as coisas na série eram reais.
(E uma errata: A vendagem de Ippo ficou com os números de Diamond ao invés dos corretos 142,210
Alexandre: Fui conferir. Corrigido, obrigado.
Alexandre: Realmente está na hora do Ippo perder uma luta. Mas eu não consigo deixar de gostar daquilo.
Lógio que a Jump não ia mostrar nada do que acontece numa lua-de-mel, mas deu para sacar a "química" (ou falta dê
Alexandre: Eu desconfio seriamente que no Japão os seres humanos já não sabem o que é química na vida real. XD
Alexandre: Tem razão. Vou corrigir.
Fairy Tail cada vez mostra a que veio, acho que é capaz até de passar Negima! se continuar neste ritmo. Parabéns para o Hiro Mashima, o melhor de tudo é que acabou uma saga muito chata e o próximo tanko já deve ser da nova saga em que Fairy Tail volta a brilhar. Definitivamente, se Fairy Tail realmente é plágio de One Piece essas sagas foram o equivalente a Skypeia, e se Fairy tail for crescer como One Piece... bem, isso significaria que o mangá ficaria excelente daqui em diante.
Bons números de One Piece, é um recorde... ou melhor, outro recorde xD.
Reborn! vai bem, é o fim de uma bela saga e acredito q esse volume deva ser o ápice dela.
Bakuman está bem chocho, acho q só Death Note segura as pontas, se fosse um mangaká qq já teria rodado.
Quanto a Rin-ne... bem, é melhor q nada, mas plagiar a si mesmo não é uma opção das melhores.
Alexandre: Tudo corrigido. Ontem foi o dia dos erros de revisão, pelo visto.
A Sunday ainda tem hits tipo Detetive Conan por um motivo muito simples: Esse material rola há MUITO tempo e os leitores dele são "leitores de tankohon", NÃO É gente que compra a revista! É galera que segue a série (talvez até por inércia...) há anos e não vai parar de comprar agora, mas já não se preocupa em comprá-la na revista em si.
Alexandre: Não é bem assim. Um dos títulos mais legais dos últimos tempos, Shijou Saikyou no Deshi Kenichi, sai por lá e normalmente tem posições decentes entre os mais vendidos. Hayate no Gotoku e Kekkaishi também costumam vender bem. O problema é que os Kenichis, Kekkaishis e Hayates são poucos, e a revista tem dificuldades de estabelecer um posicionamento editorial efetivo nos dias de hoje. É como eu falei: ela abriu demais o leque.
E a Shonen Sunday mensal está aparentemente mais interessante, com títulos como Lindbergh, Q&A e Makoto no Ouja.
Alexandre: Em todo caso foi soprado na internet que um dos mangás atuais da Sunday deve virar anime (não, não é Rinne) e quando se confirmar, eu ponho a nota no ar. Isso sempre dá um empurrãozinho nas vendas, mas não tem adiantado. E olha que a média dos animes baseados em mangás da Sunday costuma ser mais alta do que a dos animes baseados em mangás da Kodansha (que de modo geral tem suas franquias muito maltratadas na telinha).
Como shonens de peso não foram lançados nessa semana será interessante observar como Fairy Tail e GTO (aliás, parece que essa é 60º volume de toda a história do Onizuka), que abriram forte dessa vez, irão estar na próxima semana.
A lista seinen deve ser mais interessante também, puxada por Billy Bat.
Alexandre: Ah, mas o autor de Asu no Yoichi SABE ser cara de pau com estilo.
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