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Mar 06
Magic the Gathering: o Mangá
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Categorias: Dengeki Maoh

Se um mangá pode virar cardgame de sucesso, como aconteceu com Yu-Gi-Oh!, porque um cardgame de sucesso não pode virar mangá? O anúncio já havia sido feito em Outubro do ano passado, mas só agora, na edição de 27 de fevereiro da revista mensal para leitores não tão adultos Dengeki Maoh, da Media Works (uma das inúmeras editoras nanicas pertencentes ao grupo
Kadokawa, focada essencialmente aos nichos relacionados a videogames, jogos de computador, rpgs de mesa e hobbies como plastimodelismo), a série Magic The Gathering: Moero Tsukinu Honoo, de Yoshitaka Murayama e Yoshino Himori, finalmente estreou. O material é livremente inspirado no romance The Purifying Fire de Laura Resnick, baseado na extensão do jogo conhecida como Planeswalker e que envolve vários planos dimensionais, e personagens que trafegam por eles – no caso específico a feiticeira conhecida como Chandra Nalaar, jovem e impulsiva, que trafega por entre dimensões com poderes ainda muito voláteis. No entanto, mesmo instáveis, seus poderes são grandes demais para seu próprio bem – principalmente porque chamaram a atenção de um antigo culto que a vê como uma mensageira do final dos tempos. Obviamente isso trará muita dor de cabeça para a moça. Na página oficial da Dengeki Maoh, podemos ver as primeiras páginas da série – é só clicar AQUI. É um material que promete, levando-se em conta seu público, e não é duvidoso imaginar que isso possa ser exportado mais brevemente do que se imagina.
(Via blog La Ventana de Saouri)
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Comentários:
Finalmente dando uma contribuição ao blog em termos de notícias, informo que esta não é a primeira vez que o universo de Magic chegou aos manga.
Isso já aconteceu pelo menos uma vez, com o manga Magic: Urza & Mishra, de Ono Toshihiro. O manga é de 2000, publicado originalmente na revista mensal Gekkan Comic Gotta.
Mostra a história dos irmãos, com a queda de Mishra para o mal e a consequente luta fratricida.
Conheci esse manga por acaso quando fiz arubaito no Nihon (fim de 2005 até o começo de 2006), em uma loja da famosa rede de usados Book Off. O manga é muito bom e mostra a força que o jogo de Richard Garfield teve (e ainda tem, ainda que nem tanto) no Velho Yamato.
Curiosamente a história toda coube em um único tankôbon, sendo esse um dos motivos para eu ter comprado o livro. Um outro motivo é que a história trata de um ambiente da Quarta Edição, época em que eu ainda jogava Magic, antes de perceber que era um jogo de acumulação incessante capitalista, literalmente.
Estou escrevendo este comentário bem na lata, tendo como única base o meu volume. Acredito que por aí na internet há mais informações.
Tchau.
Alexandre: Isso é bem interessante mesmo. Acredito que pela Kadokawa eles terão mais visibilidade – não tenho idéia de qual editora tenha vindo essa Comic Gotta.
Mas talvez o traço já esteja pensado até mesmo para virar anime. Mas receio que o público-alvo - os jogadores de magic - pelo menos os americanos não vão curtir nem um pouco isso.
Alexandre: Sinceramente, ele está até bem-feitinho – e foi o que aconteceu quando apareceu a nova edição japonesa de Dragonlance, com um character design local totalmente diferente do original: teve gente que estranhou muito, mas é bem capaz de atrair novas pessoas para a franquia.
Mas, mesmo assim, achei a intenção bacana e dá pra se acostumar aos poucos. Mas, no fundo gostaria de ver a história do conjunto Investida. Ver em mangá Akroma vs Phage seria impagável.
Alexandre: Que é uma editora maior. Mas não deve ter gerenciado bem a série quando teve a franquia em suas mãos. Pode fazer sentido a busca por uma editora menor, mas mais especializada nesse segmento.
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