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Jan 28

Sobre Plagiadores – e Algumas Mudanças no Blog

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Lancaster | PERMALINK | 47

Categorias: aviso

Plágio

Em um nível básico, existem dois tipos de blog: os que produzem conteúdo e os que o retransmitem. Ambos são válidos, ambos têm seu papel e dinâmica dentro da blogosfera. Ambos devem ser respeitados. Se não é preciso falar da importância de quem produz conteúdo (cá entre nós – ela é óbvia e nem precisa ser discutida), os blogs retransmissores garantem a amplitude de sua mensagem, fazendo-a atingir um contingente maior de pessoas. No entanto, a retransmissão opera por uma ética mínima; você assume que está retransmitindo, preserva a autenticidade do original e aponta sempre, e abertamente, a autoria do criador original. Isso é válido. Não há opção aqui; quando um desses três itens é omitido, toda a presunção de boa fé foi para o espaço.
Mas por que estou tocando nesse assunto? Recentemente, escrevi um artigo sobre Neon Genesis Evangelion que pode ser visto AQUI – e que rapidamente se tornou meu artigo mais comentado. Se foi o mais visto, não sei; nem acredito Neon Genesis Evangelionque seja – o blog já tem mais de um ano e houve tempo o suficiente para que outros materiais já tenham sido muito mais visitados. No entanto, nessa velocidade, não duvido que ele alcance o topo de visitações mais cedo do que todos os outros artigos que chegaram a fazer barulho.
Foi quando estourou uma surpresa no início dessa semana: este texto que pode ser lido em http://anfreak.co.cc/os-fenomenos-e-as-influencias-negativas-nos-animes-de-hoje. No topo, um "By Marcus". Havia um crédito no finzinho – após um volume imenso de texto. Bem discreto, o suficiente para aqueles que comentaram pensarem que o texto foi do tal Marcus. Mas foi além da cópia: o texto sofreu adulterações cosméticas (como a remoção de parêntesis e algumas observações, muito como em redações em trabalhos de colégio, aonde os alunos copiam o texto de uma fonte, cortam elementos aqui e ali, e depois apenas assinam), e, importante, o material foi publicado com outro título. Essencialmente, é como se não fosse a mesma matéria.
Não encarei como má-fé a princípio; encarei como uma mera gafe de um blog que procurava ser retransmissor e fez tudo errado. Amigos meus se indignaram, mas preferi ser tolerante: agradeci aos que protestaram por suas palavras via Twitter (obrigado, Val, obrigado, Petra) e decidi ser amigável. Então apenas pedi para que colocassem meu crédito em cima do texto – e reclamei das adulterações. A mensagem foi essa e pode ser vista nos comentários do blog:

Agradeço por ter mantido o crédito do meu website, mas eu agradeceria se ele tivesse levado meu nome e o texto não tivesse sido adulterado com esses intertítulos. As pessoas podem pensar que eu os escrevi dessa forma, com essas legendas. O link original é http://www.interney.net/blogs/maximumcosmo/2010/01/17/neon_g_evangelion_cavaleiro_do_apocalips/

Não houveram mudanças além da inclusão de um "Inspirado em um Trecho de uma postagem do Site/blog: Maximum Cosmo", no topo. O ponto é que ele não foi inspirado, porque inspirado sugere que a partir de um texto, você se inspirou a criar um novo; ele é um "trecho selecionado". E mesmo assim, quando fui ler com maior atenção, percebi que os danos feitos ao texto foram maiores:

CÓPIA ADULTERADA: Mas se pensarmos bem, essa inércia/”Deixa a vida me levar” vem sendo captada em produtos que nada tem a ver com material otaku, como Bakuman, mostram personagens que estavam nesse mesmo contexto de inércia/”Deixa a vida me levar” e reatividade até aparecer algo que os sacudisse desse mundo (outro exemplo: o personagem principal de High School of the Dead perdeu a namorada de infância por seu próprio bunda-molismo e teria permanecido bovinamente nessa situação se um bando de zumbis não tivesse invadido sua escola)como se fosse um sinal de que na verdade a Inércia/”Deixa a vida me levar” é um estado normativo comum entre boa parte dos jovens japoneses.

ORIGINAL: Mas se pensarmos bem, essa inércia vem sendo captada em produtos que nada tem a ver com material otaku, como Bakuman, mostram personagens que estavam nesse mesmo contexto de inércia e reatividade até aparecer algo que os sacudisse desse mundo (outro exemplo: o personagem principal de High School of the Dead perdeu a namorada de infância por seu próprio bunda-molismo e teria permanecido bovinamente nessa situação se um bando de zumbis não tivesse invadido sua escola) – como se fosse um sinal de que na verdade a inércia é um estado normativo comum entre boa parte dos jovens japoneses.


Eu não sou formal o tempo todo, mas qual o sentido de inserir esse inércia/”Deixa a vida me levar”? E as frases inseridas a seguir me fazem pensar: quero deixar que me atribuam créditos por ISSO?

Shinji axa comum o fato de carregar a cruz de sua própria Tsundere nas costas.

Formulas de matemática simples como Fullmetal Alchemist + Echi = Seikon no Kweisā (Beber leite direto da teta da poderes para o alquimista).

Isso vai além de eventuais erros de digitação. Me recuso a deixar alguem achar que escrevi "axa" ou "formulas" sem acento, e outras pérolas. A propósito: o anime se chama Seikon no Qwaser e Ecchi tem duas letras "C". Romanji tem suas regrinhas.
StigmataTudo bem, os responsáveis pelo website são incapazes de escrever uma frase decente ou de ter uma idéia original em todas as suas vidas (eu não diria isso se eles fossem meramente um blog retransmissor; quando se tem ciência disso, você se limita a retransmitir e não há nada de errado; o fato de que eles adulteram textos e rebatizam artigos significa que eles tem pretensões autorais, então eles não merecem piedade nenhuma), mas isso ainda poderia ser fruto de desinformação. Aliás, eu nem mencionei Qwaser no meu artigo original, então isso é inserção de informação extra. É adulteração mesmo.
Mas o pior não foi feito comigo.
Dentro do meu artigo, eu repasso um link para um simpático texto feito pela Tatiane Hirata, do blog Japan Pop Cuiabá. Ele pode ser lido AQUI. Ora, se teclarmos no mesmo link dentro da versão deturpada, seremos levados a uma matéria do blog sobre o arquétipo da tsundere (as garotas raivosas cuja fúria é chamada pelos fãs hardcore de "amor", mas que pessoalmente classifico apenas como a fetichização de uma relação entre dominante e dominado com conotações sadomasoquistas, mesmo), que na verdade era o texto da Tatiane, novamente Zero no Tsukaimacom pequenas modificações. Ela pediu para que Marcus retirasse o artigo na íntegra porque, do jeito que estava, sugeria (da mesma forma que aconteceu com meu texto) para os leitores desavisados que o texto não era dele. Ela solicitou que fosse escrito um novo artigo, e caso se utilizasse do material da Japan Pop Cuiabá como fonte, colocasse um link. Teoricamente, de acordo com Marcus, foram achadas outras fontes e o post foi reescrito.
Teoricamente.
Na prática, dá para ver que aquilo é justamente o que se faz no colégio – pegar algum texto de um livro e ir modificando palavra a palavra, mas uma olhada pouco atenta mostra que é o mesmo texto com palavras trocadas (com direito ao assassinato da língua portuguesa que me parece ser marca registrada dos articulistas do Freak Show, em frases como "Desdo primeiro traço do altor na criação da personagem". Se existir uma frase correta nesse website, a autoria dela está em cheque). Em miúdos, colocaram um nariz de palhaço na Tatiana. E confesso Toradoraque isso me incomodou mais, muito mais até, do que o que foi feito com meu texto. Não é mais uma gafe. É má-fé. Tanto que os comentários dela no post citado foram removidos, como se nada tivesse acontecido.
E o que se pode fazer em um momento como esse?
Simples. A partir de hoje, TODOS os textos do Maximum Cosmo estão operando sob as regras da Creative Commons. O selinho dele já pode ser visto, abaixo do título de cada post.
Antes de explicar no que isso vai mudar as regras do jogo, estou deixando claro que não me incomodo que um texto meu seja retransmitido em si. Na verdade, eu até dou o toque de noticias em meu blog para serem retransmitidos em alguns pontos da internet, como o blog Gibiteca da Natânia Nogueira. Porque o foco daquele blog é congregar notícias que estabelecem relação entre quadrinhos e educação. A Natânia não adultera e dá os devidos créditos; o Gibiteca, como eu disse, trabalha em nome de um bem maior, é parte de um projeto sério envolvendo educação e quadrinhos, e eu fico realmente feliz em colaborar com ele.
Golgo 13O Universo Fantástico por sua vez se propõe a ser reverberador e não dá espaço para comentários – o que é uma forma de te levar a comentar no blog original. Um exemplo pode ser visto AQUI no meu artigo sobre quadrinhos adultos, publicado na esteira do lançamento de Golgo 13 no Brasil: ele NÃO assumiu autoria no topo, ele pegou UM trecho e ao concluir, te leva direto ao link original, mesmo quando publica textos na íntegra. Por mim, sem problema. O link é pequeno, mas não está escondido – porque não há um volume de texto imenso acima dele, além da cor se destacar em relação ao fundo. Além disso, o autor não escreve uma linha (a proposta do blog inclusive é ser "o espaço replicante das coisas fantásticas". Replicante, veja bem). Okay, a sua proposta é servir de alto-falante? Sem problema; ele não se apropria do texto de ninguém. Ele publicou um trecho? Sim, mas dentro desse trecho selecionado, não houve alteração ou mesmo edição. Há uma ética mínima no ato de ser um blog retransmissor de informação. Se você faz isso honestamente, vá em frente. Diga que foi o Lancaster e passe o link daqui, sem problema.
E o que esse selinho, que agora está sob todos os meus textos, significa? Bom, o Creative Commons é reconhecido internacionalmente e este selo decreta, a partir de agora, que os textos neste blog passam a apitar sob as seguintes regras, a menos que eu dê permissão expressa do contrário:

AtribuiçãoVocê deve dar crédito ao autor original, da forma especificada pelo autor ou licenciante.
Uso Não-ComercialVocê não pode utilizar esta obra com finalidades comerciais.
Vedada a Criação de Obras DerivadasVocê não pode alterar, transformar ou criar outra obra com base nesta.

Qualquer dúvida, cliquem o selinho cinzento. Ele está logo abaixo do título de todos os posts deste blog agora, não tem como errar. E se alguém estiver interessado em "juridiquês", dêem uma olhada AQUI. Isso significa que nenhum boitatá pode escrever "axa" num texto meu. E eu estou usando os direitos conferidos pelo Creative Commons para que os senhores responsáveis CCpelo website Anime Freak Show removam tudo o que houver de meu de suas páginas. Não é escrever nova versão com link, é remover mesmo, até em solidariedade pelo que foi feito com a Tati (remover comentários de trolls é uma coisa, remover comentários dela no post é manipulação e só prova a má-fé). E como o Creative Commons está ganhando uma versão 3.0 para ajuste fino à legislação brasileira, já fica avisado que esse selo não está sendo colocado aqui à toa; dá muito bem pra tirar um website do ar caso ele não respeite essas regras.
Claro, notinhas são notinhas. Todo mundo sabe que elas se espalham, paciência. Mas mesmo nesses casos há procedimentos corretos a serem cumpridos. Essa é uma notinha original, do website Anime Blade (prestem atenção nas datas)

Original

… e esta é a cópia, do Anime Freak Show. Sem fonte nem nada, assim a seco, creditada a um tal Kurokisan na cara dura.

Plágio

Se isso não é cara de pau, não sei o que é.
Retransmitir e fazer uma nova notinha são duas opções válidas; mas se a opção for abertamente retransmitir ipsis letteris, dê a fonte (dá pra ver que eles não o fizeram). Se eu for arrancar os cabelos a cada notinha que eu dê em meu blog e que, reescrita, apareça em outro canto, estarei enxugando um gelo desnecessário – informação é para se dividir e espalhar, mesmo. Mas artigos e Toradorareviews não são notinhas: são frutos de pesquisa, trabalho e interpretação. Disponíveis a todos que queiram ler, democraticamente. Me valer dos meios à disposição para preservar sua integridade é exercer um direito para preservar o pouco que peço: a legitimidade daquilo que se escreve.
Eu recomendo realmente que todos que produzem conteúdo na internet dêem uma olhada com carinho na página dos Creative Commons. É uma defesa gratuita e respeitável. Ah, sim, os blogs Gyabbo e Shoujo Café fizeram artigos válidos a respeito do assunto, que podem ser lidos respectivamente AQUI e AQUI. O Japan Pop Cuiabá pode ser lido AQUI.
E quanto ao pessoal do Anime Freak Show, dou como recado o título do último episódio de Evangelion que citei na minha matéria: Tomem conta de vocês mesmos. E no caso, isso significa aprender a escrever.


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Comentários:

Nome: Valéria Fernandes 28/01/10 01:45
Clap! Clap! Clap!

Alexandre: B)
Nome: Warty 28/01/10 01:47
Sério, cara, isso é, desculpe a expressão, filhadaputice.

Eu coloquei seu texto para ser debatido numa comunidade do orkut, mas pus o link direcionando pro seu blog e em momento nenhum dei a entender que o texto era meu. Pelo contrário, nunca tive interesse em fazer isso. Até quando o cito em conversas credito o blog e insisto para que o visitem.

Espero que com esse selo agora você tenha mais controle sobre o conteúdo de seu blog, e que consiga fazer com que os plagiadores paguem pelo que fizeram.

Enfim, desejo boa sorte no caso e que esses contratempos não tenham lhe desanimado para escrever esses reviews e artigos longos, que são o seu forte.

Alexandre: Obrigado, Warty – e não, não desanimaram. Mas também repito o que disse lá em cima: nunca me incomodei com a difusão do que eu escrevo, e sim da deturpação e apropriação. Agora vou ter que endurecer, não tem jeito.

PS: já pensou em escrever um artigo sobre algum material que você indica fora do eixo mangá? Algum outro quadrinho, livro, série ou filme? Provavelmente sobre sci-fi, que pelo que percebo é uma de suas grandes paixões.

Alexandre: Às vezes sim, mas não na Maximum Cosmo. Quero manter este blog dentro de seu tema principal.

Ah, e soube do lançamento de Eureka Seven pela Panini? O seu lado "amante de mechas" se animou com o título? rere

Alexandre: Sinceramente, sim e não. Sim porque é um material de mechas no Brasil e isso faz falta. Não porque eu acho Eureka Seven tão mais ou menos...
Nome: Gyabbo! 28/01/10 02:25
Que sem graça, você escreveu tudo que eu queria escrever quando fiz meu post, mas melhor XD
Não tenho muito a acrescentar, nessas horas acho que é algo que o do Cancelromance comentou; é aqueles que produzem mesmo se unirem pra não aturar coisas desse tipo.

Gyabbo!

Alexandre: Obrigado, e você deve ter reparado que repassei todos os links de matérias ou notas feitas até agora sobre o assunto. Quanto mais a roda se espalhar, melhor.
Nome: Carlos Eduardo 28/01/10 02:34
Eu adorei esse post. Só me impressiona como os analfabetos daquele blog copiaram o seu post. Tipo, eles entenderam o suficiente para copiar e estragar? Com um português daqueles eu duvido que tenham entendido metade do seu post xD.

Que absurdo... Eles copiam material até do AnimeBlade (e o AnimeBlade não presta para mais nada além de achar scans e animes, volta e meia eles publicam alguma coisa errada).

Olha, eu acho legal a parte do Creative Commons, maaas... Você acredita mesmo que ninguém vai usar esse texto como referência daqui por diante (o que infringe a 3ª regra)? Para mim esse texto é obrigatório em qq material sobre Evangelion. Não me espantaria se algum dia eu visse esse texto em alguma monografia etc.

Malz aê pelo puxa-saquismo, não foi a intenção, mas as suas últimas matérias estão cada vez melhores. Parabéns pelo blog. Dizem que o plágio é a mais alta forma de lisonja, no caso daquele Freak Show eu dúvido.

Alexandre: Bem, o próprio Creative Commons assume que se eu liberar alguma regra especificamente, está okay. E quem quiser usar para monografia e similares, ou citar o material de acordo com as regras pela internet (sem adulteração – e isso não significa que é proibido republicar trechos, significa que esses textos não podem ser alterados dentro desse pedaço escolhido), sinta-se livre em citar a vontade. :)

O Creative Commons não é feito para que eu proíba que o material se espalhe – pelo contrário, a função dele é resguardar o autor e permitir que o material se espalhe de um jeito aberto e transparente!

Valeu pelos elogios.
Nome: Petra Leão 28/01/10 03:42
O melhor são os comentários no blog plagiador dizendo que você DEVERIA SER GRATO por ter SIDO CITADO no blog deles, no próprio post plagiado.

Claro, porque afinal, você precisa disso, não é? Atenção e exploração de um blog de molecada que não sabe escrever corretamente.

Patético... não há outra palavra pra definir. Nessas horas que a gente vê o que é que o pessoal privilegia quando tem essas iniciativas: não é informar, não é pesquisar. É obter atenção. Ele está se valendo de SUA pesquisa pra obter atenção e você deveria "ficar grato" por ter obtido atenção também.

A meu ver, é simplesmente revoltante.

O melhor é eles falando que "apesar de tudo admiraram sua postura profiCional". Que eles, óbviamente, não têm.

Recebi email e comentários com ironias a respeito desse caso, mas não me importo. Mantenho tudo que falei naquele blog. E o fato de terem mal editado o post original, como falei no meu comentário que irritou os "autores", essa é a prova de que eles agiram de má fé.

Uma coisa é "inspirar-se". Outra coisa é COPIAR. Se essa "equipe" não sabe (ou pretende ignorar) a diferença entre um e outro, é porque estão adotando a postura de quem não irá jamais trabalhar por algo mais que atenção na internet mesmo.

Alexandre: Sinceramente, tudo o que você diz deixa claro quem eles são. Mas nessas condições é relativamente fácil tirá-los do ar. Afinal, quando a gente entra em um local desses, aperta um botãozinho escrevendo que "aceita o termo de compromisso", certo? ;)
Nome: Bellamy 28/01/10 04:45
Na Real Tem Muito Vagabundo Pela Net, Esse Blog Tem Capacidade Pra Ser Maior Do Que Muito Site Por Ai

Originalidade Aki Impera, Por Isso Gosto Do Site xD

Sorte Pra Vc Mano e Tapa Na Cara Desses FDP Que So Faz Copia

Alexandre: Obrigado, mesmo. :)
Nome: Rider_Zoro 28/01/10 06:05
Gostei de ver! Espero que "o carinha copiador" e a sua laia que o defende vejam esse texto que você postou agora, acho que assim eles tomam um "pouquinho" de vergonha na cara.
Força, Lancaster!

Alexandre: Depois de ver que eles reagem com ironias ao invés de conservar alguma dignidade, eu não acho que eles tenham vergonha nenhuma.
Nome: Rider_Zoro 28/01/10 06:25
Postando uma coisinha que eu lembrei agora lendo o texto: No caso do Anime Blade, o mais hilário do plágio foi que no texto original ocorre um erro, a troca de autor/desenhista dos seus trabalhos.
Lá aparece Takeshi Obata (história) e Tsugumi Ooba (desenho) quando na verdade é o contrário.
Mas tudo bem, plagiadores não ligam em ver coisas assim. Crtl+C & Ctrl+V é o melhor a se fazer.

Parabéns Anime Freak Show!

Alexandre: Acho que isso fala por si só. ;)
Nome: Alexandre Nagado 28/01/10 08:19
Já passei por isso centenas de vezes. Infelizmente, gente que já pirateia na cara-dura DVDs e CDs (com representante oficial no Brasil ou não - é pirataria do mesmo jeito) dificilmente vai se intimidar com o Creative Commoms. Mas é uma boa iniciativa para tentar se cercar com algum amparo legal, já que ética é uma coisa que passa longe da cabeça de muita gente neste mundo virtual.

Abraços e boa sorte!

Alexandre: Obrigado, Nagado. Na verdade acho que o grande revés dessa confusão é que isso faz com que eles recebam visitas. Mas pense bem: que tipo de imagem eles estão atraindo pra si com isso? Podem tomar um impulso de visitações, podem apagar todos os comentários que mostram quem eles são, mas convenhamos – eles acabaram, só não se deram conta disso.
Nome: Lilian Kate Mazaki 28/01/10 08:52
Vim aqui expressar também minha compreensão sobre este acontecimento lamentável que infelizmente não é o primeiro a acontecer mesmo na esfera dos blogs voltados a cultura otaku e/ou japonesa.

Queria dizer que eu mesma havia me interessado pelo artigo no AFS, porém, como é meu costume eu fiz uma postagem somente linkando o artigo que acreditava ser original dali, sem citar trechos nem nada.

Acho que é possível notar como a intenção do AFS era realmente ganhar os créditos sobre o artigo, pois nem eu que tive a intenção de divulgar notei que se tratava de uma cópia de outro local.

Mas quanto ao link, eu já o mudei e redirecionei para o seu site, era o que me cabia fazer. Espero que esse tipo de coisa não volte a se repetir com seu blog que é de excelente qualidade ;D

Alexandre: Obrigado, Lilian. São casos como o seu que mais me chateiam, porque você foi enganada. Eles até colocaram um link direto para meu website, mas beeeeem escondido sob a massa de texto. E como eu disse, é possível retransmitir e até copiar (melhor diria "replicar") com dignidade. Não foi o caso.
Nome: Thiago Medeiros Costa 28/01/10 09:34
Eu já usei matérias suas no meu blog e sempre dou o devidos créditos e coloco o link, será que é tão difícil os outros colocarem pelo menos os créditos a vocês quando retiram notícias daqui???

Alexandre: Olha, é como falei: eu não sou dono de notícias em si. Notícias se espalham e cada um as trabalha como achar mais adequado. Mas se formos usar o texto original, crédito é bom e a gente gosta. O ponto é que a intenção do pessoal não é informar e retransmitir. Como a Petra bem apontou, eles querem atenção. E pior, eles estão conseguindo, enquanto falamos deles.
Nome: Quiof 28/01/10 11:55
o Impulso HQ também replica matérias daqui, o pessoal ainda não entende o que é Creative Commons, acham que é registro, não é registro é licença de uso, no Brasil as licenças CC Public Domain e CC0 que abdicam de direitos autorais não possuem valor jurídico.
alguns fanzineiros a usam, poderia ter mais divulgação.
tem esse vídeo.
você poderia fazer um mangá sobre CC no estilo Scott McCloud, que tal?

Alexandre: Bom, é por isso que está sendo lançada no Campus Party o CC 3.0, com os devidos ajustes a legislação brasileira. Ou seja, ele não vai ser mais um tigre de papel. Mas como eu disse, não vejo problema em replicar, desde que haja crédito e não baguncem o que escrevi para dizer "fui eu", como fizeram comigo e com a Tati.

A idéia do CC é boa. Pena que meu tempo esteja corrido, mas realmente é uma idéia legal...
Nome: Jussara Gonzo 28/01/10 12:31
Pois é... Plágio e Inveja são uma merda! Principalmente quando andam juntos... (e quase sempre o fazem).

Mas infelizmente plágio é um negócio que vem desde milhares de anos atrás, quando o Novo Testamento plagiou a ressurreição do deus Osíris três dias após sua morte e tascou a mesma idéia naquele magrelinho - e ainda pegou a data de "nascimento" do Osiris e criou um tal de Natal (ok... taquem pedras, sou uma herege!).

Alexandre: É que o lobby de marketing aqui fez diferença... XD

Mas não se preocupe! Os melhores sempre acabam se sobressaindo, mesmo no meio dos plágios. Cedo ou tarde (e quase sempre cedo na internet) as máscaras caem.

Seu blog continua sendo minha única fonte diária e saudável de informação de mangá. Danem-se o resto.

Alexandre: Obrigado, Jussara. Você é sempre bem-vinda aqui. :)
Nome: Quiof 28/01/10 01:07
a Wikipédia está licenciada em CC 3.0, quem sabe as licença ficam mais famosas.
Nome: Quiof 28/01/10 01:17
Copyleft já:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Copyleft
Nome: Vorspier 28/01/10 01:20
Sensacional o texto, Lancaster. Espero que os engraçadinhos vejam e sintam vergonha do que fizeram.

Alexandre: Infelizmente não acho que isso vá acontecer... :(

O que me deixou pasma foi ver gente do site com argumentos "um monte de gente faz isso", "vocês deveriam estar gratos pela divulgação"... Eu não me sinto grata por ver texto deturpado, escrito com uma ortografia trocada, vírgulas onde elas não estavam originalmente, imagens trocadas e demais modificações. Eu me sinto é envergonhada, porque o trabalho fica sujo e muita gente é enganada. E divulgação assim, estragando o trabalho original e ludibriando leitores, não é digno, é humilhante.

A prática é comum, mas isso não quer dizer que TODOS tenham de ser coniventes. Porque um monte de gente faz e acha normal, não tenho de fazer o mesmo. Não posso por a perder a educação que recebi da minha família e dos meus professores.

Alexandre: Bom, jogar lixo na calçada é comum, ultrapassar o sinal vermelho é comum, não devolver o troco a mais é comum, mas o fato delas serem comuns é sinal de algo muito, muito errado. Acho que o pior argumento do mundo quando se faz algo abertamente errado é o "a maioria faz", "a maioria gosta", "a maioria concorda". Usar a desculpa da maioria para fazer algo ruim é de um espírito-de-porco imenso...

Se escrever é copiar e dar uma maquiada, não tem mais razão criar conteúdo.

Parabéns por ter escrito este texto! Ele esclarece muito bem a situação vexatória em que aquele site se meteu.

Alexandre: Obrigado, Tati. :)

PS: O meu nome é Tatiane, não Tatiana. XD

Alexandre: Eu sempre te conheci como Tati pela internet e acho que me pareceu lógico... você tem mais cara de Tatiana do que de Tatiane. Mas eu corrijo agora mesmo. ;)
Nome: Vorspier 28/01/10 01:37
Bem, isso tava lá nos comentários do Gyabbo.

Só pra verem a postura da pessoa...

"@vorspier sim oassunto esta encerrado se continuar as discuções serão deletadas as postagens e os comentarios sobre o assunto do site…"

Alexandre: É como eu disse: Isso já fala bem sobre o tipo de pessoa que eles são.
Nome: Gustavo 28/01/10 01:43
Eu tinha achado sua reação branda Alexandre, mas foi porque estava
preparando uma pedrada. :)

Alexandre: Na verdade não. Eu quis verificar se eles eram honestos e se estavam sendo apenas descuidados. Ignorância, a gente perdoa. Estupidez, a gente se afasta. Mau-caratismo, a gente tem que atacar.

Ridícula a atitude dos caras, copiando sem vergonha alguma e ainda se fingindo de bobos.

Não se preocupe, pois essa corja vai sumir um dia, já a sua qualidade é permanente.

Alexandre: Obrigado. :)
Nome: Gustavo 28/01/10 02:26
Olá Lancaster, acompanho seu blog há 2 anos e sou um grande admirador de suas materias aqui ou na Neo Tokyo.

O motivo de meu primeiro comentário em todo esse tempo é para expressar minha indignação ao ver que suas ótimas materias estão sendo plagiadas, postar e atribuir creditos a quem fez é o correto, mas copiar...

O que deixa perplexo com a cara de pau desse site e de seus "redatores" (ou copiadores seria mais apropriado?) não assumirem seu erro!!!!

Apoio sua decisão e "axo" (HA!HA!HA!) cabível e necessário para a situação.

Continue com o seu ótimo trabalho em seu blog, com suas magníficas matérias e escritas corretamente é claro.

De um grande fã, Gustavo.

Alexandre: Obrigado pelo apoio. :)
Nome: Phil Souza 28/01/10 02:43
Salve companheiro! Com certeza palhaçadas desse tipo deixam qualquer um com os nervos a flor da pele. Hoje mesmo um amigo retransmitiu uma notícia minha escrita no portal Ambrosia que colaboro. Pediu permissão, colou o link no topo da página e ainda colocou o texto como citação para deixar claro que era algo vindo de outro local.

Alexandre: Pois é. Como eu disse, retransmitir notícias não é problema e nem é preciso realmente permissão verbal do autor quando você faz as coisas da forma correta. Geralmente quando isso acontece só percebemos pelo número de pessoas entrando no link – e isso é um sinal de que tudo foi feito dentro dos conformes.

Curioso ver você tendo esse problema exatamente hoje. O Creative Commons definitivamente é uma boa alternativa, já existem casos aonde o Creative Commons fez toda a diferença.

Alexandre: Seria legal dar uma olhada nesses casos, até como exemplo.

Você me deve ainda uma conversa no msn, abraços!

Alexandre: Ah, foi mal – eu não parei quieto esta semana. Mas pode deixar que a gente se fala!
Nome: murilo 28/01/10 02:44
Pode acreditar isso não é nada. Revistas como Mundo Estranho e Superinteressante são copiadas na íntegra. Isso mesmo, ainda que não possam dar Ctrl C + Ctrl V eles ainda copiam o conteúdo.

PS: Quando os colunistas começarão a escrever aqui no Maximum Cosmo? :D

Alexandre: Quando aparecerem com os textos. XD
Nome: Marcelo Santarem 28/01/10 02:58
Escrever errado e assassinar a gramática é regra na rede. Pressa, pouco-caso ou falta às aulas entulham o ciberespaço de besteiras ou tentativas patéticas e patetas de elaborar um raciocínio que seja por parte de subpseudoentendidos que vai saber como passaram do primário. Aí dê-lhe sites, fóruns, grupos arrotando letras sem conexão a torto e a direito, como o próprio pensamento.
Agora, na boa, Lancaster, se reunir seus artigos e suas análises num livro, algum dia, permita-me a honra de revisar-lhes o português: seus textos não pecam pelo primitivismo, mas às vezes me põem em polvorosa como revisor.

Alexandre: Bom, isso eu não discuto. Quando escrevemos muito, os erros acabam desaparecendo em meio ao volume de texto. Eu mesmo várias vezes, ao reler um texto antigo, encontro um erro de construção ou revisão e modifico. Eu agradeço a oferta.
Nome: Hadrian Marius 28/01/10 03:59
Aceite minhas declarações de solidariedade, caro Lancaster.

Na epoca do Guaruhara passei várias vezes por coisa semelhante e ao fim sempre ficava com um amargo na garganta (principalmente quando tinha que ler dois fics yaoi pra ver se a denuncia de plágio condizia).

Felizmente, eu mesmo nunca fui alvo destes falsários (eu acho), mas não creio que seja tão bom a ponto de ser plagiado.

Ao contrario do que pensam, tais pessoas podem ser acionadas judicialmente - ao contrário do que alguns acreditam - para esse fim existe o Print Screen.

Novamente peço que aceite minha solidariedade neste momento extremamente chato e desgastente.

Alexandre: Obrigado, Hadrian.
Nome: André Luis 28/01/10 04:19
Caríssimo Alexandre, o seu artigo "Neon Genesis Evangelion: O Cavaleiro do Apocalipse" havia sido tão FODÁSTICO, que ecoaram os alarmes dos incapazes e plagiadores de plantão, já que perceberam em suas palavras uma maneira de "pescar" a atenção dos leitores menos informados, mais não menos incapazes do que eles próprios. Chega até a ser uma piada, ver eles dizendo que você deveria se sentir lisonjeado por eles terem posto seu artigo no blog deles! HAHAHA!

Alexandre: Sim, mas foi uma piada sem graça nenhuma.

E novamente repito – eu tenho que repetir sempre: o problema não é a replicação, mas a apropriação (ainda mais feita com a desfaçatez que foi).
Nome: Kirara 28/01/10 04:28
Cara, que situação chata! Sempre leio seus textos, e se uma adulteração com "axa" no meio fez meus olhos arderem, imagino como você deve ter ficado...
Isso foi coisa de aluno da quinta série(mentalmente pelo menos), uma grande infantilidade.
Pelo menos, uma coisa boa de isso tudo, usar o C.C. não é nada mal, vai evitar que situações como essa não venham a se repetir. Eu uso o C.C. em algumas de minhas ilustrações no Deviant, e, nunca tive nenhum problema.
Isso acontece em qualquer blog que seja bom, só espero que você não deixe isso desanimar você, gostamos muito de seus textos! \o/

Alexandre: Obrigado. :)
Nome: Pato_Supersonico 28/01/10 04:51
O que me revolta é que tem muita gente na internet que defende esse tipo de canalha. Plágio na internet é tão comum que muitos internautas não só acham que é natural, como acham que é correto.

O que me chamou a atenção é que alguns defensores ficavam citando legislação e até disseram que "copiar conteúdo não é crime em lugar algum do mundo", para vocês verem o tamanho da ignorância dos sujeitos.

Alexandre: Bom, para que serve esse selinho cinzento logo abaixo do título de cada post? ;)
Nome: Qwerty 28/01/10 05:13
Apesar do tom um pouco raivoso, sua atitude é de uma bondade monstro. Creative Commons é tão-somente regras básicas de convivência, necessárias para ao mesmo tempo termos acesso livre, mas termos o incentivo de produzir conteúdo.

Alexandre: Bom, o que você queria que eu fizesse? Mandasse um vírus para os sujeitos? XD

Costumo [em posts de orkut, blog é para os fortes...] sempre destacar quando transmito algo - sinto que valoriza quando realmente escrevo isso. Talvez você sinta isso também, sei lá.

Alexandre: O orkut eu vejo como um fórum. Não deixo textos enormes por lá – na verdade estou me dando conta que há dias eu nem entro na página principal do meu orkut, entro diretamente em algumas comunidades pra dar uma olhada, diretamente pela memória do meu browser, e só.

Sobre esses moleques... o que a possibilidade de certa fama, talvez certo dinheiro [infelizmente, há vários picaretas na internet faturando em cima de mangas e animes que não pagam um centavo aos donos das marcas] não faz. Triste.

Alexandre: Fato.
Nome: Pato_Supersonico 28/01/10 05:32
"Bom, para que serve esse selinho cinzento logo abaixo do título de cada post?"

Tenho minhas dúvidas se eles realmente sabem ler. =P

O que mais me diverte nessa história é vê-los insinuando que seus críticos são um bando de moleques.

A qualidade ortográfica e redacional dos (poucos) textos que eles produzem deixam bem evidente que a verdadeira razão deles não produzirem textos de próprio punho é o fato de não terem bagagem cultural suficiente para tal.

Alexandre: Ponto.
Nome: Vorspier 28/01/10 05:44
Falei do creative commons para a Laís, e até já coloquei no blog. Não vai, de fato, evitar que mais pessoas surrupiem, mas pelo menos está lá como um aviso. Faremos questão de ressaltar o propósito do creative commons em um FAQ, que já estou elaborando.

Alexandre: O FAQ é uma boa idéia. Seria legal você deixar um link permanente para o texto na página principal.

E obrigado pelas conversas via Twitter!!Como eu já havia dito para você, estou pesquisando sobre as coolderes, e provavelmente citarei as coisas que você disse sobre elas. Com os dévidos créditos, claro! ^^

Alexandre: Disponha. Até porque conversas em twitter são uma grande diversão! ;)
Nome: Quiof 28/01/10 08:46
esse aqui radicalizou e tacou a Licença Zero:
http://www.fayerwayer.com.br/2009/05/o-conteudo-do-digg-agora-e-creative-commons-zero-cc0/
Nome: Mauro Matuso 28/01/10 08:59
Hoje não vai ter nada quanto a mangás/animes?

Alexandre: Vai. Estou redigindo material neste momento – com atraso, porque hoje foi um dia de cão.
Nome: Júlio Nunes da Silva Filho 28/01/10 09:19
Lancaster, me solidarizo com a sua situação; pelo que eu li, as pessoas não estão entendendo direito como funciona o CC; este não proibe a divulgação do texto, apenas faz o registo de direito da utilização do mesmo, impedidindo a cópia e/ou plágio deste.
Isso deveria receber um texto mais explicativo, devido até o seu próprio caso, não concordas comigo?
Atenciosamente
Júlio Nunes da Silva Filho

Alexandre: É um ponto. Mas agora o blog tem que voltar à programação normal. :)
Nome: Yaya 29/01/10 06:08
Mas agora eles irão tirar o seu texto do site deles? Espero que sim, pois dói no olho ver um texto tão bom ser alterado dessa forma triste.
e diferente do que muitos pensam, tem sim como evitar o plágio pois iniciativas como o CC ajudam a previnir. Patético é quem pensa que nesses casos devemos ficar quietos e deixar pra lá.

Lancaster, acompanho seu trabalho tanto no blog como na NT há bastante tempo e quero deixar registrado que você tem 100% do meu apoio.

Alexandre: Obrigado, Yaya. Eu não sei se eles vão remover na boa, mas hoje mesmo estarei fazendo a solicitação de remoção, assim que eu voltar da rua.
Nome: Tiago 29/01/10 09:22
Exemplar o seu comportamento perante o acontecimento. Em seu post, você explicou, reclamou, explanou, mostrou e indicou o caminho para os "pecadores". Tudo isso sem ofender, nem situar-se acima de terceiros. meu herói.
Palmas para o lancaster.

Alexandre: Obrigado, mas convenhamos: levando em conta o que eles fizeram, acho que eles não precisam de quem os xingue; já vestiram a carapuça.
Nome: Saouri 29/01/10 10:28
Desgraciadamente, las campañas contra el plagio o el copy&paste terminan siendo algo similar a llover sobre mojado.

Alexandre: Bom, isso é verdade. Mas antes chover no molhado do que não fazer nada.

Entiendo tu indignación, porque la he vivido en mi blog, pero la gente descarada no deja de ser cómoda y facilista de una día para otro.

Por ejemplo, hace unas semanas, las autoras del blog Pro Shoujo Spain se quejaron del plagio de varios de sus artículos y noticias de temática shôjo y básicamente valió para que varias personas las acusaran de querer darse importancia, obviando completamente el problema, que es dedicarle tiempo a un hobbie, a una afición que no te retribuye en nada más que la satisfacción de saber que tienes lectores a quienes les gusta el contenido que tu generas.

Alexandre: Eu acho que o pessoal do Pro Shoujo Spain está certo, mas mesmo que não dê em nada, é importante que elas marquem uma atitude.

Así que suerte con la campaña contra el plagio. Lo bueno y bonito es leer que no estás solo, y que te acompañan en esta cruzada amigos como Shoujo Café, Gyabbo y todos los demás que se sumen a ello.

Saludos ;)

Alexandre: Obrigado. ;)
Nome: Wallen Fallen 29/01/10 05:36
É isso mesmo, concordo com cada vírgula digitada nesse post. Eu confesso que utilizei da sua matéria do Golgo 13 em um post do meu blog, mas com os devidos créditos. Excelente matéria, continue assim. Esse blog tem muito futuro!

Alexandre: Obrigado, Fallen.
Nome: Gabi Martins 29/01/10 05:46
Um pouco tarde, mas também quero manifestar a minha solidariedade. Não vou me alongar muito porque tudo o que eu poderia ter dito já foi falado mais de uma vez, e soar repetitiva não é legal.

Já passei por coisa parecida uma vez, bem no iniciozinho do orkut, quando fiz um desenho para o meu então namorado. Ele gostou tanto que decidiu usar de avatar, e deixou claro q era um desenho pessoal e blá blá blá. Uns dias depois encontramos um sujeito usando o desenho como Avatar também, ele escreveu pro cara e pediu pra ele tirar e deu os motivos, mas até onde lembro o fulano não fez nada.

Infelizmente esse pensamento de "tá na net, então é de graça e pra quem quiser pegar" impera...

Alexandre: Tem casos que eu não ligo. Um dos raros fanarts que fiz está na minha galeria da Deviantart. Uma menina tingiu o cabelo da personagem de castanho e criou seu avatar. Eu vou esquentar a cabeça com isso? Não. Essas "pequenas apropriações" eu nem esquento.
Mas o desenho que seu namorado fez era um desenho pessoal. O sujeito deveria ter retirado até como uma forma de gentileza.
Nome: Quiof 30/01/10 11:59
Creative Commons no Twitter:
http://twitter.com/cc_br
Nome: F/X 31/01/10 11:49
A Internet eh terra de ninguem. As pessoas se escondem atras de nicks, criam sites do que quiserem, plagiam e pirateiam tudo, e se sentem no direito de fazer isso.

Mas, da mesma forma que eu tomei pra mim a minha moral, deixei de me importar com quem rouba textos, assim como quem pirateia, le scans, baixa filmes... Eu faco a minha parte, sou pobre por causa disso!

Na epoca do mail list da XIL, lembra que eu pedia soh um link? E teve muita gente que nem linkou, mas pra nao passar por isso que voce passou, ignorei. Gente sem talento proprio, uma hora ou outra, cai do palanque. A peneira jah eh estreita no Brasil, plagiadores sem um minimo de portugues no maximo vao ficar com sua turminha, no escuro da internet.

Mas de toda forma, lutar contra isso eh digno. Aplaudiria mais se voce fosse contra os scans tambem (suspiro decepcionado a cada imagem de scan que voce usa no blog)! Abracos!

Alexandre: Olha, sinceramente: em essência, eu entendo bem o ponto quanto a scans.

Só que foi criada uma situação aonde sem eles, você está ilhado.

Eu acho mais válido o que o pessoal está tentando fazer: transformar scans em um modelo de negócio. Porque apesar de tudo, algo me diz que a Viz após anos nos Estados Unidos, entendeu que eles se tornaram parte de uma dinâmica de mercado (algo que a Kodansha não pegou ainda). É o "efeito Calypso": sabia que a banda produz seus cds e fomenta a própria "pirataria"? Porque o importante para ela não são os cds; são os shows. Então semanas antes de chegar a uma cidade, elas contatam os estúdios locais, mandam pela internet artes de capa e os arquivos digitais dos discos e deixam que os camelôs espalhem o material na região. Com isso, quando eles chegam para seus shows, todo mundo já conhece suas músicas. E você ainda pode comprar o CD deles após o show, ou comprar como lembrança um dvd gravado do próprio show que você acabou de assistir, mas isso não é responsável pelos ganhos principais da banda; os cds são marketing.

Por isso, enquanto a Kodansha já pisou nos Estados Unidos e abriu sua caça às bruxas, a Shueisha e a Shogakukan fazem vista grossa. Eles não podem apoiar, com razão, mas o viral que tornou Naruto um blockbuster nos Estados Unidos foi construído na internet.

E temos uma arapuca aqui, que parece estar encontrando os primeiros sinais de que cedo ou tarde vai ser desbaratada. O negócio das editoras japonesas nunca foi realmente o de periódicos; são os livros. Os periódicos oferecem popularização e fidelização, são um meio para atingir um fim. Os Scans se tornaram um mal necessário, mas acredito que haja um movimento discreto das editoras japonesas nos Estados Unidos para sua execução de forma ordenada. Repare: Kyokai no Rinne é serializado simultaneamente no Japão e nos Estados Unidos pela Internet. Porque a Viz não correu para a Onemanga para tirar o material do ar?

Porque quem lê Rinne na Onemanga com certeza são os leitores de outros países (não adianta, inglês é língua de comunicação internacional). Quem quer ler em primeira mão, nos Estados Unidos, vai direto para a página da Viz. Ou se está fora dele, vai para um protocolo de proxy da vida (o que é meio sacal, mas...). E tem o projeto da Ikki americana, pelo mesmo caminho.

A tendência para mim é que as próprias editoras passem no futuro a colocar seus próprios scans na internet. "Antes que um aventureiro o faça." E isso vale para os animes, exibi-los oficialmente por streamline – quem não quiser esperar que o material seja ripado e tudo mais, vai diretamente para a fonte. Lembre que os animes são menos um objetivo em si do que um meio pra vender quadrinhos ou outros produtos. Precisamos de uma crunchyroll aqui no Brasil, aliás.

Até lá, não tem muito jeito. Infelizmente. :\
Nome: F/X 31/01/10 12:59
Voce podia fazer um outro artigo pra ser plagiado sobre scans, Lancaster! Hehehe

Mas eu ainda sou da opiniao de que eh pirataria, e talvez seja responsavel por alguma benfeitoria, mas ainda assim eh mais errado que certo. Principalmente por transmitir arquivos mal traduzidos, em muitos casos, como seus textos na versao AFS. Se eu fosse o autor, estaria mais ofendido com as traducoes do que com o gesto em si.

Alexandre: Esse é um ponto. Os fãs hardcore reclamam muito de "liberdades", mas tradução tem que ser livre, para dar a mesma sensação original de leitura ao público de outro país, não ficar fazendo notinhas e colocar -kun e -san a rodo quando não é necessário. Não vi nenhum problema em pôr um personagem dizendo para alguém deixar de ser Joselito no Hikaru no Go da JBC. Os fãs se metem muitas vezes a um purismo bruto, volta e meia temos traduções muito secas e sem personalidade.

Jo Soares aprendeu a ler em outras linguas pra ler seus livros. Acho que pra quem curte de verdade, nao eh nem esforco, eh parte da diversao.

Alexandre: É um ponto. Agora que eu me formei, devo voltar a estudar japonês. Eu já esqueci um monte...
Nome: Fábio Hideki Harano 01/02/10 07:40
Olá, Alexandre!

Não sei como conheci o blog, mas costumava dar uma olhadinha vez por outra. O que me atraía eram as listas de vendagem e suas análises sobre o mercado de quadrinhos japoneses.

Mas este texto me chamou a atenção. Em 2008 e no começo de 2009 participei bastante do jornal dos estudantes da Escola Politécnica da USP, que tinha ampla distribuição na época (só porque eu literalmente carregava o jornal nas costas). Vivenciei muitas situações de censura e questões sobre autoria de textos. Entrei em contato com a licença Creative Commons e o movimento não só do software livre, como também da cultura e da informação livres. Inclusive assinei textos no jornal com licença Creative Commons.

O que foi feito com sua amiga Tati, que teve os comentários completamente apagados, não foi só manipulação. Foi CENSURA. Inclusive foi esse o motivo pelo qual saí do jornal O Politécnico.

Li o que foi escrito no AnimeFreak Show e é triste ver a cara-de-pau do tal do Marcos. Infelizmente não é nada impressionante, fora do comum. Li o comentário de Alexandre Nagado (que eu admiro bastante, desde a revista Herói) e realmente esses incidentes são bem corriqueiros.

A cara-de-pau do tal do Marcos é não admitir o erro e se limitar a alegar que seu texto foi apenas uma inspiração. Mas fica clara no texto uma atitude típica de estudante que copia descaradamente trabalho da internet usando sinônimos e mudando palavras de ordem para não ser detectado pela professora pesquisando trecho no Google.

Mas, além disso, ele também acrescentou pequenas coisas, a famosa encheção de linguiça. E é interessante que ele se "inspirou" em apenas um trecho porque o conteúdo todo era muito grande para o AnimeFreak Show. Contraditório alegar que quer um texto pequeno e ficar enchendo linguiça.

Dou-lhe os parabéns pela maneira como procedeu: calmo e polido, sem se exaltar e também sem parecer um banana, como se estivesse pedindo um favor. Atitude exemplar.

Alexandre: Obrigado, Fábio. Eu me pergunto se ainda é necessário fazer muita coisa – porque vejam bem, esses sujeitos estão manchados e não tem mais credibilidade. Eles chegaram a tentar propôr uma parceria com o Japan Pop Cuiabá, e receberam um chega-pra-lá merecido. Não acredito que sejam os únicos, eles estão manchados. Alguma empresa séria vai querer fazer parcerias com o blog, colocar banners, fazer propostas? Eu acho que não.

Com suas gracinhas, eles já estão queimados por si sós. O Anime Freak Show está morto e eles ainda não se deram conta disso.
Nome: Fábio Hideki Harano 01/02/10 08:05
Agora, falando mais sobre seu blog.

Eu disse que costumava entrar por causa das listas e das análises de mercado, mas resolvi ler o texto plagiado. E ele é muito bom! É fantástica a sua análise! Genial!

Assim como você, eu gosto muito de fazer análises culturais. Sou nerd, descendente de japoneses, militante de movimento estudantil, comunista, praticante de Kendô e interessado em história e política. Então é bem comum que eu discorra, por exemplo, sobre como a popularização por todo o mundo de manga e anime japoneses faz parte de todo um processo de imperialismo cultural, que tem um ideal nacionalista japonês e que representa o contra-ataque de um país que se reergueu desmilitarizado do pós-guerra, usando as armas da sociedade da informação.

Assim, suas análises vêm bastante ao encontro de meus gostos e interesses e vou ler atentamente bastantes textos seus daqui do blog, pois tenho muito a aprender com eles.

Percebi que tenho muitos mais motivos para entrar com frequência aqui no Maximum Cosmo e ler os textos antigos.

Parabéns pelo bom trabalho e muito obrigado!

Alexandre: Eu que agradeço.
Nome: Saikyo 02/02/10 06:36
Acho interessante sua reclamação quanto ao plágio, porém bater na tecla que aparece "by fulano" não aparecer seu nome...é limitação da "programação" no blog que mostra quem postou, não dá para muda-lo para um nome qualquer.

Alexandre: Isso até é verdade, mas é furado. Eu mesmo nas vezes que postei textos de outras pessoas, introduzi claramente no texto a autoria, antes de colocá-lo, para deixar bem claro para quem está lendo de que o texto não é meu. Pegue o texto da Coréia, que tem uma introdução minha, mas foi escrito por uma autora convidada. Ou seja: não é desculpa.

Mas ainda sim sem os créditos é algo inaceitável, de qualquer forma é um ótimo blog e gostei muito do seu artigo sobre Evangelion.

Alexandre: Obrigado e desculpe a demora em responder. O servidor está com problemas em me avisar de novas mensagens e só tenho visto as postadas em datas mais recentes, no braço. Comentários em posts antigos estão sofrendo com isso.
Nome: Pedro Henrique 05/02/10 01:01
Gostei da sua resposta pro plágio. Esquentar a cabeça além do que já foi feito seria perda de tempo.

Quanto a discussão sobre a pirataria, a interpretação levantada por alguns, ao meu ver, pode ser vista radicalmente no seguinte sentido: eu tenho o filme X, e para assistí-lo, eu necessariamente devo comprar o produto original correspondente.

Não digo que considero uma atitude errada, eu simplesmente não a levo tão ao pé da letra. Assim como eu compro quadrinhos, livros e DVDs com alguma regularidade, também faço download dos mesmos via internet. Quanto aos Scans, posso até listar as séries que li: Berserk, Bakuman, Futari Ecchi, Vagabond e Sanctuary (esse dois últimos todos devem saber porque), e alguns capítulos esparsos de gibis que eu tinha alguma curiosidade em conhecer.

Agora, quanto a filmes, eu faço downloads de muitos, e hoje em dia compro bem menos DVDs do que antigamente. O meu pensamento quando vou comprar é mais ou menos o seguinte: porque eu devo pagar R$ 12,90 por um DVD que só tem o filme (mesmo que seja bom), se eu posso utilizar esse dinheiro pra qualquer outra coisa, mesmo que seja guardá-lo, comprar algum livro, ou porque não um DVD mais caro, mas mais caprichado no seu conteúdo?

Como apontado várias vezes pelo Lancaster, o consumidor japonês, em geral, tem poder aquisitivo pra consumir sem muitos critérios: ele viu um adorno que é bacana, ele compra. Apesar de eu não ser podre, também não sou rico, sou classe média. E mesmo que fosse rico, concerteza teria algum controle nos meus gastos. A internet, oferecendo tantos produtos via pirataria de forma gratuita, é um meio extremamente atraente para consumidores com esse perfil.

Apenas espero que o Brasil não demore a perceber que combater a pirataria da forma como se faz atualmente é tão ineficaz quanto combater o tráfico de drogas apenas com atuação policial. A utilização por empresas dos scans parece uma alternativa bastante saudável, mas como me faltam exemplos práticos disto, não vou me prolongar neste tópico.

Acredito que o que nos resta fazer é agir com aquilo que temos. E isso pode ser visto pela questão do texto plagiado do Lancaster. Como você disse num comentário, você vai fazer o quê, mandar um vírus pro dono do blog plagiador, ou valer-se dos meios legais?

Valeu.
Nome: Caio Ranieri 05/02/10 11:10
Então, eu tenho uma coisa a dizer sobre a licença Creative Commons, não sei se já foi dito, porque tô meio sem paciência para ler todos os comentários.

Ao contrário do que se pensa, esta lincença é uma licença permissiva, e não uma licença proibitiva. Eu explico:
Mesmo antes de você colocar seus posts sob a licença, você já poderia ter processado o dono do site plagiador e até tirá-lo do ar, como você disse que poderia fazer com esta licença CC. E poderia processar até mesmo se os caras não tivessem alterado o texto e dado os créditos.

Isso acontece porque o direito autoral é algo automático, ele já pertence a você assim que você cria qualquer obra de propriedade intelectual. Tudo que você precisa pra processar legalmente um plagiador é provar que você é o criador original da obra (o que não seria muito difícil).

Logo, o que a licença CC faz é dar o direito de copiar os textos, desde que dê os créditos ao autor original.
Isso foi só pra esclarecer um pouco, mesmo.

Alexandre: Bom, eu fiz isso para deixar claro COMO meus textos devem ser reproduzidos na internet. E detalhe, eu deixei claro: nada de mexer no texto. Ou seja, fora das regras, posso te deixar com problemas.
Nome: Petra Leão 28/03/10 10:42
Postando e testando e seguindo a canção...

Alexandre: Confirmado, obrigado.
Nome: Sky 28/02/12 04:06
Nossa, to pasmo... estava eu procurando uma imagem de um dos membros do afs no google e encontro essa materia.

Eu sou Sky, sou dono do Anime Freak Show, e é a primeira vez que escuto falar sobre isso, eu to até besta de ver...

Nao tenho como defender nem nada, mas sinceramente, o site tinha pouco mais de 3 meses de vida, com uma equipe que foi se juntando só por fazer, nos estavamos aprendendo como se faz as coisas, fora que naquela epoca todos eram menores de idade menos eu, alem do mais o AFS é centrado no podcast e nao em materias, as materias sao só um plus, eu nunca me preocupei muito com elas, deixava sempre a cargo do editor geral cuidar disso, parece que ele cuidou sem nem me consultar, mas nao sabia que gerou tanta polemica assim, o pior de tudo é que eu tava de ferias na epoca disso tudo pelo que olhei na data, a screenshot tambem é do primeiro layout do site.

Eu realmente nao tenho como reparar isso até porque faz tanto tempo, mas só para que saibam, nem kuroki nem marcos fazem parte do site a muito tempo, e a sessao editorial do site, agora é dirigida pelo Seiji que está fazendo Doutorado no momento, todas as atuais materias são originais, e as noticias que repassamos sao colocados os devidos creditos, acho que quando se começa se evolui aos poucos e os erros sao concertados com o tempo, o site nao tem mais nada haver com o que era antigamente.

De qualquer forma se tiver algo que eu possa fazer para arrumar algo, mande email para riqueshow2@gmail.com por favor, ficarei feliz em ajudar.

Alexandre: bom, sendo muito sincero: seu blog ficou manchado com essa história. O que eu recomendo é que se remova esse material todo – convenhamos que o Anime Freak Show virou sinônimo de um blog plagiador escrito por semi-analfabetos para mim e para todos os que testemunharam esse papelão. Ele pode ter mudado, mas quem entraria de novo depois disso? Já recusei parcerias com gente ligada a vocês por conta dessa história. Seria bom também falar com a Tati Hirata, que também foi absurdamente plagiada. Eu entendo como é ter um trabalho prejudicado pelo amadorismo e incompetência de terceiros, mas nessas horas, o importante é tomar as rédeas e fazer o que for preciso.

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