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Fev 11

Ranking do Oricon (JP) – 07/02/2010

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Lancaster | PERMALINK | 9

Categorias: rankings

Bleach

Bom, os mais atentos repararam que eu já não pus o Ranking da Taiyosha esta semana. Postar e traduzir um ranking leva tempo, e estou me matando com mil coisas simultâneas, acreditem. Algo precisava dançar, e as reações gerais me convenceram a dinamitar a Taiyosha. Eu pego os rankings do Oricon já traduzidos pelo ANN, apenas rearranjo em prol de um estabelecimento de demográficos (o que não deixa de ser chatinho, porque não é apenas copiar e colar). Só não fiz o enterro, então algumas moscas devem voar volta e meia. Mas vamos ao que interessa, afinal hoje é semana de lançamentos da Shonen Jump – com Bleach no topo do pódio!
(Lembrando sempre: o primeiro número corresponde às vendagens da semana, o segundo às vendagens acumuladas desde que foi lançado, e o último representa a sua posição na lista geral).

Shonen/Para garotos

01. Bleach #43 (Shueisha) – 441.333 / 441.333 [1]
02. Nurarihyon no Mago 9 (Shueisha) – 125.105 / 125.105 [2]
03. Tegami Bachi 9 (Shueisha) – 92.004 / 92.004 [3]
04. To Love-Ru: Trouble 17 (Shueisha) – 88.709 / 88.709 [4]
05. Beelzebub 4 (Shueisha) – 75.652 / 75.652 [6]
06. Medaka Box 3 (Shueisha) – 72.101 / 72.101 [7]
07. Sket Dance 12 (Shueisha) – 70.786 / 70.786 [8]
08. Rosario + Vampire season II 6 (Shueisha) – 58.549 / 58.549 [10]
09. Ane Doki 2 (Shueisha) – 56.282 / 56.282 [11]
10. Kochikame 168 (Shueisha) – 53.002 / 53.002 [13]
11. Shiki 7 (Shueisha) – 41.979 / 41.979 [19]
12. New Prince of Tennis Oficial Character Guide 4 (Shueisha) – 32.278 / 32.278 [21]
13. To Love-Ru: Trouble 17, Versão de Colecionador (Shueisha) – 31.631 / 31.631 [22]
14. Worst 23 (Akita Shoten) – 26.625 / 26.625 [25]
15. Mobile Suit Gundam: The Origin 19 (Kadokawa) – 22.401 / 186.997 [30]

Seinen/Para Jovens Adultos

01. Nagato Yuki-chan no Shōshitsu 1 (Kadokawa) – 84.624 / 84.624 [5]
02. Team Medical Dragon 22 (Shogakukan) – 60.338 / 129.099 [9]
03. Summer Wars 2 (Kadokawa) – 53.333 / 53.333 [12]
04. Tobaku Datenroku Kaiji: Kazuya Arc 2 (Kodansha) – 47.584 / 47.584 [14]
05. Channel wa Sono Mama! 2 (Shogakukan) – 46.580 / 46.580 [15]
06. Junketsu no Maria 16 (Kodansha) – 44.339 / 44.339 [16]
07. Kurosagi Corpse Delivery Service 13 (Kadokawa) – 28.483 / 28.483 [23]
08. Shinjuku Swan 21 (Kodansha) – 27.072 / 27.072 [24]
09. Toradora 3 (Kadokawa/Media Works) – 24.486 / 97.186 [26]
10. Fight Shop 19 (Kodansha) – 23.376 / 23.206 [27]
11. Sarto Finito 25 (Shueisha) – 23.206 / 23.206 [28]
12. Tenjho Tenge 21 (Shueisha) – 22.939 / 274.623 [29]

BleachSemana com Shonen Jump na parada não tem para ninguém, mas se levarmos em conta isso, não foi uma semana ruim para os títulos adultos. Mas vamos começar com o material para garotos – notadamente Bleach, o campeão da semana. Eu entendo perfeitamente os que têm bronca com a série – ela tem uma narrativa tão digestiva, tão digestiva, que cada capítulo lançado semanalmente na Shonen Jump tem muito pouco a oferecer, até demais se pensarmos no padrão de um título semanal. A leitura dessa série é melhor aproveitada através dos volumes compilados para livraria, e o personagem Aizen é sério candidato ao "Troféu Naraku de Personagem-Encosto" (quem leu Inu-Yasha vai entender). Só que mesmo levando em conta esses problemas (que dificilmente podem ser negados, até pelos fãs de carteirinha da série), Bleach está longe de ser um título ruim. A arte do autor evolui cada vez mais, a série é muito plástica visualmente falando, e convenhamos, nenhum título que abre sua primeira semana com 441.333 exemplares (ou seja, garantindo ao autor Tite Kubo aproximadamente US$ 226.639 – cerca de R$ 420.529 em câmbio de hoje – em uma única semana, pensando em termos do percentual de autor no preço de capa) vendidos nas costas pode reclamar da vida. Sempre vai haver quem compare aos resultados estrondosos de um One Piece, mas isso é algo que tem que ser dito: O sucesso de One Piece Nuramagonão é algo normal mesmo para campeões. Números como os de Luffy e companhia são raros, ainda mais nos dias de hoje, e é injusto comparar os outros títulos com esse patamar. Bleach é um título campeão, não há como negar isso.
O que nos leva ao segundo lugar, Nurarihyon no Mago, sério candidato a futuro blockbuster da Jump no atual rumo de crescimento da série. Mesmo tendo perspectivas tão promissoras e um desenho animado já na batedeira antes de ser colocado no forno, ele tem uma diferença muito grande em relação ao primeiro lugar do pódio esta semana. E 125.105 exemplares vendidos é um resultado muito bom para livrarias em qualquer lugar do mundo. Teve gente que brincou dizendo que essa série – também conhecida pelo apelido de Nuramago, entre seus fãs, e não me espantaria se esse fosse o seu nome internacional ao ser exportado – deveria se chamar "as aventuras do filho de Kagome e Inu-Yasha", e sinceramente eu não culpo ninguém por essa comparação. Mas isso acontece porque ambos bebem de fontes em comum – ou melhor, de uma fonte: Shigeru Mizuki e seu Gegege no Kitaro. Gegege é um caso talvez único na história dos quadrinhos, aonde uma história em quadrinhos, sozinha, conseguiu alterar o rumo cultural de uma sociedade: em uma época de esforço conjunto de uma nação para restabelecer a economia do país, a ordem foi ocidentalização total e basta se olhar para a produção televisiva do Japão dessa época para se Nuramagoperceber isso: não apenas havia uma ausência de sinais locais como havia uma tendência de varrê-los para baixo do tapete. Mizuki funcionou como uma espécie de Monteiro Lobato pop, apontando aquilo que poderia, na tradição local, ser visto de forma moderna e pouco professoral, sem aquilo que eu chamo de "Síndrome de TV Estatal Educativa". E formatou, para a mídia, toda uma mitologia – que dá frutos até hoje. Os Youkai (traduzidos por muitos como demônios, mas que eu classificaria mais como diabretes, duendes ou similares), da forma como são apresentados nos quadrinhos, são baseados na forma que Mizuki apresentou – e em muitos momentos da história, dando uma boa olhada, Nurarihyon parece prestar tributo a esse autor, com uma arte plasticamente muito bonita – talvez a mais vistosa da atual fase da Shonen Jump.
Arte também é o destaque em Tegami Bachi, publicada na revista mensal Jump Square da Shueisha – o principal título-irmão do semanário Shonen Jump, após o cancelamento do título derivado Shonen Jump Mensal. Incomoda que o protagonista seja tão chorão, é verdade, mas a arte de Hiroyuki Asada não é apenas plasticamente muito bonita; também apresenta sacadas narrativas e estéticas que com certeza farão muita escola nos próximos anos. Tenho certeza que esse autor vai acabar sendo To Love Ru: Troubleinfluente no futuro para vários jovens desenhistas. O que não pode ser dito do competente artista Kentaro Yabuki, do já defenestrado To Love Ru: Trouble. Ótimo desenhista ele é, verdade; mas não chega a ser inovador. Yabuki sofre da maldição dos quadrinhos ecchi, como apontado em Bakuman: muitos desses garotos que lêem a Jump tem um certo pudor em votar nos questionários em quadrinhos mais hormonais, porque é comum que eles peçam a seus pais que coloquem os questionários no correio. E claro, assim os pais acabam sabendo o que seus filhos lêem. Por conta disso, eles evitam votar em títulos assim. Mas é nas vendagens que enxergamos o poder de fogo do material, e uma vez que a série Ane Doki de Mizuki Kawashita, foi cancelada muito rapidamente nas páginas da Jump, quem deveria garantir seu futuro na revista era seu desempenho em vendas. E reparem: nem aos dez mais da lista geral ela chega (está na 11ª posição no Oricon). E não acredito que ela venha a subir (vejam que Yabuki, mesmo com todos os problemas que cercaram o fecho de sua série, não apenas conseguiu chegar ao quarto lugar como a versão de colecionador, com um dvd animado de brinde, está entre os trinta mais da listagem). Aferir o desempenho em material ecchi (leia-se, mais saliente) é um processo mais complicado, mas o pescoço dela está em perigo; o dele não. Não que Yabuki precise se preocupar; ele já mudou de casa: foi pra Jump Square…

… e está desenhando a versão mangá dessa desgraça aí (Overrun Stray Cat). Com certeza vai ser um grande sucesso no ranking da Taiyosha. Tenha medo, muito medo. :P
O que não quer dizer que certos tipos de produto não tenham vazão entre o grande público. O sucesso da franquia Haruhi Suzumiya está aí para não me deixar mentir, e a série Nagato Yuki-chan no Shōshitsu encabeça o topo da lista seinen, estreando já com 84.624 exemplares vendidos. Não é Summer Warsum mau desempenho. A série é uma versão alternativa do universo dos personagens, focada na personagem Yuki Nagato, que aqui é apresentada como uma garota normal (se bem que eu acho que naquela série, ninguém é normal, e portanto o esforço de Haruhi em se destacar é a toa. ;P). Felizmente, o ótimo Team Medical Dragon mostra que é um produto com estofo, permanecendo em postos altos na lista, agora em segundo lugar. O mangá de Summer Wars também mostra ter um ótimo resultado, e fica a pergunta: porque um mangá que vendeu 53.333 como este teve um bom resultado e outro que vendeu um pouco mais (56.282 exemplares) como Ane Doki mereceu a guilhotina?
É por conta de algo chamado custo de produção. Uma revista semanal significa que de quatro a cinco vezes por mês, você precisa colocar muito mais dinheiro – e por isso precisa de um retorno maior e mais rápido. Com uma revista mensal, as editoras estão numa posição muito mais confortável. O investimento foi menor (e de modo geral editoras menores, com tiragens menores, tem bastante a lucrar com investimentos reduzidos). Em compensação, o retorno demora mais, mas é mais seguro – parem para pensar: há quantas décadas não surge uma nova revista semanal no mercado japonês?

Kaiji

Para fechar, bons exemplares de entretenimento maduro como o bom e velho Kaiji (ainda acho a versão animada do material a melhor série de televisão que vi em muitos anos) e Shinjuku Swan (que ganhou série de tv). Não exatamente tão maduros, mas representativos, temos o sólido Tenjho Tenge já quase se despedindo, assim como a pequena enfezada que precisa de uma palmada de Toradora. E de quebra, o Fight Shop (Kenka Shoubai) de Yasuaki Kita, provavelmente o atual rei do humor grosso nos mangás. Foi uma boa semana.


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Comentários:

Nome: Qwerty 11/02/10 06:30
Pô, faltou uma foto de Tegami Bachi - que acho visualmente um dos mangas mais incríveis que conheço. É a ideia do 'artbook com preço de manga' aplicável, de novo.

Alexandre: Verdade, mas eu atrasei a postagem. Acabei não encontrando a tempo uma imagem do volume mais recente com um tamanho decente.

E tenho a ideia de que há até bastante otakus no Japão, pelo menos o suficiente para O Desaparecimento de Yuki Nagato vender seus 85 mil atingindo uma parcela boa desse tópico, mas longe de ser absoluta.

Alexandre: Na verdade para mim isso sinaliza que o Hype em cima da griffe Haruhi Suzumiya é maior do que o mercado otaku.

P.S.: Ane Doki é um fracasso porque poderia estar vendendo mais com a publicidade que é ser publicado na JUMP; acho que mais essa possibilidade do que a estrutra semanal ou mensal. Sayonara Zetsubou Sensei, da Magazine, não vende muito mais que isso e está aí firme e forte.

Alexandre: Eu gostaria de ter acesso às vendas acumuladas de cada volume de Sayonara Zetsubou Sensei. Algo me diz que pelo seu perfil episódico e até mesmo sua carga de referencial cultural, ele tem estofo para continuar vendendo aos poucos, mas de forma estável (o fator cauda longa).
Nome: Antonio Pereira 11/02/10 07:15
Ah, não sei Alexandre, eu achei que AD vendeu bem. Acho que a Mizuki vai dançar, mas é mais por já não ter feito sucesso com Hatsukoi e Lilin (além de AD).

Sobre AD, a série vendeu 56 mil cópias, mesmo sendo uma série cancelada. Ela tá atrás de Belze por só 20 mil cópias, e estamos comparando uma série cancelada com uma série que alguns defendem que pode ser uma linha de frente da Jump no futuro. (apesar que com certeza BB dispará semana que vem)

Acho que se semana que vem AD alcançar 100 mil cópias, como o volume passado, eu continuarei da minha opinião que não tem explicação para a série ter sido cancelada, mesmo com o péssimo desempenho nos rankings. Pow, tem um monte de série que não faz grande papel nos rankings, não vende nem 100 mil cópias e mesmo assim não é cancelada...
a menos que os editores levem em consideração possibilidades de futuro da série e, convenhamos, a Mizuki pareceu perder o rumo da série em algum ponto...

Alexandre: Não acho que AD chegue a 100 mil cópias. Mas convenhamos... alguém achou que Hatsukoi Limited iria emplacar em uma revista voltada para garotos do sexo masculino na faixa dos 11 a 14 anos? Mesmo na Magazine eu acho que não emplacaria. Foi um projeto mal pensado, eu como editor dela vetaria. Aquilo era um produto sem identificação, só embasado em eye candy. Sinceramente, eu vejo aquilo em revistas mais voltadas a segmentos restritos.

Só que Ane Doki era o oposto: aquilo era perfeito em conceito (levando em conta público alvo), mas se perdeu feio como execução. Mesmo assim achei melhor do que Hatsukoi Limited – e particularmente achei o final coerente.

Em todo caso só vejo uma hipótese de salvação para Kawashita na Jump: uma história em um gênero completamente diferente, talvez com um roteirista diferente. E que emplacasse, mesmo entre o meio-de-campo da revista.
Nome: Carlos Eduardo 11/02/10 09:38
Concordo com o que você disse sobre Bleach, mas antigamente Bleach estava vendendo mais. Estava conferindo aqui e vi que Bleach fisgava uns 500k (37, 38, 40) na primeira semana costumeiramente.

Alexandre: Fato, mas vender na faixa dos 400k não é pouco nem de longe.

Prefiro chamar Nurarihyon no Mago de Mago mesmo, se é pra abreviar chamo logo de Mago, acho que Nuramago é coisa de português (ou melhor, japonês). Mago é muito bonito plasticamente, mas prefiro o falecido Akaboshi.

Alexandre: Verdade. Quando me pediram no twitter o Top 10 de artistas do momento, sem contar veteranos, acabei colocando o autor de Akaboshi, não o de Mago.

No volume anterior Beelzebub emplacou 100k de cara, me preocupa ver que caiu um pouco a vendagem. Torço muito por essa série.

Alexandre: Eu acho que ela periga virar o Yuyu Hakushô de sua geração, mas só veremos ela decolar após ganhar um anime, tenho certeza.

Tegami Bachi é lindo demais, mas dá um sono...

Alexandre: Novamente tenho que concordar.

Eu gostaria de que viesse pra cá, mas só se fosse para ser lançado em qualidade extra-luxo com todas as páginas coloridas em suas devidas cores. Esse mangá realmente vale mais como um artbook do que como um mangá.

Alexandre: Na verdade, acho que seria desastroso publicá-lo nos moldes do atual material de banca por causa disso mesmo. Perderia boa parte de seu principal apelo.
Nome: looooooco 12/02/10 12:30
uma pergunta

existe titulos na jump que estão acima do sistema de questionários?

Alexandre: Sim, os que vendem mais. Quando se vende a partir de certo ponto, os questionários não colocam mais você em risco. Mesmo que One Piece estivesse nos cinco lanterninhas da revista toda semana, vendendo do jeito que ele vende isso não faria diferença. Mas não precisamos ser tão exagerados. Um bleach, que chega facilmente aos 500.000 exemplares, já está mais do que garantido no processo.
Nome: HuguinhoBC 12/02/10 12:44
Cara isso naum tem nada a ver com o post, só to ake pra falar quase todos os mangas que você critico eo gosto.
ahsuahsaushauhsauhsuahsahu...mas ta suave, cada um na sua opnião.!

XP
Nome: Jussara Gonzo 12/02/10 10:04
Eu já bizoiei esse "filho do Inu Yasha e Kagome", mas não achei a arte tão espetacular assim, embora realmente seja a melhorzinha na atual grade da Jump (Obata, vc está me decepcionando profundamente... mesmo levando em questão que é gag mangá...) Tegami Bach ainda me surpreende mais.

Alexandre: Pior que sabe que eu acho que esse traço recente do Obata em Bakuman se ajusta como uma luva à série?

Ah, e vc esqueceu de citar que existe outra mangá totalmente invulnerável na Jump, o Kochikame :P

Alexandre: Kochikame não é mais um mangá, é uma força da natureza.
Nome: Wagner D.M. 12/02/10 12:31
Uma pergunta. Como o fim de To Love e o cancelamento de Ane Doki (motivados pela baixa popularidade) e apesar das boas vendagens dos mesmos você acha que as comédias românticas shonen ainda tem futuro na Shonen Jump?

Alexandre: Eu acho que sim. As boas vendagens de To Love Ru falam por si. A dificuldade da editora me parece ter sido encontrar um novo material do gênero que seja popular, e não uma crise do gênero em si.

Aliás, falando em comédia romântica shonen você também se esqueceu de mencionar aquele que na minha opinião é o melhor mangá do gênero publicada atualmente pela Shueisha: Rosario to Vampire II. Que está bem estabilizado na Jump Square e as vendagens também estão boas.

Alexandre: O que eu vejo é que ele está comercialmente estabilizado, como você mesmo falou. Não é um blockbuster, é um produtinho que encontrou seus leitores fixos e vive bem no canto que criou para si.
Nome: Ned Flandres 12/02/10 08:42
Você ainda acha que Medaka Box tem grandes chances de ser cancelado?

Alexandre: Agora, não (embora ele tenha apenas reduzido bem suas chances; se aparecer um ecchi verdadeiro e mais forte na jump, ele dança, então ele ainda precisa aumentar mais sua margem de distância), mas não acho que estivesse errado na época em que eu considerei isso; se você olhar bem, de lá para cá, o título se reinventou como um título de luta com componente ecchi, mais do que um título ecchi. Se não tivesse feito isso, provavelmente não teria sobrevivido.
Nome: Gabriel 13/02/10 01:01
Sou fã de carteirinha de Bleach, digo que realmente a série tem esses erros, ditos ai, mas é sim realmente uma grande série em termos artisticos e principalmente na construção da história, Tite Kubo é bem criativo no desing de personagens, meu traço tem muita influencia dele.

Engraçado você falando de Gegege no Kitaro me lembrou de sua matéria sobre mangá de terror numa edição antigona da Neo Tokyo.

Alexandre: Mas Gegege é fundamental até hoje. O curioso é que ele como franquia foi se tornando mais e mais infantil a cada remake, mas quem conhece a série original sabe que não é bem assim que a banda toca.

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