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Fev 21
Cinco Títulos da Mesma Franquia na Kodansha
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Lancaster |
PERMALINK |
6
Categorias: Kodansha

A Kodansha anunciou um projeto de peso chamado Super Big Titles x Kodansha 5 Magazines – na verdade, cinco séries diferentes, em cinco almanaques diferentes da editora, mas pertencentes a uma mesmíssima franquia. Nada é dito sobre qual seria essa franquia, mas os boatos são pesados – e sinceramente, a menos que esse seja um golpe publicitário a partir das silhuetas das personagens, tudo indica que é a devastadora (no Japão) franquia de dating sims (jogos simuladores de namoro) Love Plus, da Konami. Os contornos das personagens batem, nem há como discutir. Love Plus se tornou um sucesso tão grande que até eu, que acho o conceito de simulador de encontros o cúmulo do patético, admito que fiquei curioso: Esse jogo levou pessoas a ignorarem as mulheres que tem ao lado de acordo com declarações em jornais japoneses. O que há nesse jogo que faz com que hajam até… cerimônias públicas de casamento entre jogadores e personagens?
Acho que é hora de abrirem as portas da imigração no Japão. Ele precisa de um choque cultural, antes que o país vire um deserto.
Ah, sim, só pra constar: A primeira série estreia na Shonen Rival 05 (04 de Abril); a segunda, na Bessatsu Shonen Magazine 05 (09 de Abril); a terceira na Young Magazine Mensal 05 (14 de Abril); a quarta na Magazine E-no 07 (20 de Abril); e a última delas, na revista Good Afternoon 10 (07 de Maio). Uma genial sacada de marketing, tenho que admitir, mas também um verdadeiro massacre, para mitigar a tristeza das almas solitárias na terra do Sol nascente.
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Comentários:
1 - Foi lançado no console de maior presença no mercado japonês, o DS. Mesmo com a concorrência atualmente forte do PSP, o DS ainda é o favorito no país.
2 - Tem por trás dele a marca Konami. E mesmo sendo um dating sim, ser lançado pela Konami já gera uma propaganda muito maior do que numa produtora de fundo de quintal.
3 - Esse fator é consequência dos outros dois. Mas jogos que vão para consoles tem um espaço muito maior dedicado a eles em revistas especializadas e famosas como a Famitsu, já que o PC não é uma plataforma popular por lá. Acaba sendo muito vantajoso para o game ser lançado num console.
4 - A equipe da Konami é talentosa, seja num título para o mercado mundial como Metal Gear Solid, ou em algo localizado como Love Plus, o pessoal de lá tem muita experiência. Dentro do gênero, Love Plus acabou sendo um dos melhores games produzidos.
Ainda há outros fatores culturais e sociais nessa história. Mas em termos de mercado, Love Plus foi uma aposta certeira dentro do gênero.
Por outro lado, para uma empresa como a Konami talvez seja melhor focar nos seus games mais tradicionais.
Alexandre: Como o erro ao mencionar a Capcom foi meu, eu tomei a liberdade de corrigir tanto meu post quanto seu comentário, como você mesmo falou, porque como você mesmo disse – os comentários valem mesmo com a troca de nome. Mas por outro lado eu estou pensando mais seriamente nos fatores culturais e sociais dessa história. Que não se limitam a esse sujeito. Já vi até artigos sobre pessoas que dão mais atenção a esse jogo do que a suas namoradas e esposas, quando eles as tem. E isso é preocupante.
Alexandre: Tá tudo corrigido.
E a população da Terra, enfim, descrecerá até 3 bilhões de habitantes - e caindo.
Alexandre: Por esse viés, pode ser uma boa... hm... talvez seja a hora de Love Plus chegar à China, Índia, África e outros bolsões que precisam de controle de natalidade...
Arrecadar muito num futuro próximo, num projeto rápido? Escolher o/s melhor/es para manter pelo tempo que der? Isso e muito mais? A ver.
Em notinhas a parte, 1 - acho que esse cidadão do vídeo queria mesmo queria seus segundos de fama...
Alexandre: É uma queimação muito grande de filme se ele queria apenas isso – acabou simplesmente de jogar fora todas as suas chances de um dia tocar em uma mulher normal.
... e 2 - pessoalmente, nada contra a redução no número de pessoas no planeta; claro, é necessários ajustes previdênciários, dentre muitos outros, mas sete bilhões de humanos no planeta - sendo que cento e poucos naquele arquipélago minúsculo - é insustentável, principalmente consumindo plástico - dentre outros - como fazemos.
Alexandre: Ahn... leva a mal não, mas aquilo era uma piada. XD
Se quiser cortar a digressão, a vontade.
Alexandre: Não, o que é isso. XD
E que isso, já fiz a digressão na inutilidade, XD.
Podia virar filme, gibi ou anime uma sátira a esse tipo de comportamento. Isso se já não existe.
E mudando de assunto, Lancaster, você pretende colocar online a matéria sobre o Kaiji que você publicou na New Tokyo (eu tinha perguntado a edição que saiu em um comentário faz um tempo, mas nunca fui atrás da revista).
Sempre que eu penso nesse anime, eu fico pirando na nova temporada, que parece que sai esse ano. E eu não quero acompanhar pelo manga, não tem a mesma graça, a trilha sonora, o suspense, tudo naquele desenho é bom.
Valeu e parabens pelas últimas matérias no site.
Alexandre: Obrigado, Pedro. Quanto a colocar a do Kaiji, é possível, mas tem outras coisas na fila. E foi apenas um desses reviews de duas páginas na NT – e os reviews em geral são um pouco incompletos, porque eu tinha que comprimi-los em um espaço reduzido.
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