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Jan 18
Nova Edição de Trigun
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Categorias: Trigun

A série de ficção científica Trigun, de Yasuhiro Nighthow, iniciou sua carreira na hoje extinta revista Shonen Captain, da Tokuma Shoten, sendo encerrada abruptamente pelo fechamento das atividades da Captain (que na verdade fez parte de uma tendência de cancelamentos que atingiu as revistas para garotos que não pertenciam à grandes editoras – como a segunda encarnação da Shonen King, da editora Shonen Gahosha), tendo apenas três volumes. Mas Trigun conseguiu uma nova casa na citada Shonen Gahosha, na revista Young King Ours – aonde rendeu, sob o nome de Trigun Maximum, quatorze volumes que vem sendo publicados no Brasil pela Panini, concluídos em 2007 no Japão.
Mas quem disse que a conclusão levou a franquia a ser jogada às moscas? a Shonen Gahosha anunciou o lançamento de uma nova edição do material – tanto do Trigun original quanto de Trigun Maximum – com novos designs de capa. Dois volumes serão lançados por mês, reunindo toda a saga. Tudo isso por conta do vindouro longa animado que trará de volta o cowboy nômade Vash Stampede para a tela dos cinemas japoneses. Valeu a pena – o novo design de capa ficou ótimo.
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Comentários:
O mangaká não sabe o que faz, cada hora ele toma um rumo diferente, a arte é um imundície... Seria legal se ele tivesse um plano dentro da cabeça dele, mas lendo a única impressão que eu tive foi a de que ele sempre muda tudo de última hora. Esse é o tipo de material que eu não faço ideia de pq é cultuado.
A série animada eu entendo, era bem legal, pegaram todo o caos que ele criou e organizaram de uma forma coerente, mas o mangá parece alguma coisa dadaísta, muda conforme o capricho do momento.
Alexandre: Quando eu li a série original, a minha impressão é que era um produto que nasceu datado, lembrando o mangá de ficção científica dos anos oitenta, mas sem se decidir se o satirizava ou seguia essa linha. Agora, temos que levar em conta que quando falamos desses mangás de ficção científica, nós no ocidente por anos lemos o melhor que ele pôde oferecer. Shirow, Otomo... Já Trigun é um produto pra lá de mediano, mesmo que repleto de idéias interessantes.
Entendo por que ele tem fãs. Mas é um mangá de padrão médio e só.
Quanto ao que o colega acima disse sobre "cada hora o mangaká toma um rumo diferente", "Seria legal se ele tivesse um plano dentro da cabeça", "muda tudo de última hora", "não faço ideia de pq é cultuado"...
Por um instante eu jurei que ele tava falando de Bastard!!
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