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Jan 20
A Volta de Jumbor Barutronica
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Lancaster |
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9
Categorias: Hiroyuki Takei

A série de ficção científica Jumbor Barutronica foi o projeto de Hiroyuki Takei que se seguiu ao cancelamento prematuro de Shaman King, nas páginas da revista semanal para garotos Shonen Jump da Shueisha. Ela acabou não emplacando entre os leitores da publicação e Takei, atualmente, está com um novo projeto em andamento – a série Karakuridouji Ultimo, sua parceria com o bom e velho Stan Lee (criador de personagens clássicos dos quadrinhos americanos como Homem-Aranha, Thor e Hulk) nas páginas da revista mensal Jump Square.
Mas ele não desistiu de Jumbor Barutronica e seu protagonista de mãos enormes: a revista mensal Ultra Jump deste mês está lançando o primeiro em uma série de dois one-shots (histórias curtas e fechadas, em geral na faixa entre 30 e 50 páginas), dando continuidade ao futuro apresentado na série original – e não seria de se espantar que caso o resultado seja mais positivo na Ultra Jump (lar de títulos mais centrados em impacto visual, como Bastard! e Tenjho Tenge), o material tenha perspectiva de retorno como série. Vamos ver no que isso dá: Takei mostrou talento como mecha designer em uma revista aonde a presença dos robozões é rara, e talvez seja meramente o caso do produto que precisa encontrar o seu público certo.
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Comentários:
Ele é muito corajoso ou considera Jumbor como seu Magnum Opus.
Para essa série pegar vai ter que ser bem diferente da primeira. Mas a marca já está suja.
Sinceramente, não entendi essa.
Alexandre: Bom, foi como eu falei pro Antônio: ele está podendo.
Alexandre: Bom, ele teve um trunfo a favor: o de ter limpado seu nome com os leitores no Japão com a edição definitiva de Shaman King, e aparentemente Ultimo encontrou seu prumo. Então ele está com crédito e decidiu arriscar. E se não der certo... bom, a série já não tinha emplacado antes. Não vai queimar seu filme.
Não vejo essa possibilidade para Hoop Men.
Alexandre: Sinceramente, se ela aparecer em alguma outra revista da Jump fazendo uma continuação de Morango 100%, pode ter certeza que só vai restar isso a ela pelo resto da vida.
Alexandre: Dentro de sua rota de curso, ora. Tanto Karakuridouji Ultimo quanto Heroman estão sendo publicados, com desenho animado em produção e são parcerias de projetos da empresa Pow Entertainment (que agora tem 30% de participação acionária da Disney) com a Shueisha e a Enix. Curiosamente eu os acho, em muitos aspectos, mais Marvel do que a própria produção atual da Marvel.
Achei muita injustiça o que fizeram com seu Shaman King depois de mais de 30 volumes de publicação, mas essa infelizmente é a realidade dos mangás, ainda mais em dias como os de hoje.
E, putz, pra uma série cancelada "voltar", só estando com muito crédito mesmo. Não sabia que o Takei era tão apreciado assim. De qualquer maneira, boa sorte à ele.
Alexandre: Um só.
Pra mim o Takei fumou tanta massa, tomou tanto doce, cheirou tanta farinha que perdeu o rumo do mangá. Porque, sério, um mangá que tem uma pá de personagens com nomes que fazem referência a substância ilícitas é muito suspeito.
Alexandre: Não custa lembrar que o "Soul Bob" que o Yoh Asakura gosta tanto de ouvir é uma citação muito pouco sutil ao Bob Marley, e que na versão animada dá pra perceber que ele curte ouvir um reggaezinho debaixo daqueles headphones... XD
Alexandre: Opa, longe disso. Apenas gostei do mecha design dos robôs gigantes que aparecem, eles me parecem uma evolução a conceitos visuais que vemos, digamos, em Patlabor. Mas nunca quis dar essa impressão.
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