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Jan 21
Ranking do Oricon (JP) – 20/01/2010
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10
Categorias: rankings

Esse é o primeiro ranking da Oricon que estamos postando, e sinceramente, que diferença em relação ao ranking da Taiyosha (por menor que pareça a diferença)... Mas uma vez que é a primeira vez que estamos postando a listagem do Oricon nesse blog, vamos a algumas informaçõezinhas úteis sobre o funcionamento dele (então vou pedir para que leiam com atenção, okay?).
Shonen/Para garotos
01. Fairy Tail 19 (Kodansha) – 163.453 / 163.453 [3]
02. Naruto 49 (Shueisha) – 128.438 / 928.333 [4]
03. Diamond no Ace 19 (Kodansha) – 95.634 / 95.634 [6]
04. Gintama 32 (Shueisha) – 60.460 / 371.522 [8]
05. Hayate no Gotoku 22 (Shogakukan) – 56.226 / 56.226 [9]
06. Hayate no Gotoku 22 – Edição de Colecionador (Shogakukan) – 53.515 / 53.515 [10]
07. Drop 9 (Akita Shoten) – 48.365 / 91.467 [11]
08. New Prince of Tennis 2 (Shueisha) – 47.515 / 274.235 [12]
09. Bakuman 6 (Shueisha) – 44.290 / 304.157 [13]
10. Seitokai Yakuindomo 3 (Kodansha) – 43.881 / 43.881 [14]
Seinen/Para Jovens Adultos
01. Vagabond 32 (Kodansha) – 239.955 / 239.955 [2]
02. Flat 3 (Mag Garden) – 63.157 / 100.443 [7]
03. Gang King 18 (Shonen Gahosha) – 42.219 / 42.219 [15]
04. Gifuu Doudou!! Naoe Kanetsugu 5 (Shinchosha) – 36.491 / 51.156 [20]
05. Tomehane! 6 (Shogakukan) – 33.378 / 109.174 [22]
06. Jin 17 (Shueisha) – 22.985 / 114.980 [29]
A primeira diferença: decidi seprarar os shonens e seinen do conjunto porque o ranking do Oricon é um ranking geral, onde cabe tudo: shonen, shoujo, seinen, josei… e essa construção de um "ranking shonen" e um "ranking seinen" da Oricon é minha e exclusivamente minha, porque o Oricon não separa por demográfico. Mas eu percebi que sempre fiz análises levando em conta o segmento shonen e seinen porque a Valéria faz isso muito bem com os materiais femininos no blog Shoujo Café – salvo em uma exceção ou outra, meu comentário seria supérfluo, admito. Falar de Kimi no Todoke – o campeão da lista geral – é fácil, ele é uma história competente, com um character design muito acima da média dentro do que se propõe. Mas se eu começar a me meter a ler isso tudo, na boa: a coisa iria esquentar mais do que eu gostaria na seção de comentários. XD Além disso, examinamos um contingente de leitores. O leitor de Kimi no Todoke definitivamente não é o mesmo leitor de Gifuu Doudou.
Mas isso gerou uma pequena distorção: a listagem seinen tem apenas… seis representantes.
Isso acontece porque a lista geral do Oricon tem ao todo trinta títulos, entre shoujo, shonen, seinen e josei. Não consegui localizar vendagens abaixo do Top 30 geral. E por mais que os títulos adultos tenham solidez e credibilidade no Japão, os títulos shonen ainda são os mais vendidos e invadem a lista em boa
parte de sua extensão: de 30 títulos, dezoito são para garotos, seis para meninas e mulheres (complicado para mim garimpar quem é para quem), seis para adultos. Isso tem menos a ver com uma fraqueza dos quadrinhos maduros do que com o poder do segmento representado pelos leitores mais jovens – sem falar do fato de que a medida em que os leitores crescem, seus interesses se pulverizam em um número muito maior de direções – o que gera um cenário aonde temos vários títulos para todo tipo de leitor, mas títulos realmente arrasa-quarteirão como Vagabond (ele está estreando, mas esperem só para ver seu desempenho cumulativo ao longo das próximas semanas) são raros.
Só que é aqui que vemos a diferença maior: o Oricon lida com números brutos (prestem atenção nesses números ao lado de cada título: o primeiro mostra o quanto ele vendeu esta semana, garantindo sua posição no ranking; o segundo é quanto ele vendeu até agora desde que foi lançado), enquanto a Taiyosha trabalha principalmente com lojas especializadas. Como a Oricon ainda não calculava mangás quando comecei a postar rankings e eu já estava atolado demais com muitas coisas – leia-se a faculdade – acabei protelando a inclusão do Oricon por aqui.
Mas ao comparar a diferença que faz, me pergunto se talvez não seja o caso de abandonar a Taiyosha.
Uma das coisas que mais se alteram é o peso de um quadrinho de esportes. Beisebol é povão no Japão, pronto. Enquanto na Taiyosha ele ocupa uma sexta posição atrás de Hayate no Gotoku, na verdade ele só perde para os vencedores do segmento – Naruto e Fairy Tail, que são blockbusters legítimos. O "fator fã hardcore" perde grande parte de sua força. Títulos de porrada adolescente da Young King e da Shonen Champion (no caso, a Shonen Champion mensal), acabam mostrando a que veio: Drop, da verdadeira fábrica de porradaria que é a mão de Hiroshi Takahashi (criador de Worst e do já seminal Crows), estava ausente da lista shonen na Taiyosha, mas garotos malvados que não entram em gibiterias mostram que ele tem força e já está na segunda semana. E Gang King, que é publicado na Young King da Shonen Gahosha (que é catalogada como antologia seinen, mas me parece muito próxima em termos de público a uma revista para garotos como a Shonen Champion), dispara na frente de todo mundo e ultrapassa tanto títulos que se beneficiam de exposição televisiva, como Jin e Tomehane, como deixa para trás material que nem deu as caras entre o Top 30 do Oricon. Hirameki
Hatsume-chan? S-Senjou no Tena? Isso existe? Hold back the water / I gotta find time to burn…
Eu não duvidaria que materiais como Petit Hound (garotinhas de saia curta balançando orelhinhas e cauda de cachorro para leitores moezeiros) nem devem estar dando as caras por aqui. Na verdade, me pergunto algumas coisas. Até semana passada, K-On! ainda estava na lista dos dez mais vendidos da Taiyosha até que finalmente, essa semana, conseguiu ser defenestrado. Mas semana passada, K-On já nem estava entre os trinta mais vendidos do Oricon! É de se perguntar o quanto, apesar da imensa popularidade do material, a série não se mantém, passada a explosão inicial, devido à influência do fã hardcore. Talvez esse seja o segredo da sobrevida de K-On!, afinal de contas.
E isso faz diferença em outros terrenos. The World God Only Knows, por exemplo, flerta muito com universos tipicamente dominados pelo fã hardcore, como os jogo simuladores de namoro. Está em um respeitável sétimo lugar na Taiyosha nesta semana, e até está lá entre os trinta mais vendidos no Oricon, mas nem aparece entre os dez mais se separarmos os quadrinhos shonen em vendagens brutas. E o novo Prince of Tennis, que sumiu esta semana nas gibiterias, aparece firme e forte. Afinal, quadrinhos de esportes são populares por natureza no Japão.
O que quero dizer com isso tudo? Simples, a lista do Oricon é mais representativa do que os japoneses como um todo lêem. Há alguma correlação, mas dentro de lojas especializadas, a presença do fã se torna mais forte. E no cômputo das vendas gerais, há uma distorção.
Ainda vou permanecer escrevendo os rankings da Taiyosha por ora, mas já estou considerando a idéia de parar com eles. Se a reação a idéia for positiva, eu desço o machado. Tô falando sério.
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Comentários:
Alexandre: Corrigido, obrigado.
Para compensar o número menor de seinen, não daria para postar mais uns 5 shonen?
Alexandre: Não sei. Provavelmente vou postar o número de seinen disponível em cada ocasião.
Seria bacana se você comentasse um pouco sobre alguns números também. (Por exemplo, aposto que tem gente que não entende porque Fairy Tail é um sucesso sendo que vende bem menos que Naruto, por exemplo).
Alexandre: É como comparar o sucesso de um filme como Sherlock Holmes a um Avatar, por exemplo. Os dois são sucessos, mas Avatar está ganhando dinheiro em uma escala muito maior do que Sherlock Holmes.
Bom, pelo menos pra mim, o legal desses rankings aqui no blog é ver seus comentários. E acho que você fica mais a vontade comentando os rankings da Oricon.
E eu leio E gosto de Kimi ni Todoke.
Alexandre: Sinceramente acho bem-feitinho, mas não ligo muito para ele.
E nos mangás? Poderia ser considerado 100 mil?
Alexandre: Eu teria que ter uma idéia do custo de produção, impressão e distribuição envolvidos. Sem isso, não tenho como saber. Mas uma coisa é universal: quanto maior a tiragem, menor o custo unitário.
Os maiores sucessos da Magazine, nas primeiras semanas, sempre esbarram nos 300 mil, enquanto o time B da Jump semanal esbarra nos 500.
Me dá um sorriso amarelo quando vejo um Akamatsu, um dos autores que mais vendem na Magazine, falando de sucesso e logo em seguida eu vejo o segundo escalão da Jump vendendo mais. Por isso que eu disse pra comentar sobre "alguns" casos.
Em todo o caso, acho que o ranking da Oricon é mais a cara desse blog.
Alexandre: Também tenho essa impressão, mas esta é a primeira edição dele aqui neste blog. Vou tomar minha decisão final quanto a manter ou não a Taiyosha de acordo com o andar da carruagem.
Alexandre: Aí o Mashiro já pode casar com a Azuki. XD
E Vagabond está pior do que eu pensava... achei que as vendas fossem bem maiores. Mas provavelmente os fãs devem estar se enchendo desta fase que está arrastada mais do que nunca...
Alexandre: Olha, sinceramente: a Kodansha promove muito mal seus mangás. Ter um título na faixa dos duzentos mil na primeira semana é um grande desempenho. Mas olhe o campeão da semana, Kimi no Todoke, que mal estreou e já está com 517.358 exemplares vendidos: já vendia muito bem, tem desenho animado e novela de televisão anunciada. O resultado? Disparou. Já Vagabond tem anos nas costas, vai entrar na reta final este ano, tem um dos públicos mais variados em termos de perfil que um quadrinho no Japão pode ter, estabeleceu o autor como criador de dois mega-hits... ele já deveria estar vendendo mais do que isso, com Kimi no Todoke ou sem Kimi no Todoke (porque eles não tem nem de longe o mesmo público). A Shueisha e até a Shogakukan parecem saber se divulgar melhor nessas horas, e em momentos como esse, faz diferença e muita.
Outro motivo pelo qual a lista do oricon é melhor é que os dados sobre as vendagens são uma ótima maneira de avaliar a saúde do mercado japonês, e não somente o de quadrinhos. O mercado de impressos é muito sensível a situação econômica e seu acompanhamento possibilita a realização de prognósticos sobre as tendências econômicas, o que nos permite fazer estimativas sobre o futuro deste mercado, pelo menos a médio prazo.
Alexandre: É um ponto. Eu só sinto falta mesmo de ver o que acontece abaixo do top 30 no Oricon.
Um caso que sempre lembro nessas horas foi do 1º filme "A Bruxa de Blair" que teve uma bilheteria quase nula se comparado a Titanic, mas que foi considerado um sucesso porque faturou dezenas de vezes mais do que custou. Ajudou o fato dele ter custado menos que um fusca. =P
E nas conversas neste blog, de vez em quando eu chamo a atenção para a importância de se distinguir sucesso de crítica de sucesso de público.
Enfim, quando perguntarmos se algo fez sucesso, é sempre bom definir de que sucesso estamos falando, bem como se estamos falando de sucesso absoluto ou relativo.No caso dos mangás japoneses temos que levar em conta o tamanho da editora e o tipo de público. Uma editora pequena ou dedicada a um público de nicho que consiga vender metade do que vende uma editora com o triplo de seu tamanho ou que consegue ultrapassar seu público tem motivos de sobra para estourar a champanha.
O caso mais claro atualmente é o de K-ON!, que como foi mostrado no post do ranking do Oricon, teve um desempenho apenas mediano em termos absolutos. Mas se considerarmos que é um título de nicho que alcançou um público de massa (ou seja, que deve estar faturando bem mais que o inicialmente esperado) e que virou alto-conceito (para o bem ou para o mal), não é difícil imaginar que seus proprietários devem estar com um sorriso que encosta nas orelhas.
Tem semanas [como essa, com vários títulos das Shounen Magazine e Sunday e outras com balde de lançamentos da Jump] que 10o lugar vende muito; em outras, algo de nicho consegue entrar fácil.
Acho que seria interessante dar sempre uma olhada na Taiyosha e fazer um comentário pontual sobre algo que não aparece no Oricon.
Alexandre: Você disse bem: transição. Até porque muita gente entra toda segunda-feira atrás do Ranking da Taiyosha e é isso o que está pesando na minha reserva em cortá-lo de vez.
__________________
Aos poucos, também é bom dar uma noção de quanto é bom para cada título. 100 mil é ótimo para muita coisa, nem tanto para algo da Shounen Jump.
Alexandre: De fato. O ponto é que uma Jump tem tiragens monstruosas e isso exige custo de produção e distribuição imensos. Pode ser isso: o que até seria vantajoso em uma Square Enix da vida não vale o custo de investimento em uma revista do tamanho da Jump.
____________________
P.S.: Sobre a diferença, acho que as datas de fechamento, lançamento de cada um presente, enfim, todas elas, acabam fazendo toda a diferença em sua soma. Tanto que quero ver mesmo se Fairy Tail [agora, com anime] conseguiu passar Hayate no Gotoku! [o que não conseguia há algum tempo].
Falando em Hayate e lembrando do post do Ranking da Taiyosha, acho que a estratégia de dividir o lançamento em Normal e Premium é consciência da Shogakukan do forte apelo otaku desse manga e oferecer uma opção - cara - para os fanáticos e outra para a molecada, que pôde comprar seu volume pelos 420 yens de sempre sem ter o manga esgotado no primeiro dia por causa daqueles.
Alexandre: Boa observação. Faz sentido.
Que post longo...
Alexandre: Se um post contribui, ser longo é válido.
O problema aqui é que, embora o ranking da Taiyosha possa citar títulos que não aparecem no ranking do Oricon, em termos práticos isto não adianta nada justamente pela falta de confiabilidade. Permanece o problema de que não há garantia de que os dados estejam corretos em termos de mercado de massa. Pode significar apenas que fez sucesso entre o público otaku, e só Deus vai saber se o mesmo dado é válido para o "japonês-médio".
O blog é seu, e se você tiver tempo e vontade para continuar a fazer essa lista, eu agradeço, melhor para mim. O ranking da Taiyosha é praticamente o "Moe Times", já que as vendas da Taiyosha são fortemente influenciadas pelo público otaku, de modo que esse ranking é confiável quando se trata de saber o que faz sucesso com este tipo de público.
Muito útil para mim, he he. =D~
Só defendo o fim dela porque aliviaria sua carga de trabalho neste blog e lhes permitiria redirecionar seu tempo para outras atividades daqui, como suas matérias.
Alexandre: Esse é um ponto concreto. Mas como eu disse, vou permanecer com esse mês de transição até chegar a decisão final – porque muita gente entra toda segunda atrás do ranking da Taiyosha. E se a idéia for dirigir para as postagens de meio de semana do Oricon, então...
1º - Você deveria colocar todos os títulos shonen que aparecem. Sempre tem alguma coisa boa depois dos 10 shonen mais vendidos e em semana que ainda tem um monte de títulos da Jump Godhand Teru acaba ficando escondido.
2º - Não mude as posições dos mangás da tabela da Oricon, acaba ficando falso demais. Deixe os números nas posições corretas ao invés de mudar. Com os números alterados não dá pra visualizar direito a mecância da coisa. Dividir em Shonen e Seinen é legal, mas algumas coisas acabam tendo mais destaque do que têm na lista normal e outras se perdem pq ficam abaixo na lista shonen enquanto na lista geral a posição ainda é técnicamente boa. I.E. o 10 da lista shonen vendeu muuuito mais que o 5 da lista seinen. Além do quê é bom ter uma ideia mais real da coisa.
Alexandre: Bom, vamos lá:
Minha idéia foi separar em demográfico como faz a Taiyosha, a partir da lista do Oricon. Isso fatalmente gera uma nova lista! Mas para não deixar ninguém perdido, adicionei as posições deles na lista geral.
Sobre o ranking:
1º Caiu bem a vendagem de Fairy Tail, o volume anterior já estreiou com mais de 250k, mas pode ser que o volume tenha sido lançado no meio da semana, então não dá pra ter certeza de que é uma queda de verdade.
2º Naruto está bem, vamos ver se ele passa 1 milhão na 4ª semana (semana que vem eu não creio que ele passe de 60k e quebre a barreira de 1 milhão).
Alexandre: Naruto vem passando por uma fase bem-recebida pelos leitores. Pode ser que passe, pode ser que não, mas é provável de qualquer forma.
3º Gintama continua indo de vento em popa, mas sem crescimento já faz algum tempo.
4º Bakuman está caindo, pode ser reflexo da fase do romance, pode ser decepção do público que esperava outra coisa do mangá.
Alexandre: Acredito que tenha sido a fase do romance mesmo. O capítulo mais recente apontou para uma subida de nível, é provável que o título se recupere.
5º Pq q PoT não está na Jump ao invés da Square Jump? Melhor PoT do que a porcaria do Kuroko no Basket ocupando espaço.
Alexandre: Pessoalmente não gosto de nenhum dos dois e olha que gosto de mangás de esportes. Mas na Jump Square o autor reduz a carga de trabalho.
6º Faltou ter colocado a lista shonen toda, queria me gabar por OP #56 ter passado a marca de 2 milhões!! =D
Alexandre: E olha que ele estava na rabeira...
Ah, eu leio Kimi ni Todoke. É lindo!! Espero que saia mês que vem, não aguento mais esperar!!
Alexandre: É raro um shoujo me interessar. Estou mais interessado no desempenho de Limit, a nova história da autora de Life e Vitamin. Eu gostei da premissa, e a autora é boa, gosto do trabalho dela.
Tanto Fairy Tail #19 quanto Vagabond #32 foram lançados dia 15, então contabilizou 2 dias no ranking.
Na semana que vem o número acumulado de ambos deve aumentar em muito, embora a tendência seja de pequena queda no ranking (ou mesmo manter a posição. Ainda não vi o cronograma de lançamentos da próxima semana).
Hayate é que deve dar um pulo, pois foi lançado dia 16 e vendeu bem as duas versões.
Bem, não é dificil encontrar os rankings na internet, mas os rankings bem comentados como acontece aqui no MC é raro. Me tento a ser folgada e não querer o fim do aparecimento do ranking da Taiyosha porque poderia ver tudo em um só lugar, e mesmo seus comentários a respeito dele sempre são divertidos.
Mas o blog é seu, e o Oricon só vem a acrescentar =D
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