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Jan 30
Autor de Fairy Tail produz Capa para CD
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Categorias: Hiro Mashima

Uma figura tipicamente japonesa dentro do mundo do entretenimento é o da Idoru. Uso a adaptação nipônica para a palavra ao invés do inglês Idol, de onde o termo deriva, porque no Japão "Idoru" ganhou conotações próprias e se tornou icônico por si só – "Idol" não dá mais conta do conceito e não por acaso o escritor de ficção científica William Gibson captou a diferença, batizando seu livro homônimo dessa obra (que saiu no Brasil. Recomendo a leitura). As idoru não são meras cantoras/atrizes/modelo onipresentes: são um produto em série, com prazo de validade, aparecendo em todas as mídias, com uma vida extremamente corrida até que seus quinze minutos de fama acabem de vez e outra entre em seu lugar. E claro, se uma idoru vende, muitas idoru reunidas vendem mais ainda (com a vantagem de ser uma marca mais perene: se uma das meninas começa a envelhecer demais para o papel de eterna juventude desses grupos, é só arrumar outra de estepe), e tomem grupos como o Morning Musume e o AKB48. O Idoling é mais um desses produtos, e está lançando o seu novo single, Sunrise.
E o que isto tem a ver com esse blog? É que o single está sendo lançado em duas versões, a Standard e a Premium. O detalhe é que enquanto a capa da versão normal tem a imagem das moçoilas (e sim, elas são uma graça – atire a primeira pedra o homem que, achando o programa da Xuxa um lixo, não ficava olhando para as pernas de fora das Paquitas), a outra versão é ilustrada por ninguém menos do que Hiro Mashima, autor de Fairy Tail. Ficou legal, embora eu tenha medo de ouvir a música que o pacote esconde. E com certeza, essa versão premium vai se tornar um item de colecionador disputado a tapa no futuro.

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Comentários:
Alexandre: Provavelmente nem eu. XD
Aliás, agora me lembrei da capa do cd do Eric Clapton, "Pilgrim", ilustrado pelo Yoshiyuki Sadamoto. Ganhei o álbum antes mesmo de saber que ele desenhava o mangá de Evangelion.
Alexandre: Eu sabia, mas até agora não tenho esse CD. Talvez porque o Clapton estivesse numa fase meio chata, e olha que gosto do sujeito e tenho cds dele aqui.
Alexandre: Acabo de conferir, é verdade. E faz sentido agora.
Infelizmente, naum sou do Japão T_T.
Se alguém conseguir uma loja q venda, COMPRO NA HORA, independente do preço o_o.
Alexandre: Ora, nesses tempos de lojas virtuais, acho que nem é necessário se você está disposta a pagar mais. A Amazon japonesa com certeza já deve ter isso.
Alexandre: Verdade. Mas o Menudo é o Australopithecus de muitas pragas musicais que pipocam no mundo até hoje... XD
Qual editora?
Alexandre: Na verdade o erro foi meu e acabei de corrigir: é do William Gibson e saiu pela Conrad.
Apesar de achar que no desenho de Mashima estão muito parecidas todas as garotas.
Mas aquela última garota lá de cima a esquerda está muito estranha O.o
Sempre bom, por sinal, falar um pouco que seja sobre o cara, que, junto com Miyazaki e Oshii, é um oásis no deserto do mais do mesmo do anime.
Alexandre: Não tenho certeza de memória porque já fazem anos que vi Perfect Blue, mas vale a pena dar uma conferida.
Alexandre: Verdade, o cara é muito produtivo.
P.D.: Menudo? Ahajajaja, me sentí niña otra vez ^__^. No sabía que Menudo también hubiese cruzado barreras hasta Brasil.
Alexandre: Eu não duvidaria que ele tivesse dominado toda a América Latina na época. Tinha chiclete de bola, álbum de figurinha, programa semanal no SBT no domingo, o horror, o horror.
Alexandre: Dá, porque eles fazem parte do mesmo universo e até tem alguns personagens coadjuvantes em comum mas não tem uma trama interna unificada. Tanto que a Conrad não publicou o primeiro deles, o Virtual Light.
Alexandre: Neuromancer é a pedra fundamental da ficção científica Cyberpunk. É obrigatório, até pela sua importância histórica. E a propósito, quem adorou Matrix pode ir se preparando, porque vai descobrir ao ler Neuromancer que aquilo não tem nada de original... ah, sim: Neuromancer tem duas continuações, Count Zero e Mona Lisa Overdrive, e todas saíram no Brasil.
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