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Nov 05
O Baú de Crayon Shin-Chan
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Categorias: Crayon Shin-Chan

A trágica morte de Yoshito Usui, criador de Crayon Shin-Chan, encerrou prematuramente a trajetória de sua série de maior sucesso – e o gag mangá mais bem-recebido fora do Japão, diga-se de passagem. O desenho animado vai continuar, claro – não é como se ele obedecesse a uma trama contínua e por isso mesmo, boa parte dos episódios do personagem na televisão eram conduzidos por um time de roteiristas; é o tipo de material que pode permanecer sem a presença do autor e duvido que sua família iria dispensar o retorno que o personagem ainda gera no Japão em termos de licenciamentos – mas o mangá só seria publicado até novembro nas páginas da antologia Manga Town, aonde ele é publicado. Mas como foram encontrados novos manuscritos do material, já foi anunciado que a série terá uma extensão na revista. Além disso, a edição de Novembro também trará um memorial dedicado ao autor, feito pela equipe da Futabasha. E enfim, o trabalho de Usui poderá descansar em paz.
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Ah, falando em OFF, já tem um tempo que eu gostaria muito que você escrevesse uma matéria especial falando sobre todos os "tipos" de mangás, explicando cada um e o uso do termo. Tipo Shonen, Josei, Moe, Yaoi, Yuri, Seinen, Bara... eu sei que você exemplifica uma boa parte deles em seus posts separadamente, mas eu realmente gostaria de ver uma "compilação" de todos os gêneros!
Alexandre: Sabe que essa não é uma idéia ruim? Eu geralmente explico rapidamente essas coisas, sempre, porque parto do princípio que qualquer artigo meu pode ser o primeiro artigo sobre mangá que alguém vai ler na vida. Daí eu sempre procurar dar explicações que meus leitores podem já saber, mas que alguém com certeza nem tem idéia. Mas uma "mini-enciclopédia" dos gêneros pode ser uma boa...
Só consigo achar terrível quem explore assim a memória de uma pessoa morta.
Alexandre: Bom, pelo menos não passa de fevereiro.
E concordo com a ideia da Jussara, só não sei se você vai encarar o Bara e o Moe xD. recentemente eu descobri o gênero Bara e acho bem interessante, mas não tem nada de diferente das histórias eróticas ocidentais (talvez as proporções menos avantajadas), infelizmente não vi nada sobre a história do gênero (só que nasceu por acaso em uma revista yuri voltada para o público masculino). Tem como falar de moe sem falar mal? Pra mim não passa de material para fazer o pedófilo se sentir bem consigo mesmo, para que ele possa dizer que existe "amor" e não só estupro de menores.
Alexandre: O grande problema do Bara é meu medo de avacalhar. Correria o risco de transformar em uma desciclopédia da vida. XD
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