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Mai 22
Lançado Artbook do Artista de Kurenai
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Categorias: artbooks

Uma das maiores surpresas da antologia mensal Jump Square, da Shueisha, foi justamente o trabalho de Yamato Yamamoto nas páginas da série Kurenai. O material é baseado em uma série de light novels (romances ilustrados, de leitura ligeira), que chegou a ganhar seu anime antes da versão mangá – mas a distância entre a abordagem plástica, dinâmica e veloz da arte de Yamamoto e a impressão meio morna deixada pela versão animada é gritante. Agora, o autor está lançando seu primeiro Artbook, "Aurora Gem" que chegará às livrarias japonesas no dia 4 de Junho. E que vale a pena, para os interessados na arte do autor.
Kurenai é sobre um rapaz que divide a escola com um trabalho como "mediador", protegendo pessoas com problemas, dentro da dinâmica dos seriados de televisão. Em determinado momento, ele se torna guardião de uma menina de sete anos – que passa a ser uma preocupação a mais em sua vida. Funciona redondamente bem, até porque o mangá até onde eu vi conseguiu abordar o convívio de um adolescente com uma menininha sem cair na armadilha do lolicon (leia-se, fetiche pedófilo). Vale a olhada.
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Comentários:
Eu tenho, voce nao tem! (^____^)
Alexandre: Deixa que assim que minha próxima leva de artbooks chegar, eu conserto isso rapidinho.
Abraços.
Alexandre: Eu faço minhas compras na Fonomag. Pago com boleto e recentemente, como a Fonomag tem uma conta no mesmo banco que eu, eu passei a depositar em doc bancário, por telefone. O problema é frete: Uma antologia como a Macross Ace da Kadokawa chega ao custo de R$ 26,00 para nós. Se eu morasse em São Paulo, não haveria problema, vinte e seis reais não é o fim do mundo para um produto que afinal de contas é importado e tem seu preço alterado por diferenças cambiais e taxas. O chato é que com o frete, para chegar no Rio de Janeiro, o sedex acaba jogando o custo da revista para R$ 42,00. O que fazer? Bom, o melhor é deixar para trazer várias coisas de uma vez, ou então reservar para esses produtos mais caros mesmo; para quem está disposto a pagar R$ 180, duzentos não é o fim do mundo. Nesse sentido, vale mais a pena trazer artbooks do que mangás propriamente ditos isoladamente.
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