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Out 21
Sai Volume 9 de Black Lagoon no Japão
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Lancaster |
PERMALINK |
8
Categorias: Black Lagoon

Tiroteio, bravatas, explosões, lugares quentes, úmidos e perigosos no sudeste asiático, e claro, uma garota armada com shortinhos exíguos e duas pistolas na mão. Você vai encarar isso a sério? Nem eu, e é essa a idéia. Eu gosto de Black Lagoon porque ele é o que é, e acabou; a obra de Rei Hiroe é simplesmente aquele
tipo de diversão truculenta, repleta de testosterona e, importante, não-adolescente que andava faltando nos mangás publicados por aqui, quando foi lançada em nossas plagas pela Panini (originalmente ele é serializado na revista mensal Sunday Gene-X – "GX" para encurtar – da Shogakukan). É como aqueles livrinhos de bolso da Gold Eagle (alguém lembra de Able Team: Os Justiceiros, Track, SOB's e outras pérolas da literatura de segunda?) que foram lançados por aqui nos anos 80. Se fosse um filme, poderia ser uma daquelas produções baratas da produtora Cannon de Menahem Golam e Yoram Globus nos anos oitenta, pontuada por teclados vagabundos na trilha de fundo – de preferência com as laterais cortadas e falhas de VHS velho, porque faz parte do espírito da coisa. Tudo isso só para dizer que agora mesmo no Japão, saiu o mais recente volume da série, para a tranquilidade da Panini (que em breve vai ter que lidar com o fato de que a cronologia japonesa vai ser alcançada, mas por ora pode respirar aliviada). Não chega a ser uma novidade, afinal a versão nacional de Lagoon chega regularmente às nossas bancas e já nos acostumamos a isso, mas quem lê Black Lagoon quer mais do que sua dose regular de tiros e explosões, afinal de contas?
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Comentários:
Alexandre: E essa pilha vai esvaziar, acredite.
O Lancaster gosta de nos torturar com essas fotos
Alexandre: Verdade. Promoção é tudo.
Quanto ao título, é nisso mesmo que as editoras brasileiras devem apostar, algo com muita ação para leitores iniciantes. E não é só Black Lagoon que vai parar daqui a algum tempo não, vários outros títulos de peso das editoras brasilerias vão alcançar a edição Japonesa ou acabar rapidinho, o que abre portas pra outros títulos, como Hikaru no Go, que colocaram no lugar de Yu-gi-Oh! só pelo tema principal ser algum jogo, estratégia horrível na minha opinião já que são coisas completamente diferentes até pelo planejamento de cada: um se volta muito mais ao apelo comercial do que o outro. É engraçado pensar na decepção dos fãs de Yu-gi-Oh! ao ver que seus monstros/cards/seres sobrenaturais ou seja lá o que for não estão no Goban (tabuleiro de Go). Quem sabe com essas futuras mudanças entre os títulos a JBC não se empolgue com Golgo 13 e não resolva lançar algo a mais pras livrarias?
Alexandre: É chato eu dizer isso em relação a um título que eu vejo com simpatia, mas acho a escolha de Hikaru no Go para substituir Yu-Gi-Oh muito mal pensada. Primeiro, porque Go não tem expressão no Brasil; é como pensar em trazer um mangá de beisebol e talvez Hikaru no Go esteja em desvantagem maior ainda, porque somos empurrados goela abaixo com filmes de beisebol que NÃO queremos ver na televisão, mas o brasileiro não sabe o que é Go (inclusive acho vergonhoso que o excelente filme inglês Febre de Bola, que é sobre futebol, tenha sido lançado discretamente em dvd por aqui enquanto sua ridícula versão americana abaixo da crítica, Amor é Jogo, que substitui futebol por beisebol e estraga a história original transformando coadjuvante em protagonista pra tentar vender o peixe como um filme chick-lit, foi promovido com estardalhaço quando de seu lançamento de vídeo, com estandes em locadoras e o diacho). Temos noção do que é o beisebol, mas o Go está às escuras e vai custar a ser vendido. Segundo, Yu-Gi-Oh tinha um cardgame popular a seu favor. Se a idéia era seguir essa linha, é sinal que Yu-Gi-Oh deu certo; por que não trazer Yu-Gi-Oh GX? Comercialmente seria um porto mais seguro.
Mas não faço muita idéia do que pode vir quando Black Lagoon emparelhar com os japoneses. O fato é que algo deve se construir dentro desse lapso.
Gostei muito de Black Lagoon ter sido publicado no Brasil tão rápido, mas agora é aguentar a espera pelas edições japonesas. Pior que outros 3 mangás que coleciono vão parar ano que vem: MPD Psycho, Homunculus e Fullmetal Panic Sigma.
Alexandre: Ainda vai ter algum tempo. Não duvido que a coisa emparelhe de vez pela altura do volume 10 no caso de Lagoon. Esses três, não vai ter jeito. Mas como eu disse, não duvido que a Panini deva colocar uma leva de novos lançamentos para cobrir os largos espaços de tempo que vão se abrir.
Já arrumaram uma nova editora pra série na França, mas até dar as caras vai levar um tempo. Enfim, ao menos vai haver mais volumes para eu comprar...
Hunter (Pedro Bouça)
Na verdade eu queria que viesse... Seton. Queria muito que terminassem, lançassem logo as edições 2, 3 e 4. Nem que fosse pra faezr pacotinhos promocionais, ou mesmo rerlançar em formato tanko. Triste demais ver um mangá fodão como Seton cancelado.
E agora de paralisados teremos:
- Black Lagoon
- Gantz
- MPD Psycho
- Homunculus
E isso é o que eu me lembro de cabeça, parece que FullMetal Panic sigma tbm encostou no Japão. MPD no 11 encosta no contrato, Homunculus parece que o 9 saiu fazem uns 3 meses e duvido muito q a Panini faça contrato para lançar 1 volume sozinho. MPD segundo divulgaram em Berserk tinha contrato até a edição 11, Gantz até a 23 que já foi lançada.
Vamos ver se a Panini vai trazer novos títulos... Do jeito que as coisas estão indo é capaz de ter uma leve enxugada no mercado. Pelo menos esse mês no lugar de Abara (ou Gantz?) vai sair Afro samurai, será que a Panini vai continuar lançando títulos curtos?
Alexandre: Eu só li o primeiro capítulo do High School of the Dead e não me pareceu ruim. Mas também não me pareceu ter nada além do que já vimos em zilhões de filmes de zumbi. Vou comprar o primeiro número antes de opinar.
Alexandre: Não vejo porque não deva chegar.
Alexandre: não acho que faça. Mas vou importar dos Estados Unidos pela viz, eles estão publicando em volumes mais grossos inclusive.
P.S.: A notícia já é bem antiga, o nº 9 já saiu aqui. Grande final de saga, grande trilha sonora (CCR - Run through jungle). E agora na pausa, esperando o nº10.
Alexandre: idem.
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