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Dez 26
Mais Code Geass?
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Lancaster |
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Categorias: Code Geass
Na edição de 10 de Dezembro da revista informativa Animedia, da Gakken, foi publicada uma pequena mensagem do estúdio Sunrise a respeito dos seus planos para o próximo ano: "A todos vocês que nos mostraram tanta apreciação e tornaram os DVDs e CDs tão populares: Realmente, fomos abençoados com fãs fervorosos. Muito obrigado. Como dissemos antes, (um evento importante aconteceu no desenvolvimento do personagem, mas) Geass não pode morrer. A série apenas foi concluída, mas seria muito bom se pudermos fazer algo mais. Em todo caso, quando anunciarmos algo, em um futuro não tão distante…"
Não há indicação sobre formatos (TV ou OAD) de exibição por ora, mas essa declaração deixa claro o que já se sabe: Code Geass se tornou a mais popular franquia da Sunrise atrás de Gundam e a empresa não vai largar esse osso tão fácil, principalmente em um momento de retração financeira no mercado. É só evitar que a superexposição mate o produto.
Code Geass é uma série de ficção científica passada em um mundo alternativo – com direito a Robôs Gigantes – aonde o império britânico jamais deixou de ser colonialista e torna o Japão contemporâneo em parte de seus domínios. O character design é da Clamp mas graças à Deus elas não puseram as mãos no roteiro.
Fonte: Anime News Network
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Comentários:
Por favor evite este tipo de comentário... É tão desagradável ler um texto tão bom que termina assim com um cometário chiita desses... Mostra que vc ainda é imaturo para dar seus próprios comentários.
Alexandre: Ah, ótimo. quer dizer que se solto um comentário que discorde da norma estabelecida que a Clamp é sacrossanta e acima de críticas, eu sou xiita (com "x", minha filha, com x) e imaturo?
Sinceramente: eu acho que a Clamp é um grupo de boas ilustradoras, mas levaram anos até aprender a narrar visualmente de forma coerente – e de modo geral não tem consistência ao escrever algo que não seja episódico – Rayearth para mim é a exceção que comprova a regra. Ao contrário da forma com que o material é publicado no exterior (como uma série de seis volumes – aqui foram doze, na época do meio-tankohon), Rayearth é composto de duas séries de três volumes, "Magic Knight Rayearth" e "Magic Knight Rayearth 2". A primeira série segue o beabá do rpg eletrônico, e por isso elas não erram – precisam dessa escadinha para fazer o final funcionar. E eis o final que é um tapa na cara, e valoriza a história. No que dependesse das autoras, elas teriam terminado aí, mas veio a segunda série – e aí temos o padrão clamp, de personagens em busca de um roteiro que não vem e precisa de empurrõezinhos com a barriga para poder levar ao menos a um final. Chobits ainda é mais questionável, porque elas pareceram fazer crítica social e se acovardaram ao ver que boa parte dos leitores encampava a camisa do que elas queriam criticar. Não confio nem por um decreto nelas pilotando um roteiro nas mãos.
Imaturidade para mim é aceitar tudo sem questionar, sem o mínimo comprometimento crítico. É justamente o fato de que temos opiniões próprias que nos faz humanos. Você pode discordar de mim, sem problema. O que não pode é considerar uma discordância imaturidade ou radicalismo – até porque desvalorizar a opinião dos outros assim só desvaloriza a sua opinião.
E vou continuar fazendo esses comentários, sim. Aceitar acriticamente, sem o mínimo questionamento sobre o que leio, é que é a maior forma de imaturidade que um ser humano pode fazer consigo mesmo.
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