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Fev 25

Ranking do Oricon (JP) – 21/02/2010

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Lancaster | PERMALINK | 5

Categorias: rankings

Case Closed

Semana dominada pelos hits da Shonen Magazine da Kodansha e (com um pouco de bondade; estou me sentindo benevolente hoje. Às vezes acontece) da Shonen Sunday da Shogakukan – a um ponto que quase não temos lista para leitores adultos; os títulos para garotos invadiram quase todo o Top 30 em massa. É uma lista assustadoramente desequilibrada, se pensarmos bem, e mostra a pujança dos quadrinhos shonen no mercado japonês. Aqui temos uma pergunta: se a Shonen Sunday está com vendagens decrescentes e supostamente em decadência, porque ela ainda é considerada um dos grandes? Bem, a função primordial das antologias não é realmente ser um grande vendedor per si; é espalhar e popularizar marcas de sucesso que nas suas versões de livraria irão trazer grandes rendimentos para a editora, sem falar em eventuais licenciamentos nos materiais mais populares. E a Shonen Sunday, além de vender na faixa dos 700.000 exemplares, o que não é pouca coisa em nenhum lugar do mundo, ainda é uma fabricante de grandes blockbusters. Taí o Detetive Conan que não me deixa mentir.
(Lembrando sempre: o primeiro número corresponde às vendagens da semana, o segundo às vendagens acumuladas desde que foi lançado, e o último representa a sua posição na lista geral)

Shonen/Para garotos

01. Detetive Conan 67 (Shogakukan) – 306.456 / 306.456 [1]
02. Ahiru no Sora 26 (Kodansha) – 199.789 / 199.789 [2]
03. Negima 29 (Kodansha) – 148.228 / 148.228 [3]
04. Kekkaishi 28 (Shogakukan) – 147.975 / 147.975 [4]
05. Bloody Monday Season II 2 (Kodansha) – 106.683 / 106.683 [6]
06. Shijo Saikyo no Deshi Kenichi 37 (Shogakukan) – 95.666 / 95.666 [7]
07. Dear Boys Act. 3 3 (Kodansha) – 95.209 / 95.209 [8]
08. Zettai Karen Children 20 (Shogakukan) – 77.951 / 77.951 [9]
09. Area no Kishi 19 (Kodansha) – 76.167 / 76.167 [10]
10.
Sayonara Zetsubou Sensei 20 (Kodansha) – 61.428 / 61.428 [15]
11. Kimi no Iru Machi 8 (Kodansha) – 53.984 / 53.984 [16]
12. Moonlight Act 8 (Shogakukan) – 51.039 / 51.039 [18]
13. Code Breaker 9 (Kodansha) – 50.567 / 50.567 [19]
14. Bleach 43 (Shueisha) – 47.975 / 624.629 [21]
15. Negima 29 – Edição de Colecionador (Kodansha) – 40.364 / 40.364 [23]
16. Alive: The Last Evolutionary Boy 20 (Kodansha) – 36.714 / 36.714 [26]
17. Eden no Ori 6 (Kodansha) – 36.566 / 36.566 [27]
18. Shinyaku Kyojin no Hoshi Hanagata (Kodansha) – 36,410 / 36,410 [28]
19. Q.E.D. 35 (Kodansha) – 35.396 / 35.396 [29]

Seinen/Para Jovens Adultos

01. Liar Game 11 (Shueisha) – 64.690 / 64.690 [12]
02. Rozen Maiden 3 (Shueisha) – 62.119 / 62.119 [14]

Case ClosedNão há muito o que se falar sobre Detetive Conan, de Gosho Aoyama. O menino detetive pode não ter decolado com o mesmo ímpeto de um Bleach ou um Naruto – mas diacho, quantos títulos hoje em dia, e ainda mais fora da griffe Shonen Jump, conseguem ultrapassar os 300.000 exemplares vendidos só na primeira semana? Podem reparar: se na semana mais recente de estreias da linha Jump (07/02/2010) tivemos Bleach decolando com 441.333 exemplares no topo da lista, os titulos seguintes vindos da Shonen Jump vieram com resultados mais modestos: Fora o campeão, apenas Nurarihyon no Mago ultrapassou os 100.000 mais vendidos na primeira semana (podem confirmar: To Love-Ru: Trouble veio com 88.709, Beelzebub com 75.652, Medaka Box com 72.101, Sket Dance com 70.786…). claro que isso não os desvaloriza; todos esses títulos tem capacidade de resistência bem grande e conseguiram na sua maioria ultrapassar ou ao menos se aproximar dos 100.000 exemplares vendidos nas semanas seguintes, antes de dizer tchau ao Oricon. Agora comparem: do lado da Sunday, Detetive Conan já entra com mais de 300.000 na primeira semana; o premiado KekkaishiKekkaishi teve quase a metade disso, o que é uma ótima vendagem – e é também uma mostra de que o anime não é necessariamente determinante para o desempenho de uma série; a versão animada foi exibida no horário nobre destinado a animação no Japão, mas teve uma audiência baixa – e pela altura do capítulo 37, levaram-no para a madrugada para que ele não fosse cancelado, fechando assim com 52 episódios. No entanto, é um material bem-sucedido, estável e com crédito entre os editores da Shogakukan, como mostram bem suas vendagens. Já a Shonen Magazine, a segundona do mercado, mostra a que veio com o quadrinho esportivo Ahiru no Sora (com quase 200.000 exemplares vendidos de cara), o inevitável hit Negima (mais ou menos nos mesmos patamares de vendagens de Kekkaishi) e a segunda série de Bloody Monday, impulsionada pela sua popularização televisiva. Confesso que tem algo de tranquilizador ver uma série esportiva de basquete chegar bem mais na frente do que a otakaria dezarrazoada de Ken Akamatsu – e que essa série de basquete não seja no nefando Dear Boys, em sua terceira série (que, mal comparando, seria Gundam Wing no pior sentido da coisa se o clássico dos quadrinhos de basquete Slam Dunk de Takehiko Inoue fosse o Gundam clássico).

E olha que essa desgraça por pouco não entra na linha dourada dos que estrearam com quase 100.000 vendidos, ou seja; o autor não vai partir para outra tão cedo.
A verdade é que temos uma presença em massa da Magazine, mais até do que a Sunday. Ter títulos na faixa dos 300.000 e dos 150.000 mostra que a Sunday nem de longe é carta fora do baralho, claro – e o bacana Shijo Saikyo no Deshi Kenichi já deve ter passado dos 100.000 exemplares vendidos nesse exato momento em que vocês estão me lendo –, mas a griffe Shonen Magazine traz treze títulos Kenichi(onze se descontarmos Dear Boys e Alive: The Last Evolutionary Boy, vindos da Magazine mensal, não da semanal como o restante dos títulos que a Kodansha deu à lista de mais vendidos esta semana) enquanto a Sunday, apenas cinco (Bleach, da Shueisha, é o corpo não tão estranho nessa lista; ele ainda é um blockbuster e blockbusters demoram mais a descer de suas posições). Talvez seja esse o preço a se pagar por um decréscimo de vendagens nas antologias; um almanaque menos vendido não significa que seus títulos sejam menos vendidos quando alcançam o sucesso; mas significa uma redução imensa em sua capacidade de difundir novas franquias que venderão mais nas livrarias. É justamente o que Ken Akamatsu, criador de Negima, definiu de forma surpreendentemente arguta (eu jurava que ele não tinha nada entre as orelhas, acreditem): os títulos que mais vendem – o dele, inclusive – continuarão vendendo bem; mas títulos que entram agora no mercado, ou voltados a um público menor, tenderão a vender menos ou até a desaparecer com o encolhimento dos almanaques; eles são necessários. Se a Sunday não reverter o processo, ela pode se tornar um dinossauro e ter o mesmo destino de outras antologias semanais do passado, como a Shonen King da Shonen Gahosha ou a Shonen Captain da Tokuma Shoten. Ter sua cota de obras importantes em tempos de antanho não significa nada quando os tempos de agora pedem as contas. Por outro lado, a Shogakukan tem um porte muito maior do que essas editoras e isso não pode ser negligenciado na hora de deter a catástrofe anunciada. Ela tem condições financeiras de manter a revista ou de fazer uma virada editorial que a reposicione para uma nova geração de leitores.
Rozen MaidenAh, os seinen: esta semana, com a invasão da Shonen Magazine, não teve muito espaço para os leitores adultos – até porque muitos deles lêem títulos para garotos pelo resto da vida, mesmo quando tem outras leituras no pacote. E convenhamos que Rozen Maiden não é lá um título muito maduro; saía na Comic Birz da Gentosha, mas como acontece com títulos de editoras nanicas que alcançam um sucesso que jamais imaginariam alcançar nesses lugares… bem, eles mudam de casa: foi para a revista semanal Young Jump da toda-poderosa Shueisha e está lá até hoje. A Young Jump é o segundo almanaque mais vendido do mercado japonês quando o assunto é o demográfico seinen (na verdade, "segundo" em termos brutos, porque a diferença entre ele e o primeiro, a Young Magazine da Kodansha, é tão mínima que aponta para empate técnico), mas na verdade é uma revista transicional, aonde os títulos ainda tem um perfil ligeiramente similar às revistas para garotos um pouco mais velhos (como a própria Shonen Magazine), mas acrescentando elementos proibitivos como nudez e mais violência. Quando esses leitores amadurecerem para além disso, irão para revistas como a Business Jump ou a Morning mais tarde. Mas a maturidade é bem relativa nos dois almanaques campeões "adultos" do mercado, isso tem que ser dito. Se pensarmos bem, Rozen Maiden está bem posicionado lá: ele tem elementos Liar Gamesupostamente mais maduros de roteiro (como os traumas sociais do protagonista), mas isso é apenas para colocar algum gostinho em uma série que essencialmente não é muito diferentes em termos de fórmula de materiais infanto-juvenis como o Zatch Bell que passava na Globo. E só. O outro material mais maduro da lista também tem a griffe da Young Jump nas costas: Liar Game, de Shinobu Kaitani. É uma empolgante série que mistura mistério, conspiração e um certo espírito de reality show ao acompanhar uma garota ingênua arremessada, contra a vontade, a um jogo aonde a trapaça é a ordem do dia. Se ela ganhar, está feita, mas se perder, estará horrorosamente endividada. Com a ajuda de um sujeito mais esperto do que ela – e motivado em desbaratar a organização – os personagens seguem em frente. Impulsionada pela série de televisão, o mangá de Liar Game vai muito bem, obrigado. E levando em conta que o lanterninha da lista pra garotos é o longevo título de detetive juvenil Q.E.D., de Motohiro Kato, publicado na Magazine Great, e que mesmo com seu estofo não passou de 35.396 exemplares vendidos (foi indicado ao prêmio de melhor Shonen pelo Kodansha Manga Award ano passado, e até gerou um spin-off – C.M.B., publicado na revista nº3 do mercado, a Shonen Magazine Mensal – não sei porque Q.E.D. não foi transferido pra lá ao invés disso, já que ela tem tanto potencial mas, em uma revista de menor monta, continua patinando em vendagens. Sim, são vendagens estáveis, mas muito aquém de seu potencial), tenho medo de imaginar o desempenho dos títulos adultos restantes, já que todo mundo parece ter comprado material pra garotos esta semana.


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Comentários:

Nome: mrs 25/02/10 05:21
Nada a declarar sobre o ranking, mas um detalhe me chamou a atenção: a vendagem de 700.000 exemplares da Sunday.

Alexandre: Na verdade tiragem, não vendagem. O número exato do ano passado foi 773.062 (portanto dentro da faixa dos 700.000), mas ela está declinante. De ano a ano, aos poucos, tem sido assim: da faixa dos 900.000 pros 800.000, dos 800.000 pros 700.000...

Você costuma se referir a Shonen Champion como a "maior das menores", mas a tiragem dela é de 500.000 exemplares,não? Se a Champion tem sempre essa tiragem, sem muita variação, imagino que venda quase todos os exemplares, já que se suas vendas são tão estáveis não há motivo para se imprimir um excesso grande de volumes. Tá certo que 200.000 volumes de diferença é muita coisa, mas acho que realmente ela é a quarta grande.

Alexandre: Tem que ser levado em conta que não foi a quarta quem subiu, foi a terceira quem desceu (na verdade ainda é a terceira grande antologia semanal, mas de um modo geral, já perde nos titulos shonen para a Shonen Magazine Mensal. Só não junto os titulos adultos ao bolo porque seu público não é o mesmo, não podemos falar em competição aqui.

Falando em Champion, impressionante como Worst apareceu e sumiu da lista de uma semana pra outra.

Alexandre: Fato. Provavelmente seu publico já o comprou em massa de uma tacada só.
Nome: Pato_Supersonico 25/02/10 06:26
Oba! Rozen Maiden no páreo. Cada aparição nesta lista aumenta minhas esperanças de ver um novo anime ser produzido. =D

E a "bonitinha-mas-ordinária" da Suiseiseki está muito fofa nesta imagem. X3

Mudando de assunto (ou, mais exatamente, entrando no assunto) as duas edições de Negima!#29 (normal + colecionador) somam 188.592 exemplares vendidos, quase colando em Ahiru no Sora #26, praticamente empate técnico.

Acredito que, quando um mesmo número de um determinado título é lançado em mais de uma versão simultânea, somar a venda total de todas as versões lançadas oferece uma noção mais prescisa do estado mercadológico da série.

Eu não tenho os números financeiros das duas séries (você tem?), mas minha intuição me diz que, semanalmente, embora Negima! venda menos que Ahiru no Sora, tem lucro líquido absoluto maior, se considerarmos que versões de colecionador oferecem um lucro líquido unitário maior, o que se soma ao fato de que Negima! deve faturar mais com licenciamentos por ter uma marketing mais agressivo. Claro que posso estar enganado, embora eu acredite de que Negima! seja mais lucrativo, tenho dúvidas se essa lucratividade compense a diferença de escala.

Embora não tenha certeza, eu acho possível que a divulgação que promove o mangá também beneficie os demais produtos relacionados ao título, beneficiando a franquia como um todo.

Volto a lembrar que estou só fazendo conjecturas. Mas o que acha?

Alexandre: Odeio ter que admitir isso, mas acredito que você tenha carradas de razão.

Há um dado importante que temos que levar em conta e que não estou considerando: a edição normal de Negima custa 440 ienes (preço padrão dos títulos da Shonen Magazine; eles são 20 ienes mais caros do que os da Sunday e os da Jump semanais). Já a edição de colecionador de Negima, com DVD e tudo, custa 1980 ienes.

Vamos fazer os cálculos: de modo geral, o autor ganha 11% do preço de capa. Isso quer dizer que só com essa edição especial, Ken Akamatsu arrecadou em uma única semana 7.174.235,20 ienes – aproximadamente 80.379,10 dólares em câmbio de hoje (ou cerca de R$146.515,00 – como queiram). A edição de colecionador teve uma vendagem menor, claro, mas
supondo que as regras continuem valendo para essas edições, olhem a arrecadação do autor: 79.920.720,00 ienes – leia-se cerca de 895.420,12 dólares (ou R$ 1.632.171,82). Somando os dois, só essa semana ele faturou aproximadamente US$1.899.239,38, e nem estamos contando ainda as próximas semanas! Não foi a toa que o Akamatsu casou com uma modelo, e ela deve estar fazendo dele um homem muito feliz após ver a lista mais recente do Oricon! ;D

Acho que nem precisamos comparar os 9.669.787,60 ienes (US$108.338,90 aproximadamente, ou R$197.480,14 em nossos termos) de Ahiru no Sora. Não que ele esteja mal – mas nem se compara. Sem falar que na hora dos licenciamentos, Akamatsu ganha. Quadrinhos esportivos são populares, mas na hora de render produtos, nem se compara a miríade de bonequinhas e trecos com a marca Negima (que já teve várias animações e uma série com atores).

Fazer o que. :P
Nome: Qwerty 25/02/10 07:30
Ia falar sobre Negima, mas o Pato deu sua bela contribuição antes.

Essa lista deixa bem claro algumas coisas: 1 - JUMP, Magazine e Sunday estão em degraus diferentes nas vendas de seus títulos;

Alexandre: Aliás, a revista Jump vende mais do que a Magazine, mas no quesito número de títulos sólidos, ela se sai melhor.

2 - como uma animação faz a diferença - Conan e sim, Negima! que o digam.

Alexandre: Nunca subestime o poder do anime! ;D

E com o fim iminente do Fullmetal Alchemist (também muito ajudado pela primeira animação), Conan tem tudo para virar o shounen mais vendido fora da JUMP.

Alexandre: Conan já é uma instituição. A própria estrutura dele facilita muito sua vida nesse sentido. Não duvido que em alguns anos, ofereçam a oportunidade para Gosho Aoyama de jamais encerrar sua série e deixá-la infinita nas mãos de uma equipe.
Nome: Carlos Eduardo 25/02/10 10:21
Bleach me envergonha, 624k? Puxa... Para a série que fazia 800/900k Bleach caiu muito, ainda bem que deu uma turbinada nos últimos capítulos.

Conan, Area no Kishi, Bloody Monday, Sayonara Zetsubou Sensei... São bons títulos na lista. ALiás, as últimas colocações estavam com 35k e isso é muita coisa, geralmente os últimos colocados estão por volta de 20~25k, então as estreias realmente foram de peso.

Aliás, já leu o capítulo de Bakuman da semana? Espero q sim, pq comentaram q o leitor médio da Jump tem 17 anos, então a sua teoria de que a Jump é direcionada a garotos e a Magazine para adolescentes caiu por terra. Bom, realmente, em um país de velhos não devem ter 3 milhões de pirralhos pra comprar a Jump. O Japão é mesmo um país de idosos (e de adolescentes que lêem material para garotos).

Alexandre: Pior que não caiu não. 21.8% dos leitores tem de 9 a 11 anos de idade, 40.1% de 12 a 14 e 23.5% de 16 a 17. Mais detalhes AQUI. Se isso mudou tão rápido, alguma merda muito grande aconteceu.
Nome: Jussara Gonzo 26/02/10 12:30
O pior é que o conceito em si dessa abertura de Dear Boys é bom, pena que foi PÉSSIMAMENTE executado! (alias, isso aí tem cara de ser o paraíso das fangirls... :D )

Alexandre: Coloco essas séries voltadas a fangirls no mesmo patamar das séries moezeiras para marmanjos acima do peso. Só muda o sexo e os interesses, mas a mecânica é a mesma. :P
Eu sempre me lembro de uma menina em um desses forums que reclamou de trazerem Slam Dunk e que queria que trouxessem isso, porque "os meninos de Slam Dunk são feios" bla bla bla. Roteiro, que se lasque, não? |-|


Lancaster, tenho uma dúvida: existe, além dos mangás, outros tipos de quadrinhos sendo vendidos no Japão, imagino eu: Dc Comics, Marvel, quadrinhos europeus... - existe um rank para eles também?

Alexandre: Não que eu saiba. Suas vendagens até onde sei são muito pequenas no Japão.

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