16.Outubro.09
Sexta Sub: leões marinhos do sul
Esta trupe curiosíssima de filhotes de leões-marinhos-do-sul veio aqui desejar um bom fim de semana a todos! ![]()
Tudo de bom sempre.
11.Setembro.09
Sexta Sub: em Sunset Beach
Sábado passado nós acordamos às 5 da manhã para encarar o amanhecer no North Shore havaiano - é o melhor horário em termos de luminosidade para a fotografia. A idéia também era aproveitar que a temporada de surfe ainda não começou para explorar o ambiente sub em Waimea Bay e Sunset Beach, dois points renomadíssimos de surfe. O mar estava calmo, flat e a água com uma temperatura amena deliciosa.
A foto acima foi tirada em torno das 8 da manhã, em Sunset Beach, quando eu começava a snorkelar ali. Achei bacana perceber que o André enquadrou a casinha do salva-vidas na foto; é uma das marcas registradas do North Shore havaiano, esses postos salva-vidas. A praia estava completamente vazia, apenas um senhor de idade surfando marolinhas.
Tudo de sub sempre. E um bom fim de semana a todos!
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P.S.: Minha pergunta no post aí embaixo continua valendo. Se você é visitante deste blog, estás mais que convidado a responder. ![]()
UPDATE: Ainda bem que fomos semana passada ao North Shore mergulhar, porque a previsão para este fim de semana é... EPIC SURF! Ondas de até 15 pés esperadas para hoje. Nem sonhar em cair na água pra snorkelar...
14.Agosto.09
Sexta Sub: Baía de Kealakekua
Uma baía onde grupos de golfinhos rotadores (Stenella longirostris) vêm passar o dia após sua jornada de alimentação em alto-mar. Uma baía protegida de uma ilha oceânica e com visibilidade em torno de 20m, excelente refúgio para o descanso. Não, não estou falando de Fernando de Noronha. O mesmo comportamento acontece na Baía de Kealakekua, na Big Island do Havaí, mas com uma diferença: lá não há impedimento legal para mergulhar com eles. De manhã bem cedo, os golfinhos chegam e ficam até de tarde, nadando vagarosamente, como a descansar. Uma excelente oportunidade para apneístas apreciarem a espécie. A baía é protegida por grandes penhascos e isso mantém o mar sempre calmo por ali, fazendo o trecho de cerca de 100m a partir da mansa praia de cascalhos de lava que leva até os golfinhos tranquilo de ser encarado. Os golfinhos propiciam um espetáculo de balé subaquático com toques de leveza e graça que torna todo o ambiente mágico. A regra ambiental do Havaí é clara: não podemos tocar os golfinhos, eles é que devem vir até você… Mas a verdade é que eles parecem não se incomodar com os humanos observadores e com isso, você pode aproveitar a aproximação e se deixar levar pelo fascínio. Os golfinhos rotadores encantam enquanto você curte a chance de interação pacífica com um animal tão dócil.
(Texto originalmente publicado na Revista Mergulho de dezembro/07)
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Gostaria de aproveitar o destino da Sexta Sub e acrescentar aqui alguns detalhes sobre o passeio.
Kealakekua Bay fica ao sul da Big Island, no lado de Kona, na vizinhança de Captain Cook. É uma área onde prevalecem os havaianos nativos. O local tem algumas pousadinhas, mas não espere nenhum comércio intenso. O resort mais perto fica a meia hora de distância. Para ver os golfinhos mais de perto, é preciso chegar de manhã cedinho, antes das 7 da manhã. O que nós fizemos quando lá fomos: saimos todos os dias sem café da manhã, comprávamos algo rápido qualquer-nota pelo caminho e chegávamos antes da maioria. Quanto mais cedo, mais os golfinhos estão perto do shore. À medida que a manhã vai passando, os golfinhos tendem a se afastar da beiradinha e você precisará nadar mais e mais para vê-los.
Eles estão ali descansando, então todos os movimentos são vagarosos, como um balé tranquilo. Os mais novos brincam, mas a maior parte deles está dormindo - e eles não param de nadar quando "dormem", vale ressaltar.
A baía é um passeio para aproveitar ao máximo seu tempo na água, com os golfinhos, apreciando o recife de coral ou simplesmente relaxando. Nem sonhe em ficar tomando sol numa canga ou numa cadeira de descanso: não tem areia ali. A praia é completamente pedregosa, de rochas de lava redondinhas, onde mal conseguimos sentar - deitar é impossível. Portanto, Kealakekua é o passeio ideal para o início do dia: você nada com os golfinhos, curte o mergulho e depois pega a estrada para uma praia diferente, ao sul ou ao norte da ilha, com areia, onde finalmente terás seu lugar ao sol. 
Tudo de bom sempre.
07.Agosto.09
Sexta Sub: na gaiola
Domingo retrasado, me aventurei num dos tours mais conhecidos do Havaí: o mergulho com os tubarões-de-Galápagos (Carcharhinus galapagensis) no North Shore. Um passeio cujo impacto à sociedade e ao comportamento do animal já foi investigado pela Universidade - e demonstrado que é neutro.
Basicamente, entrei numa gaiola de 8 pés de altura (como vocês podem ver na foto), em meio a um grupo de mais de 30 tubarões. A gaiola possui uma bóia, mantendo-a na superfície. Entretanto, o mar estava levemente agitado, e a gaiola ficava subindo e descendo, ao balanço da maré. Ao entrar na gaiola, os animais começam a circular ao redor: você é a atração para eles. Extremamente curiosos, eles passam ao lado da gaiola, olhos nos olhos com a gente, com uma cara intrigante - e intrigada. Alguns com seus peixinhos limpadores nas costas; outros, mais vagarosos, parecem apenas passear ali. É inesquecível a emoção.
O barco sai do píer de Hale'iwa, no North Shore, e o local onde os tubarões ficam está a 3 milhas da costa. Aquela área é um dos pontos de pesca favoritos no North Shore - e os tubarões ficam ali porque se acostumaram a comer os restos da pesca. Durante a operação de mergulho em gaiola, não vi nenhum barco de pesca ao redor, mas imagino que mais cedo eles devessem estar ali. Bom, pelo menos os tubarões ainda estavam.

O que você vê de dentro da gaiola...
Os tubarões-de-Galápagos têm esse nome porque foram identificados pela 1a vez nas Ilhas Galápagos. Mas não estão restritos a Galápagos, pelo contrário, estão presentes em diversas outras ilhas oceânicas do mundo, como no Havaí e nas Bahamas. É um tubarão relativamente agressivo, seu tamanho é considerável e uma das precauções ao mergulhar com eles é que não se coloque a mão fora das grades: eles podem atacar, achando que é um pedaço de peixe deixado pra trás pelos pescadores.
Não considero essa uma atividade radical, mas é claro que o tour é vendido como algo de "alta adrenalina": quando o assunto é tubarão, medo vende. Eu, por outro lado, ciente da minha posição de "invasora" da casa deles, tentei respeitá-los, evitando movimentos bruscos e observando muito, sem querer "atiçá-los" (ou acariciá-los, que é o que dá vontade de fazer mesmo).
Há também outra perspectiva interessante nesse passeio. A experiência dentro da gaiola é filosoficamente estimulante. Porque o animal está em seu ambiente natural, e você ali é o "confinado". É de certa forma educativo, pois estamos ali na situação oposta do zoológico ou do aquário. É nossa liberdade que está bem restringida em favor do ambiente - por um motivo óbvio, você pode sofrer um acidente se não estiver assim. Mas divago; é muito interessante. Os tubarões se "divertindo" naquele momento com o objeto metálico estranho que traz uns animais mais estranhos ainda dentro. A curiosidade que os faz circular ao redor o tempo todo. Ou o condicionamento que a pesca trouxe, de que barcos = comida, e você ali, naquele meio, sendo visto como tal. Fascinante para a experiência de um biólogo.
Essas foram minhas "viagens" na volta para casa...
Tudo de tubarão sempre.
12.Junho.09
Sexta Sobre: enamorados
A Sexta Sub de hoje não é sub: é sobre. Vendo de fora, de cima, uma cena de amor profundo. Deixemos todos os enamorados mergulharem em seu sentimento em paz...
Feliz dia dos namorados a todos.
Tudo de amor sempre.
























