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Fev 28
DESENCOSTA, Hibari-Kun!
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Lancaster |
PERMALINK |
5
Categorias: clássico

Por algum motivo misterioso, sempre que eu postava alguma coisa a respeito da edição definitiva do clássico Stop!! Hibari-Kun!, de Hisashi Eguchi, vários leitores se interessavam sobre o material. Então vamos ao registro final (até agora, pelo menos) sobre essa comédia que aborda a patética vida de um garoto que, ao mudar de mala e cuia para a casa de uma família Yakuza, acaba sendo assediado diariamente pelo único filho homem do patriarca do local – que por acaso é um travesti escandaloso (sim, é a lourinha da capa), enquanto o pai em desespero procura encontrar sem sucesso uma forma de fazer a criatura virar homem. Hibari-Kun saía nas páginas da revista semanal para garotos Shonen Jump, da Shueisha, durante a primeira metade dos anos oitenta – e hoje em dia esse material seria considerado politicamente incorreto até a medula, mas o humor da série gira em torno justamente desses eixos. Em todo caso, a edição definitiva que reúne o material completo que saiu na Jump finalmente chegou a seu volume derradeiro – oferecendo algo precioso para os fãs da série: como não bastasse o segundo volume dessa nova coleção ter trazido uma história inédita, descartada pelos editores da Jump, Eguchi traz nada mais nada menos do que a conclusão definitiva da saga, como imaginada originalmente pelo autor há 27 anos – mas jamais posta em papel (simplesmente o seu plugue foi puxado). Bom, agora… FORA DAQUI DE UMA VEZ, Hibari-Kun!
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Comentários:
As investidas do Kohsaku em tentar NÃO pegar a (o) Hibari no começo (e ele (ela) indo o tempo todo pra gola dele) são impagaveis ^^...
Alexandre: É aí que mora a armadilha... XD
Alexandre: "É aí que mora a armadilha... XD"
Eu acho isso um baita desperdício de Character Design. Lembro da primeira vez que li um post do Lancaster a respeito, e quando vi a Hibari pela primeira vez, pensei "GATA DEMAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIS", mas logo em seguida, veio e bomba e eu fiquei "NÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOO".
ù.ú'
Mas gosto desse título mesmo assim. Morro de rir até hoje só de lembrar desse tema.
Alexandre: Deve ter sido o trauma de toda uma geração nos anos 80. Mas no Brasil foi pior: teve a Roberta Close. XD
Conhece algum artigo sobre essa verdadeira fissura dos japoneses (tem até cafés com esse tema! - as tsunderes não estão sozinhas...)?
Alexandre: A Valéria na Shoujo Café, se não me engano, tem seus artigos sobre o assunto.
UPDATE PARA O QWERTY: Topei com isso no Shoujo Café por links relacionados a um post recente dela, e lembrei de sua pergunta.
http://shoujo-cafe.blogspot.com/2009/12/cross-dressers-sao-ok-desde-que-sejam.html
Divirta-se.
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