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A Pornochanchada Japonesa e o Mercado Brasileiro

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Lancaster | PERMALINK | 5

Categorias: erocom

A JBC anunciou recentemente o lançamento de Futari Ecchi, de Katsu Aki (convenhamos que o nome do autor, lido em português, soa muito engraçado. "Catso aqui"?) – seguindo-se ao inesperado sucesso de Love Junkies. Eu questiono muito a necessidade de se manter o nome original japonês nesse material; em praticamente todos os países aonde ele foi publicado fora do Japão, ele foi corretamente rebatizado. Os franceses usam o "nome internacional" da série (Step Up Love Story), os espanhóis de Makoto & Yuri, os americanos de Manga Sutra... É o tipo de material de massa, que não pode ser dirigido ao fã hardcore porque a maioria deles simplesmente não compra. Não dá para pensar nos mesmos termos com essa série.
A expectativa (negativa) de muita gente é que esse material não seja lançado em volumes completos equivalente ao tanko-hon japonês, mas em volumes de cem páginas, dividindo o original em dois. Sei que estou contra a corrente, mas nesse caso específico lançar em tanko-hon completo é burrice. Os capítulos são fechados, em termos editoriais é amigável ao leitor que chegar a qualquer momento, o preço é barateado (embora eu ache que meio-volume a 6,90 é crime de lesa-patrimônio) e não custa dizer: Love Junkies vendeu o que vendeu, se tornando o maior hit da editora JBC aqui no Brasil, porque seu publico principal não é otaku. Eu repetiria a fórmula editorial de Love Junkies, na boa.

A Comédia Erótica

Para quem não sabe o que diabos é Love Junkies, cabe aqui uma explicação. Ele foi vendido no Brasil como um "erocom" – o rótulo dado às "comédias eróticas" japonesas, que não saem em revistas hentai (pornográficas), mas em publicações voltadas para o público adulto das grandes editoras – a série em questão sai na antologia seinen Young Champion, da editora Akita Shoten, assim como o Futari Ecchi é publicado pela Young Animal da Hakusensha; já antologias hentai são vendidas nas lojas especializadas em pornografia.
Por comédia erótica a gente entende... uma comédia com piadas maliciosas e cenas de nudez para adoçar a vista. Se há sexo, ele é implícito, mas há um eixo de história para guiar as cenas mais picantes. O seu sucesso é um dos cases mais interessantes de nosso nanico mercado de quadrinhos.
Love Junkies aterrissou do nada, completamente desconhecido, e como todo material desconhecido, foi recebido à pedradas (tenho que admitir, eu fui um dos que atiraram pedras a LJ quando ele aportou por aqui. Hoje tenho uma opinião bem diferente – continuo não sendo um consumidor desse tipo de material, mas eu compreendo seu papel no mercado). O material já chegou às lojas lacrado e com um aviso na capa "para maiores de dezoito anos", além do "comédia erótica". Para o jornaleiro esse era um aviso bem claro: colocar na seção de pornografia, aonde material leve e pesado podem se misturar. Por ser pequenininho, é colocado na frente de Playboys e similares. Convenhamos que a arte de Kyo Hatsuki é bem-feita e muito bonita, e apesar de obviamente apelativas, não são atentados ao mau gosto.
O resultado: quem descobriu LJ não foram os leitores de sempre de mangás, mas os leitores de pornografia soft – que adoraram o material. É difícil saber o quanto o material deu certo sem que a JBC abra os números – falta transparência nas nossas editoras de quadrinhos e essa política incomoda profundamente. Sempre haverá uma margem de "achismo", porque temos que inferir a partir das poucas informações que nos são dadas. Mas quando a editora assume que Love Junkies, um título que veio do nada, que não tem perfil de material otaku (fã hardcore) e que pisou em nossa terra com rejeição... bem, quando se admite que esse material é seu maior hit, mais do que medalhões adorados pelos fãs de mangá como Full Metal Alchemist e Inu-Yasha, é sinal que tem alguma coisa muito fora de ordem em nosso mercado.

No Lugar Certo com o Rótulo Certo

Uma coisa que eu sempre disse é que deveríamos deixar de tomar as definições de origem – ou seja, shonen (para garotos) e shoujo (para meninas), seinen (para jovens adultos) e josei (para mulheres adultas) – como norma para publicação aqui, e trabalhar os materiais por seu gênero, mesmo quando a separação por sexos for visível no trabalho. É um dos segredos da multiplica ção dos mangás no mercado americano. Tudo bem que as antologias Shonen Jump e Shojo Beat estejam lá, uma pra rapazes e outra para moças, mas se pensarmos bem, esses nomes funcionam com a força de griffe; poderiam se chamar tranquilamente de qualquer outra coisa, contanto que tivessem a associação correta. Nos volumes vendidos na livraria, compilando as séries publicadas em capítulos nas suas respectivas antologias, o que conta é a sua classificação de gênero: Ação, aventura, romance, ficção científica, terror...
Mas aqui, isso não é feito. No Brasil, foi a posição da revista na banca quem classificou devidamente Love Junkies como deveria: ERÓTICO. Claro que no final não era nada mais erótico do que a segunda fase das pornochanchadas, que começava a ter que competir com a pornografia de verdade que vinha industrialmente dos Estados Unidos naqueles estranhos anos que foram a transição dos anos setenta para os oitenta – e que acabaram se tornando uma espécie de pseudo-pornôs.

Mas olhem bem para os primeiros anos das pornochanchadas, de filmes como A Super-Fêmea e Os Garotos Virgens de Ipanema, lá pelos idos de 1972, 1973. São comédias assustadoramente ingênuas apesar do seu apregoado erotismo, que são suplantadas em conteúdo por qualquer novela das oito ou até mesmo das sete – nossa sociedade já ultrapassou o que esse material pudesse ter de subversivo!
Claro, ainda são materiais extremamente maliciosos, mas malícia não é pornografia – tanto que para eu colocar meu ponto vamos traçar um paralelo com o maior hit até hoje da JBC...
...que é simplesmente o mega-sucesso Love Hina. Que não tem uma cena de sexo, aliás.

Enquanto isso, na Pensão Hinata...

LH não é material pornográfico, ou semi-pornográfico, nem de longe. Mas vamos admitir que ele também lida com conteúdo sexual e não é uma mera "comédia romântica", como os fãs da série gostam de dizer. Lovely Complex, por exemplo, é uma comédia romântica de verdade – e bem casta – sobre um casal (amigavelmente) briguento que demora a se acertar porque ela é um varapau e ele, um tampinha. Love Hina também se estrutura no casal que demora a se acertar – porque ele é um palerma, ela é uma neurótica e a competição é bem mais interessante (convenhamos, a co-protagonista Naru praticamente passou a série toda entregando o protagonista para TODAS as outras mulheres, com um misto de birra e negação; ele só não acabou ficando com nenhuma das outras por ser um imenso pamonha). Então inclui comédia romântica na fórmula sim...
... mas em Love Hina a comédia romântica é apenas uma das partes que forma o todo! Logo no começo, Keitaro entra em um banho termal e encontra Naru, míope que só ela, tomando banho nua. Em seguida, ele encosta aonde não deve, para depois ser desmascarado e perseguido pelo mulherio em fúria. Em outra cena, ele acaba sendo pego em um canto da casa com um lenço de papel e Naru, ao encontrá-lo, entende (com uma mente paranoicamente suja pra cacete) que ele estava se masturbando em pleno cômodo.
Sinceramente, não há muita diferença conceitual entre isso e uma pornochanchada do tipo mais leve – princpalmente se encararmos o material pela definição inicial de comédia maliciosa. Conteúdo sexual não se limita ao sexo e nudez em si.

Love Hina, a Pornochanchada Light

Não custa dizer que mesmo as pornochanchadas (que acabaram criando o estereótipo de que cinema brasileiro significava palavrão e mulher pelada) chegavam aos cinemas com mais cortes do que uma posta de carne no açougue – elas tinham limites e isso as definiu como gênero: Insinua-se, pensa-se muito em sexo, parte-se muito do princípio da existência ou não do sexo, permeia-se com a sombra do sexo, apela-se pra cacete com a sugestão do sexo... mas quem esperar que aconteça uma cena dessas a cada cinco minutos vai quebrar a cara. Aqui abro a palavra para o pornochanchadeiro veterano Carlos Mossy, que define muito bem a natureza desse tipo de material...

... embora eu jamais vá concordar com ele sobre alguns filmes pornográficos serem obras de arte. É ruim, hein?
Se pensarmos bem, Love Hina se encaixa muito bem nesse discurso da simplicidade que o diretor advoga.
Quanto a sexualidade que serve de chamariz a esse material, quantas capas de Love Hina não mostravam meninas em poses generosas mas nudez parcial, o tempo todo? Mas quanto ao sexo em si, não temos nada mais pesado do que uma novela das sete, principalmente nos primeiros anos do gênero. Em Love Hina temos uma apreciação generosa da geografia física das personagens, para a alegria de adolescentes cheios de hormônios, mas não se mostra nem um mamilo. E está mais do que correto que seja assim – ele era publicado na Shonen Magazine, a antologia nº2 do mercado japonês, voltada essencialmente para adolescentes em uma gama muito ampla (ou seja, ele tem que agradar leitores de dezessete anos sem assustar os de doze e vice versa). Se a série mostrasse mais do que insinua, haveriam problemas; seu lugar seria uma antologia seinen (para jovens adultos), o mesmo lar dos Futari Ecchis da vida.
Ou seja: No mesmo país aonde Carlos Mossy e Matilde Mastrangi enchiam os cinemas há trinta anos atrás, os maiores hits do quadrinho japonês no Brasil, fora os medalhões impulsionados pelos desenhos animados na televisão (como Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Z), foram, simplesmente... pornochanchadas. Love Hina é o último passo antes do Erocom, a comédia erótica japonesa. Depois disso, o próximo passo a se avançar é óbvio.

Futari H

Faça, Mas Não Mostre

Futari Ecchi conta essencialmente as atribulações de um casal de virgens que, ao irem para a cama pela primeira vez durante a lua-de-mel, se deparam com o peso de sua inexperiência sexual, que cai sobre suas cabeças como se fosse uma bigorna. A partir daí, acompanhamos o duro (epa!) aprendizado de ambos em busca de uma vida plena como casal, com ênfase no aspecto sexual da questão – marido e mulher não podem viver bem sem esse aspecto plenamente resolvido, convenhamos. E claro, os palpites imbecis surgem de todo o lado (até porque muito da informação errada que acabamos trazendo para nossas vidas vem do comentário das pessoas próximas, que carregam um monte de minhocas na cabeça e as transmitem a nós facilmente).
O que impede essa premissa de cair na pornografia rasteira é uma abordagem, hm, "científica" da coisa. As cenas mais explícitas de sexo do casal são apresentadas em cortes transversais que não são nada excitantes, e repletas de infográficos sobre o comportamento sexual do japonês. Quando ele está prestes a acertar o gol, somos brindados com um quadro técnico mostrando os diferentes formatos de hímen. De quebra, somos informados de coisas extremamente úteis – desatar o sutiã dela rapidamente, por exemplo – algo que ninguém nos ensina e temos que aprender na marra. ;)

A vida sexual dos ratos de laboratório

É como se a série fosse um misto de manual de educação sexual e documentário irônico – e sua graça vem justamente disso – com direito a um narrador sabe-tudo, e nossos dois aprendizes tem que passar por todo tipo de percalço que um casal normal tem que passar (como o famoso "quando somos solteiros, nenhuma mulher está interessada na gente, mas depois que casamos, elas caem matando." Isso também acontece quando estamos apenas namorando, mas não vem ao caso).
Um comentário interessante que surgiu sobre essa série foi o dela resolver as incongruências do gênero harém com uma premissa lógica. Para começar, as cenas de nudez tem toda razão de ser, sem a gratuidade da apelação em si – diacho, antes de mais nada, não se trata de uma história DE sexo, e sim SOBRE sexo. Além do mais, há uma justificativa imensa para ele não aproveitar o interesse de eventuais outras mulheres ao redor: ele é casado, tem mais é que se aguentar. Quando Keitaro, em Love Hina, deixou de abraçar uma Motoko carentíssima sem motivo concreto NENHUM (Motoko estava interessada nele, e não havia realmente nada entre ele e Naru, que ficava de negação atrás de negação – ora, se está a fim, diga logo ou cale-se para sempre; a fila anda), senti vontade de cobrir o personagem de porrada. MUITA porrada. Já o Makoto de Futari Ecchi chega a ter fantasias onde se imagina com outras mulheres – mas jamais pularia a cerca. Se o fizesse, aí sim, mereceria ser coberto de porrada e perderia toda a simpatia de que se tornou merecedor. Ou seja: a sua contenção é coerente (já o Eitaro de Love Junkies é galinha mesmo – é a premissa da série, então que ele cumpra seu papel).
Alguma dúvida de que, mesmo que menos leve do que um Love Hina, ainda se trata de uma pornochanchada, também – e que se olharmos com atenção, isso explica até o bom resultado de azarões como a obra de Mayumi Yohoyama (Bijinzaka e Galism)?

Os Meninos que Não Fazem Nada Encontram as Meninas que Fazem Tudo

Ninguém esperava Bijinzaka quando foi lançado – e o fato de que a Panini correu para emendar uma obra com a outra é sinal que a recepção inicial da série foi muito boa. É até interessante observar o curso de evolução da autora: Em Bijinzaka, cuja capa me lembrou muito as meninas de Rebelde (o que tenha sido um atrativo a mais na época em que foi lançado), a arte lembrava Peach Girl, mas ainda estava em formação. O que vejo em Galism é uma artista que evoluiu de lá para cá e mostra um domínio mais completo do seu trabalho, com traço e arte final mais seguros, um bom uso dos cenários e um humor agressivo e eficiente – Bijinzaka me parece meio que um rascunho para o que ela faria depois. Ela é boa no que se propõe e sabe o que está fazendo.
E o que chama a atenção é que suas meninas estão longe das meninas adoráveis e românticas com olhos de pires – além de seus personagens masculinos serem coerentes do ponto de vista de uma pessoa do sexo masculino que lê. Um Tamahome (do nefando Fushigi Yuugi) parece com qualquer coisa menos com um ser humano do sexo masculino para um homem que ao acaso leia – mesmo levando em conta que esse material não tem homens como público-alvo. Mas um sujeito enervado porque sua namorada não, hm, libera (e isso não faz dele um vilão ou um canalha) é algo que pode perfeitamente acontecer. Na verdade, apesar do humor absurdo e dos exageros, as meninas de Galism, em si, são críveis – uma garota que apesar de marrenta é cheia de neuras quanto a virgindade, uma garota mais rodada do que urubu de vôo que esconde na verdade um tremendo medo de se relacionar, uma garota que já teve um passado bem questionável e que sossegou o facho após arrumar um namorado fixo. Elas são barraqueiras, emotivas, desinibidas, maliciosas, sem papas na língua e estão envolvidas em estripulias com a estrutura das reviravoltas de uma novela de televisão. E sim, pensam muito naquilo, mesmo que não consigam fazê-lo. A história está longe de ser pornográfica ou ter o conteúdo agressivo dos steamy shoujos – Elas nem por um decreto vão fazer papel de vítima que adora seu algoz. Se alguém bulir com elas, vai ter.
Em miúdos, Bijinzaka e Galism são comédias maliciosas – e provavelmente caíram no gosto dos leitores por causa disso. Será que isso não explica claramente porque apesar das obras de Yohoyama serem tão esculachadas nos forums pelas fãs mais tradicionais de quadrinhos para meninas japoneses (que apesar de tudo tem sido bem atendidas nos últimos anos), elas tiveram essa resposta veloz de público?

Enxergando o óbvio

Simplesmente está na cara: Love Junkies vende mais do que qualquer Full Metal Alchemist simplesmente porque tem leitores além do núcleo de sempre dos fãs. E Love Hina conseguiu ir mais longe ainda simplesmente porque além dos fãs, ele conseguiu apelo fora do seu mundinho de sempre. Reparem que a série seguinte de Ken Akamatsu, Negima, faz até mais sucesso no Japão do que Love Hina jamais fez: Série com atores, duas séries diferentes de desenhos animados, uma série em mangá derivada, com outros autores, e para um público mais infantil... mas em comparação com a série precedente do mesmo autor, os resultados por aqui parecem muito tímidos. Mesmo no Orkut, é só comparar: a maior comunidade dedicada a Love Hina tem, no momento em que escrevo, 35.854 membros; a maior comunidade dedicada a Negima tem apenas 7.384 inscritos.
Se bem que presença no orkut não é um sinônimo acurado de amostragem. Convenhamos, a comunidade dedicada a Love Junkies tem apenas 2.413 inscritos. Se fosse por isso, Negima deveria vender bem mais do que Love Junkies – e não é isso que acontece.
Não seria porque o público de Love Junkies não é otaku, não frequenta eventos de anime – e o material conseguiu escapar desse eixo justamente por ser colocado com materiais similares a ele em tom, não em procedência ou estética?
Talvez seja esse o ponto que fez com que mangás policiais fabulosos como Monster e Sanctuary não tenham se tornado hits aqui no Brasil, nem infantis com público-alvo bem claro como Crayon Shin-Chan, Dr. Slump e Megaman NT. Não são vendidos como material dirigido. São vendidos como mangá, como produto japonês; a procedência vem na frente, antes do conteúdo. O seu público legítimo não olha para esse material. Mas o que aconteceu com Love Junkies prova que quando se faz esse deslocamento de órbita, os resultados podem ser compensadores. Mesmo que isso se dê por força de normas, o material com teor erótico está no lugar aonde o material erótico deve estar. Por isso mesmo seu público o encontrou. E considerando o país em que estamos, gostemos ou desgostemos disso, não se trata de um público exatamente pequeno.
Futari Ecchi foi uma bola dentro da JBC. Porque não é feito para os fãs e seu público vai saber que esse material foi feito para ele.
Logo, para que manter o nome original por aqui?


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Comentários, Trackbacks:

Nome: Gyabbo! 21/04/09 12:31
Ótima matéria, concordo que um dos maiores problemas para uma real popularização dos mangas no Brasil (e com isso maiores vendas e maior número de títulos) é esse fechamento que é feito em torno de quem já é fã. A verdade é que se faz muito para que quem não é do meio não entre.

Claro, não sou a favor de "ocidentalizar" os mangas, não vejo necessidade em espelhar por exemplo, mas saber dirigir um manga para seu real público-alvo faria maravilhas.

E nisso também entra a falta de propaganda, lança-se algo nas bancas e o máximo de propaganda que existe é feita dentro do círculo que já conhece tais materiais.
Nome: Imóveis Barra da Tijuca 25/08/09 04:16
Um marketing mais direto ajudaria bastante, mas acho que o sucesso do manga ja eh tal entre nossos jovens que serve de porta de entrada pras artes e para o desenho.
Nome: Júlio Nunes da Silva Filho 19/09/09 11:31
Alexander, gostei muito do texto.
Você recebeu meu comentario anterior?

Alexandre: Recebi todos. Aqui os comentários são moderados justamente pra evitar bagunça. :)
Nome: murilo 05/11/09 05:23
Texto muito bom. Lembra até aqueles da Neo Tokyo.

:) Eu também não sabia abrir sutiã.

Alexandre: Obrigado, Murilo. E sendo honesto, a maior parte de nós, seres humanos do sexo masculino, pode passar uma vida inteira sem saber. Essa é uma arte que exige prática constante e leva anos para ser dominada. ;D
Nome: gabriel 20/11/09 05:17
gaosto da dranzer

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